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domingo, 15 de novembro de 2015

Após os ataques terroristas de Paris, as imagens dos arquivos da National Geographic celebrar a cidade resiliente da Luz


Paris tem sofrido inúmeros ensaios sobre dois milênios de sua existência, desde o 1814 Batalha de Paris para a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial.Agora, uma série de ataques terroristas deixou mais de 120 mortos e centenas de feridos.

Mas os valores franceses resistiram durante séculos. "Os laços de liberté e égalité e fraternité ... vão aguentar muito além de qualquer ato de terrorismo", disse o presidente dos EUA, Barack Obama logo após os ataques.

Famosos artistas e pensadores de todo o mundo têm debatido e celebrado esses valores em cafés parisienses e nas ruas da cidade, em tempos de paz e tempos de agitação. Estas fotos de nossos arquivos mostram streetscapes icônicos da cidade, que-como os seus valores-permanecem resistentes. Eles nos lembram porque nós amamos a Cidade da Luz.

De Becky Pqueno, NATIONAL GEOGRAPHIC

sábado, 14 de novembro de 2015

Hollande diz que França "não terá piedade" de terroristas


O presidente Frances, François Hollande, afirmou Neste sábado that a França "não terá piedade" de Terroristas Como OS Que cometeram uma série de Atentados da Noite de sexta-feira em Paris, nos Quais Pelo Menos 120 PESSOAS morreram.

"A França Não Se deixará impressionar com o incidente "e se manterá unida, declarou Imprensa à Hollande em SUA chegada à casa de mostra Bataclan, o Pior Cenário dos Ataques. 

A Presença do presidente Durante cerca de meia hora no local, Segundo declarou, Como Teve Objetivo Dizer" AOS that viram essas atrocidades "que o combate fazer país Ao Terrorismo" não terá piedade ". 

A onda de Ataques registrada na sexta-feira na capital de francesa" Não Tem precedentes ", mas" OS Terroristas capazes de os tais atrocidades devem saber Que VAO SE deparar com Uma França determinada e unida ". 

De a Acordo com hum Primeiro Balanço provisório de Fontes Policiais à Emissora" BFM TV ", No Mínimo 120 PESSOAS morreram nsa Diferentes Atentados perpetrados em Paris, Entre Éles 70 na Tomada de Reféns Na Casa de mostra Bataclan , Onde were Mortos Dois Terroristas na Ofensiva da Polícia. 

De terrorismo, EFE

França declara estado de emergência após ataques mais violentos desde 2ª Guerra


Poucas horas após o mais violento ataque da história francesa desde a Segunda Guerra Mundial, imagens da madrugada deste sábado mostravam uma Paris quase deserta – algo bastante sintomático para aquela que é uma das mais boêmias metrópoles do mundo.

Relatos dão conta de que as poucas pessoas que tentaram sair às ruas foram orientadas pelos mais de 1.500 soldados que tomaram a cidade a se recolherem – mesmo pedido da prefeitura parisiense e da polícia desde o início dos ataques que deixaram mais de 120 mortos e um rastro de feridos na noite desta sexta-feira.

A França amanhece em estado nacional de emergência pela primeira vez desde 2005 – o decreto permite às autoridades a fechar espaços públicos, impor toque de recolher e restrições à circulação de veículos e pessoas.

Embora suas fronteiras tenham sido fechadas, serviços de trem, como o prestado pela Eurostar entre Paris e Londres, devem ser mantidos. Pelo Twitter, a empresa confirmou que as viagens continuarão, mas ofereceu aos passageiros a possibilidade de remarcar seus tickets.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, os aeroportos ficarão abertos e operando. Já escolas e universidades da região de Paris amanheceriam fechadas, diziam as agências de notícias...

De terrorismo, BBC BRASIL


domingo, 11 de janeiro de 2015

Líderes mundiais reúnem-se em Paris para marcha em homenagem às vítimas de ataques



PARIS - Dezenas de líderes mundiais, inclusive estadistas muçulmanos, deram os braços liderando centenas de milhares de franceses neste domingo em uma marcha sem precedentes sob forte segurança para homenagear as vítimas de ataques de militantes islâmicos ocorridos há poucos dias.

O presidente François Hollande e líderes de Alemanha, Itália, Israel, Turquia, Grã-Bretanha e Palestina, entre outros, caminharam na Praça da República à frente de bandeiras francesas e de outros países.

Cartazes presos em uma estátua na praça dizia: "Pourquoi?" (Por quê?) e pequenos grupos cantavam "La Marseillaise".

Cerca de 2,2 mil policiais e soldados patrulhavam as ruas de Paris para proteger os manifestantes de eventuais ataques, com atiradores de elite da polícia sobre os telhados e detetives à paisana misturando-se à multidão. Esgotos da cidade foram revistados antes do evento e estações de trem em todo o percurso deverão ser fechadas.

A marcha silenciosa -- que poderá ser a maior vista na Paris moderna -- reflete o choque em relação ao pior ataque islâmico contra uma cidade europeia em nove anos. Para a França, levantou questões relacionadas à liberdade de expressão, de religião e sobre segurança, e para além das fronteiras francesas expôs a vulnerabilidade dos Estados a ataques urbanos.

Dois dos atiradores declararam ligação com a Al-Qaeda do Iêmen e um terceiro ao movimento Estado Islâmico.

"Paris é hoje a capital do mundo. O país inteiro irá se levantar e mostrar seu melhor lado", disse Hollande em comunicado.

