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domingo, 25 de junho de 2017

Mais de 40 terroristas estrangeiros usaram as leis de direitos humanos para permanecer no Reino Unido, revela um relatório


Mais de 40 terroristas estrangeiros evitaram a deportação do Reino Unido depois de usar a lei de direitos humanos para argumentar que eles seriam maltratados se retornados para seus países de origem.

Um relatório do Home Office no regime de deportação com garantias (DWA) do governo - que foi acordado em 2005 com a Etiópia, Argélia, Jordânia, Líbano, Líbia e Marrocos - revelou o número.

Apenas 12 terroristas estrangeiros foram deportados com sucesso pela DWA.

Entre aqueles que fizeram apelos bem-sucedidos, estão os curiosos de Siraj Yassin Abdullah Ali, que foi libertado há seis anos depois de ter servido o tempo para ajudar os perpetradores de um atentado à bomba com falha em Londres em 21 de julho de 2005.

Uma tentativa foi feita para expulsá-lo para sua nação natal da Eritreia, mas falhou porque ele foi considerado em risco de "tratamento ou punição desumana", INFORMOU The Telegrahp.

De Iain Burns, MAILENLINE

terça-feira, 12 de março de 2013

Com 98% dos votos, Malvinas continuam sendo território ultramar inglês


Os moradores das ilhas Malvinas (Falklands) decidiram, por 98% dos votos, continuar sendo parte do Reino Unido. A participação foi de 92% do padrão. O resultado do referendo foi divulgado nesta segunda, às 22h30, na sede do poder municipal.

Do lado de dentro se reuniam as principais autoridades, empresários e imprensa local e internacional, do lado de fora a população começou uma festa de rua, com música, barracas de comida e fogos.

"Don't Cry For Me, Argentina", em versão dançante, e "Rule Brittania" ecoaram pelas principais ruas de Stanley desde às 18h, quando a votação foi encerrada. "É a maior festa das ilhas Falklands desde a `liberação'", disse o radialista Patrick Watts, veterano membro da sociedade local, que narrou a invasão argentina em 1982, no início da Guerra das Malvinas.
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De Sylvia Colombo, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Argentina: ex-governador militar das Malvinas é preso

O militar argentino Mario Benjamín Menéndez, que governou as Ilhas Malvinas (Falkland) durante a guerra entre a Argentina e o Reino Unido pelo controle do arquipélago, em 1982, foi detido sob a acusação de ter violado os direitos humanos nos anos 1970.

O ex-general de 82 anos foi preso na quarta-feira por sua suposta responsabilidade nos crimes ocorridos na cidade de Famaillá, na província de Tucumã, em 1975. O município abrigou o primeiro centro clandestino de detenção, conhecido como "La Escuelita", comandado justamente por Menéndez, segundo o Ministério Público da Argentina. Ele foi encontrado em sua casa, em Buenos Aires, e será levado à Penitenciária Federal de Tucumã, que fica a 1300 quilômetros da capital argentina.
Em 1982, penúltimo ano da ditadura militar na Argentina, Menéndez era o governador das Ilhas Malvinas (Falkland). Ele chegou a Port Stanley, capital das Ilhas, em 7 de abril do mesmo ano para assumir o cargo. Dias antes, em 2 de abril, as Forças Armadas da Argentina invadiram o arquipélago, o que desencadeou o confronto com o Reino Unido. A Argentina saiu derrotada.
Junto com o ex-general, foram detidos em distintos pontos do país quase vinte acusados, alguns dos quais começaram a prestar esclarecimentos durante o processo judicial "Operação Independência". A ação investiga a morte de dissidentes de esquerda em Tucumã, em 1975, ano anterior ao golpe militar de 1976. A repressão foi praticada com o consentimento do governo civil do distrito.

De Agência Estado, Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, SP