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domingo, 25 de junho de 2017

Donald Trump fecha a porta a Cuba - um pouco


Ele quer machucar o regime, mas pode acabar prejudicando os cubanos comuns


Era uma pompa típica de Trumpian. Em um estágio aparado no teatro Manuel Artime no bairro de Little Havana em Miami, o presidente dos Estados Unidos declarou, em 16 de junho, que estava "cancelando" o "acordo unilateral com Cuba" feito por seu antecessor, Barack Obama . Há muito menos para isso do que sugere a retórica dolorosa de Donald Trump. Mas a nova política ainda prejudicará o incipiente setor privado cubano, desencorajará a reforma econômica e prejudicará o prestígio do tio Sam na América Latina.

O acordo negociado em 2014 por Obama e o presidente de Cuba, Raúl Castro, restauraram as relações diplomáticas após uma interrupção de 54 anos, suavizaram o embargo comercial dos Estados Unidos, facilitaram a viagem entre os países e retiraram Cuba da lista de patrocinadores estaduais do terrorismo. Muito disso não vai mudar. A principal inovação de Trump é tornar o turismo mais difícil, supostamente negar renda às forças armadas cubanas. Os vôos comerciais e os cruzeiros, porém, continuarão. Ele espera, assim, satisfazer uma minoria intransigente, sem bloquear as relações.

Sob as regras de Obama, os americanos ansiosos por provar mojitos em seu país de origem simplesmente tiveram que declarar que iriam se envolver em trocas de pessoas para pessoas para viajar de forma independente. Sob o Sr. Trump, os viajantes independentes terão de declarar que têm alguma outra missão, como apoiar a sociedade civil, a menos que sejam de origem cubana. Os visitantes de pessoas a pessoas terão de se juntar a visitas organizadas. Ele também pretende proibir transações de indivíduos e empresas com empresas ligadas ao exército cubano e serviços de inteligência. Isso poderia ter maiores consequências. GAESA, um conglomerado administrado pelas forças armadas, é pensado para controlar até 60% da economia. Suas explorações incluem postos de gasolina, supermercados e portos. Uma das suas empresas, a Gaviota, possui 29 mil quartos de hotel, alguns dos quais são geridos por cadeias estrangeiras como Kempinski.

O que tudo isso significa na prática dependerá de regras emitidas pelos departamentos do Tesouro e Comércio do US. Mas a nova política poderia acabar com o aumento do turismo americano iniciado pela aproximação de Obama. As visitas dos Estados Unidos subiram um terço em 2016 (ver gráfico). Os visitantes do futuro enfrentam mais complexidade e confusão. Mesmo que eles evitem hotéis pertencentes ao exército, podem enganar os soldados sem saber, ao alugar um carro, fazer uma viagem de barco ou até nadar com os golfinhos. As empresas militares oferecem todos esses serviços. Não está claro se os americanos serão capazes de permanecer em hotéis tão populares (embora de alta) como o Hotel Nacional e o Parque Central. Estes são propriedade do ministério do turismo, cuja cabeça é um coronel da reserva do exército...

De As Américas, THE ECONOMIST

domingo, 6 de dezembro de 2015

Casa Branca diz que não há provas sobre ligação entre atiradores da Califórnia e grupos organizados


A equipe do presidente Barack Obama ainda não encontrou provas de que os atiradores no tiroteio Califórnia faziam parte de um grupo organizado ou uma célula terrorista mais ampla, informou a Casa Branca em um comunicado.

"A equipe do presidente também afirmou que eles, até o momento, não descobriram nenhuma indicação de que os assassinos faziam parte de um grupo organizado ou de uma célula terrorista mais ampla", trouxe o comunicado.

A declaração acrescentou, porém, que a equipe tinha destacado "vários pedaços" de informação que "apontam para os perpetradores sendo radicalizados à violência".

Segundo o comunicado, o presidente se reuniu durante a manhã com o diretor do FBI James Comey, com a procuradora-geral Loretta Lynch, e com o secretário de Segurança Nacional Jeh Johnson.

