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domingo, 2 de julho de 2017

Com mensagem de violência, Trump reforça ataques à imprensa nas redes sociais


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou nesta semana seus ataques contra jornalistas e veículos da imprensa do país, fazendo uso de graves insultos e até utilizando vídeos violentos, como o publicado neste domingo contra a emissora "CNN".

Após vários dias de polêmica e duras críticas aos apresentadores do programa "Morning Joe", da "MSNBC", Trump dirigiu sua ira hoje à "CNN", através de uma montagem em vídeo no qual aparece agredindo um homem que leva o logotipo da emissora perto de um ringue.

O vídeo fazia parte de uma série de tweets que o presidente publicou ao longo do fim de semana, mensagens na qual Trump reiterou os ataques aos veículos que considera "falsos e fraudulentos". (...)

Trump e McMahon escolheram lutadores para representá-los no ringue, mas, em um momento da luta, Trump se aproximou de McMahon, que estava do lado de fora das cordas, o derrubou no chão e deu socos contra seu rosto. A cena era uma parte do espetáculo...

De Agência EFE

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Ceará: Aumento do programa Bolsa Família e acompanhado com o crescimento da violência no estado

Na opinião de Fernando Hugo, os programas sociais do Governo Federal deveriam exigir uma contrapartida dos beneficiados

Tucano questiona Bolsa Família

O aumento da violência no Brasil, e em especial no Ceará, pode estar relacionado às políticas sociais implantadas nos últimos anos pelo Governo Federal, segundo avaliação do deputado Fernando Hugo (PSDB), ontem, na Assembleia Legislativa. O parlamentar embasou seus argumentos com dados da publicação do Instituto de Pesquisas e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) sobre o número de homicídios no Estado durante a década de 2000. Segundo a pesquisa, a partir de 2003, aumentou consideravelmente a criminalidade.

Conforme disse, "só um ensandecido tem coragem de ser contra os programas sociais criados pelo Governo Federal, a partir do Governo Fernando Henrique Cardoso". Porém, o tucano defende que aliado ao Bolsa Família, as pessoas beneficiadas passem a trabalhar e recebam projetos de melhorias de suas vidas, assim como de inserção no mercado do trabalho.  "Muitos disseram que eu era contra o Bolsa Família, mas é preciso que as pessoas estudem, porque a violência está reinando, assim como o consumo de drogas em todo o País", afirmou.

Publicação

Fernando Hugo afirmou ter procurado o presidente do Ipece, economista Flávio Ataliba, para que este lhe mostrasse os dados sobre a criminalidade e foi-lhe apresentado o artigo da publicação Enfoque Econômico, com um gráfico que apresenta que, a partir de 2003, quando o Bolsa Família foi implantado no Brasil, o crescimento dos homicídios por armas de fogo aumentaram.

Já o petista Dedé Teixeira chamou de "no mínimo descabida" a tentativa do deputado tucano em fazer uma ligação entre o Bolsa Família e o aumento da criminalidade no Estado. "Fortaleza foi a que mais cresceu o número de jovens e isso aumenta esses indicadores do Ipece. Mas isso não é evidenciado pela criação do Bolsa Família", afirmou, argumentando, ainda, que o programa virou um instrumento em que mais de 60 países procuraram o Brasil para incluir essa política em seus estados.

"Eu acho que partir desse pressuposto, citando essa informação, sugerindo que os deputados possam  usar mais essas informações, nós queremos enfatizar isso. Existem diversos fatores que fazem com que se aumente a violência, principalmente, o consumo de drogas, que virou uma atividade econômica", pondera.

Wellington Landim (PSB) afirmou ter ficado preocupado com os dados do Ipece e declarou que, caso tenha consistência, será um "divisor de águas" das políticas públicas para a população. Ele propôs que os responsáveis pelo documento sejam convidados a mostrar, ao deputados, na Assembleia Legislativa, se existe uma ligação entre programas sociais e o aumento da criminalidade. Dedé Teixeira, no entanto, afirmou que 72% das famílias que recebem o Bolsa Família têm atividade complementar.

Ridícula

A líder do PT na Assembleia, Raquel Marques, chamou de "ridícula" a comparação de Fernando Hugo entre o aumento da violência e o Bolsa Família. Segundo ela, existem estudos acadêmicos que provam o contrário, mostrando que famílias que recebem o Bolsa Família aumentaram a autoestima e empreendem negócios de forma autônoma, o que, para a parlamentar, leva à garantia de inserção social e desenvolvimento da economia local para as comunidades.

O deputado João Jaime (PSDB) disse que o Bolsa Família pode não ser o responsável pelo aumento da violência, mas também não serviu para diminuí-la. Os tucanos reclamam uma contrapartida dos beneficiados com os programas sociais, como forma de a ajuda não ser entendida como uma esmola. Já Ferreira Aragão (PDT) ressaltou a importância do programa, mas alertou que só a educação resolverá o problema, sem, no entanto, entrar no mérito da discussão levantada por Fernando Hugo.

Leonardo Pinheiro (PSD), por sua vez, defendeu o programa e enalteceu a relevância do Bolsa Família. Porém, cobrou a concretização da transposição do Rio São Francisco, explicando que ele será melhor do que qualquer outro programa.





De jornal DIÁRIO DO NORDESTE (Foto: José Leomar)



sábado, 30 de março de 2013

Assassinato de jovem choca Equador



O brutal estupro e assassinato de uma jovem de 20 anos chocou o Equador e chamou a atenção sobre o problema da violência contra a mulher no país.
O corpo de Karina del Pozo foi encontrado com sinais de golpes na cabeça e de estrangulamento após uma busca de vários dias realizada por seus familiares.
Cinco jovens que participaram de um evento social com Karina na noite do crime estão presos. Segundo depoimentos prestados às autoridades e vazados para a imprensa, acredita-se que três deles tivessem ligação direta com o crime.
O jornal equatoriano El Universal diz que um dos acusados, identificado como Geovanny P., teria dito a seus amigos ''querem ver como se mata uma prostituta?'' e, em seguida, começado a golpear a cabeça da jovem.
O caso teve ampla repercussão, entre outros motivos, por sua ampla difusão pelas redes sociais do país. A família de Karina del Pozo, morta em Quito no dia 20 de fevereiro, tem organizado várias passeatas desde sua morte como forma de protesto e conscientização para o problema da violência contra a mulher no país.
José Luis del Pozo, primo de Karina, acredita que a divulgação do caso pelas redes sociais e pelos meios de comunicação do país foram importantes para chamar a atenção sobre o problema.
''Acreditamos que este caso padrão servirá para que venham à tona outros casos que estão arquivados'', disse, em entrevista à BBC.
Muitos familiares de outras mulheres assassinadas no país aderiram às manifestações; outras estão sendo planejadas para os próximos dias.


De agência BBC BRASIL

sexta-feira, 22 de março de 2013

Conflitos sectários já deixaram 20 mortos em Mianmar



Bangcoc - Pelo menos 20 pessoas já morreram após dois dias de enfrentamentos em meio a um surto de violência sectária na região central de Mianmar, informaram nesta sexta-feira fontes da oposição citadas pela imprensa local.

As autoridades locais só confirmaram por enquanto quatro mortos, incluindo um monge budista, e afirmam que a situação foi controlada após a imposição do toque de recolher durante os dois dias.


De agência EFE

terça-feira, 19 de março de 2013

Iraque tem onda de violência com 50 mortos no aniversário da invasão



Bagdá, 19 mar (EFE).- A violência tomou o Iraque nesta terça-feira com a morte de cerca de 50 pessoas em uma sequência de atentados, a maioria contra zonas xiitas de Bagdá, véspera do décimo aniversário da invasão americana do país.

O Iraque amanheceu nesta manhã em meio a uma onda de atentados e ataques que, segundo fontes policiais consultadas pela Agência Efe, deixaram 50 mortos e 172 feridos.


