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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Com banco, Brics se tornam “acrônimo com capital”, diz The Economist


São Paulo - A revista britânica The Economist relativizou a criação do banco de desenvolvimento dos Brics e do fundo de reservas para auxílio de países emergentes, formalizados durante a 6ª reunião de cúpula do bloco, realizada em Fortaleza nesta semana. Em matéria publicada na edição impressa, a The Economist destaca que, apesar de terem sido instituídos para rivalizar com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, os mecanismos são menos subversivos do que aparentam.
De acordo com a matéria, o fundo financeiro de emergência, que permite aos países disponibilizar até US$ 100 bilhões de suas reservas internacionais para se ajudarem mutuamente, não é um fundo, mas “um emaranhado de promessas bilaterais”. Já o Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics (New Development Bank, ou NDB, em inglês) é mencionado como uma “sopa de letrinhas” que se soma a outros bancos de desenvolvimento nacionais e regionais dos países integrantes dos Brics.
O texto também ressalta a divisão de cargos desenhada com a criação dos mecanismos — que segundo a revista quase aniquilou o negócio. O banco será sediado em Xangai, na China, e terá na presidência um indiano a ser escolhido. O conselho de administração da instituição, por sua vez, será presidido pelo Brasil. De acordo com a revista, tal divisão pode dificultar a tomada de ações em uma mesma direção pelo banco.
A reportagem da The Economist destaca, por fim, que além da característica de serem grandes países emergentes, os Brics seguem sendo um bloco com pouco em comum, onde pesam disparidades como renda per capita e regimes políticos democráticos (Brasil, Índia e África do Sul) e autoritários (Rússia e China).

De economia, VALOR

terça-feira, 21 de maio de 2013

Embraer vende 40 jatos E175 para a americana SkyWest


SÃO PAULO - A companhia aérea regional americana SkyWest encomendou 40 jatos Embraer 175, para operar sob um acordo de compra de capacidade com a United Airlines. Outros 60 pedidos firmes são reconfirmáveis e estão condicionados à assinatura de novos acordos por parte da americana com empresas aéreas dos Estados Unidos às quais presta serviços. 
O acordo também inclui opções para outros 100 jatos E175, elevando o potencial total do pedido para até 200 aviões. O pedido firme para os primeiros 40 aviões será incluído na carteira de pedidos da Embraer do segundo trimestre de 2013. 
Se 100 pedidos forem confirmados, a venda tem um valor estimado de US$ 4,1 bilhões. A entrega do primeiro jato está prevista para o segundo trimestre de 2014.
“Estou confiante de que o E175 será a principal aeronave da SkyWest”, disse Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial. Segundo comunicado das companhias, a empresa americana, com sede em Utah, é o maior grupo aéreo regional do mundo e controladora da SkyWest Airlines e da ExpressJet.



De Daniela Meibak, portal VALOR

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Fachada de hospital inaugurado por Ivete em Sobral desaba


Uma forte chuva na tarde deste domingo, 17, em Sobral, a 240 quilômetros de Fortaleza, no Ceará, deixou um rastro de destruição. A fachada do recém-inaugurado Hospital Regional Norte desabou, ferindo um engenheiro da obra e um operário que estavam fazendo a manutenção da unidade hospitalar.
Os dois estavam fazendo uma vistoria na fachada, quando o acidente aconteceu, diz nota da Secretaria de Saúde do Estado. Isso porque, no sábado, dia 16, foi constatado que a fachada não estava firme. Ela media dez metros de comprimento por sete metros de largura. Quando eles tentavam fazer o ajuste, houve o desabamento.
Ambos receberam os primeiros socorros do Serviço de Assistência Médica de Urgência (Samu), no local do acidente, e foram levados para a Santa Casa de Misericórdia de Sobral, onde passaram por exames e receberam alta. (...)
 
De política,Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Subsídio a voo regional vai custar até R$ 1 bi


BRASÍLIA - O governo federal vai gastar até R$ 1 bilhão por ano com subsídios diretos às companhias aéreas para permitir voos a pequenos aeroportos regionais. Esse dinheiro, afirmou o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, sairá do fundo formado principalmente com recursos obtidos com a concessão de grandes aeroportos à iniciativa privada no ano passado. 

O governo vai pagar 50% das passagens em até 60 assentos para aeronaves que operarem nesses aeroportos. O fortalecimento da aviação regional é a grande aposta do governo para aumentar a competição entre as companhias e evitar abusos de preços. Os subsídios devem tornar comercialmente viáveis os voos até esses terminais.
Além disso, as companhias regionais terão maior acesso ao aeroporto de Congonhas (SP), hoje muito concentrado nas grandes empresas, como TAM e Gol. O terminal movimenta atualmente quase 17 milhões de passageiros. A ideia é redistribuir os horários de pouso e decolagem (slots), levando em conta a pontualidade e a necessidade de abrir espaço para outras companhias. "Isso vai aumentar a competitividade e melhorar a qualidade", avalia o ministro. E, com mais competição, haverá menos espaço para abuso em preços.
O governo aposta em competição e melhor infraestrutura para coibir aumentos exagerados nos preços das passagens, inclusive na época de grandes eventos, como a Copa. "O setor é livre, mas é claro que se observarmos preços fora da curva podemos fazer uma intervenção", disse o ministro. "Estamos acompanhando." Bittencourt acredita que, com mais empresas operando, tarifas muito caras não se sustentarão. (...)

De Lu Aiko Otta e João Villaverde, Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO