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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Banco Santander entrega bolsas de estudos a universitários em Interlagos


O banco Santander Brasil entregou nesta sexta-feira no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, cem bolsas de estudos aos universitários com melhor rendimento de 47 faculdades do país para que estudem um semestre no exterior.

O programa de ajuda internacional Fórmula Santander contou um ano mais com a presença do bicampeão de Fórmula 1 Fernando Alonso, que continua sendo padrinho da iniciativa.

"Trabalhar no exterior, conhecer novas culturas e novas pessoas é uma coisa impagável", disse Alonso aos estudantes.

A entrega foi feita pelo presidente do Santander Brasil, Jesús Zabalza, que elogiou o compromisso da entidade com a internacionalização do mundo universitário, assim como pelo reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Julio Cezar Durigan.

Esta sexta edição do programa, cuja cerimônia é realizada tradicionalmente no autódromo de Interlagos, teve 18 mil inscritos, cerca de 11% mais que no ano passado.

De universidades, EFE BRASIL

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Com banco, Brics se tornam “acrônimo com capital”, diz The Economist


São Paulo - A revista britânica The Economist relativizou a criação do banco de desenvolvimento dos Brics e do fundo de reservas para auxílio de países emergentes, formalizados durante a 6ª reunião de cúpula do bloco, realizada em Fortaleza nesta semana. Em matéria publicada na edição impressa, a The Economist destaca que, apesar de terem sido instituídos para rivalizar com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, os mecanismos são menos subversivos do que aparentam.
De acordo com a matéria, o fundo financeiro de emergência, que permite aos países disponibilizar até US$ 100 bilhões de suas reservas internacionais para se ajudarem mutuamente, não é um fundo, mas “um emaranhado de promessas bilaterais”. Já o Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics (New Development Bank, ou NDB, em inglês) é mencionado como uma “sopa de letrinhas” que se soma a outros bancos de desenvolvimento nacionais e regionais dos países integrantes dos Brics.
O texto também ressalta a divisão de cargos desenhada com a criação dos mecanismos — que segundo a revista quase aniquilou o negócio. O banco será sediado em Xangai, na China, e terá na presidência um indiano a ser escolhido. O conselho de administração da instituição, por sua vez, será presidido pelo Brasil. De acordo com a revista, tal divisão pode dificultar a tomada de ações em uma mesma direção pelo banco.
A reportagem da The Economist destaca, por fim, que além da característica de serem grandes países emergentes, os Brics seguem sendo um bloco com pouco em comum, onde pesam disparidades como renda per capita e regimes políticos democráticos (Brasil, Índia e África do Sul) e autoritários (Rússia e China).

De economia, VALOR

terça-feira, 14 de maio de 2013

Itaú compra Credicard por R$ 2,767 bilhões em dinheiro


SÃO PAULO - O Itaú Unibanco confirmou em fato relevante a compra da Credicard por R$ 2,767 bilhões, conforme antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. A operação envolve a compra da marca Credicard, do banco Citicard e da promotora Citifinancial, com 96 pontos de venda.
A transação envolve ainda uma carteira de crédito de R$ 7,3 bilhões, com uma base de 4,8 milhões de cartões de crédito. Ficaram de fora do negócio os cartões American Airlines, Corporate, Credicard Platinum (exceto Credicard Exclusive) e os cartões com as marcas Citi e Diners.
O comunicado informa que a conclusão da operação ainda depende da aprovação dos órgãos reguladores.