De Idrees Ali, REUTERS BRASIL

domingo, 15 de novembro de 2015

Após os ataques terroristas de Paris, as imagens dos arquivos da National Geographic celebrar a cidade resiliente da Luz


Paris tem sofrido inúmeros ensaios sobre dois milênios de sua existência, desde o 1814 Batalha de Paris para a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial.Agora, uma série de ataques terroristas deixou mais de 120 mortos e centenas de feridos.

Mas os valores franceses resistiram durante séculos. "Os laços de liberté e égalité e fraternité ... vão aguentar muito além de qualquer ato de terrorismo", disse o presidente dos EUA, Barack Obama logo após os ataques.

Famosos artistas e pensadores de todo o mundo têm debatido e celebrado esses valores em cafés parisienses e nas ruas da cidade, em tempos de paz e tempos de agitação. Estas fotos de nossos arquivos mostram streetscapes icônicos da cidade, que-como os seus valores-permanecem resistentes. Eles nos lembram porque nós amamos a Cidade da Luz.

De Becky Pqueno, NATIONAL GEOGRAPHIC

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Visita de Raúl Castro à Casa Branca não está descartada, diz porta-voz de Obama



WASHINGTON - Um porta-voz da Casa Branca se recusou a descartar nesta quinta-feira uma eventual visita do presidente cubano, Raúl Castro, aos Estados Unidos, um dia depois de o presidente norte-americano, Barack Obama, anunciar planos para normalizar as relações com Havana.

"Eu não descartaria uma visita do presidente (Raúl) Castro", afirmou o porta-voz, Josh Earnest.

A Casa Branca afirmou na quarta-feira que era possível uma visita de Obama a Havana, após o presidente anunciar planos para que os dois governos estabeleçam embaixadas em suas respectivas capitais.

De Steve Holland e Roberta Rampton, REUTERS

Cartas do papa Francisco abriram caminho para acordo entre EUA e Cuba



As negociações que resultaram na reaproximação de Estados Unidos e Cuba tiveram uma contribuição valiosa do papa Francisco. Em seus discursos simultâneos nesta quarta-feira, o presidente Barack Obama e o ditador Raúl Castro fizeram questão de agradecer ao pontífice por sua intermediação.

“Em particular, eu quero agradecer a sua santidade o papa Francisco, cujo exemplo moral nos mostra a importância de buscar um mundo como ele deveria ser, em vez de simplesmente se conformar com o mundo como ele é”, disse Obama em seu pronunciamento.

As conversas, que se prolongaram por dezoito meses, tiveram um momento crucial em meados deste ano, quando o papa enviou cartas a Obama e Castro fazendo um chamado para que os dois lados “resolvessem questões humanitárias de interesse comum, incluindo a situação de alguns prisioneiros, para dar início a uma nova fase nas relações”. O Vaticano também recebeu delegações dos dois países para um encontro mediado pelo cardeal Pietro Paroli, secretário de Estado...

De diplomacia, VEJA

sábado, 6 de dezembro de 2014

Obama discute Irã e avanço do Estado Islâmico com rei da Jordânia


WASHINGTON - O presidente norte-americano, Barack Obama, conversou nesta sexta-feira com o rei da Jordânia sobre as negociações nucleares com o Irã e disse que os Estados Unidos e seus aliados estavam fazendo um progresso lento, porém firme, contra o Estado Islâmico no Oriente Médio.

Obama, falando depois de uma visita do rei Abdullah à Casa Branca, disse que ainda não estava claro se Teerã irá aproveitar a oportunidade para um acordo nas negociações nucleares com potências ocidentais.

O presidente dos EUA também afirmou a Abdullah que irá aumentar a ajuda à Jordânia e oferecer mais garantias de empréstimos ao país.

De Steve Holland, REUTERS

domingo, 9 de novembro de 2014

Obama classifica envio de novos soldados ao Iraque como "nova fase"


WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que sua decisão de dobrar o número de militares dos EUA no Iraque marcou uma nova fase na campanha contra o Estado Islâmico e não foi uma indicação de que sua estratégia na região falhou.

Obama, em uma entrevista ao "Face the Nation", da CBS, transmitido no domingo, afirmou que a primeira fase foi a obtenção de um governo iraquiano que fosse inclusivo e crível.

Ele disse que o envio de 1.500 soldados norte-americanos adicionais também significou uma mudança de uma estratégia defensiva para ofensiva. A decisão foi anunciada na sexta-feira.

"Os ataques aéreos têm sido muito eficazes na degradação de recursos do Estado Islâmico e retardando o avanço que eles estavam fazendo", disse Obama, segundo uma transcrição da CBS.

"Agora, o que nós precisamos é de tropas terrestres, tropas terrestres iraquianas, que possam começar a empurrá-los para trás."

Ataques aéreos dos EUA no sábado destruíram um comboio do Estado Islâmico perto da cidade iraquiana de Mosul, mas autoridades dos EUA disseram que não estava claro se o comandante do grupo, Abu Bakr al-Baghdadi, estava em qualquer um dos 10 veículos alvejados.

A decisão de enviar mais tropas ocorre cinco meses após o Estado Islâmico tomar grande parte do norte do Iraque. O grupo militante também apreendeu territórios na Síria, onde os EUA estão conduzindo ataques aéreos contra os militantes.

De Doina Chiacu, REUTERS BRASIL

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Putin segue como a pessoa mais poderosa do mundo na lista da 'Forbes'


SÃO PAULO - O presidente russo Vladimir Putin foi escolhido como o homem mais poderoso do mundo em 2014, ficando à frente de seu colega americano Barack Obama, segundo ranking de 72 personalidades elaborado pela revista "Forbes".

A presidente Dilma Rousseff se encontra em 31º lugar, à frente do bilionário australiano Rupert Murdoch e da chefe do FMI, Christine Lagarde.

A presidente do Brasil, contudo, sofreu uma queda significativa, já que na última lista publicada pela revista ela ocupava o 20º lugar do ranking.

"Em 2014, o presidente russo exibiu sua força em nível mundial ao anexar a Crimeia, colocando em cena uma guerra secundária na Ucrânia e assinando um acordo com a China para construir um gasoduto de mais de US$ 70 bilhões", explicou a "Forbes"...

De Folhapress, VALOR

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Obama diz que eliminar Estado Islâmico não será fácil


CHARLOTTE Estados Unidos (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu nesta terça-feira perseguir os membros do Estado Islâmico que mataram o jornalista norte-americano James Foley, e disse que eliminar o grupo militante no Iraque e na Síria não será fácil.
"Os Estados Unidos não se esquecem, nosso alcance é longo, somos pacientes, a justiça será feita", disse Obama a veteranos reunidos em uma convenção da Legião Americana, em Charlotte, na Carolina do Norte.
Obama, que ordenou a realização de ataques aéreos contra o grupo militante no Iraque e pode expandir as ações para a Síria, disse que fará o que for necessário para encontrar aqueles que atacam norte-americanos.
"Remover um câncer como o ISIL não será fácil e não será rápido", disse Obama, referindo-se à sigla em inglês que os Estados Unidos usam para o Estado Islâmico.

De Mark Felsenthal e Steve Holland, REUTERS BRASIL

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Obama segue para África do Sul com Mandela em mente

DACAR - O presidente dos EUA, Barack Obama, viaja nesta sexta-feira para a África do Sul na esperança de ver Nelson Mandela, após concluir uma visita ao Senegal que teve como foco melhorar a segurança alimentar e promover as instituições democráticas.
Obama está na metade de uma viagem por três países da África, que a Casa Branca espera que sirva como resposta ao que alguns veem como anos de negligência por parte do governo do primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
Antes de deixar Dacar, Obama tinha agendado um encontro com agricultores e empresários locais para discutir as novas tecnologias que estão ajudando os agricultores e suas famílias na África Ocidental, uma das regiões mais pobres e mais propensas à seca do mundo.
Mas é Mandela, o ex-presidente sul-africano de 94 anos que está lutando pela vida em um hospital de Pretória, que vai dominar o dia do presidente, mesmo antes de sua chegada a Johanesburgo.
Questionada na quinta-feira se Obama faria uma visita a Mandela, a Casa Branca disse que será uma decisão da família.
"Vamos atender completamente os desejos da família Mandela e trabalhar com o governo sul-africano no que diz respeito à nossa visita", disse o vice-conselheiro de segurança nacional Ben Rhodes a repórteres no Senegal.
"O que a família Mandela considerar adequado é o que estamos focados em fazer em termos de nossa interação com eles."
Obama considera Mandela, também conhecido como Madiba, como um herói. Independentemente de um encontro, autoridades disseram que a viagem serviria principalmente como uma homenagem ao líder da luta contra o apartheid.
"Eu tive o privilégio de conhecer Madiba e falar com ele. E ele é um herói pessoal, mas eu acho que não sou o único que pensa assim", disse Obama na quinta-feira. "Se e quando ele partir deste lugar, uma coisa que eu acho que todos nós vamos saber é que o seu legado vai se prolongar ao longo dos tempos."
O presidente dos EUA chega na tarde desta sexta-feira à África do Sul e não tem eventos públicos programados. Ele poderia ir para o hospital. Durante a viagem, Obama deve visitar Robben Island, onde Mandela passou anos na prisão.

