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terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Contas públicas têm rombo recorde em novembro, diz BC
O setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras) registrou um déficit primário de 19,56 bilhões de reais em novembro, o pior para o mês na série histórica do Banco Central (BC), iniciada em dezembro de 2001. Em 12 meses o rombo é de 52,41 bilhões de reais, o maior já registrado como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), em 0,89%.
Segundo dados divulgados pelo BC, o saldo negativo de novembro foi provocado pelo déficit do governo central (-21,671 bilhões de reais) e de empresas estatais (-249 milhões de reais), sendo apenas ligeiramente compensado pelo superávit de Estados e municípios (+2,352 bilhões de reais).
O resultado veio maior que projeções de analistas de um déficit de 14 bilhões de reais para o mês, conforme pesquisa da Reuters. No acumulado dos onze primeiros meses do ano, o déficit ficou em 39,520 bilhões de reais, também um recorde negativo, e bem acima do déficit de 19,642 bilhões de reais em igual período de 2014...
De economia, VEJA
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Projeção para inflação em 2015 dispara a 6,99% e de expansão do PIB despenca a 0,13%
SÃO PAULO - A projeção de economistas de instituições financeiras para a inflação neste ano disparou para praticamente 7 por cento após o anúncio de aumentos de impostos ao mesmo tempo em que a estimativa de crescimento da economia despencou, mas a projeção para a Selic ao final de 2015 permaneceu inalterada.
De acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, a projeção para a alta do IPCA em 2015 foi elevada pela quarta semana seguida, a 6,99 por cento, contra 6,67 por cento anteriormente.
A última vez que a inflação oficial brasileira ficou acima de 7 por cento foi em 2004, quando o IPCA subiu 7,60 por cento. A meta oficial é de 4,5 por cento, com margem de 2 pontos percentuais.
A forte revisão da projeção no Focus aconteceu depois que o governo anunciou pacote de aumento de impostos, com destaque para tributos sobre combustíveis, como parte da investida do governo para colocar as contas públicas em ordem...
De Camila Moreira, REUTERS
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Petrobras sobre 5% após pacote de Levy
O Ibovespa tem alta nesta terça-feira (20) depois de anúncio de quatro medidas para aumentar em R$ 20 bilhões as receitas do governo pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy. Além disso, a China divulgou um crescimento do seu PIB em 2014 maior do que o esperado. Às 10h16 (horário de Brasília), o índice sobe 1,45%, a 48.451 pontos.
O câmbio seguia otimismo generalizado e o dólar caía 0,47%, ficando cotado a R$ 2,6433 na venda. Em relatorio, a Guide Investimentos explica que o discurso de Levy tem aumentado a sua credibilidade e ajudado a conter a pressão de alta do dólar e dos juros futuros mais longos. Os juros DI para janeiro de 2016 caíam 7 pontos-base, para 12,61%.
As ações da Vale (VALE3, R$ 21,81, +0,74%; VALE5, R$ 19,24, +0,73%) sobem por espera de que o minério fique mais caro com um aumento na demanda da China puxada por uma desaceleração menor da economia do gigante asiático. Petrobras (PETR3, R$ 9,33, +5,07%; PETR4, R$ 9,60, +4,46%) sobe 5%...
De Gerick Fernandes, DIARIO DO ESTADO
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Governo reduz de 2% para 0,8% previsão de alta do PIB em 2015
O governo brasileiro revisou para 0,8% a estimativa de crescimento da economia em 2015, bem abaixo dos 2% previstos ainda em novembro, segundo documento enviado nesta quinta-feira (04/12) à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional.
A revisão ocorre menos de duas semanas depois do recuo anterior, que foi de 3% para 2%, e se aproxima das projeções feitas pelo mercado financeiro. A previsão do relatório para os anos de 2016 e 2017 é um crescimento de 2% e de 2,3% do PIB, respectivamente.
A revisão, feita pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, também fixou a meta de superávit primário (excedente usado para pagar juros da dívida pública) em 66,3 bilhões de reais. Além dos novos cenários econômicos, o valor foi definido com base na meta de superávit primário de 1,2% do PIB em 2015, anunciada na semana passada pelo futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
A atualização, segundo o governo, ocorreu após uma mudança no cenário macroeconômico e das novas metas anunciadas pelo governo para os próximos dois anos.
De AS, lusa, abr, DW
sábado, 15 de novembro de 2014
Anfitriã do G20, Austrália tem problemas parecidos ao Brasil, mas desempenho econômico melhor
A Austrália – país que preside atualmente o G20 – é, como o Brasil, um grande exportador de minérios e de produtos agrícolas e também sofre o impacto da queda nos preços das commodities.
Mas esse problema não afeta os dois países da mesma maneira: a economia australiana vem crescendo a taxas maiores do que a brasileira.
Desde 2012, o PIB da Austrália cresce mais do que o brasileiro. Neste ano, a economia australiana deve registrar expansão de 3,1%, enquanto a brasileira deve aumentar apenas 0,3%, menos do que a zona do euro em crise, segundo previsões da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
Entre os países do G20 (grupo que reúne os países mais ricos), a Austrália só deverá crescer menos do que a China, Índia, Indonésia e Coreia do Sul em 2014.
Nos próximos dois anos, segundo previsão da OCDE, o PIB da Austrália deverá continuar crescendo a taxas superiores às do Brasil (1,5% em 2015 e 2% em 2016).
Como o Brasil, a Austrália desfrutou de um longo período de preços internacionais favoráveis e de forte aumento da demanda de algumas matérias-primas consideradas chave, como o minério de ferro.
Existem duas razões que explicam o bom desempenho da economia australiana apesar da queda nos preços internacionais de algumas commodities, disse à BBC Brasil Phil Hemmings, economista sênior da OCDE, especialista nesse país...
De Daniela Fernandes, BBC
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Não há o que esconder
O governo Dilma saiu do armário fiscal. Reconheceu que fracassou no cumprimento das metas das contas públicas deste ano, correspondente a um superávit primário de 1,9% do PIB (cerca de R$ 100 bilhões destinados ao pagamento da dívida pública).
Na prática, encaminhou para o Congresso projeto de lei que altera o artigo 3.º da Lei Orçamentária de 2014, a que chamou de flexibilização da meta. A lei a ser revogada agora permitia um abatimento do resultado das contas públicas de um volume de até R$ 67 bilhões, correspondente a investimentos do PAC. O novo projeto acrescenta a esses R$ 67 bilhões o total da renúncia fiscal com as desonerações (redução de contribuições e impostos), que poderá chegar aos R$ 105 bilhões. Além disso, não assume eventuais déficits dos Estados e municípios. Ou seja, se o rombo fiscal (e não mais o superávit) for de R$ 72 bilhões, fica tudo como se a meta fiscal de R$ 100 bilhões – positivos – ficasse plenamente cumprida. (...)
Assim é…
Então, fica assim. Primeiro, o governo se compromete a cumprir em 2014 uma meta fiscal de 2,1% do PIB, como aconteceu no fim de 2013. Depois, descobre que as metas eleitorais não se casam com as metas fiscais. O passo seguinte foi reduzir a meta fiscal para caber na meta eleitoral. Mas, ainda assim, não deu… Agora, é chamar o Congresso para dizer amém e arrumar tudo. Nada impede que o mecanismo se repita ano após ano.
De Celso Ming, ESTADÃO
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Projeção de expansão do PIB em 2014 cai de 0,24% para 0,20%, diz Focus
SÃO PAULO - Os analistas de mercado seguem ajustando para baixo suas estimativas para a economia brasileira, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. A mediana das previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano caiu de 0,24% para 0,20%. Há um mês, a projeção era de crescimento de 0,28%. Depois de ficar estacionada algumas semanas em 1%, a estimativa para 2015 recuou para aumento de 0,80%.
A produção industrial deste ano também foi revisada para baixo, de queda de 2,17% para recuo de 2,21%. A estimativa para 2015, contudo, teve ligeira melhora, de crescimento de 1,42% para 1,46%.
Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial de setembro caiu 0,2%, ante agosto, quando se esperava aumento de 0,2%. No trimestre entre julho e setembro, houve queda também de 0,2% ante o trimestre anterior, segundo o IBGE.
Para analistas consultados pelo Valor na ocasião, esse resultado colocou um viés de baixa para o PIB do período, que será divulgado no fim deste mês. O primeiro mês do quarto trimestre também não parece ter sido bom para o setor a julgar pelo PMI industrial do Brasil, medido pelo HSBC, que recuou a 49,1 em outubro, de 49,3 em setembro. Medições abaixo de 50 indicam contração da atividade. Esse índice composto leva em conta produção, emprego, preços, demanda interna e externa.
De Ana Conceição, Valor
terça-feira, 3 de junho de 2014
Miriam Leitão: "No Brasil, diferente de outros países sedes, em ano de Copa a economia esfria"
Com feriados e férias coletivas, economia pode esfriar mais
As previsões de crescimento do PIB de 2014 estão ficando cada vez menores. As principais instituições ouvidas pelo Banco Central (BC) esperam, agora, alta de apenas 1,5%. O resultado do primeiro trimestre, de crescimento de 0,2%, foi fraco, e os economistas preveem que o segundo trimestre também não será bom, podendo ficar até negativo.
O que impressiona é que em ano de Copa, geralmente, a economia cresce. Os consumidores compram mais. Mas em 2014, por ser o Brasil o país sede do campeonato, haverá muitos feriados que, somados às férias coletivas dadas por alguns setores, poderão fazer com que a economia esfrie ainda mais entre abril e junho.
As férias coletivas dadas por diferentes setores da indústria são um sinal de alerta porque podem virar demissão. Se isso acontecer, a melhor área que temos na economia, o emprego, pioraria.
No resultado do PIB do primeiro trimestre, divulgado pelo IBGE, preocupam, por exemplo, os dados da indústria e do investimento, que tiveram queda.
De Miriam Leitão, O GLOBO
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sábado, 31 de maio de 2014
Após PIB fraco, Mantega culpa seca, inflação e câmbio
SÃO PAULO - A lista de fatores negativos que atrapalharam o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre foi grande, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O ministro citou a seca, a recuperação lenta da economia internacional, o baixo crescimento da Europa, a volatilidade cambial e o aumento da inflação. O PIB do primeiro trimestre sofreu desaceleração, apresentando crescimento de 0,2%.
O ministro disse que o desempenho do PIB poderia ter sido melhor se a seca não tivesse prejudicado algumas culturas na agricultura. Apesar disso, o setor agropecuário contribui com 3,6% para o crescimento de 0,2% do PIB no primeiro trimestre, na margem.
Mantega disse que o desempenho do PIB no primeiro trimestre foi prejudicado por alguns fatores negativos. Entre os fatores citados por Mantega estava a demora além do esperado da recuperação da economia internacional. "Os EUA apresentaram queda de 0,25% no primeiro trimestre, o que dá 1% em anualidade", disse. Ainda de acordo com o ministro, a Europa cresceu abaixo das projeções...
De ESTADÃO
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Salário de parlamentar no Brasil é maior do que na Alemanha e no Japão
Um levantamento realizado pela revista britânica The Economist colocou os parlamentares brasileiros na vergonhosa quinta posição de um ranking que analisou os gastos absolutos e proporcionais com salários de parlamentares. Ao todo, 29 países foram analisados. Em valores absolutos, segundo a revista, um congressista brasileiro custa 157 000 dólares anuais, salário que ultrapassa os pagos em estados ricos como a Alemanha, a França e o Japão.
Hoje, os congressistas brasileiros ganham 26 723,13 reais por mês, além de outros benefícios.
Proporção - A quinta posição pode ser considerada mais grave. O impacto dos gastos de Estados Unidos, Austrália, Itália – que aparecem à frente do Brasil em salários absolutos – é menor em relação ao Produto Interno Bruto per capita do país. Ou seja, eles gastam mais, mas o país é mais rico e pode pagar essa diferença.
Nesses termos proporcionais, o Brasil registra um novo vexame: a sexta posição. Segundo o ranking, deputados e senadores brasileiros ganham em média treze vezes mais que o PIB per capita do país. Desta vez, os números colocam o Brasil à frente de superpotências como os Estados Unidos. Na França, por exemplo, o salário de um parlamentar é duas vezes superior ao PIB per capita.
O Brasil só parece bem na comparação com países como a Nigéria (onde os parlamentares ganham 116 vezes o PIB per capita do país) e o Quênia (76 vezes). Na última posição está a Noruega, que paga salários próximos ao PIB per capita do país...
De congresso, VEJA
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PIB da China cresce 7,5% no 2º tri, em linha com expectativas
PEQUIM - O crescimento econômico anual da China desacelerou para 7,5 por cento entre abril e junho deste ano, ante 7,7 por cento, no segundo trimestre seguido de crescimento mais lento, de acordo com dados oficiais divulgados nesta segunda-feira.
O dado do segundo trimestre, anunciado pela Agência Nacional de Estatísticas, ficou em linha com expectativas do mercado em pesquisa da Reuters.
A segunda maior economia do mundo cresceu 7,6 por cento nos seis primeiros meses de 2013 na comparação com um ano antes.
Outros dados divulgados junto com os do PIB mostraram que a produção industrial cresceu 8,9 por cento em junho sobre o ano anterior, ante expectativa de 9,1 por cento em pesquisa da Reuters. As vendas no varejo em junho avançaram 13,3 por cento ante o ano anterior, contra expectativa de 12,9 por cento.
Os investimentos em ativo fixo subiram 20,1 por cento no primeiro semestre na comparação com o mesmo período do ano anterior, contra projeção de 20,2 por cento.
De economia, REUTERS BRASIL
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Brasil vai crescer abaixo de 3 em 2013 e inflação será maior, diz BC
SÃO PAULO - Ao mesmo tempo em que vê a
economia brasileira crescendo menos, o Banco Central piorou seus
cenários de inflação para este e o próximo ano, citando também riscos
trazidos pelo dólar mais elevado e reforçando os sinais de que manterá o
ciclo de aperto monetário iniciado em abril.
Para este ano, a autoridade monetária prevê o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescerá 2,7 por cento, ante 3,1 por cento previstos até então, mesmo desempenho visto em 2011, primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff. No ano passado, o PIB cresceu apenas 0,9 por cento.
A previsão do BC para este ano ainda é melhor do que a colhida na pesquisa Focus, que aponta expansão de 2,46 por cento.
O BC argumenta que os indicadores de atividades já vistos no segundo trimestre sugerem continuidade da recuperação, como a retomada da indústria e a continuidade da expansão do consumo das famílias.
A perspectiva de inflação, no entanto, piorou na visão do BC. Segundo o relatório, o IPCA ficará em 6,0 por cento neste ano pelo cenário de referência, ante previsão anterior de 5,7 por cento, e em 5,4 por cento em 2014, ligeiramente acima da estimativa anterior, de 5,3 por cento.
O indicador voltará a estourar o teto da meta do governo no segundo trimestre deste ano no acumulado em 12 meses, chegando a 6,8 por cento, recuando a 6,2 por cento no terceiro trimestre e a 6 por cento no quarto trimestre. A meta de inflação é de 4,5 por cento, com tolerância de 2 pontos percentuais.
O BC destacou que a maior volatilidade e "tendência de apreciação" do dólar são riscos considerados, apesar de defender que na última década o repasse da depreciação cambial para a inflação diminuiu.
"Além disso, esse repasse tende a ser suavizado pelo ciclo de ajuste da política monetária ora em curso", trouxe o relatório, acrescentando que a inflação em 12 meses ainda apresenta tendência de elevação e que o balanço de riscos para o cenário prospectivo é desfavorável.
O dólar, até a véspera, acumulava alta de 2 por cento ante o real no mês, mas chegou a subir mais de 5 por cento no mês em seu pior momento, quando ultrapassou o patamar de 2,25 reais, sob a expectativa de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa reduzir seu programa de estímulos e, consequentemente, diminuir a liquidez internacional.
O BC iniciou novo ciclo de aperto monetário em abril passado, quando tirou a Selic da mínima histórica de 7,25 por cento ao ano para 7,50 por cento, mas acelerou o passo em maio e já elevou a taxa básica de juros ao atual patamar de 8 por cento.
Os agentes econômicos acreditam que a autoridade monetária vai continuar o movimento e já há quem acredite que, em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) vai aumentar a Selic em 0,75 por cento, como mostra a maioria das apostas no mercado futuro de juros.
O IPCA de maio, em 12 meses, estava exatamente no teto da meta do governo.
De Patricia Duarte, agência REUTERS BRASIL
Para este ano, a autoridade monetária prevê o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescerá 2,7 por cento, ante 3,1 por cento previstos até então, mesmo desempenho visto em 2011, primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff. No ano passado, o PIB cresceu apenas 0,9 por cento.
A previsão do BC para este ano ainda é melhor do que a colhida na pesquisa Focus, que aponta expansão de 2,46 por cento.
O BC argumenta que os indicadores de atividades já vistos no segundo trimestre sugerem continuidade da recuperação, como a retomada da indústria e a continuidade da expansão do consumo das famílias.
A perspectiva de inflação, no entanto, piorou na visão do BC. Segundo o relatório, o IPCA ficará em 6,0 por cento neste ano pelo cenário de referência, ante previsão anterior de 5,7 por cento, e em 5,4 por cento em 2014, ligeiramente acima da estimativa anterior, de 5,3 por cento.
O indicador voltará a estourar o teto da meta do governo no segundo trimestre deste ano no acumulado em 12 meses, chegando a 6,8 por cento, recuando a 6,2 por cento no terceiro trimestre e a 6 por cento no quarto trimestre. A meta de inflação é de 4,5 por cento, com tolerância de 2 pontos percentuais.
O BC destacou que a maior volatilidade e "tendência de apreciação" do dólar são riscos considerados, apesar de defender que na última década o repasse da depreciação cambial para a inflação diminuiu.
"Além disso, esse repasse tende a ser suavizado pelo ciclo de ajuste da política monetária ora em curso", trouxe o relatório, acrescentando que a inflação em 12 meses ainda apresenta tendência de elevação e que o balanço de riscos para o cenário prospectivo é desfavorável.
O dólar, até a véspera, acumulava alta de 2 por cento ante o real no mês, mas chegou a subir mais de 5 por cento no mês em seu pior momento, quando ultrapassou o patamar de 2,25 reais, sob a expectativa de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa reduzir seu programa de estímulos e, consequentemente, diminuir a liquidez internacional.
O BC iniciou novo ciclo de aperto monetário em abril passado, quando tirou a Selic da mínima histórica de 7,25 por cento ao ano para 7,50 por cento, mas acelerou o passo em maio e já elevou a taxa básica de juros ao atual patamar de 8 por cento.
Os agentes econômicos acreditam que a autoridade monetária vai continuar o movimento e já há quem acredite que, em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) vai aumentar a Selic em 0,75 por cento, como mostra a maioria das apostas no mercado futuro de juros.
O IPCA de maio, em 12 meses, estava exatamente no teto da meta do governo.
De Patricia Duarte, agência REUTERS BRASIL
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Mercado reduz previsão do PIB pela quinta vez consecutiva
Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para o sistema de metas de inflação, a estimativa do mercado financeiro para este ano subiu de 5,80% para 5,83%. Para 2014, a previsão do mercado para o IPCA ficou inalterada em 5,80%...
De economia, jornal DO BRASIL
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
O que o PIB do 1º trimestre diz
A alta de 0,6% do PIB no primeiro trimestre não é tanto quanto se esperava, mas é algum crescimento. No vídeo, eu explico que se confirmou a pior das previsões, já que o mercado estimava crescimento entre 0,6% e 1,1%. O BC e o governo tinham previsto números maiores (1,05% e 0,9%, respectivamente).
O país está em recuperação, ainda que mais lenta do que se imaginava. A agricultura salvou a lavoura, a indústria encolheu um pouco. O investimento cresceu, mas quando olhamos os números por dentro, vemos que está muito relacionado às compras de caminhões.
Tomara que esse resultado sirva de alerta para o governo tomar decisões de forma mais rápida para que os investimentos públicos e privados aconteçam, e o país cresça mais.
O PIB acumula alta de 1,2% em 12 meses.
De Miriam Leitão, blog, portal O GLOBO
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Mantega fala em rever para baixo projeção de alta do PIB
O ministro destacou que o governo vai rever a projeção de PIB no próximo relatório de reprogramação orçamentária. "Certamente iremos rever quando fizermos o próximo relatório". O ministro Segundo ele, é preciso "olhar" os trimestres sucessivos para fazer uma avaliação. "Não dá para olhar um trimestre só. Estamos no meio do segundo trimestre e os dados são muito bons, abril está fechado e quase todos os indicadores são positivos, como papelão ondulado", avaliou.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Para 'Financial Times', otimismo no Brasil é 'fachada'
Editorial de jornal britânico lembra que economia brasileira cresce menos do que Japão e desaceleração de investimentos ainda pesa no PIB
Em seu editorial na edição desta segunda-feira, o jornal britânico Financial Times disse que o otimismo dos brasileiros com relação à economia é “de fachada”. A publicação começa o texto enumerando as boas-notícias que o país recebeu nos últimos dias, como a ascensão do diplomata Roberto Azevêdo à presidência da Organização Mundial do Comércio (OMC), a emissão bem-sucedida de títulos da Petrobras, a oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) de 11,4 bilhão de reais da BB Seguridade – a maior do ano -, além do leilão de blocos de petróleo, promovido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) na semana passada. “Contudo, a aparente sensação de bem-estar é uma fachada”, afirma o conceituado periódico na sequência.
O FT destaca que a economia brasileira cresce menos do que o Japão neste ano, depois de ter expandido apenas 1% ano passado, e lembrou que a inflação alta tem erodido a confiança do consumidor. “Há um senso de mal-estar e a raiz dele é a desaceleração dos investimentos, que começou em 2011 e permanece“, diz o editorial. “Mais investimentos é exatamente o que o Brasil precisa para manter os empregos e tornar-se a potência global que ele quer ser”, acrescenta, citando que os investimentos representam 18% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, contra 24% da América Latina e 30% das potências asiáticas.
Na opinião do jornal, a culpa pela desaceleração de investimentos é de Brasília, uma vez que o modelo econômico extravagante cujo motor é o consumo, firmado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está esgotado, enquanto o modelo de Dilma, mais centralizador, acaba tornando lentas as decisões econômicas.
Outra crítica é a ajuda pontual para os setores preferidos do governo, em vez de uma ampla reforma estrutural para os mercados. Um exemplo citado é a questão da infraestrutura, com investimentos necessários em portos, aeroportos, ferrovias e rodovias. Para o FT, há interesse de empresários e investidores de participar desses setores, mas o marco regulatório ainda não viabiliza a construção de uma nova infraestrutura. “Brasil precisa desesperadamente de mais investimentos. O baixo nível da poupança nacional significa que o dinheiro terá de vir de fora. Hoje o capital está barato, mas não estará para sempre. Brasil tem uma boa janela de oportunidades e a senhora Rousseff e seu governo precisam fazer as coisas acontecerem enquanto ela ainda está aberta”, finaliza o texto.
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sábado, 11 de maio de 2013
Dívida externa brasileira cresce 60% desde a crise financeira de 2008
Desde a crise financeira de 2008, que provocou uma parada súbita nas linhas de crédito internacionais, a dívida externa brasileira aumentou 60%, impulsionada pelo endividamento das empresas.
A dívida das instituições financeiras no exterior praticamente dobrou entre dezembro de 2008 e este ano. No mesmo período, as empresas não financeiras aumentaram sua exposição em moeda estrangeira em 72%.
O levantamento foi feito pela equipe do banco Credit Suisse, que atribui parte desse aumento à fixação de barreiras à entrada de capital externo, iniciada em 2010.
Para tentar refrear o fluxo de recursos estrangeiros que entrava no país e valorizava o real em relação ao dólar, o governo impôs IOF de 6% na compra de títulos públicos por estrangeiros.
"Quando o governo decide impor IOF para operações com seus papéis, esses recursos deixam de entrar, mas as empresas percebem que há demanda por títulos brasileiros e vão para o mercado externo captar com taxas mais baixas", afirma o economista-chefe do Credit Suisse, Nilson Teixeira.
Diante de um cenário de abundância de recursos e juros mais baixos no exterior, as empresas aumentaram sua dívida lá fora.
A questão é que, simultaneamente, elas passaram a assumir riscos de prejuízo em caso de uma repentina desvalorização cambial.
Em 2008, a alta do dólar em decorrência da crise bancária nos EUA, levou Aracruz e Sadia a dificuldades. Ambas tinham operações com derivativos atrelados ao dólar e acabaram vendidas.
Para Teixeira, não há risco no médio prazo: "De fato a dívida aumentou, mas, quando comparada com a de outros países, é baixíssima".
Além disso, observa o economista, o prazo é longo (em média, 6,5 anos) e o montante é pouco superior ao que o Brasil arrecada com exportações --a dívida externa equivale a 1,3 vezes o auferido com as exportações, segundo cálculos de Teixeira.
Para Daniela Prates, professora da Unicamp, contudo, o enfraquecimento recente das exportações são um fator de vulnerabilidade.
"A capacidade de gerar divisas [para honrar as dívidas] se dá por meio das exportações. E o cenário pós-crise ficou mais grave nesse ponto, porque a concorrência ficou mais acirrada", afirma.
"A composição da nossa pauta de exportações faz com que sejamos mais vulneráveis ao preço das commodities e à demanda da China. Isso traz preocupação quanto à solvência da dívida", diz ela.
De Mariana Carneiro, jornal FOLHA DE SÃO PAULO
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Análise: Indústria cresce agora, mas é difícil haver bons resultados futuros
O resultado da indústria deixou um cheiro de que "agora vai" no ar. Os números negativos continuam negativos, mas em proporção menor, vide a pequena queda de 0,5% no primeiro trimestre contra o mesmo período do ano anterior.
Isso ajudará muito pouco no PIB, que deve crescer magros 1,8% na mesma comparação e parcos 2,5% no ano. Mas por que números tão baixos ainda?
Ainda há certa concentração na recuperação, especialmente nos setores de caminhões e tratores. Para os primeiros continuam valendo os efeitos estatísticos de um 2012 muito fraco por mudanças na configuração dos motores usados. Para tratores, vale o efeito da supersafra e da observação cada vez mais óbvia de que resta apenas a agropecuária como setor competitivo no país.
Além disso, a indústria começa a ter leve recuperação em um momento de comércio começando a fraquejar e cenário internacional ainda de lado, especialmente com dados ambíguos na economia americana, sem falar na Europa que continua em crise. As desvalorizações no Japão, que podem instigar desvalorizações em outros países asiáticos, dificultam ainda mais nossas exportações.
Aqui na América do Sul, dois parceiros importantes para nossas exportações de manufaturados, Argentina e Venezuela, devem ter ano de crise. Vale lembrar que a Argentina está com o câmbio paralelo passando de 70% de diferença em relação ao oficial. Uma mega depreciação por aquelas bandas não pode ser descartada ainda este ano.
Isso sem falar que México tem grande potencial de ganhar mercado em cima do Brasil.
Basta dizer que o custo unitário do trabalho naquele país já se iguala ao chinês.
E, por fim, a cereja do bolo, é que a indústria brasileira continuará sendo pouco competitiva pelos velhos problemas de sempre, desde o custo do trabalho proibitivo até a infraestrutura em crise sem fim.
Com essa barafunda de problemas, é difícil esperar bons resultados não apenas para 2013, mas a perder de vista. Mudar esse cenário demandará uma mudança radical de política econômica, que, infelizmente, não deve acontecer.
De Sérgio Vale, jornal FOLHA DE SÃO PAULO
terça-feira, 23 de abril de 2013
Cepal reduz projeção de expansão do PIB do Brasil para 3% em 2013
A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano de 4% para 3%. A estimativa consta no Balanço Preliminar das Economias da América Latina e do Caribe, divulgado nesta terça-feira pelo organismo das Nações Unidas.
A nova projeção está em linha com a expectativa do Banco Central (BC), que espera que a economia brasileira cresça 3,1% em 2013. Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) também revisou para baixo a projeção de crescimento do Brasil neste ano, de 3,5% para 3%.
O conjunto dos países da América Latina e do Caribe deve crescer acima da média brasileira, 3,5%, ante estimativa anterior de 3,8%, divulgada no fim do ano passado, informou a Cepal.
A revisão se deve à manutenção da incerteza sobre o futuro da economia internacional, ao baixo dinamismo das economias desenvolvidas e à recuperação menos dinâmica que a prevista na Argentina e no Brasil.
Mesmo assim, o organismo espera uma retomada de crescimento nesses dois países, devido à recuperação da atividade agrícola e do investimento, que registraram quedas em 2012. A projeção de crescimento do PIB argentino em 2013 também foi reduzida de 3,9% para 3,5%.
O Paraguai vai liderar a expansão neste ano, com crescimento esperado de 10%, seguido pelo Panamá (8%), Peru (6%) e Haiti (6%). Bolívia, Chile e Nicarágua devem crescer 5%; Colômbia, 4,5% e Uruguai, 3,8%. O Brasil aparece na 21ª posição de estimativas de crescimento neste ano.
Desempenho em 2012
No ano passado, a economia da América Latina e do Caribe cresceu 3%, calcula a Cepal. O resultado foi afetado por uma menor expansão da economia mundial, pela desaceleração do crescimento da China e pelo lento crescimento dos Estados Unidos, observou o organismo das Nações Unidas.
Na divisão por regiões, a América do Sul cresceu 2,5%, ante projeção de 2,7%; a América Central teve expansão média de 4,3%, superior à estimativa de 4,2%; e o Caribe, 0,9%, ante 1,1%. O PIB brasileiro cresceu 0,9% em 2012 na comparação com 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para o conjunto dos países da América Latina e do Caribe era estimado um crescimento ligeiramente superior, de 3,1%.
A Cepal analisa que uma das molas propulsoras do crescimento desses países foi a demanda interna, graças ao bom desempenho dos indicadores do mercado de trabalho, da expansão do crédito para as famílias e, no caso da América Central e do Caribe, do aumento da remessa de emigrantes para esses países.
Os setores que tiveram maior crescimento na região foram comércio, construção e serviços financeiros. O baixo crescimento mundial afetou o comércio exterior dos países da América Latina e do Caribe. O valor das exportações aumentou somente 1,6% em 2012, ante 23,9% no ano anterior. O valor das importações também caiu de alta de 22,3% em 2011 para expansão de 4,3% no ano passado.
Ainda de acordo com a Cepal, a inflação média dos países da América Latina e do Caribe fechou 2012 em 5,6%, ante 6,8% registrados em 2011. A inflação brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Ampl o (IPCA) fechou 2012 em 5,84%, segundo o IBGE, ante 6,5% de 2011.
Segundo o organismo, a taxa de desemprego urbano registrou uma nova queda na região no ano passado, de 6,7% para 6,4%, alcançando um novo piso para as últimas duas décadas. A Cepal estima que o número absoluto de desempregados foi reduzido em 2012 para 400 mil. Entretanto, estima a instituição, 15 milhões de pessoas estão buscando empregado nas zonas urbanas da região.
De jornal VALOR ECONÔMICO
domingo, 3 de março de 2013
PIB: economistas e empresários não acompanham otimismo de Mantega
O desempenho da economia será melhor neste ano do que em 2012, mas o Produto Interno Bruto (PIB) “não deve crescer a uma taxa alta”, de até 4%, como prevê o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Assim entende o professor de Economia da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) Emerson Marçal, para quem o cenário do momento não permite projetar uma evolução acima de 2,5% a 3% em 2013.
Coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da FGV-SP, Marçal diz que o baixo patamar de investimentos, de 18,1% em 2012, não estimula a retomada da economia. Para ele, se o governo quer um crescimento mais robusto, “preciso acelerar uma agenda de reformas e de ações de longo prazo” para racionalizar o sistema tributário e melhorar a infraestrutura do país, além de investir mais em capital humano e na busca de acordos comerciais.
Essas ações, na avaliação do economista Vagner Jaime Rodrigues, da Trevisan Gestão & Consultoria (TG&C) ajudarão a reduzir o custo Brasil, que reduz em torno de 34% a competitividade dos preços de produtos brasileiros lá fora, de acordo com cálculos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Também contribuirão para melhorar a baixa produtividade média da mão de obra nacional, segundo ele.
Rodrigues ressalta que o baixo crescimento de 0,9% do PIB em 2012 se contrapõe à pequena taxa de desemprego, e diz que há uma aparente incoerência nesses indicadores: “Felizmente, o país trabalha praticamente em pleno emprego, mas a baixa performance de parcela expressiva dos recursos humanos limita as possibilidades de crescimento da produção e de expansão do PIB.”
Como exemplo, ele diz que a produtividade nos serviços caiu 9% entre 1950 e 2005. Por isso, o Brasil tem mais pessoas trabalhando para produzir o mesmo volume, o que explica, em grande parte, a estagnação do PIB. O economista ressalva que, além de mitigar a produção e os resultados das empresas, a baixa produtividade eleva os custos operacionais, que são transferidos para o preço final dos produtos e serviços, com reflexos negativos na inflação e na competitividade externa.
Por essas razões, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, enfatiza que “baixar o custo de se produzir no Brasil é imperativo, e tem que ser rápido”.
Ele elogia “algumas iniciativas importantes e corajosas” do governo, como a desoneração da folha de pagamento em quase 40 setores da atividade econômica, mais acesso ao crédito, queda dos juros, estímulos tributários em alguns segmentos do comércio e redução dos preços de energia elétrica. Coelho lembra, porém, que a efetiva implementação das medidas leva tempo. “Corremos o risco de perder o ano de 2013.”
Além da redução dos investimentos, os analistas veem com preocupação adicional a desaceleração das atividades da construção civil. Números do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) mostram que, depois do crescimento de 11,6% em 2010, o desempenho do setor caiu para 3,6% em 2011 e encerrou 2012 com aumento de apenas 1,4%. Como se isso não bastasse, o valor adicionado da construção registrou retração de 0,5% no último trimestre do ano passado, comparado ao trimestre anterior.
De economia, jornal DO BRASIL
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