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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Ações da Petrobras despencam 10% nesta quarta



Empresa divulgou nesta madrugada o balanço contábil referente ao terceiro trimestre, mas sem o aval da auditoria externa e sem as baixas contábeis esperadas pelo mercado

As ações da Petrobras operam em forte queda nesta manhã de quarta-feira, depois de a estatal divulgar seu balanço financeiro do terceiro trimestre sem as baixas contábeis da corrupção, como era esperado, e sem o aval da auditoria externa PricewaterhouseCooper (PwC). Os papéis preferenciais (PN) da companhia, sem direito a voto no Conselho, chegaram a cair 10,17% no início do pregão, para 8,66 reais. Por volta de 12h30, as perdas eram um pouco menores, de 10,03% (9,15 reais). Já as ações ordinárias (ON), com direito a voto, registraram queda de 10,17%, para 8,66 reais, na máxima do dia. Por volta de 10h30 recuavam 9,34%, para 8,74 reais.

Como consequência, o fraco desempenho das ações da Petrobras pressionava a BM&FBovespa. O principal índice da bolsa, o Ibovespa, caia 1,96%, para 47.641 pontos, por volta de 12h30.

Balanço – A Petrobras publicou na madrugada desta quarta-feira o balanço financeiro do terceiro trimestre de 2014 sem considerar as baixas contábeis causadas por corrupção. O documento, divulgado após dois adiamentos e com mais de dois meses de atraso, não tem a aprovação da auditoria independente PricewaterhouseCoopers (PwC). Depois de onze horas de reunião na terça, o Conselho de Administração da estatal não chegou a um consenso sobre como separar no balanço as perdas provocadas pelos desvios apontados na Operação Lava Jato dos prejuízos com outros fatores, como projetos ineficientes e atrasos causados por chuvas.

De economia, VEJA

sábado, 18 de maio de 2013

Tóquio fecha em seu maior nível desde dezembro de 2007


O índice Nikkei subiu 0,7% e terminou o pregão com 15.138,12 pontos, graças a empresas do setor financeiro


As ações na bolsa de Tóquio (Japão) fecharam em terreno positivo nesta sexta-feira, uma vez que as expectativas de crescimento doméstico puxaram empresas do setor financeiro para cima, levando o índice Nikkei ao maior nível em cinco anos e meio. O índice Nikkei subiu 0,7% e terminou o pregão com 15.138,12 pontos, após a perda de 0,4% na sessão anterior. O nível de fechamento foi o mais alto desde dezembro de 2007. O volume de negócios foi sólido, totalizando 4,41 bilhões de ações sob o valor de 3,4 trilhões de ienes.

O índice abriu em baixa depois que as ações em Wall Street (bolsas americanas) caíram nesta quinta-feira com novas preocupações de que o Federal Reserve (banco central americano) pode reduzir seus esforços para estimular o crescimento. Mas a onda de compras logo apareceu tendo em vista que as expectativas sobre as políticas econômicas do governo japonês permanecem intactas. 

O Japão tem sido criticado por diversos países, após o banco central adotar no início de abril um ousado plano de relaxamento monetário para combater a deflação, mas que provocou uma forte desvalorização do iene. Contudo, desde a chegada do primeiro-ministro Shinzo Abe, as medidas do governo enfraqueceram o iene e ajudaram a economia a crescer...



De finanças, revista VEJA

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Eletrobras diz que não assumiu nenhum custo adicional para Belo Monte



RIO - O diretor financeiro e de relações com investidores da Eletrobras, Armando Casado, afirmou há pouco que a companhia não assumiu, a princípio, nenhum custo adicional para a hidrelétrica de Belo Monte, em construção no rio Xingu (PA).
“Qualquer risco vai ser discutido no âmbito do conselho da Norte Energia [consórcio responsável pela usina, em que a Eletrobras tem participação de 49,98%]. Vai ser um processo negociado”, disse o executivo, ressaltando que não teve nenhuma informação a respeito de possível custo adicional da obra.
Nesta semana, o Valor informou que o Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) tenta negociar um aditivo, de R$ 1 bilhão, ao contrato que assinou com o consórcio Norte Energia, no valor de R$ 13,8 bilhões.
Indenização
Durante teleconferência com analistas, Casado afirmou que a companhia prevê definir até setembro a quantia que será reivindicada à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de indenização pelo valor residual dos ativos de transmissão cuja concessão é anterior a 2000.
“Estamos refinando os dados em conjunto com as empresas para prestar essa reivindicação”, disse o executivo.
Segundo Casado, a Lei 12.783 (da prorrogação das concessões) determina que a Aneel tem até 31 de dezembro deste ano para homologar os valores residuais.


De Rodrigo Polito, portal VALOR

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Analistas elevam projeção de inflação até 5,8% em 2013



Rio de Janeiro - Os economistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação neste ano no Brasil de 5,71% há uma semana até 5,8%, em pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central.

Além disso, os analistas mantiveram inalterada, pela quinta semana consecutiva, a projeção para o crescimento econômico nacional neste ano (3%) e pela nona semana consecutiva sua previsão de 3,5% para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014.


De agência EFE

sábado, 2 de março de 2013

BC estreia Basileia 3 e permite uso de crédito tributário


BRASÍLIA, 1 Mar (Reuters) - O Brasil permitirá que os bancos utilizem créditos tributários e letras financeiras em períodos de crise para compor o capital prudencial, dentro do cronograma de implementação de Basileia 3, atendendo demanda de grandes instituições do setor do país.
Segundo autoridades regulatórias, no entanto, o sistema bancário tem capital suficiente por pelo menos mais dois anos. Diante da gradual aderência às regras internacionais, alguns bancos do país precisariam levantar cerca de 15 bilhões de reais entre 2017 e 2019.
A necessidade de maior patrimônio de referência, o chamado capital de nível 1, subirá dos atuais 8 por cento para entre 10,5 e 13 por cento.
Em contrapartida, o governo permitirá que os bancos usem cerca 60 bilhões de um total de 110 bilhões de reais de créditos fiscais como capital em uma eventual situação de estresse financeiro.
Além disso, em períodos de estresse os bancos poderão converter títulos de dívida chamados de letras financeiras em ativos semelhantes a capital próprio, como ações. O estoque de letras financeiras em mercado é de cerca de 230 bilhões de reais.
A conversão é válida a partir desta sexta-feira, mas somente para papéis com cláusulas específicas para isso, explicou o secretário-adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira.
O setor financeiro do Brasil discute há vários meses a implantação das regras de Basileia 3, criadas para aperfeiçoar a capacidade das instituições financeiras de absorver choques e evitar a repetição da crise internacional de 2008 e 2009.
Segundo o diretor de Regulação do Sistema Financeiro do BC, Luiz Awazu, como um todo o sistema financeiro não terá de levantar capital até 2019. "Na análise individual, nenhum banco precisará levantar capital entre 2013 e 2015", disse Awazu.
Segundo o chefe do departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, o cronograma apresentado nesta sexta-feira compõe um quadro mais flexível de implementação de Basileia 3.
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De agência REUTERS BRASIL