De Jeff Mason e Mark Felsenthal, agência REUTERS BRASIL

domingo, 9 de junho de 2013

Obama. Mas pode chamar de Bush

Barack Obama ganhou as eleições presidenciais dos Estados Unidos pela primeira vez, em 2008, sob o lema da mudança. Crítico da gestão de George W. Bush, Obama atacava com vigor a guerra ao terror e as medidas de vigilância adotada pelo antecessor republicano. Como presidente, no entanto, manteve muitas políticas do antecessor. Em particular, renovou Lei Patriótica (Patriot Act), assinada por Bush em 2001, após os ataques do 11 de Setembro, uma lei que endurece a vigilância doméstica para propósitos de segurança nacional.

Em um discurso no último dia 23, na Universidade de Defesa Nacional, Obama defendeu as políticas de contraterrorismo de seu governo, inclusive o uso dos famigerados aviões não tripulados, os drones. Em determinado momento, reiterou o “orgulhoso compromisso com liberdades civis” dos Estados Unidos para com seus cidadãos. “Nos próximos anos, vamos trabalhar duro para obter o equilíbrio apropriado entre nossa necessidade por segurança e a preservação das liberdades que nos fazem quem somos.”

Mais uma vez, e assim como fazia George W. Bush, Obama usou a retórica para maquiar a realidade. Na última quinta, dia 6, o jornal britânico The Guardian obteve documentos que revelavam que a Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos criou um banco de dados com ligações telefônicas e mensagens de voz de milhões de cidadãos, coletados de pessoas que utilizam o serviço da operadora Verizon – a segunda maior do país. um tribunal sigiloso, a Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira (Fisa, na sigla em inglês), obrigou a companhia a fornecer ao FBI (a polícia federal dos EUA), informações "constantes e diárias" sobre ligações feitas dentro dos EUA e também para o exterior. A autorização concedida pela corte secreta ao FBI data de 25 de abril, uma semana depois do atentado na Maratona de Boston. A decisão é válida até 19 de julho e, de acordo com o Guardian, não há confirmação sobre ordens semelhantes referentes a outras operadoras de telefonia. Em nota oficial, o governo admitiu a medida e tentou justificá-la dizendo que se trata de “uma ferramenta muito importante para proteger o país de ameaças terroristas”...


De Rodrigo Turrer, revista ÉPOCA

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Obama condena suposta investigação da Receita por motivação política


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse, nesta segunda-feira, 13, que seria "revoltante" se ficar comprovado que a Receita Federal americana (IRS, na sigla em inglês) reforçou investigações contra grupos conservadores por motivações políticas.


Relatório da corregedoria do IRS, vazado à imprensa no fim de semana, afirma que, desde 2010, a agência fiscal prioriza a investigação de alguns grupos conservadores, como o movimento republicano Tea Party.   
"As pessoas têm de prestar contas. Não tenho paciência pra isso e não vou tolerar", disse Obama, durante entrevista concedida ao lado do premiê britânico, David Cameron, na Casa Branca.  
Para o presidente, qualquer servidor que tiver agido dessa forma precisa ser responsabilizado, porque a agência deve operar de forma neutra e apartidária. 
O presidente da Comissão de Finanças do Senado, o democrata Max Baucus, do Estado de Montana, afirmou que a agência deve se preparar para uma ampla investigação.


