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domingo, 9 de novembro de 2014

Obama classifica envio de novos soldados ao Iraque como "nova fase"


WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que sua decisão de dobrar o número de militares dos EUA no Iraque marcou uma nova fase na campanha contra o Estado Islâmico e não foi uma indicação de que sua estratégia na região falhou.

Obama, em uma entrevista ao "Face the Nation", da CBS, transmitido no domingo, afirmou que a primeira fase foi a obtenção de um governo iraquiano que fosse inclusivo e crível.

Ele disse que o envio de 1.500 soldados norte-americanos adicionais também significou uma mudança de uma estratégia defensiva para ofensiva. A decisão foi anunciada na sexta-feira.

"Os ataques aéreos têm sido muito eficazes na degradação de recursos do Estado Islâmico e retardando o avanço que eles estavam fazendo", disse Obama, segundo uma transcrição da CBS.

"Agora, o que nós precisamos é de tropas terrestres, tropas terrestres iraquianas, que possam começar a empurrá-los para trás."

Ataques aéreos dos EUA no sábado destruíram um comboio do Estado Islâmico perto da cidade iraquiana de Mosul, mas autoridades dos EUA disseram que não estava claro se o comandante do grupo, Abu Bakr al-Baghdadi, estava em qualquer um dos 10 veículos alvejados.

A decisão de enviar mais tropas ocorre cinco meses após o Estado Islâmico tomar grande parte do norte do Iraque. O grupo militante também apreendeu territórios na Síria, onde os EUA estão conduzindo ataques aéreos contra os militantes.

De Doina Chiacu, REUTERS BRASIL

segunda-feira, 15 de julho de 2013

ONU deve usar força letal contra rebeldes no Congo

Há algo diferente nos soldados de capacete azul nas trincheiras e blindados brancos posicionados nos limites da cidade de Goma, na província do Kivu Norte, no extremo leste da República Democrática do Congo - o principal foco do conflito no país.

A presença de tropas das Nações Unidas na região não é novidade para a população. O organismo é visto pelos moradores com uma boa dose de descrédito, principalmente depois que rebeldes do M23 conseguiram invadir a cidade, sem enfrentar resistência da ONU, no fim do ano passado (eles se retiraram logo depois).

Mas hoje também estão presentes atrás das trincheiras tropas diferentes daquelas que observaram passivas a tomada da cidade. Um novo mandato, endurecido, foi autorizado pelo Conselho de Segurança após a invasão.
Ele cria a chamada Brigada de Intervenção, uma unidade fortemente armada e treinada, e dá autorização para que os capacetes azuis usem "todos os meios necessários" para conter as ações dos rebeldes e até atacá-los em ações preventivas – em uma decisão sem precedentes na história das Nações Unidas.
Também mudou o perfil do homem responsável por comandar as tropas. O novo comandante da força é o brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz. Ele estimula seus subordinados a implementar as novas ordens de Nova York e retaliar, se necessário com força letal, uma eventual nova agressão em larga escala por parte dos rebeldes.
Mas não é só isso. Santos Cruz está tentando impor um novo ritmo à missão, mais ativo. Ele quer respostas rápidas de seus comandantes para qualquer agressão de grupos rebeldes contra a ONU ou a população. Também está tentando deslocar para as regiões mais críticas armamentos que estavam em bases mais remotas e não vinham sendo utilizados.
Mas a tarefa é complicada, especialmente devido a dimensão continental do país. Os rebeldes atacam áreas remotas e fogem em seguida para a selva. Mesmo com mais de 20 mil capacetes azuis não é possível estar em todos os lugares. Além disso, mover rapidamente a estrutura colossal e complexa da ONU não é tarefa fácil...


De Luis Kawaguti, BBC BRASIL

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Soldados egípcios sequestrados no Sinai ganham liberdade

Cairo - Os sete policiais e soldados egípcios sequestrados na última semana por um grupo armado no Sinai foram libertados nesta quarta-feira no norte desta península, afirmou à agência Efe uma fonte dos serviços de segurança.

De acordo com a fonte, os reféns foram encontrados no deserto do Sinai, depois que seus sequestradores os libertassem para evitar que o Exército lançasse uma operação militar no local.


De agência EFE

domingo, 3 de março de 2013

Principal militante islâmico do norte da África é morto no Mali, diz Chade


O governo do Chade afirmou neste sábado que seus soldados mataram, no Mali, o principal militante islâmico do norte da África Mokhtar Belmokhtar.
Belmokhtar é um ex-líder da Al-Qaeda e teria ordenado um ataque ocorrido em janeiro em uma refinaria na Argélia, no qual 37 reféns foram mortos.
As tropas do Chade estão combatendo miitantes islâmicos no Mali como parte de uma força internacional liderada pela França.
"Nossos soldados destruíram completamente a principal base jihadista nas montanhas de Adrar, matando vários terroristas, incluindo o líder Mokhtar Belmokhtar", disse um porta-voz do Exército do Chade, que leu um comunicado transmitido na TV local.
Segundo a nota, também foram apreendidos mais de 60 veículos, além de armas e outros equipamentos.
Se confirmada, sua morte terá um grande impacto entre os militantes islâmicos no Mali, de acordo com o correspondente da BBC no oeste da África, Thomas Fessy.
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De internacional, BBC BRASIL

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Revolta e confrontos em dia de funeral de palestino


RAMALLAH, Cisjordânia - Milhares de pessoas acompanharam nesta segunda-feira o funeral do palestino Arafat Jaradat, que morreu em uma prisão israelense. Homens mascarados dispararam para o alto na aldeia de Saeer. A quilômetros dali, cerca de cem palestinos entraram em confronto com soldados israelenses diante de uma prisão, enquanto dez foram baleados na cidade de Beitounia, na Cisjordânia. A tensão elevada após a morte de Jaradat, que segundo a autópsia palestina teria sido torturado, elevou o temor da explosão de uma terceira intifada.

- Sacrificamos nossas almas e sangue por você, nosso mártir - gritavam durante o funeral.
De acordo com autoridades palestinas, Jaradat, um funcionário de posto de gasolina de 30 anos, foi torturado durante um interrogatório. Autoridades israelenses, no entanto, afirmaram que ainda não há conclusões sobre a morte e que era necessária a realização de mais testes.
O ministro de Segurança Interior, Avi Dichter, advertiu que poderia começar outro levantamento se as confrontações com manifestantes palestinos causassem mais mortes. O presidente Palestino Mahmoud Abbas alertou em um comunicado que Israel não "brincasse com a vida dos palestinos".

- Nós não permitiremos que eles brinquem com a vida de nossos filhos - disse Abbas durante uma cerimônia em homenagem aos palestinos mortos durante um atentado em um centro de pesquisa palestino em Beirute em 1983. - Nós não vamos permitir permaneçam atrás das grades devido a acusações infundadas - acrescentou...


De jornal O GLOBO

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Rebeldes do Mali contra-atacam e ameaçam a França


BAMAKO/PARIS, 14 Jan (Reuters) - Rebeldes islâmicos ligados à Al Qaeda lançaram nesta segunda-feira uma contraofensiva após três dias de bombardeios aéreos franceses contra suas posições no deserto, prometendo arrastar a França para uma guerra longa e brutal.
A França intensificou seus bombardeios no domingo, usando modernos aviões Rafale e helicópteros Gazelle para atacar campos de treinamento no coração da vasta área dominada desde abril por rebeldes no norte do Mali. Ao mesmo tempo, Paris mobilizou centenas de soldados em Bamako, a capital.
O governo francês está determinado a acabar com o domínio islâmico no norte da sua ex-colônia, devido aos temores de que essa região se torne uma base de lançamento para ataques contra o Ocidente e para uma coordenação com a Al Qaeda no Iêmen, Somália e norte da África.
Lançando uma contraofensiva bem distante dos recentes combates, a sudoeste, os rebeldes travaram na segunda-feira intensos confrontos contra forças governamentais na localidade de Diabaly, segundo moradores e fontes militares malinesas.
"Os islamitas estão enfrentando o Exército dentro da cidade", disse um morador. "Eles começaram a se infiltrar na cidade ontem à noite, cruzando o rio em pequenos grupos."
Um porta-voz do grupo islâmico Mujwa, uma das principais facções da aliança rebelde, prometeu que os cidadãos franceses vão pagar pelos bombardeios de domingo na localidade de Gao, reduto dos rebeldes. Dezenas de militantes morreram quando foguetes atingiram um depósito de combustíveis e um posto alfandegário que serve de quartel-general para os rebeldes.
"Eles deveriam atacar por terra se forem homens. Vamos lhes dar as boas-vindas de braços abertos", disse o militante Oumar Ould Hamaha à rádio Europe 1. "A França já abriu os portões do inferno para todos os franceses. Ela caiu numa armadilha que é mais perigosa que o Iraque, o Afeganistão ou a Somália."
A França disse que sua repentina intervenção militar iniciada na sexta-feira, após apelo do governo malinês, impediu que os rebeldes tomassem a capital, Bamako. Paris acrescentou que os bombardeios devem ser mantidos nos próximos dias. 

O presidente da França, François Hollande, disse que o objetivo do seu governo é apenas dar apoio a uma missão militar do bloco regional Ecowas para recuperar o norte do Mali, conforme prevê uma resolução de dezembro do Conselho de Segurança da ONU.
Sob pressão de Paris, vários governos da África Ocidental disseram que pretendem mobilizar forças na região nos próximos dias.
A França convocou para segunda-feira uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir a questão do Mali.

Por Bate Felix e Alexandria Sage,Reportagem adicional de Adama Diarra, Tiemoko Diallo e Rainer Schwenzfeier, em Bamako; e Catherine Bremer e John Irish em Paris, Portal REUTERS BRASIL