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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Funcionários da Mercedes encerram greve no ABC; Volks continua



Terminou por volta das 5h30 desta quinta-feira (8) a paralisação de 24 horas dos funcionários da fábrica de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo (SP). A greve foi um ato em solidariedade aos 160 trabalhadores demitidos pela empresa em dezembro, após o fim do período de suspensão de contrato, o chamado layoff.

De acordo com o sindicato, a paralisação teve adesão superior a 90%, paralisando a produção. Uma nova assembleia está prevista para hoje.

Além dos demitidos, cerca de 100 colaboradores aderiram a um PDV, plano de demissão voluntária. Outra medida tomada pela montadora foi de prorrogar a suspensão do contrato de outros 750 funcionários até 30 de abril. Eles terão todos os custos assumidos pela empresa.

O sindicato diz ainda que, havia acordado com a Mercedes, em novembro, que a montadora prorrogaria o layoff de todos os 1.015 trabalhadores por mais cinco meses, até abril. Porém, 244 deles ficaram de fora. A entidade afirmou que parte dos funcionários aderiram ao PDV, porém, não sabe quantificar...

De auto esporte, G1

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Ministro do Trabalho cobra explicações da Volks sobre demissões


O ministro do Trabalho, Manoel Dias, ligou na tarde desta terça-feira ao presidente da Volkswagen, Thomas Schmall, para pedir esclarecimentos sobre as 800 demissões anunciadas na Unidade de Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Funcionários da Volkswagen no ABC Paulista decidiram em assembleia iniciar uma paralisação contra as demissões.

O ministério informou que atuará como mediador entre patrão e empregado "para encontrar uma saída que evite a penalização do lado mais fraco, no caso, o trabalhador". Segundo Dias, há disposição dos dois lados para continuar as conversas. Ele afirmou que continuará trabalhado na mediação e considera ser possível um "bom termo".

A montadora confirmou as demissões e justificou a medida como essencial para "estabelecer condições para um futuro sólido e sustentável para a Unidade Anchieta, tendo como base o cenário de mercado e os desafios de competitividade"...

De economia, VEJA

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Câmara extingue multa de 10% paga ao FGTS por demissão sem justa causa

BRASÍLIA - A Câmara aprovou nesta quarta-feira o projeto que acaba com a multa de 10 por cento sobre o saldo do Fundo De Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do trabalhador, paga pelos empregadores ao governo em caso de demissão sem justa causa.
A proposta, aprovada contra a vontade da liderança do governo na Casa, vai agora à sanção presidencial.
O texto aprova extingue apenas a multa de 10 por cento sobre o saldo do FGTS paga pela empresa ao governo, não a multa de 40 por cento do saldo do fundo paga pelo empregador ao funcionário demitido sem justa causa.
A multa de 10 por cento havia sido estabelecida, de forma provisória, em 2001 para compensar perdas do FGTS por conta dos Planos Verão, em 1989, e Collor 1, em 1990.
O governo vinha usando esses recursos para realizar superávit primário. No início do ano passado, a Caixa Econômica Federal passou a transferir a multa paga pelos empregadores diretamente ao Tesouro Nacional.
O Projeto de Lei Orçamentária de 2013 também previa a utilização desses recursos para fazer superávit.
"Essa multa contribui para a estabilidade do trabalhador no emprego, nesse momento de crise mundial", defendeu o líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), argumentando que parte do dinheiro também é usada no programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida.
Um grupo de entidades representantes do setor empresarial, liderado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), argumenta que o equilíbrio econômico-financeiro do fundo foi restabelecido no meio do ano passado e que a contribuição provisória não pode ser convertida em permanente. O grupo calcula que foram pagos indevidamente 2,7 bilhões de reais.


De Maria Carolina Marcello, REUTERS BRASIL

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Em Brasília, parlamentares e sindicatos discutem como impedir demissão dos 11 mil

Senadores e deputados federais da bancada do Acre, em companhia do deputado estadual Moisés Diniz (PC do B) e representantes de vários sindicatos profissionais do estado se reuniram nesta terça-feira, 4, com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, e o presidente do Senado, Renan Calheiros. Também estavam presentes nos encontros os líderes do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT/SP), e do Senado, Eduardo Braga (PMDB/AM).
 A bancada do Acre e sindicalistas pedem uma ação do Congresso Nacional no sentido de evitar as 11 mil demissões de servidores, após decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou inconstitucional as contratações. Os parlamentares pedem que se coloque em votação a Proposta de Emenda à Constituição de nº 54/1999 na Câmara dos Deputados e, em seguida, no Senado para que se garanta a manutenção destes servidores. Os presidentes da Câmara e do Senado demonstraram total solidariedade aos servidores do Acre e disposição para incluir na pauta de votações à matéria.
 Na oportunidade, ficou acertado que o líder Arlindo Chinaglia vai levar a discussão ao Governo, no sentido de angariar mais apoio e ter os votos da bancada do governo no Congresso. Tão logo Arlindo dê o comando, o presidente da Câmara garantiu pautar a PEC 54 e encaminhar votação para o Senado.
 Com a aprovação da PEC 54, os parlamentares acreditam que poderão impedir que mais de 11 mil servidores sejam demitidos após decisão do STF que declarou inconstitucional a efetivação de servidores dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário acreano, admitidos sem concurso público até 1994 e antes da Constituição Federal, que não tivessem sido efetivados até aquela data...