De Folhapress, jornal VALOR ECONÔMICO

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O presidente americano disse que ainda não tem informações sobre os responsáveis pelas explosões na maratona de Boston, mas que "vai até o fim" nas investigações


Obama, sobre as explosões em Boston: "Nós vamos descobrir quem fez isso"


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se pronunciou na noite desta segunda-feira (15) sobre as explosões de bombas na maratona de Boston. Na tarde desta segunda, duas explosões próximas à linha de chegada da maratona de Boston, prova em que participaram quase 30 mil pessoas, deixaram pelo menos 2 mortos e dezenas de feridos, de acordo com informações do departamento de polícia de Boston. 


Obama disse que o governo americano ainda não tem informações sobre as causas da explosões, mas prometeu investigar e levar os responsáveis, sejam indivíduos ou grupos, à Justiça. "Nós ainda não sabemos quem fez isso ou porque, mas não se enganem, nós vamos descobrir quem fez isso. Vamos levar os responsáveis à Justiça".
O presidente pediu união e trabalho em conjunto entre Democratas e Republicanos para apurar e investigar o atentado, e pediu que as pessoas não especulem sobre as causas sem ter informações. "As pessoas não deveriam pular para as conclusões antes de ter todos os fatos", disse. Obama foi cuidadoso e evitou usar a palavra "terrorismo" para explicar as explosões...


De revista ÉPOCA

quinta-feira, 21 de março de 2013

Obama reafirma compromisso com a criação de um Estado de Palestina



Barack Obama ressaltou nesta quinta-feira (21), na Cisjordânia, o compromisso com "a solução de dois Estados”, ou seja, a criação de um Estado da Palestina. O presidente americano fez um apelo a Israel e Palestina alegando que um objetivo só pode ser alcançado se retomarem as negociações diretas. Além disso, Obama fez uma crítica aos israelenses pela política de expansão da colonização nos territórios ocupados.
“Os palestinos merecem ter seu próprio Estado” disse ele, que afirmou que o país que preside está “completamente comprometido para ver um Estado da Palestina independente e soberano”.
Esta é a primeira visita oficial de Barack Obama dia aos territórios palestinos, onde ainda afirmou ao premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, que sua política de expansão das colônias israelenses nas regiões ocupadas "não é construtiva ou apropriada para a paz" e "não combina" com a “solução de dois Estados” para a localidade.
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De internacional, jornal DO BRASIL

segunda-feira, 18 de março de 2013

Obama anuncia grande investimento em energia alternativa



O presidente dos EUA, Barack Obama, retomou a defesa de sua agenda de energia durante uma cerimônia de sexta-feira (15) em um laboratório de pesquisa do governo nos arredores de Chicago. O presidente defendeu seu projeto de criar um fundo de 2 bilhões de dólares para financiar a investigação em tecnologia de energia renovável e permitir que o país deixe de depender do petróleo estrangeiro dentro de uma década, começa o artigo do jornal El País.
A auto-suficiência energética e o desenvolvimento de energias alternativas garantirão, de acordo com o presidente, o crescimento econômico e a segurança do país.
"Hoje há poucas áreas mais promissoras para a criação de emprego e crescimento da nossa economia que o investimento em energia americana", disse Obama.
"Nossa necessidade de petróleo nos torna muito dependente de outros países, e isso é ruim para a nossa segurança nacional e no exterior", prosseguiu o presidente. "Mas também é essencial para garantir a nossa segurança econômica. Quando o preço da gasolina sobe, é difícil para os empresários planejar seus investimentos e criar mais empregos."
O Fundo de Segurança Energética é, para Obama, um mecanismo essencial para reduzir a dependência dos EUA do petróleo estrangeiro. A proposta do presidente é parte de sua estratégia de energia, que prioriza investimentos em energias renováveis e gás. A iniciativa, que Obama já apresentou em seu discurso sobre o estado da União em 12 de fevereiro, deve ser aprovada pelo Congresso, que contará com a oposição do Partido Republicano, o que favorece a expansão das perfurações petrolíferas submarinas e terrestres nos EUA. “Hoje em dia há poucas áreas mais promissoras para a criação de emprego e crescimento da nossa economia que o investimento em energia americana", argumentou Obama.
Embora o presidente tenha defendido a necessidade de aumentar a produção de petróleo em solo dos EUA, que subiu durante seu primeiro mandato, sua administração tem sido relutante em expandir as perfurações em terras de propriedade do governo federal, uma condição que Republicanos exigiu em troca do seu apoio no Congresso. A proposta de orçamento apresentada na última terça-feira (12) pelo deputado Paul Ryan na Câmara dos Deputados inclui o aumento de receitas federais procedentes, precisamente, da extensão do número de perfurações no país.
O presidente defendeu sua proposta em um laboratório pioneiro em pesquisa de tecnologia para o desenvolvimento de carros elétricos. Obama foi considerado o salvador da indústria automotiva durante seu primeiro mandato com o seu plano de investimento público para estimular o setor. Nesta sexta-feira (15), o presidente aposta que nos próximos 10 anos, graças ao seu fundo, os veículos dos EUA não dependerão exclusivamente do petróleo.
Problemas do setor
O presidente, no entanto, não esquece os problemas ao setor de pesquisa que serão trazidos pelo pacote de cortes de gastos públicos milionários, conhecido como sequestro, que entrou em vigor em 1 de março. "Não podemos permitir que, enquanto na China ou na Alemanha, seus cientistas estão trabalhando e inovando, ficamos presos aqui por causa de uma decisão econômica", lamentou o presidente.
O fundo deverá ser aprovado pelo Congresso, que contará com a oposição do Partido Republicano, favorável à expansão das perfurações petrolíferas submarinas e terrestres nos EUA.
O presidente defendeu suas realizações da política energética e de seus ministros, durante seus quatro anos de mandato. "Dobramos a quantidade de energia eólica e solar. Estamos produzindo mais gás natural do que nunca, criamos centenas de milhares de postos de trabalho para o setor que comprovam essa eficácia." 
No entanto, nem todo mundo é tão entusiasta como o presidente sobre os resultados e sua decisão em matéria de meio ambiente. Várias organizações ambientalistas se reuniram do lado de fora do laboratório onde Obama falou para recordar a sua feroz oposição a um megaprojeto de um gasoduto que transportará óleo bruto do Canadá às refinarias no Golfo do México e sobre cuja autorização deve se pronunciar o Departamento de Estado nas próximas semanas.
O desligamento deste oleoduto tornou-se o carro-chefe das batalhas das organizações ambientais, mas tem o apoio de muitos republicanos e democratas no Congresso, convencidos de sua construção através da criação de empregos e desenvolvimento econômico que poderiam ajudar a uma área, a do Golfo, muito sofrida após o desastre do derramamento da BP em 2010. 
Até agora, o presidente conseguiu evitar a controvérsia, mas no mês passado, o Departamento de Estado emitiu um relatório favorável à construção do oleoduto, que concluiu que o impacto ambiental seria mínimo.

De jornal DO BRASIL

terça-feira, 5 de março de 2013

Obama reafirma seu "apoio ao povo venezuelano" após a morte de Chávez


Washington, 5 mar (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reafirmou nesta terça-feira "o apoio dos Estados Unidos ao povo venezuelano e seu interesse no desenvolvimento de uma relação construtiva" com a Venezuela" após a morte do líder Hugo Chávez.

"A Venezuela inicia um novo capítulo em sua história e os Estados Unidos seguem comprometidos com políticas que promovam os princípios democráticos, o Estado de Direito e o respeito dos direitos humanos", apontou o presidente em um breve comunicado.


 De agência EFE

sábado, 2 de março de 2013

Obama assina ordem que dá sinal verde a cortes fiscais de 2013


Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta sexta-feira uma ordem que autoriza o início dos cortes maciços nos gastos públicos, no valor de US$ 85 bilhões, a partir desta meia-noite, informou a Casa Branca.

Segundo a ordem assinada por Obama, os cortes ocorrerão de acordo com as quantias calculadas pelo Escritório de Gestão e Orçamento no relatório enviado ao Congresso nesta sexta.


De agência EFE

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Obama pede que Supremo revogue lei contra casamento gay


O governo de Barack Obama pediu formalmente nesta sexta-feira que a Suprema Corte dos Estados Unidos considere inconstitucional a lei federal que nega benefícios aos casais homossexuais. Aprovada em 1996, a Lei de Defesa do Casamento define o matrimônio como uma união legal entre um homem e uma mulher. Entre os benefícios negados aos casais gays pela lei estão direitos à herança, incentivos fiscais, declarações de impostos de renda conjuntas e cobertura de plano de saúde.

Os membros do Supremo vão debater a questão do casamento gay – inclusive um recurso contra a lei de 1996 -- no final de março, e tomarão suas decisões sobre o assunto em junho. Na sexta, o Departamento de Justiça entregou à Suprema Corte o primeiro de uma série de relatórios do órgão sobre o tema. O documento reforça a opinião já expressada por Barack Obama de que a lei contra a união homossexual é inconstitucional por ser contrária às garantias de igualdade previstas na Constituição.

"A oposição moral à homossexualidade, embora possa refletir opiniões pessoais profundas, não é um objetivo de política legítimo que possa justificar o tratamento desigual dado aos gays", aponta o advogado-geral dos EUA, Donald Verrilli, no relatório...



De Internacional, Revista VEJA

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Obama pede ao Congresso que faça governo funcionar "para muitos"


WASHINGTON, 13 Fev (Reuters) - O presidente dos EUA, Barack Obama, desafiou na terça-feira um dividido Congresso a elevar o salário mínimo e fazer o governo trabalhar "para muitos", em um discurso do Estado da União que teve como foco a justiça econômica para a classe média, num momento em que o democrata busca dar um viés mais assertivo ao seu segundo mandato.
Em busca de aproveitar o impulso da sua reeleição conquistada em novembro, Obama prometeu voltar suas atenções para problemas econômicos como o desemprego de 7,9 por cento, questão que assombrou os primeiros quatro anos do seu governo.
Sem oferecer concessões aos republicanos em suas reivindicações de cortes nos gastos públicos, Obama reiterou apoio a uma elevação de impostos para os mais ricos e a um plano de gastos de 50 bilhões de dólares para gerar empregos por meio da reconstrução de pontes e estradas degradas.
Foi a segunda vez em poucas semanas que Obama usou uma ocasião importante para mostrar um novo lado, mais ousado. A primeira foi no seu discurso de posse no segundo mandato, quando defendeu enfaticamente os direitos dos homossexuais e colocou a questão climática de volta na pauta.
Na terça-feira, Obama anunciou planos para retirar 34 mil dos 66 mil soldados do Afeganistão ao longo do próximo ano, e voltou a defender a realização de uma reforma imigratória.
O discurso durou uma hora, e no momento mais emotivo ele conclamou o Congresso a proibir armas de assalto e adotar outras medidas de controle de armas de fogo. Vítimas de recentes ataques a tiros --inclusive de uma chacina de crianças em Connecticut-- estavam na plateia, e algumas foram às lágrimas.
Mas a ênfase central do seu discurso foi na "construção de novas escadas de oportunidade" para a classe média.
"É nossa tarefa inconclusa assegurar que este governo trabalhe em nome de muitos, e não apenas de alguns poucos", disse Obama no plenário da Câmara dos Deputados, diante de centenas de parlamentares, funcionários do Executivo e dignitários. (...)


De manchetes, portal REUTERS BRASIL

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Obama pede que Schwarzenegger faça filmes iranianos

Arnold estreará uma crônica onírica e lentíssima sobre as mazelas dos camponeses
WASHINGTON - Em seu discurso de posse, o presidente reeleito Barack Obama defendeu enfaticamente a cultura do desarmamento. "Vamos instalar uma Unidade de Polícia Pacificadora em Hollywood", anunciou. Em seguida, defendeu a participação de Arnold Schwarzenegger em fábulas rurais iranianas.

Obama também defendeu minorias perseguidas pela sociedade: “Nossa jornada não estará completa até que os ex-BBBs, os atores de Malhação e os torcedores do Botafogo sejam tratados como iguais", defendeu.

O presidente enfatizou ainda a necessidade de buscar o consenso em prol da América. Como demonstração de apoio, Republicanos e Democratas aprovaram em regime de urgência a nova franjinha de Michelle Obama.

No Maranhão, José Sarney colocou imediatamente os bigodes de molho, como sinal de que o PMDB apoia a reeleição de Obama, o penteado de Michelle e as candidaturas de Dilma, Lula, Aécio e Eduardo Campos.

De The Herald, Revista PIAUÍ