Dezessete pessoas, incluindo jornalistas e policiais, perderam a vida em três dias de violência, que começaram com um ataque a tiros no jornal satírico Charlie Hebdo na quarta-feira e terminou com a tomada de reféns em um supermercado judaico na sexta-feira. Os três homens armados também foram mortos.

À noite, um cartaz iluminado no Arco do Triunfo dizia: "Paris est Charlie" (Paris é Charlie).
Diversas construções de Londres incluindo a Tower Bridge deverão ser iluminadas com as cores vermelha, branca e azul da bandeira francesa em demonstração de apoio ao evento em Paris.

Cinquenta e sete pessoas foram mortas em um ataque ao sistema de transporte de Londres em 2005.
Horas antes da marcha, um vídeo foi divulgado com um homem parecido com o atirador morto no supermercado judaico. Ele alegou ter ligação com o grupo insurgente Estado Islâmico e pediu que os muçulmanos franceses sigam seu exemplo...

De redação, REUTERS

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Suspeito de envolvimento no ataque em Paris se entrega à polícia



PARIS - Um homem de 18 anos procurado pela polícia por envolvimento no ataque de quarta-feira à revista semanal de sátiras Charlie Hebdo entregou-se voluntariamente no nordeste da França, disse um funcionário da procuradoria-geral de Paris.

A polícia busca três cidadãos franceses suspeitos de envolvimento no suposto ataque jihadista que deixou 12 mortos: os irmãos Said Kouachi, nascido em 1980, e Cherif Kouachi, nascido em 1982, e Hamyd Mourad, nascido em 1996.

O funcionário da procuradoria disse que o suspeito mais novo se dirigiu a uma delegacia de polícia em Charleville-Mézières, no nordeste da França, na quarta-feira à noite.

A emissora BFM TV, citando fontes não identificadas, disse que o homem decidiu se entregar após ver seu nome nas redes sociais. A TV disse que outras prisões foram feitas em círculos ligados aos dois irmãos.

De John Irish e Tangi Salaun, REUTERS

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Ataque terrorista em Paris deixa ao menos 12 mortos



Pelo menos doze pessoas morreram nesta terça-feira em um ataque a tiros no escritório em Paris da revista semanal satírica Charlie Hebdo, que foi alvo de ataque no passado após publicar charges com piadas sobre líderes muçulmanos. Entre os mortos estão dez jornalistas e dois policiais. Segundo a polícia, cinco feridos estão em estado grave e o número de vítimas fatais pode aumentar. O presidente François Hollande foi até a sede da revista e convocou uma reunião de crise no palácio presidencial para as 11h de Brasília. As autoridades também anunciaram que a região parisiense foi colocada em estado de alerta máximo. "Os autores do atentado serão processados. A França está diante de um choque. É um ataque terrorista, é sem dúvida", disse Hollande.

Rocco Contento, porta-voz da polícia Unité, disse que os terroristas entraram em um carro que os esperava para fugir. O carro foi conduzido até Port de Pantin, no nordeste de Paris, onde foi abandonado. Os terroristas então roubaram o carro de um motorista e seguem desaparecidos. A polícia francesa montou uma grande operação para localizar os agressores. Contento também disse que o escritório da Charlie Hebdo teve a proteção aumentada nas últimas semanas por causa de novas ameaças contra a revista...

De internacional, VEJA

terça-feira, 25 de junho de 2013

FMI diz que comunicação sobre estímulo dos EUA pode criar volatilidade

PARIS - O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, alertou nesta terça-feira que a comunicação sobre os planos do banco central dos Estados Unidos de reduzir suas compras de títulos pode criar volatilidade, acrescentando que esta foi exagerada nas últimas semanas.
"Esta é uma economia que está se recuperando, a questão é acerca da velocidade da saída do QE (quantitative easing)", disse Blanchard em conferência em Paris.
"Conceitualmente não é fundamentalmente muito difícil, mas existe um problema de comunicação sobre como fazer isso, o que vai criar volatilidade. Mas a volatilidade que vimos na última semana é exagerada."
Menos de uma semana depois de o Federal Reserve dos EUA provocar uma onda de vendas nos mercados globais, duas de suas principais autoridades minimizaram a noção de um fim iminente do estímulo monetário e disseram na segunda-feira que a reação do mercado ainda não é motivo de preocupação.

De Ingrid Melander e Steve Slater, agência REUTERS

domingo, 13 de janeiro de 2013

Milhares protestam contra casamento gay em Paris

Protesto contra casamento gay reúne milhares em Paris

Manifestação reúne pessoas contrárias a uma polêmica reforma que o presidente François Hollande promete executar em junho

 

Com a participação de jovens, idosos e famílias inteiras, boa parte de caravanas do interior do país, milhares de franceses marcharam neste domingo, 13, nas ruas de Paris para protestar contra um projeto de lei do governo do presidente François Hollande que autoriza o casamento gay e - o que mais tem atraído oposição - permite que casais de pessoas do mesmo sexo possam adotar crianças.
O protesto, que teve apoio da Igreja Católica, contou com cerca de 350 mil pessoas, de acordo com cálculos da polícia - o que o torna a maior manifestação em Paris em 20 anos -, ou 800 mil pessoas, segundo anunciaram os organizadores, da frente Manif pour Tous (“Manifestação para Todos”).

De Agências, Internacional, Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO