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quarta-feira, 22 de maio de 2013

CUSTO DA ENERGIA: Retirada de emenda gera mal-estar no CE

O deputado Lula Morais (PCdoB), disse ontem, na tribuna da Assembleia Legislativa, que o senador José Pimentel (PT) prejudicou a população do Ceará quando retirou da Medida Provisória (MP) 605, que procura garantir a redução das tarifas de energia, uma emenda do senador Inácio Arruda (PCdoB), que visava o fim do contrato entre a Coelce e TermoFortaleza. O deputado vem ao longo dos meses criticando tal contrato, afirmando que este tem contribuído para cobranças exorbitantes da tarifa de energia no Estado.

De acordo com ele, a emenda de seu correligionário iria tornar sem efeito o contrato entre a Companhia de Energética do Ceará e a TermoFortaleza, que conforme disse, "superfatura a conta de luz da população cearense". A Medida Provisória (MP) 605 discorre sobre a Conta de Desenvolvimento Energético e estabelece seus objetivos, visando, principalmente, garantir a redução das tarifas de energia.

A retirada da proposta, segundo informou, foi feita a pedido do senador José Pimentel e pelo deputado federal Arnaldo Jardim (MD-SP), o que causou estranheza no deputado estadual cearense. De acordo com ele, a inclusão da emenda traria, sem dúvida nenhuma, um benefício fantástico para os consumidores cearenses e para a economia do Estado do Ceará. O senador José Pimentel é um dos integrantes d a liderança do Governo no Congresso Nacional.
Lula Morais, porém, afirmou que o senador Pimentel comprometeu-se a continuar a luta, junto ao Governo Federal, para que o impasse seja resolvido, fora da Medida Provisória em razão do interesse do Governo em não alterá-la. "Vamos passar a cobrá-lo pelo que ele disse na Comissão", avisou Lula Morais. O parlamentar informou, ainda, que Inácio Arruda garantiu que tentará "ressuscitar essa oportunidade" de aprovação da emenda através de um recurso em plenário, quando da votação da Medida Provisória...


De política, jornal DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Recolhimento forçado de moradores de rua pode leva o MP ao ajuizamento de ações contra Paes e Bethlem

MP-RJ processa Paes e Bethlem por improbidade e pede R$ 300 milhões

Promotor de Justiça quer indenização para moradores de rua recolhidos com violência


A onda de recolhimentos forçados da população de rua da cidade do Rio de Janeiro para abrigos, adotada pela Prefeitura, através da Secretaria de Ordem Pública, desde 2009, pode custar muito caro para o prefeito Eduardo Paes e para o secretário Municipal de governo Rodrigo Bethlem. 

Isso porque o promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania ajuizou duas ações contra a Prefeitura nesta quarta-feira (10). As duas são frutos de um inquérito civil iniciado em agosto do ano passado, aberto para investigar as ações da Seop contra a população de rua. 
Na primeira ação civil pública (ACP), Pacheco pede que Eduardo Paes e Bethlem respondam por improbidade administrativa, por terem descumprido um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no qual ficou firmado que a Prefeitura suspenderia as ações. As abordagens contaram até com garis da Comlurb para recolher pertences dos mendigos - como roupas e documentos - alegando ser lixo.
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De Maria Luisa de Melo, jornal DO BRASIL

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Grande meteorito cai sobre a Rússia e causa pânico entre população

Moscou - Um grande meteorito caiu nesta sexta-feira em uma zona povoada da região russa dos Urais, onde deixou cerca de mil feridos e causou pânico entre a população, horas antes da passagem de um asteroide a somente 27 mil quilômetros da Terra.
"Havia vários fragmentos bastante grandes (do meteorito) que chegaram até a Terra", afirmou Vladimir Puchkov, ministro para Situações de Emergência da Rússia, segundo as agências locais.

Cientistas russos montaram um laboratório na zona para estudar os restos do meteorito batizado como o "Bólido de Tcheliabinsk", já que é nessa região dos Urais onde caiu o corpo astral.

A princípio, as pessoas pensavam que se tratava de uma chuva de meteoritos, o que foi negado pela agência espacial russa, Roscomos, que confirmou que se tratava de "um corpo celeste, um meteorito, que se movimentava a uma velocidade de 30 quilômetros por segundo a uma trajetória baixa".

O diretor do observatório astronômico da Universidade de Irkutsk, Sergei Yazev, afirmou que o meteorito tinha cerca de 50 toneladas de peso, enquanto outros especialistas disseram que seu diâmetro media entre um e vários metros.

Alguns cientistas relacionaram a queda do meteorito com o asteroide denominado 2012DA14 que passará hoje a apenas 27 mil quilômetros da Terra, a maior aproximação de um objeto cósmico perigoso ao nosso planeta que a Nasa constatou.

O meteorito caiu a cerca de 80 quilômetros da cidade de Satka, por volta das 09h20 local (1h20, horário de Brasília), mas a onda expansiva afetou várias regiões adjacentes e até à vizinha república centro-asiática do Cazaquistão.

"Quando soaram as ensurdecedoras explosões, pensávamos que era um terremoto. As crianças que patinavam no gelo caíram devido à onda expansiva", afirmou Aleksandr Martents, residente na cidade Tcheliabinsk.

Segundo o governador de Tcheliabinsk (3,5 milhões de habitantes), cerca de 950 pessoas ficaram feridas devido à queda dos fragmentos do meteorito, enquanto milhares de casas na cidade foram afetadas pela onda expansiva. (...)



De agência EFE

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Congelamento de preços na Argentina é uma história que se repete


BUENOS AIRES - O congelamento de preços na Argentina “é uma política que sempre fracassou”, defendeu nesta quarta-feira o ministro da Fazenda de Buenos Aires, Néstor Grindetti, segundo o jornal “La Nación”. Ele advertiu que o governo nacional, que obrigou comerciantes — por enquanto, cadeias de supermercados e de lojas de eletrodomésticos — a congelar o preço de seus produtos por 60 dias, deveria é “atacar a inflação, que é o verdadeiro problema do fundo”.
— É como uma pessoa com uma infecção grave e febre, que, em vez de tomar antibióticos, decide esfriar o termômetro.

O congelamento imposto pelo governo argentino não é algo novo na história do país, lembrou o “La Nación”. A experiência do país nos últimos 30 anos mostra que já diversas tentativas similares frear a inflação e a queda do poder de compra da população.

Entre fevereiro de 1967 e 1989, quando o ministério da Economia teve 24 diferentes representantes, em apenas 10% do tempo houve liberdade de preços no país. Mesmo assim, a inflação foi devastadora em todo o período e maior do que 10% na maior parte desse tempo.

Néstor Kirchner, em meados de 2005, também implementou controles. Mas o primeiro governo argentino a lançar mão da medida foi o de Juan Domingo Perón. Em acordo firmado entre governo, Central Geral dos Trabalhadores e a Confederação Geral Econômica (CGE) do país, negociou-se o congelamento por um prazo de dois anos, que só durou, no entanto, 10 meses.

Em março de 1976, poucos dias antes do golpe militar no país, o último ministro da Economia de Isabel Perón, Emilio Mondelli, anunciou estado de “emergência econômica” e decretou tetos de preço para artigos como pães, queijos, manteiga, leite e azeite, medida que durou até o início do governo militar.

O controle de preços voltou em 1982 com a justificativa de “resguardar o salário real”, ameaçado por uma “estrutura industrial monopolista”, argumentou o governo à época. A medida pôs sob o controle do governo produtos de 675 empresas.

Em 13 de dezembro de 1983, o recém-eleito Raúl Alfonsín e seu ministro da Economia, Bernardo Grinspun, anunciaram um novo sistema de regulação de preços, que estabeleceu margens máximas de aumento na comercialização dos alimentos.Esses aumentos deviam ser aprovados pela Secretaria de Comércio. A inflação chegou na ocasião “a magnitudes inéditas”, descreveu o autor argentino Cortés Conde.

Em 1984, os preços haviam subido mais de 600% no ano — assinala.
Em fevereiro de 1985, com o anúncio do plano Austral, foram congelados os salários e os serviços públicos. Também foram publicadas listas com tetos para os produtos. Nove meses depois de lançado o plano, o governo decidiu abandonar o congelamento. Em julho de 1987, a inflação foi de 12%.

A hiperinflação no país começou em julho de 1989. No dia 8, Carlos Menem assumiu a presidência, e seu ministro Néstor Rapanelli anunciou no dia 17 que os preços praticados por 300 empresas seriam congelados por 90 dias. Foi publicada uma lista de preços máximos com 30 produtos. O controle foi liberado em 1991.


Do La Nación, Economia, Jornal O GLOBO

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Prefeitos tomam posse, mas fecham prefeituras no Ceará


Os novos prefeitos de Crato e Acopiara, no Ceará, até tomaram posse em 1º de janeiro, mas fecharam as prefeituras em seguida. Segundo eles, os municípios sofrem com uma suposta "operação desmonte" feita pelos ex-gestores Antônio Almeida (PTB) e Samuel Araripe (PSDB)."Encontramos uma prefeitura sem estrutura nenhuma. Uma prefeitura que não pode ainda atender às demandas da população. Fechamos, sim, para balanço, relata o novo prefeito de Crato, Ronaldo Gomes de Matos (PMDB).

