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terça-feira, 4 de julho de 2017
Balança comercial registra melhor primeiro semestre da história
Beneficiada pela recuperação do preço das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial fechou o primeiro semestre com o melhor saldo da história para o período. Nos seis primeiros meses do ano, o Brasil exportou US$ 36,219 bilhões a mais do que importou.
De janeiro a junho, o saldo da balança comercial acumula alta de 53,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Somente em junho, as exportações superaram as importações em US$ 7,195 bilhões. O saldo é o melhor para o mês e o segundo mais alto para toda a série histórica, só perdendo para os US$ 7,661 bilhões registrados em maio deste ano.
Nos seis primeiros meses do ano, as exportações somaram US$ 107,714 bilhões, o quinto melhor primeiro semestre da história, com crescimento de 19,3% pela média diária em relação ao mesmo período do ano passado. As importações totalizaram US$ 71,495 bilhões, alta de 7,3% também pela média diária. Apenas em junho, o país exportou US$ 19,788 bilhões e comprou US$ 12,593 bilhões do exterior...
De Wellton Máximo, Agência Brasil
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domingo, 9 de novembro de 2014
Mas e a autossuficiência?
A conta-petróleo do Brasil (ou seja, a exportação de petróleo e derivados menos importação de petróleo, derivados e gás natural) entre janeiro e setembro registrou um déficit de 12,5 bilhões de dólares. Um estrago e tanto na balança comercial.
No governo Dilma, esse vermelho já alcança 44 bilhões de dólares – um volume 68% maior que o déficit acumulado nos oito anos do período Lula, aquele em que se festejou a autossuficiência do petróleo.
Por Lauro Jardim, VEJA
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
Balança comercial tem o pior semestre em 18 anos
A balança comercial brasileira fechou junho com superávit de US$
2,394 bilhões, o melhor resultado para o mês desde 2011, quando as
exportações superaram as importações em US$ 4,4 bilhões, de acordo com a
série histórica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior (Mdic). Já o semestre foi o pior desde 1995, com déficit de US$
3 bilhões, afetado por importações de petróleo e derivados ocorridas em
2012, mas registradas no início deste ano.
Em junho, na comparação com igual mês do ano passado, houve um grande avanço no saldo do comércio exterior brasileiro. Junho de 2012 registrou US$ 800 milhões de superávit.
Dados divulgados nesta segunda-feira pelo Mdic apontam que as vendas de bens nacionais para o exterior somaram US$ 21,227 bilhões em junho deste ano, ante US$ 19,353 bilhões no mesmo mês de 2012. As importações de junho alcançaram US$ 18,833 bilhões, pouco acima do valor registrado no mesmo mês do ano passado, de US$ 18,553 bilhões.
A quarta semana de junho fechou com superávit de US$ 745 milhões, resultado de exportações de US$ 5,100 bilhões e importações de US$ 4,355 bilhões...
De Thiago Resende e Daniel Rittner, economia, VALOR ECONÔMICO
Em junho, na comparação com igual mês do ano passado, houve um grande avanço no saldo do comércio exterior brasileiro. Junho de 2012 registrou US$ 800 milhões de superávit.
Dados divulgados nesta segunda-feira pelo Mdic apontam que as vendas de bens nacionais para o exterior somaram US$ 21,227 bilhões em junho deste ano, ante US$ 19,353 bilhões no mesmo mês de 2012. As importações de junho alcançaram US$ 18,833 bilhões, pouco acima do valor registrado no mesmo mês do ano passado, de US$ 18,553 bilhões.
A quarta semana de junho fechou com superávit de US$ 745 milhões, resultado de exportações de US$ 5,100 bilhões e importações de US$ 4,355 bilhões...
De Thiago Resende e Daniel Rittner, economia, VALOR ECONÔMICO
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Com gasto recorde de brasileiros no exterior, país tem maior deficit em 66 anos
O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (22) o pior resultado para transações comerciais e de serviços do país em 66 anos. De acordo com a autoridade monetária, o deficit registrado no mês de janeiro chegou a US$ 11,4 bilhões (cerca de R$ 22,5 bilhões, em valores de hoje).
O número é o mais baixo desde o início da série histórica, iniciada em 1947.
Estimativas do próprio Banco Central já indicavam que esse resultado seria negativo --contudo, o valor dessa projeção era de US$ 8,3 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, o deficit total chega a US$ 58,6 bilhões, o equivalente a 2,58% do PIB (Produto Interno Bruto)...
De Julia Borba, economia, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Balança comercial fecha 2012 com pior resultado em dez anos
Brasília - A balança comercial brasileira encerrou o ano de 2012 com superávit de US$ 19,438 milhões, informou hoje (2) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). O resultado é o pior desde 2002, quando o saldo ficou em US$ 13,1 milhões.
Com relação a de 2011, quando houve superávit de US$ 29,794 milhões, o saldo recuou 34,7%. As exportações no ano passado ficaram em US$ 242,58 milhões contra importações de US$ 223,142 milhões. Na média diária por dia útil, as vendas externas sofreram queda de 5,3% em 2012 e o volume importado caiu 1,4%.
No resultado anual das exportações, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (8,3% ante 2011), básicos (7,4%) e manufaturados (1,7%). Entre os semimanufaturados, podem ser citados como exemplos de queda, o ferro fundido e a celulose. A soja, o café (em grão) e o minério de ferro são alguns dos produtos básicos cujas vendas externas caíram. Quanto aos manufaturados, produtos com maior grau de industrialização, houve queda no comércio de automóveis, açúcar refinado e autopeças.
Nas importações, caíram as compras de combustíveis e lubrificantes (2,4%), matérias-primas (2,2%) e de bens de consumo (1,8%). As compras de bens de capital cresceram, registrando incremento de 1,5%.
A China e os Estados Unidos lideraram o ranking de principais parceiros comerciais do Brasil no ano passado. O país asiático comprou US$ 41,2 bilhões em produtos brasileiros e os norte-americanos, US$ 26,8 bilhões. Em terceiro lugar, ficou a Argentina, com a compra de US$ 18 bilhões em produtos, seguida pelos Países Baixos, que compraram US$ 15 bilhões, e o Japão, US$ 8 bilhões.
Os dados mostram, no entanto, que o Brasil perdeu vendas para alguns dos principais compradores em 2012. As exportações para a Argentina caíram 14,1% no ano e as para a China recuaram 7%. Houve alta somente nas vendas para os Estados Unidos, de 3,5%. Segundo o ministério, isso deveu-se à compra por parte dos norte-americanos de produtos siderúrgicos, etanol, aeronaves e partes, eletroeletrônicos, químicos orgânicos, pedra, madeira, automóveis e partes, fumo, obras de ferro fundido, couro, peles e cereais.
No mês de dezembro, as exportações superaram as importações em US$ 2,250 milhões. No último mês do ano, as vendas para o exterior atingiram US$ 19,749 milhões e as compras de importados ficaram em US$ 17,499 milhões. Na média diária por dia útil, as exportações caíram 1,8% em comparação as de dezembro de 2011, e 3,5% em relação as de novembro de 2012. Já as importações registraram crescimento de 5% ante as de dezembro de 2011, mas caíram 15,3% na comparação com novembro de 2012.
De Edição: Carolina Pimentel, PORTAL EBC
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