De Vanessa Adachi, portal VALOR

terça-feira, 23 de abril de 2013

Cepal reduz projeção de expansão do PIB do Brasil para 3% em 2013



A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano de 4% para 3%. A estimativa consta no Balanço Preliminar das Economias da América Latina e do Caribe, divulgado nesta terça-feira pelo organismo das Nações Unidas.
A nova projeção está em linha com a expectativa do Banco Central (BC), que espera que a economia brasileira cresça 3,1% em 2013. Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) também revisou para baixo a projeção de crescimento do Brasil neste ano, de 3,5% para 3%.
O conjunto dos países da América Latina e do Caribe deve crescer acima da média brasileira, 3,5%, ante estimativa anterior de 3,8%, divulgada no fim do ano passado, informou a Cepal.
A revisão se deve à manutenção da incerteza sobre o futuro da economia internacional, ao baixo dinamismo das economias desenvolvidas e à recuperação menos dinâmica que a prevista na Argentina e no Brasil.
Mesmo assim, o organismo espera uma retomada de crescimento nesses dois países, devido à recuperação da atividade agrícola e do investimento, que registraram quedas em 2012. A projeção de crescimento do PIB argentino em 2013 também foi reduzida de 3,9% para 3,5%.
O Paraguai vai liderar a expansão neste ano, com crescimento esperado de 10%, seguido pelo Panamá (8%), Peru (6%) e Haiti (6%). Bolívia, Chile e Nicarágua devem crescer 5%; Colômbia, 4,5% e Uruguai, 3,8%.  O Brasil aparece na 21ª posição de estimativas de crescimento neste ano.
Desempenho em 2012
No ano passado, a economia da América Latina e do Caribe cresceu 3%, calcula a Cepal. O resultado foi afetado por uma menor expansão da economia mundial, pela desaceleração do crescimento da China e pelo lento crescimento dos Estados Unidos, observou o organismo das Nações Unidas.
Na divisão por regiões, a América do Sul cresceu 2,5%, ante projeção de 2,7%; a América Central teve expansão média de 4,3%, superior à estimativa de 4,2%; e o Caribe, 0,9%, ante 1,1%. O PIB brasileiro cresceu 0,9% em 2012 na comparação com 2011, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para o conjunto dos países da América Latina e do Caribe era estimado um crescimento ligeiramente superior, de 3,1%.
A Cepal analisa que uma das molas propulsoras do crescimento desses países foi a demanda interna, graças ao bom desempenho dos indicadores do mercado de trabalho, da expansão do crédito para as famílias e, no caso da América Central e do Caribe, do aumento da remessa de emigrantes para esses países.
Os setores que tiveram maior crescimento na região foram comércio, construção e serviços financeiros. O baixo crescimento mundial afetou o comércio exterior dos países da América Latina e do Caribe. O valor das exportações aumentou somente 1,6% em 2012, ante 23,9% no ano anterior. O valor das importações também caiu de alta de 22,3% em 2011 para expansão de 4,3% no ano passado.
Ainda de acordo com a Cepal, a inflação média dos países da América Latina e do Caribe fechou 2012 em 5,6%, ante 6,8% registrados em 2011. A inflação brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Ampl o (IPCA) fechou 2012 em 5,84%, segundo o IBGE, ante 6,5% de 2011.
Segundo o organismo, a taxa de desemprego urbano registrou uma nova queda na região no ano passado, de 6,7% para 6,4%, alcançando um novo piso para as últimas duas décadas. A Cepal estima que o número absoluto de desempregados foi reduzido em 2012 para 400 mil. Entretanto, estima a instituição, 15 milhões de pessoas estão buscando empregado nas zonas urbanas da região.


De jornal VALOR ECONÔMICO

sábado, 20 de abril de 2013

Preço do tomate brasileiro é assunto até na Economist, para a revista, elevação na taxa básica de juros mostra que o Banco Central reconhece a necessidade de recuperar alguma credibilidade perdida

São Paulo – As piadas sobre o preço do tomate chegaram à revista Economist. Em artigo dessa edição, a revista aborda a inflação no Brasil e afirma que um Banco Central sabe que perdeu o controle sobre as expectativas de inflação quando a subida dos preços torna-se assunto de piadas.

A revista citou os últimos dados sobre a inflação no Brasil e também a decisão do Copom dessa semana pela subida dos juros em 0,25 ponto percentual –para 7,50% ao ano. “Agora as piadas levaram o banco a agir”, afirma a revista, para quem essa subida nos juros mostra que o banco reconhece a necessidade de recuperar alguma credibilidade perdida.
Para a Economist, a independência operacional do BC está posta em xeque desde agosto de 2011, quando começou o ciclo de corte de juros apesar da inflação. Para a Economist, se o governo quiser “acabar com a dor da inflação” antes das eleições de 2014, qualquer tipo de pressão exercida sobre o Banco Central será de elevação dos juros.
Para o blog Beyond Brics, do Financial Times, a subida de juros dessa semana vai satisfazer aqueles no mercado que queriam um sinal do Banco Central de que o regime de metas de inflação através da política monetária ainda estava intacto. “A questão agora é por quanto tempo esse ciclo vai durar, com as condições da economia mundial enfraquecendo e o crescimento no Brasil ainda incerto”, afirma o blog.
Essa elevação nos juros foi a primeira desde julho de 2011. Em comunicado, o Copom afirmou que avalia que o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta da política monetária. No comunicado o Comitê também ponderou que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela.