O prefeito de Acopiara, Vilmar Félix (PSB) instalou uma auditoria para identificar as deficiências e prevê que vai abrir a prefeitura somente em fevereiro. "A prefeitura não tem a mínima condição de funcionar. Levaram tudo. Deixaram apenas a fachada".
Os ex-prefeitos negam as acusações e dizem que deixaram as prefeituras em condições de funcionamento. "Deixei um governo limpo, que inclusive passou pela fiscalização do Tribunal de Contas da União", disse Samuel Araripe, ex-prefeito de Crato. Para o ex-prefeito de Acopiara, Antônio Almeida, o que está havendo é uma intriga política.
Segundo o Ministério Público Estadual, os novos gestores têm direito até de fechar as sedes das prefeituras para balanço, mas não podem deixar de atender a população em serviços essenciais, como saúde e educação. Nos dois setores, as prefeituras de Crato e Acopiara não fecharam. 

De Lauriberto Braga, Agência Estado, ESTADÃO Online

terça-feira, 7 de junho de 2011

Prisão dos bombeiros no Rio

 Mais uma vez os senhores deputados cariocas demonstram claramente pra toda população, sendo que esta confissão vale para dos que ocupam a função de legislador em nosso país, que os motivos que pontuam suas pautas legislativas vêm unicamente do que é transmitido pelos jornais e imprensa em geral, pois no momento parece ser a única instituição que consegue iluminar o caminho da nação, por falta de compromisso e planejamento das demais. Veja que as medidas que os legisladores adotam, pela total incapacidade de organização e pelo desconhecimento do que ocorre em seus domicílios, vem a público fazer pressão junto ao governo estadual, para a soltura dos Bombeiros que participam de um motim, quando estavam a reivindicar aumento de salário e outros direitos que deveriam ser prestados pelo poder público.


Sabemos que o parlamentar não deve ter conhecimento de tudo, e quanto aos nossos, temos a certeza de total falta de informação do que ocorre ao seu redor, pois existe a necessidade urgente de cuidar do seu próprio guarda-chuva. Ora o motim é o pior crime que um servidor público militar possa praticar dentro de uma corporação, sabemos também que o direito a um salário digno e uma melhor condição para exercer suas atividades é legitimo e imprescindível para que as coisas funcionem dentro da normalidade. São momentos difíceis mais devem ser superados com diálogos e compromissos que as partes envolvidas têm de assumir. O que não tem mais cabimento e a população ficar ouvindo dos parlamentares e políticos de plantão que vão endurecer com o governo, caso os bombeiros não sejam libertados. É bom saberem que a prisão dos bombeiros, assim como a de toda população brasileira tem causa e efeito dentro das Casas Legislativas.

De Júlio Cunha


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Já não esta mais aqui quem falou.

A que ponto chegou à população brasileira, tenho a impressão que nos estamos completamente alienados com o que esta ao nosso redor, os únicos nesta terra que gozam de plena saúde mental, espiritual e sabedoria são os políticos, pois eles falam discursão, criam fatos mirabolantes, prometem tudo, brigam, acusam-se mutuamente e nos somente, simples espectadores apenas observamos passiveis a tudo.

O relator do Código Florestal, deputado federal Aldo Rebelo, na defesa de seus interesses ao projeto apresentado, faz acusações gravíssimas contra o esposo da ex-senadora Marina Silva, onde poderiam se aplicadas diversas sansões pela pratica criminosa do meliante, podendo ser aplicado diversos capítulos do Código Penal, mais segundo o deputado federal, quando no governo Lula, usou de suas prerrogativas na tentativa de abafar o caso e, portanto fez vista grossa a acusação.
Agora vejamos o deputado federal Aldo Rebelo incorreu em crime muito maior, pois foi cúmplice dos crimes demandados pelo meliante e também praticou outros crimes no exercício do dever de zelar pela coisa pública.

Agora é só desligar a televisão e esta história esta superada, esquecida e arquivada. Não cumpra. 

De Julio Cunha

Deixei de ser miserável.

“Acabamos de ficar sabendo, com base no último censo do IBGE, que há exatamente 16.267.197 miseráveis no Brasil de hoje; são os cidadãos com renda mensal de até 70 reais. É uma boa notícia e, ao mesmo tempo, um mistério. A boa notícia é que eles são apenas 8,5% da população total. O mistério é saber como alguém consegue ganhar 71 reais por mês, por exemplo, e não viver na miséria.”

J.R. Guzzo  (Veja, 11/05/2011)