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domingo, 15 de novembro de 2015
Após os ataques terroristas de Paris, as imagens dos arquivos da National Geographic celebrar a cidade resiliente da Luz
Paris tem sofrido inúmeros ensaios sobre dois milênios de sua existência, desde o 1814 Batalha de Paris para a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial.Agora, uma série de ataques terroristas deixou mais de 120 mortos e centenas de feridos.
Mas os valores franceses resistiram durante séculos. "Os laços de liberté e égalité e fraternité ... vão aguentar muito além de qualquer ato de terrorismo", disse o presidente dos EUA, Barack Obama logo após os ataques.
Famosos artistas e pensadores de todo o mundo têm debatido e celebrado esses valores em cafés parisienses e nas ruas da cidade, em tempos de paz e tempos de agitação. Estas fotos de nossos arquivos mostram streetscapes icônicos da cidade, que-como os seus valores-permanecem resistentes. Eles nos lembram porque nós amamos a Cidade da Luz.
De Becky Pqueno, NATIONAL GEOGRAPHIC
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Conta de luz pode ter reajuste extra em 2015
Após reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT), o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que um reajuste extraordinário nas contas de luz não está descartado pelo governo. "É uma alternativa", admitiu. O ministro declarou que o aumento pode ter um grande impacto na inflação, mas disse que o Banco Central (BC) ainda não foi consultado sobre o assunto. "Nós ainda não discutimos qual será o cenário. Quando isso for definido, vamos conversar com a área pertinente. Aí, cabe ao ministro [da Fazenda, Joaquim] Levy fazer essa conversa", disse.
A jornalistas, o ministro também afirmou que o setor elétrico precisa de uma "solução estruturante" para 2015. Sobre essa saída, ele considerou que a sequência de empréstimos para o setor – que somaram 17,8 bilhões de reais em 2014 – não voltará a se repetir em 2015.
Apesar disso, Braga declarou que a presidente Dilma deu sinal verde para a negociação
De economia, VEJA
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Para garantir desconto na conta de luz, governo vai desembolsar R$ 8,5 bi
Para garantir o desconto de 18% na conta de luz dos consumidores e de até 32% para as indústrias prometido ontem pela presidente Dilma, o governo vai ter de arcar com R$ 8,5 bilhões por ano.
A informação é da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), órgão que regulamenta o setor, e o dinheiro extra virá de aportes anuais do Tesouro Nacional.
O montante é 158% superior ao previsto inicialmente, em setembro do ano passado. (...)
De mercado, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Desconto na conta de luz residencial será de 18%, diz Aneel
O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, antecipou nesta quarta-feira que o desconto nas contas de luz residencial e industrial será maior do que o prometido pelo governo em setembro de 2012. A presidente Dilma Rousseff deve anunciar também nesta quarta-feira, em cadeia nacional, o corte nas tarifas de energia.
Segundo Rufino, o desconto para os consumidores residenciais, que antes estava previsto em aproximadamente 16%, será de pelo menos 18%. Já a redução para a indústria, que originalmente iria até 28%, deve ultrapassar os 32%. "Para se chegar a esse desconto, o Tesouro Nacional aumentará os aportes", completou o diretor, sem informar o tamanho do gasto adicional. O aporte original previsto pelo Tesouro era de 3,3 bilhões de reais. (...)
De Economia, Revista VEJA
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Dilma fará anúncio para assegurar redução na conta de energia elétrica
A presidente Dilma Rousseff fará pronunciamento à Nação para assegurar que a conta de energia residencial, comercial e da indústria terá redução de 20% e que não haverá racionamento no fornecimento de energia no país. O anúncio foi gravado e vai ser veiculado nesta quarta-feira (23).
A promessa de redução das tarifas foi feita pela presidente também em pronunciamento à Nação, no dia 6 de setembro, véspera do Dia da Pátria. A promessa rendeu popularidade da presidente, aferida em pesquisas de opinião.
O pronunciamento acontece num momento em que houve discussão forte sobre o risco de falta de energia no país. O governo despachou 56 das usinas termelétricas, de um total de 68, para assegurar o fornecimento a todo o país. Isso foi necessário porque os reservatórios ficaram abaixo na margem de segurança em função da falta de chuvas. As chuvas recentes permitiram que os reservatórios recuperassem capacidade.
Dilma Rousseff vem acompanhando o assunto diariamente e só agora se sentiu com segurança para fazer este pronunciamento à Nação assegurando a redução da tarifa e a garantia do fornecimento.
De Cristiana Lôbo, Portal G1 GLOBO
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domingo, 20 de janeiro de 2013
Como a conta de luz mais barata extermina o patrocício ao esporte a cultura e a programas sociais
Luz mais barata "corrói" verbas sociais
A conta de luz ainda não está mais barata, mas a medida, que se transformou numa das principais promessas da presidente Dilma Rousseff, já tem efeitos colaterais.
Para compensar a perda de receita com a diminuição das tarifas, as estatais elétricas estão cortando investimentos em patrocínio social, esportivo e institucional.
Em troca da renovação das concessões, as empresas do setor aceitaram receber tarifas menores pela energia, que vai ficar 20,2% em média mais barata para o consumidor a partir do próximo mês.
A medida foi anunciada pela presidente no último 7 de Setembro. Desde então, a redução da conta de luz passou a ser tratada como prioridade pelo governo.
Com a previsão de menos dinheiro em caixa, as empresas estão cortando despesas que não estão diretamente relacionadas à produção e à transmissão de eletricidade.
CLUBES DE FUTEBOL
A Eletrosul anunciou em seu site que haverá "ações contingenciais" devido à redução das tarifas. "Cancelamos para o ano de 2013 os editais de Patrocínio Social e Institucional, além de outras parcerias", informou.
Os times catarinenses de futebol Avaí e Figueirense, assim como outras modalidades esportivas e instituições sociais financiadas pela Eletrosul, terão patrocínios suspensos. No ano de 2014, informa a empresa, não haverá "quaisquer patrocínios relacionados às leis Rouanet e de Incentivo ao Esporte".
Contabilizando um impacto negativo de 15% na receita total com a medida provisória que antecipou a renovação das concessões, a Eletronorte definiu metas para reduzir custos.
Entre elas, cortou 50% dos recursos previstos para patrocínios em seu planejamento anual e admite que ainda pode diminuir o apoio a projetos sociais neste ano.
SEM RENOVAÇÃO
A maior companhia de energia elétrica da América Latina, a Eletrobras, assegurou recursos apenas para os projetos que se localizam em regiões onde têm empreendimentos em construção, como hidrelétricas.
Extraoficialmente, contudo, a empresa tem informado aos parceiros que o valor dos repasses será reduzido ou que projetos já em curso dificilmente serão renovados.
Sem o patrocínio da Eletrobras, iniciativas como a de apoio a mais de 800 crianças vítimas de violência doméstica e sexual em São Gonçalo (RJ) estão demitindo profissionais e limitando o atendimento aos casos mais graves (leia texto ao abaixo).
A CGTEE, companhia de geração térmica com sede no Rio Grande do Sul, reduziu quase à metade as verbas de patrocínio que atendem, principalmente projetos culturais de teatro e música.
No site, a companhia (que faz parte do sistema Eletrobras) avisa que, "por questões administrativas internas", os editais de patrocínio para este ano ainda não estão disponíveis.
HOSPITAL REPASSADO
A Chesf, companhia do rio São Francisco, que produz, transmite e comercializa energia, é outra estatal do grupo Eletrobras que anunciou a suspensão, por tempo indeterminado, de recebimento de propostas de patrocínio.
A empresa também negocia a transferência de instalações para o Executivo local. No início do mês, foi assinado documento para repassar um antigo clube à Prefeitura de Recife, que pretende montar um centro comunitário.
Em 2014, a Chesf também deve passar ao governo do Estado e à Universidade Federal do Vale do São Francisco, um hospital que mantinha em Paulo Afonso, na Bahia.
A manutenção do hospital é de R$ 29 milhões ao ano, segundo carta assinada por João Bosco de Almeida, presidente da Chesf, à qual a Folha teve acesso.
De Fernanda Odilla, Julia Borba, Dimmi Amora, de Brasília, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO
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