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sábado, 5 de agosto de 2017

Kremlin concorda com Trump sobre perigo da tensão entre Rússia e EUA


O Kremlin concordou nesta sexta-feira com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o perigo que representa a ausência de cooperação entre ambos países após o novo rodízio de sanções adotadas por Washington contra Moscou.

"Compartilhamos plenamente sua opinião. O perigo radica na falta de interação e cooperação naqueles assuntos que são vitais para os dois países", disse Dmitri Peskov, porta-voz do Kremlin, à imprensa.

Além disso, o porta-voz voltou a tachar o denominado "Russiangate" de "completamente absurdo e infundado"...

De Agência EFE

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

MPF diz que compra de Pasadena pela Petrobras pode ser cancelada


Os investigadores da operação Lava Jato encontraram provas que indicam o recebimento de propina por parte de ex-funcionários da Petrobras em relação à compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, o que pode resultar no cancelamento do negócio, disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, do Ministério Público Federal, nesta segunda-feira.

"Pudemos aprofundar as investigações e nós já temos nomes de funcionários e colaborações que indicam o recebimento de propinas", disse o procurador em entrevista coletiva em Curitiba, onde estão concentradas as investigações da Lava Jato.

"É importante este caso porque, quem sabe, com estas provas, nós consigamos, talvez, ou anular a compra, ou quem sabe talvez ressarcir o patrimônio público brasileiro", acrescentou.
...
A compra da refinaria de Pasadena é um dos alvos da nova etapa da operação Lava Jato, deflagrada nesta segunda, assim como a construção da Rnest, refinaria também conhecida como Abreu e Lima. 

De Por Sérgio Spagnuolo, REUTERS BRASIL

domingo, 15 de novembro de 2015

Após os ataques terroristas de Paris, as imagens dos arquivos da National Geographic celebrar a cidade resiliente da Luz


Paris tem sofrido inúmeros ensaios sobre dois milênios de sua existência, desde o 1814 Batalha de Paris para a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial.Agora, uma série de ataques terroristas deixou mais de 120 mortos e centenas de feridos.

Mas os valores franceses resistiram durante séculos. "Os laços de liberté e égalité e fraternité ... vão aguentar muito além de qualquer ato de terrorismo", disse o presidente dos EUA, Barack Obama logo após os ataques.

Famosos artistas e pensadores de todo o mundo têm debatido e celebrado esses valores em cafés parisienses e nas ruas da cidade, em tempos de paz e tempos de agitação. Estas fotos de nossos arquivos mostram streetscapes icônicos da cidade, que-como os seus valores-permanecem resistentes. Eles nos lembram porque nós amamos a Cidade da Luz.

De Becky Pqueno, NATIONAL GEOGRAPHIC

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

EUA e Cuba divergem durante conversas para restabelecimento de laços



HAVANA - Estados Unidos e Cuba discordaram sobre a política de imigração nesta quarta-feira na primeira sessão das negociações de alto nível que pretendem restabelecer as relações diplomáticas entre os adversários da Guerra Fria.

Apesar das objeções de Cuba, os norte-americanos prometeram continuar concedendo a imigrantes cubanos uma condição especial que permite a quase todos que cheguem no território dos EUA permanecer no país, enquanto que cidadãos de outras nações são deportados quando chegam em circunstâncias similares.

As negociações continuarão na quinta-feira, e os dois lados devem discutir o restabelecimento das relações diplomáticas e, eventualmente, a retomada plena do comércio e das viagens.

Os dois dias de reuniões são o primeiro contato desde que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e seu colega cubano, Raúl Castro, anunciaram em 17 de dezembro terem obtido um avanço histórico na retomada das relações depois de 18 meses de negociações secretas...

De Daniel Trotta, REUTERS

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Cuba liberta alguns dos 53 presos "políticos" conforme prometeu, dizem EUA



WASHINGTON (Reuters) - Cuba libertou algumas das 53 pessoas que os Estados Unidos qualificam como prisioneiros políticos, conforme prometeu no mês passado, e Washington quer que o restante seja colocado em liberdade logo, disse nesta terça-feira o Departamento de Estado.

"Já libertaram alguns dos presos, gostaríamos que (o processo) fosse concluído no futuro próximo", disse a jornalistas a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki, acrescentando que não detalharia o número de libertados.

A libertação das 53 pessoas não é um pré-requisito para as conversações sobre imigração e sobre uma possível normalização das relações entre Estados Unidos e Cuba, que estão previstas para este mês, disse a porta-voz.

Psaki disse que não tinha condições de dizer quando exatamente começará esse diálogo, que será liderado pela secretária de Estado adjunta, Roberta Jacobson. "Esperamos fechar isso nos próximos dias."

A libertação faz parte de um anúncio de 17 de dezembro para uma troca de presos e um compromisso para restabelecer relações que estavam suspensas há décadas.

De mundo, REUTERS

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Para especialista, Dilma não era opção para mediar acordo



A opinião é de Brian Latell, que foi, por anos, o principal analista de Cuba da CIA (inteligência americana) e escreveu "Cuba sem Fidel", uma completa biografia não-autorizada de Raúl Castro, em 2005.