De política, portal A GAZETA

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Relator quer fim da multa de 40% do FGTS para demissão de domésticos


BRASÍLIA e RIO – Um dia após receber do governo a proposta de regulamentação dos novos direitos dos trabalhadores domésticos, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da comissão mista do Congresso que discute o tema, propôs que não seja instituída a multa dos 40% do FGTS nas demissões sem justa para a categoria — um dos itens mais polêmicos das novas regras e que era defendido pela presidente Dilma Rousseff. Em troca, Jucá defende a criação uma contribuição adicional ao Fundo, de 3%, a ser paga mensalmente pelos empregadores, além dos 8% que passarão a ser obrigatórios. Nos bastidores, o governo vê com simpatia a alternativa de Jucá.

Jucá também sugeriu a redução do recolhimento patronal para a Previdência de 12% para 8%, outro ponto que o Planalto não queria mexer. Mas seria instituída uma contribuição de 1% a ser paga pelos empregadores para custear o seguro contra acidente de trabalho, que os domésticos passarão a fazer jus. Na prática, o acréscimo na contribuição do FGTS e a taxa pelo seguro serão compensados pela redução na alíquota da Previdência — o total de encargos para o empregador ficará, assim, em 20%...


De Geralda Doca, Cássia Almeida, jornal O GLOBO

segunda-feira, 13 de maio de 2013

TAM demite piloto que deixou o cantor Latino entrar na cabine durante voo



A TAM demitiu o piloto que deixou o cantor Latino entrar na cabine do avião durante um voo da empresa entre Recife e Rio, em 28 de abril. O copiloto também foi demitido.

Latino entra em cabine de avião da TAM durante voo, e Anac cobra explicação
Questionada a respeito, a TAM não quis comentar a demissão limitou-se a dizer, em nota, ter tomado "ações disciplinares" e de prevenção para evitar novos casos.

Latino postou as fotos no Instagram (rede social de imagens), nas quais ele aparece sentado na poltrona do comandante e aparentemente segura uma das manetes de potência, o acelerador do avião, um Airbus A320.

Folha revelou o episódio na última quinta. Norma da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) proíbe passageiros de entrar na cabine durante o voo; a entrada só é liberada com o avião no chão.

A agência apura a conduta da TAM e do piloto, que podem ser multados.
Inicialmente, a assessoria do cantor disse que o avião estava no chão. Mas o painel indica que ele estava em voo, com o trem de pouso recolhido e piloto automático ativo.

A TAM só confirmou ontem que o avião estava em voo.

Ontem, ao "Domingo Espetacular", da TV Record, Latino pediu desculpas aos pilotos e disse que não quis prejudicá-los. Afirmou ainda que errou e que postou as fotos por "brincadeira". E que, se pudesse, compraria um avião para empregar o piloto.

A reportagem não conseguiu contato com Latino.


De Ricardo Gallo, São Paulo, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

sábado, 16 de março de 2013

Argentina determina que Vale mantenha trabalhadores em projeto suspenso

BUENOS AIRES e RIO – O governo argentino determinou nesta sexta-feira que a Vale mantenha os funcionários do projeto bilionário de potássio Rio Colorado, suspenso pela empresa no início da semana. Segundo o jornal argentino “La Nación”, os ministros do Planejamento, Julio De Vido, e do Trabalho, Carlos Tomada, disseram que a Casa Rosada ordenou uma “conciliação obrigatória” no conflito com a mineradora. Cerca de seis mil trabalhadores estavam envolvidos no projeto.


— Não poderá haver nenhuma demissão — disse Carlos Tomada a jornalistas. — A medida inclui a Vale e as empresas contratadas e subcontratadas, até 11 de abril. A empresa Vale tem que uma responsabilidade social — afirmou Tomada.

De Danielle Nogueira, economia, jornal O GLOBO

sábado, 26 de janeiro de 2013

O programa de demissão volutária da Eletrobras



A Eletrobras já começou a preparar um programa de demissão voluntária para guilhotinar gastos. Estima-se que 3 000 servidores vão aderir, ou seja, 15% do total de funcionários. Inchaço menor na folha de pagamentos é sempre saudável. Neste caso específico, porém, é resultado da nova MP do setor elétrico, que diminuirá drasticamente as receitas da Eletrobras. Vêm aí também cortes de patrocínios, gastos com serviços e consultorias. Em suma, adequações aos novos tempos de vacas magras.

Por Lauro Jardim, Revista VEJA

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Espanhol Santander demitirá 3 mil após fusão, diz jornal



MADRI, 4 Jan (Reuters) - O Santander vai eliminar 3.000 empregos após a planejada fusão com a subsidiária Banesto, publicou o jornal Cinco Dias nesta sexta-feira, citando fontes de sindicatos e próximas ao maior banco da Espanha.

A instituição anunciou no mês passado planos de absorver totalmente a marca Banesto, que tem 110 anos, fechando 700 agências para cortar custos de longo prazo.

O Santander já havia alertado sobre um gradual, porém pesado, corte de empregos quando anunciou a operação, mas não divulgou um número específico.

Negociações oficiais com sindicatos sobre os cortes terão início em 9 de janeiro, segundo o jornal.

Representantes do Santander não estavam disponíveis para comentar.

O Banesto, atualmente o sétimo maior banco do país com 100 bilhões de euros em ativos, tinha 8.303 empregados no fim de setembro. O banco foi comprado pelo Santander em 1994 por cerca de 1,9 bilhão de euros.

De Tracy Rucinski, Reuters, Notícias, MSN Online