De agência EFE

domingo, 10 de março de 2013

Pesquisa questiona UPPs como programa de Segurança Pública

José Mariano Beltrame, Secretário de Segurança(à esquerda) e Sérgio Cabral, governador, elegeram as UPPs como prioridade desde que Cabral assumiu, em 2008
Implantado desde 2008 no cotidiano da cidade do Rio, o termo UPP(Unidade de Polícia Pacificadora) virou algo comum no cotidiano carioca. Um estudo do Instituto de Estudos da Religião(ISER), publicado na Revista do Instituto de número 67, no entanto, questiona a segurança pública do Estado com a seguinte questão: a implantação das UPPs pode ser considerada um programa de segurança pública?
Ao Jornal do Brasil, os pesquisadores explicaram que a pesquisa envolveu quatro diferentes comunidades: Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana; Morro do Borel, na Tijuca; Morro da Providência, no Centro e Favela do Batan, na Zona Oeste do Rio. Foram realizadas 124 entrevistas entre agosto de 2010 e setembro de 2011. Nos casos da Providência e dos Tabajaras, foram necessárias duas períodos distintos de convivência no local para fazer o trabalho de campo.
Segundo André Rodrigues, pesquisador associado ao Iser, o saldo final da pesquisa foi um número muito maior de perguntas do que de respostas. Porém, ele analisa a principal problemática das UPPs enquanto programa de segurança pública como sendo a própria definição vaga do conceito de Unidade de Polícia Pacificadora:
“A UPP ainda não pode ser pensada enquanto um modelo de policiamento, pois o que encontramos em campo foi um conjunto de práticas e percepções de caráter muito experimental e vinculado às práticas cotidianas. É preciso ter um programa, de fato, que regule e oriente as ações das UPPs em seu conjunto, para não deixar a cargo do comandante a autorização ou a liberação de determinadas práticas, tais como os bailes funks e diferentes atividades comerciais no local”, explicou ele.
O próprio decreto que regulamenta as UPPs, (nº42.787, 6/01/2011), foi criado mais de dois anos depois da instalação da primeira Unidade, no Morro Santa Marta, em Botafogo. A pesquisa, porém, não deixou de ressaltar os avanços que as UPPs trouxeram às comunidades pacificadas(eram 22 Unidades na época da realização da pesquisa, hoje já são 32):
“A implantação das UPPs promove a redução dos horizontes de morte violenta. A substituição do modelo de incursões continuadas e violentas, em que a polícia entrava e saía desses territórios, por um modelo em que a polícia entra e permanece (tentando eliminar o controle armado de grupos criminosos) é um ganho considerável na produção das rotinas nessas favelas”, analisa. 
Raíza Siqueira, que organizou a publicação juntamente com André e Maurício Lissovsky, ressalta que a convivência entre moradores e policiais, porém, não é tão tranquila quanto se poderia pensar:
“O "cessar fogo" tem implicações muito consideráveis na vida cotidiana dos moradores. Não se pode dizer, no entanto, que a relação entre a polícia e os moradores é próxima. Durante muitos anos, os moradores dessas favelas sofreram com a violência entre traficantes e policiais. Assim, a desconfiança é, ainda em muitos casos, uma marca dessa relação”, descreve Raíza.
O próprio estudo relembra a existência do Grupo de Policiamento de Áreas Especiais, criado em 2000 para atuar na área do morro do Pavão/Pavãozinho, em Copacabana. Porém, segundo a pesquisa, o GPAE “não teria garantido o que a UPP, na época da pesquisa, conseguiu: reduzir os tiroteios”.
O nome, a princípio, era Grupamento de Policiamento em Áreas de Risco (GPAR), mas foi modificado para evitar estigmas com relação às áreas de favelas. O saldo final da pesquisa é de que ainda não foram desenvolvidos processos de construção de identidade policial que desenvolvam ferramentas para que a UPP seja mais valorizada. Em suma, o recado é: sem auto-análise, as UPPs correm risco de degradação. 
Depoimentos de um Policial
Um policial que trabalha em uma UPP na Zona Sul do Rio, que não quis ser identificado e não está entre as comunidades pesquisadas, contou ao Jornal do Brasil um pouco da sua rotina. Falou sobre um dos temas da pesquisa na relação entre policiais e moradores: as expectativas profissionais dos que trabalham nas unidades.
“Eu diria que lá existem três grupos: os que estão ali “cumprindo pena”  e que mal podem esperar para  integrar os batalhões especiais; os que usam a polícia como trampolim para alcançar um objetivo; e os que não estão nem aí para nada e só querem saber do soldo no fim do mês”, contabiliza ele, que deixa claro que quer se tornar integrante do Batalhão de Operações Especiais(BOPE).
Relação entre policiais e moradores da comunidade é um dos maiores desafios das UPPs
Segundo o policial, o cotidiano na favela pode ser bem complicado na relação com os moradores. “A comunidade não vê o policial como um agente de segurança, e sim como um agente do governo que está ali para solucionar todos os seus problemas. Diversas vezes também fazemos o papel de SAMU, realizando os primeiros socorros e fazendo o transporte de emergência ou ainda de sociólogos tentando resolver problemas no seio de uma família. Diversas vezes a comunidade também nos procura para resolver um problema com água ou de obras”, relata ele, que disse, porém “não ter do que reclamar” da recepção dos moradores à chegada da UPP.
A UPP, obrigatoriamente, abriga somente policiais recém-formados em suas 32 unidades atuais. No entanto, o policial relata problemas na formação oferecida durante os meses de curso: 
“O treinamento para atuar em UPPs no geral é fraco. Há muito tempo vago, que poderia ser  melhor utilizado. Os instrutores têm vasta experiência na profissão de Policial Militar, entretanto pode-se contar nos dedos quantos deles atuaram realmente numa UPP e passam pela experiência e não pela teoria”, analisa ele.
O próprio policial avalia a mudança de comportamento da Polícia Militar e da política de segurança pública no Rio nos últimos anos. “Não tem nexo usar apenas repressão. A política mudou. Esse não é o esperado de nós. Diversas áreas do governo dançam conforme a música. Com o policial não é diferente”, pondera ele.
O soldado, contudo, não poupa o que ele chama de “erros” em todas as instâncias da sociedade com relação às UPP: “Há erros dos policiais, muitos por falta de vontade de trabalhar ou falta de perícia; de muita gente na sociedade que fala mal da polícia mas usa drogas e acha que está tudo bem. E do próprio governo do Estado, que deixou a situação chegar onde chegou e agora inventou a UPP que é uma missão política para deixar o RJ bonito para os eventos futuros”, dispara.  É algo para se refletir.

