Mostrando postagens com marcador setor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador setor. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Conta de luz pode ter reajuste extra em 2015



Após reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT), o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que um reajuste extraordinário nas contas de luz não está descartado pelo governo. "É uma alternativa", admitiu. O ministro declarou que o aumento pode ter um grande impacto na inflação, mas disse que o Banco Central (BC) ainda não foi consultado sobre o assunto. "Nós ainda não discutimos qual será o cenário. Quando isso for definido, vamos conversar com a área pertinente. Aí, cabe ao ministro [da Fazenda, Joaquim] Levy fazer essa conversa", disse.

A jornalistas, o ministro também afirmou que o setor elétrico precisa de uma "solução estruturante" para 2015. Sobre essa saída, ele considerou que a sequência de empréstimos para o setor – que somaram 17,8 bilhões de reais em 2014 – não voltará a se repetir em 2015.

Apesar disso, Braga declarou que a presidente Dilma deu sinal verde para a negociação de um empréstimo com bancos públicos para solucionar uma dívida de 2,5 bilhões de reais das distribuidoras de energia. "A presidente Dilma deu sinal verde para que possamos avançar nos estudos", afirmou. "Ela está absolutamente informada sobre o tema, é um tema que ela domina", afirmou, acrescentando que uma nova reunião será marcada na segunda-feira. Até lá, os bancos públicos, como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa e Banco do Brasil serão consultados sobre a possibilidade do empréstimo, disse o ministro...

De economia, VEJA

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Brasil tem perda bilionária em setor turístico

RIO - O incentivo à visitação dos parques nacionais tem potencial para injetar, até 2016, R$ 1,8 bilhão por ano na economia nacional, segundo um dos mais detalhados relatórios do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) sobre as unidades de conservação brasileiras. No ano dos Jogos Olímpicos, estas unidades injetariam até R$ 2,2 bilhões nos cofres públicos. Com uma ressalva: os ganhos, obtidos com ingressos, parcerias e geração de renda nas populações do entorno, só devem alcançar esta dimensão se houver um investimento significativo nas áreas protegidas.

Entre 2001 e 2010, a verba destinada às unidades federais permaneceu a mesma - cerca de R$ 300 milhões por ano. No entanto, no mesmo período a área total protegida aumentou 83,5%. O investimento em cada hectare conservado pelo governo brasileiro, portanto, sofreu uma redução de 40% desde o início da década passada.

Parte deste vazio é preenchida por recursos de compensação ambiental, um valor pago por grandes empreendimentos para atenuar os impactos que provocarão no meio ambiente. Entre janeiro e junho deste ano, este caixa levou R$ 33,4 milhões para os parques nacionais.

O país é elogiado por sua dedicação à Convenção sobre Diversidade Ecológica, um acordo internacional que, para reduzir a perda de biodiversidade, defende o estabelecimento de novas unidades de conservação. Entre 2003 e 2008, o Brasil foi responsável por 74% de todas as áreas protegidas criadas no mundo.

- Aumentamos o percentual de áreas protegidas, mas não os recursos - lamenta Roberto Vizentin, presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). - Precisamos de um orçamento maior e uma gestão que conte com outras fontes para seu próprio sustento, como projetos de cooperação internacional.

Fundador do ICMBio e seu presidente entre 2007 e 2008, o biólogo João Paulo Capobianco assegura que “dá para contar nos dedos” quantos parques nacionais contribuem para a geração de renda nas cidades vizinhas.

- É uma loucura ver que este objetivo não é cumprido porque algumas unidades de conservação estão fechadas ao público - lamenta. - Além de não gerar um potencial de visitação, cria-se uma inimizade com as cidades vizinhas, que encaram os parques como um prejuízo, um bem inacessível...


De Renato Grandelle, O GLOBO

sábado, 18 de maio de 2013

Tóquio fecha em seu maior nível desde dezembro de 2007


O índice Nikkei subiu 0,7% e terminou o pregão com 15.138,12 pontos, graças a empresas do setor financeiro


As ações na bolsa de Tóquio (Japão) fecharam em terreno positivo nesta sexta-feira, uma vez que as expectativas de crescimento doméstico puxaram empresas do setor financeiro para cima, levando o índice Nikkei ao maior nível em cinco anos e meio. O índice Nikkei subiu 0,7% e terminou o pregão com 15.138,12 pontos, após a perda de 0,4% na sessão anterior. O nível de fechamento foi o mais alto desde dezembro de 2007. O volume de negócios foi sólido, totalizando 4,41 bilhões de ações sob o valor de 3,4 trilhões de ienes.

O índice abriu em baixa depois que as ações em Wall Street (bolsas americanas) caíram nesta quinta-feira com novas preocupações de que o Federal Reserve (banco central americano) pode reduzir seus esforços para estimular o crescimento. Mas a onda de compras logo apareceu tendo em vista que as expectativas sobre as políticas econômicas do governo japonês permanecem intactas. 

O Japão tem sido criticado por diversos países, após o banco central adotar no início de abril um ousado plano de relaxamento monetário para combater a deflação, mas que provocou uma forte desvalorização do iene. Contudo, desde a chegada do primeiro-ministro Shinzo Abe, as medidas do governo enfraqueceram o iene e ajudaram a economia a crescer...



De finanças, revista VEJA

sábado, 26 de janeiro de 2013

O programa de demissão volutária da Eletrobras



A Eletrobras já começou a preparar um programa de demissão voluntária para guilhotinar gastos. Estima-se que 3 000 servidores vão aderir, ou seja, 15% do total de funcionários. Inchaço menor na folha de pagamentos é sempre saudável. Neste caso específico, porém, é resultado da nova MP do setor elétrico, que diminuirá drasticamente as receitas da Eletrobras. Vêm aí também cortes de patrocínios, gastos com serviços e consultorias. Em suma, adequações aos novos tempos de vacas magras.

Por Lauro Jardim, Revista VEJA