De Beatriz Olivon, revista EXAME

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Ex-BC: há tempos não se via uma inflação tão perigosa


Não há um ou dois responsáveis pela inflação, na visão do ex-presidente do BC, Gustavo Franco, porque o aumento de preços é generalizado. Segundo ele, há tempos não se via uma inflação tão "disseminada, perigosa e virulenta". Franco, um dos economistas que entrevistei no meu programa na Globonews, que pode ser visto abaixo, comparou a inflação a uma febre. O juro funcionaria como um antitérmico, mas não cura todas as "patologias". Confusões em áreas diferentes da economia, diz Franco, geram desconforto e inflação.
Para ele, é uma pena combater a alta de preços com um antitérmico. Franco acha que o país está perdendo a chance de colocar as contas públicas em outro patamar. A situação fiscal brasileira é muito ruim, na avaliação do economista.
Para o país crescer mais, Franco diz que é necessário um outro choque de capitalismo. Acha que o país não tem políticas muito amistosas para o capital; "aquele que quer correr risco e viver por sua própria conta tem uma vida difícil". Segundo ele, o Brasil estava saindo do capitalismo de Estado, que tem por característica ser lento, politizado e de baixa eficiência; mas nos últimos anos, no governo Dilma, ocorreu um retrocesso.
Na visão do economista, daqui para frente, a política econômica vai mirar nas eleições. Ele acha que não vão "mexer no barco", enquanto a popularidade do governo estiver alta.
Gustavo Franco e Silvia Matos, da FGV, outra economista com quem conversei, concordam com a ideia de que houve uma guinada ideológica na política econômica do governo Dilma, embora o ministro da Fazenda seja o mesmo desde o governo Lula.
Para Silvia, como a inflação está num patamar muito elevado para um começo de ano e piorou de maneira rápida, a alta dos juros poderia ter sido maior. A elevação foi de 0,25 ponto, como já falamos aqui no blog.
Para o país crescer mais, é preciso, de acordo com a economista, mudar o foco da política econômica. Ela destacou a interferência excessiva do governo em alguns setores. Em relação à indústria, a economista defende focar nos segmentos com vantagem comparativa. Lembrou também que a indústria depende de investimento e de uma perspectiva favorável de capacidade de exportação. Por causa da crise externa, o governo passou a agir de uma forma mais intervencionista, na esperança de que conseguiria resolver todos os problemas. É assim que ela vê. 
A economista estima que 2013 será melhor do que 2012. Mas acha que os problemas estruturais continuarão aí, porque um novo ciclo de reformas só ocorreria num outro governo.


De Miriam Leitão, jornal O GLOBO

sexta-feira, 15 de março de 2013

Atividade econômica no Brasil melhorou 1,29% em janeiro



Brasília, 15 mar (EFE).- A atividade econômica no Brasil melhorou 1,29% em janeiro com relação a dezembro de 2012, o que dá esperança de uma retomada do crescimento durante este ano, informou nesta sexta-feira o Banco Central.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC), que foi divulgado nesta sexta-feira, registrou também um avanço de 3,84% em relação a janeiro do ano passado e reforça as previsões oficiais, que apontam um crescimento de entre 3,5% e 4% para 2013.


De economia, agência EFE

Inflação baixa na zona do euro abre espaço para BCE cortar taxa de juros


BRUXELAS - Uma desaceleração nas pressões dos preços de alimentos em fevereiro levou a inflação da zona do euro para o menor nível desde meados de 2010, e o crescimento modesto dos salários no final de 2012 ampliou os sinais de que o Banco Central Europeu (BCE) tem espaço para um corte da taxa de juros.
A inflação ao consumidor anual nos 17 países que compartilham o euro atingiu 1,8 por cento em fevereiro, informou nesta sexta-feira a agência de estatísticas da UE, Eurostat, confirmando seu número preliminar de 1o de março.
O número ficou em linha com a expectativa de economistas consultados pela Reuters e está dentro da meta do BCE de abaixo mas próximo de 2 por cento.
Com a ajuda de uma queda na inflação dos preços ao consumidor de alimentos, álcool e tabaco em fevereiro ante janeiro, assim como uma pressão menor em serviços, a inflação da zona do euro atingiu o menor nível desde agosto de 2010, quando foi de 1,6 por cento.
Somado a um aumento salarial bastante modesto no quarto trimestre de 2012, os dados de inflação destacam a fraqueza da economia da zona do euro e uma crescente expectativa entre investidores e economistas de que o BCE cortará a taxa de juros de novo este ano, depois de tê-la mantido em 0,75 por cento na reunião de 7 de março.
Os custos de trabalho por hora na zona do euro cresceram 1,3 por cento em geral nos últimos três meses de 2012, comparado com o mesmo período de 2011. Os salários por hora subiram 1,4 por cento. Esses aumentos foram menos da metade do nível visto no início de 2009.

De Robi Emmott, agência REUTERS BRASIL

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Lucro do Itaú cai 5% no 4o tri, mas fica dentro do esperado


SÃO PAULO, 5 Fev (Reuters) - O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, encerrou o quarto trimestre com queda no lucro líquido, mas com melhora em índices de inadimplência e expectativa de avanço de dois dígitos na carteira de crédito em 2013, após um ano em que reviu critérios de financiamento para conter aumento de calotes.
A instituição, que em 2012 se tornou o primeiro banco privado do país a alcançar a marca de 1 trilhão de reais em ativos totais, teve lucro líquido de 3,492 bilhões de reais nos três meses encerrados em dezembro, queda de 5 por cento sobre o mesmo período de 2011.
Enquanto isso, o lucro recorrente somou 3,5 bilhões de reais, praticamente em linha com a expectativa média de analistas consultados pela Reuters.
Os números do Itaú Unibanco foram divulgados alguns dias após Bradesco e Santander Brasil anunciarem resultados que mostraram fraco crescimento dos empréstimos e manutenção da inadimplência em nível elevado
No caso do Itaú, o índice de calotes em operações vencidas há mais de 90 dias ficou em 4,8 por cento no quarto trimestre, apresentando redução tanto nas linhas de pessoa física quanto jurídica. Um ano antes, o indicador havia sido de 4,9 por cento e no terceiro trimestre, de 5,1 por cento.
Já as despesas com provisão para perdas com crédito somaram 5,68 bilhões de reais no quatro trimestre, abaixo dos 5,94 bilhões verificados nos três meses anteriores, mas acima dos 5,45 bilhões registrados um ano antes.
Diante de maior cautela na concessão de financiamentos no ano passado, a carteira do crédito do Itaú fechou 2012 em 426,59 bilhões de reais, crescimento de 7,45 por cento sobre 2011.
Para 2013, porém, o banco demonstra mais otimismo, com uma expectativa de crescimento da carteira entre 11 e 14 por cento, enquanto as despesas com provisões são esperadas entre 19 bilhões e 22 bilhões de reais, após 23,64 bilhões em 2012.
Ainda nesta terça-feira, o Itaú Unibanco informou que seu conselho de administração aprovou declaração de juros complementares sobre capital próprio a seus acionistas de 0,3824 real por ação relativos a 2012. O pagamento será feito em março.
De Alberto Alerigi Jr., portal REUTERS BRASIL

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

BNDES desembolsa R$ 156 bilhões em 2012, alta de 12% sobre 2011



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 156 bilhões em 2012, uma alta de 12% em relação a 2011, informou a instituição nesta terça-feira (22). Segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, foram liberados para micro, pequenas e médias empresas R$ 50,1 bilhões, um recorde na história do banco. Somente em dezembro, os desembolsos do BNDES atingiram R$ 34,2 bilhões, outro recorde do banco, segundo Coutinho.

Coutinho ressaltou ainda, ao divulgar o desempenho do banco em 2012, que as consultas tiveram alta de 60%, na comparação com o ano anterior, somando R$ 312,3 bilhões, assim como as aprovações, que cresceram 58% (R$ 260,1 bilhões), o que mostra uma tendência de aceleração dos investimentos de 2013.
"Não só as consultas aumentaram em volume, mas em qualidade, o que é muito importante, pois siginifica grandes projetos", explicou Coutinho.
Juntas, indústria e infraestrutura somaram 65% (R$ 100 bilhões) do total desembolsado pelo banco em 2012. Na infraestrutura, energia elétrica (com R$ 18,9 bilhões) e
transporte rodoviário (R$ 15,5 bilhões) liderara, enquanto química e petroquímica (R$ 8,5 bilhões) e material de transporte (R$ 7 bilhões) foram os  destaque das liberações para a indústria em 2012. O setor de serviços fechou o ano com desembolsos de R$ 44 bilhões, ou 28% do total desembolsado pelo banco em 2012.
"O bom desempenho do banco em 2012 é resultado, em grande parte, do
conjunto de medidas adotadas pelo Governo Federal para estimular o crescimento
dos investimentos no país", afirmou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho,
em coletiva no Rio de Janeiro. (...)

De Lilian Quaino, economia, Portal G1 GLOBO

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Espanhol Santander demitirá 3 mil após fusão, diz jornal



MADRI, 4 Jan (Reuters) - O Santander vai eliminar 3.000 empregos após a planejada fusão com a subsidiária Banesto, publicou o jornal Cinco Dias nesta sexta-feira, citando fontes de sindicatos e próximas ao maior banco da Espanha.

A instituição anunciou no mês passado planos de absorver totalmente a marca Banesto, que tem 110 anos, fechando 700 agências para cortar custos de longo prazo.

O Santander já havia alertado sobre um gradual, porém pesado, corte de empregos quando anunciou a operação, mas não divulgou um número específico.

Negociações oficiais com sindicatos sobre os cortes terão início em 9 de janeiro, segundo o jornal.

Representantes do Santander não estavam disponíveis para comentar.

O Banesto, atualmente o sétimo maior banco do país com 100 bilhões de euros em ativos, tinha 8.303 empregados no fim de setembro. O banco foi comprado pelo Santander em 1994 por cerca de 1,9 bilhão de euros.

De Tracy Rucinski, Reuters, Notícias, MSN Online