De Henrique de Almeida, jornal DO BRASIL

sábado, 9 de março de 2013

A cada hora, dez mulheres foram vítimas de violência no Brasil em 2012

Em 70% dos registros, o agressor é o companheiro ou o cônjuge da vítima

De janeiro a dezembro de 2012, a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) contabilizou 732.468 registros, sendo 88.685 relatos de violência. Isso significa que, a cada hora, dez mulheres foram vítimas de maus tratos ao longo do ano passado.
Entre os tipos de violência relatados, a física permanece a mais frequente, totalizando 50.236 registros (56%), seguida pela psicológica, com 24.477 (28%); moral, com 10.372 (12%); sexual, com 1.686 (2%); e patrimonial, com 1.426 (2%). Dados indicam ainda que, em 2012, foram computados 430 casos de cárcere privado – mais de um por dia.
Em 70% dos registros, o agressor é o companheiro ou o cônjuge da vítima. Acrescentando os demais vínculos afetivos, como ex-marido, namorado e ex-namorado, o número sobe para 89%. Cerca de 10% das denúncias mostram agressões cometidas por parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos.
O Distrito Federal lidera o ranking anual do Ligue 180, com uma taxa de 1.473 registros para cada 100 mil mulheres. Em seguida, aparecem Pará e Bahia, com taxas de 1.032 e 931, respectivamente.
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De agência Brasil, revista ÉPOCA

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Número de homicídios cresce 77,4% em um ano no CE


Subiu em 77,4% o número de assassinatos ocorridos no Ceará durante o feriadão de Carnaval, em comparação com dados de 2012. De acordo com informações da Secretária da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), das 18 horas da última sexta-feira, dia 8, até as 6 horas de ontem, 55 pessoas foram mortas no Estado.

Em 2012, durante o mesmo período, a SSPDS registrou 31 homicídios, conforme O POVO publicou na época. Em Fortaleza e na Região Metropolitana, neste ano, foram 31 as mortes, contra 21 em 2012 – uma alta de 47,6%.

De hoje, portal O POVO

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

De férias em Salvador, Dilma é alvo de protesto de quilombolas

Comunidade aproveitou presença da presidente no Estado para cobrar fim de disputa por área onde vivem os moradores; terra foi doada para base militar

 

SALVADOR - Moradores da Comunidade Quilombola de Rio dos Macacos, localizada ao lado da Base Naval de Aratu, em Salvador, aproveitaram a presença da presidente Dilma Rousseff nas instalações da Marinha para protestar, na manhã desta quarta-feira, 2, contra atos de violência que dizem estar sofrendo, por parte dos habitantes da base.

Com faixas, cartazes e apitos, o grupo se reuniu na Praia de São Tomé de Paripe, ao lado do muro que separa o local da Praia de Inema, que integra a base e tem acesso restrito aos militares, e passou a gritar palavras de ordem. "Assim como fizemos no início deste ano (quando Dilma também descansava na base naval), viemos alertar a presidente sobre nossa situação e cobrar ações", conta a líder dos quilombolas, Rose Meire dos Santos Silva, de 34 anos.
A Comunidade de Rio dos Macacos é alvo de disputas entre os moradores e os militares desde a década de 1960, quando a Prefeitura de Salvador fez a doação da área da base para a Marinha. Na década seguinte, 101 casas da comunidade foram derrubadas para a ampliação da infraestrutura das instalações. (...)

De Tiago Décimo, Jornal O ESTDO DE SÃO PAULO

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Alckmin: declaração de ministro Carvalho comparando violência em SP com a de Gaza “é infeliz”


Governador de São Paulo vistoriou operação de contenção das estradas, feita para estancar entrada de drogas e armas para facção criminosa
SÃO PAULO. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), classificou como “infeliz” a declaração do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho, que nesta terça-feira comparou a situação da violência na região metropolitana de São Paulo à vivida Faixa de Gaza, onde conflitam Israel e Palestina.

— É uma comparação tão infeliz, que não merece comentários — disse o governador durante visita a um dos pontos de operação de contenção de transporte de armas e drogas em pontos estratégicos do estado, que vive uma onda de violência e aumento do número de homicídios.

A operação é realizada em parceria com o governo federal, que mobilizou agentes das Polícias Federal e Rodoviária Federal para abordar carros, ônibus e caminhões em 14 pontos do estado. O governo estadual participa disponibilizando apoio por meio da Polícia Civil, Polícia Militar e Secretaria de Estado de Fazenda. Nesta segunda-feira, primeiro dia de operação, 10,5 quilos de drogas foram apreendidos.
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De País, O GLOBO, RJ