Folha - O anúncio de um acordo entre EUA e Cuba foi, de fato, uma surpresa?

Brian Latell - Acredito que poucas pessoas não se surpreenderam com o anúncio da reaproximação. O que foi alcançado entre os dois países foi muito abrangente, e acho que eram poucos os que esperavam tantas mudanças para agora.

Quanto dessa conquista pode ser creditada a Obama e Raúl Castro e quanto à atual conjuntura econômica na ilha?

O presidente Obama deu sinais de que queria melhorar as relações com Cuba desde o início de seu primeiro mandato, em 2009. Ele tomou uma série de medidas para isso, como facilitar viagens e envio de remessas de dinheiro. E ele esperava que houvesse alguma reciprocidade.

Raúl também é pragmático e mais moderado que Fidel, e acredito que ele também queria melhorar as relações, mas, de fato, havia a pressão sobre o regime, já que a economia não está indo muito bem e eles estão perdendo os subsídios da Venezuela.
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Por que os dois lados não escolheram um mediador da região, como o Brasil, no processo?

Eu não acho que Dilma teria sido uma boa opção. Em Washington, ela é vista como particularmente próxima dos países da Alba, como Venezuela e Cuba, e não sei se ela seria uma boa negociadora para ambos os países. O papa Francisco foi...


De Isabel Fleck, FOLHA

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Cartas do papa Francisco abriram caminho para acordo entre EUA e Cuba



As negociações que resultaram na reaproximação de Estados Unidos e Cuba tiveram uma contribuição valiosa do papa Francisco. Em seus discursos simultâneos nesta quarta-feira, o presidente Barack Obama e o ditador Raúl Castro fizeram questão de agradecer ao pontífice por sua intermediação.

“Em particular, eu quero agradecer a sua santidade o papa Francisco, cujo exemplo moral nos mostra a importância de buscar um mundo como ele deveria ser, em vez de simplesmente se conformar com o mundo como ele é”, disse Obama em seu pronunciamento.

As conversas, que se prolongaram por dezoito meses, tiveram um momento crucial em meados deste ano, quando o papa enviou cartas a Obama e Castro fazendo um chamado para que os dois lados “resolvessem questões humanitárias de interesse comum, incluindo a situação de alguns prisioneiros, para dar início a uma nova fase nas relações”. O Vaticano também recebeu delegações dos dois países para um encontro mediado pelo cardeal Pietro Paroli, secretário de Estado...

De diplomacia, VEJA

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Congresso dos EUA aprova sanções contra a Venezuela


O Congresso dos Estados Unidos finalizou o processo de aprovação de um projeto que impõe sanções contra funcionários do governo da Venezuela por violações dos direitos humanos durante as manifestações do início deste ano.

Na noite desta quarta, a Câmara dos Deputados votou a proposta, que já havia passado pelo Senado na segunda-feira. O texto proíbe a entrada nos Estados Unidos dos responsáveis pela repressão aos manifestantes e bloqueia seus bens no território americano. O projeto agora segue para sanção do presidente Barack Obama, que deve assinar o texto, como sinalizou a Casa Branca.

A votação envia aos venezuelanos um "forte sinal" de que "o Congresso americano escuta, vê e sente seu sofrimento", disse a deputada republicana Ileana Ros-Lehtinen, que apresentou o projeto à Câmara. “O povo da Venezuela pediu ajuda aos Estados Unidos e a todas as nações responsáveis para protegê-lo da brutalidade do regime de [Nicolás] Maduro, a marionete de Cuba”, salientou, conforme declaração reproduzida pelo jornal espanhol El País. “Os Estados Unidos não podem ignorar suas responsabilidades, devemos ser a voz dos silenciados pelos regimes opressões”...

De direitos humanos, VEJA

domingo, 7 de dezembro de 2014

Reféns morrem em ação dos EUA de resgate no Iêmen


Um jornalista americano e um professor da África do Sul que eram mantidos reféns por militantes da rede extremista al Qaeda no Iêmen morreram durante uma operação de resgate realizada por forças especiais americanas na manhã deste sábado.

O jornalista Luke Somers e o professor Pierre Korkie teriam sido baleados por seus sequestradores durante a tentativa de resgate, segundo disseram autoridades americanas ao jornal New York Times.

A irmã da vítima, Lucy Somers, disse à Associated Press que o FBI confirmou a morte.

Somers, que nasceu na Grã-Bretanha, foi sequestrado no Iêmen em 2013 e apareceu recentemente pedindo socorro em um vídeo publicado na internet.

Korkie havia sido sequestrado no ano passado e uma organização não governamental sulafricana negociava sua libertação.

Ao menos nove combatentes da al Qaeda foram mortos em um ataque aéreo supostamente relacionado à ação. Ele teria sido realizado por drones na província de Shabwa, no sul do Iêmen.

O Ministério da Defesa local confirmou a realização de uma "operação de grandes proporções" na região...

De internacional, BBC

sábado, 6 de dezembro de 2014

Nasa lança 1º voo teste em missão para Marte


A Nasa, a agência espacial americana, lançou nesta sexta-feira o primeiro voo teste de uma nave que, no futuro, poderia ajudar humanos a chegar a Marte.

O lançamento da cápsula não-tripulada, originalmente marcado para a manhã da quinta-feira, foi adiado por problemas técnicos e meteorológicos. Na contagem regressiva, a missão foi interrompida por causa de ventos fortes e de problemas nas válvulas de combustível dos propulsores do foguete Delta, ao qual estava acoplada.

O voo decolou nesta sexta-feira da base de Cabo Canaveral, no Estado americano da Flórida, com o objetivo de testar algumas das tecnologias da nave durante uma viagem curta por cima da Terra.

Para o voo de teste, está sendo usado o foguete Delta IV-Heavy, atualmente o mais poderoso foguete de lançamento do mundo. O Delta vai enviar a Orion em duas voltas em torno da Terra, arremessando a cápsula a uma altitude de quase 6 mil quilômetros.

Depois, a Orion cairá novamente na Terra com uma velocidade de reentrada de cerca de 30 mil quilômetros por hora, próximo da velocidade esperada de uma cápsula retornando de uma viagem à Lua.

A cápsula tem formato cônico, lembrando as naves Apollo, que levaram o homem à Lua nas décadas de 1960 e 1970...

De tecnologia, BBC BRASIL

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

EUA abrem investigação sobre a Petrobras, diz "FT"


O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal para averiguar se empregados da Petrobras receberam propina, informou neste domingo o jornal britânico Financial Times, que indica como fonte "pessoas familiarizadas com a questão". De acordo com a publicação, a Securities and Exchange Commission (SEC, órgão regulador do mercado americano) estaria conduzindo, paralelamente, uma investigação civil.

As autoridades americanas estariam tentando descobrir se a Petrobras, que têm ações na Bolsa de Nova York, teria violado a Lei de Práticas Corruptas Estrangeiras, um estatuto anticorrupção que torna ilegal o pagamento de propinas a oficiais estrangeiros para vencer ou manter uma negociação. A reportagem descreve o escândalo como um dos maiores casos de corrupção do país, relacionando os problemas ao governo de Dilma Rousseff.

O Departamento de Justiça americano e a SEC não quiseram comentar o caso, e a Petrobras não teria respondido à tentativa de contato.

De Justiça, VEJA

sábado, 20 de julho de 2013

Espionagem: Brasil enviará comissão a Washington

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, telefonou nesta sexta-feira para a presidente Dilma Rousseff. Os dois trataram da revelação de que os serviços de espionagem americanos monitoram registros de chamadas telefônicas e o fluxo de dados da internet no Brasil e de que agentes da CIA se fazem passar por diplomatas de carreira na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília.
Segundo a assessoria de Dilma, o vice lamentou a repercussão negativa do episódio e convidou o governo brasileiro a enviar representantes para uma conversa sobre o tema nos próximos dias, em Washington. A presidente aceitou o convite, e deve enviar uma comitiva com integrantes dos ministérios da Justiça, da Defesa e do Gabinete de Segurança Institucional...

De Gabriel Castro, de Brasilia, VEJA

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Absolvição de ex-vigia que matou jovem causa indignação nos EUA

absolvição por um júri na Flórida de George Zimmerman, acusado de matar a tiros o adolescente negro Trayvon Martin, provocou indignação entre representantes da luta pelos direitos civis e reacendeu o debate sobre discriminação racial, porte de armas, leis de defesa pessoal e igualdade. Centenas de manifestantes protestaram contra a decisão em várias partes do país e em Oakland, Califórnia, uma manifestação terminou em vandalismo, com lojas saqueadas e viaturas policiais depredadas.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu neste domingo a todos os americanos que façam "uma reflexão tranquila" sobre o caso. Em comunicado emitido neste domingo pela Casa Branca, Obama, que no ano passado chegou a dizer que, se tivesse um filho, ele se pareceria com Martin, pediu respeito aos pais do jovem. "A morte de Trayvon Martin foi uma tragédia. Não só para sua família, mas também para os Estados Unidos", afirmou o presidente...

De internacional, VEJA

domingo, 14 de julho de 2013

Nove militantes morrem em ataques com drones dos EUA e da força aérea do Paquistão

PESHAWAR, Paquistão - Pelo menos nove supostos militantes, incluindo dois estrangeiros, foram mortos na região tribal fora da lei, durante um ataque com drone dos EUA e uma operação militar paquistanesa, disseram as autoridades de segurança no domingo.
O Paquistão tem sofrido uma onda de ataques de militantes desde que o primeiro-ministro Nawaz Sharif assumiu o cargo no mês passado, colocando pressão sobre sua equipe para que aja de forma mais agressiva para conter a insurgência.
Ataques com mísseis de aviões não tripulados dos EUA causaram os maiores danos contra combatentes Talibãs, nas regiões montanhosas que se estendem pela fronteira afegã nos últimos anos, às vezes causando pesadas baixas civis.
No terceiro ataque desse tipo, desde que Sharif chegou ao poder, dois supostos militantes em uma motocicleta, foram atingidos por mísseis na região de Mir Ali, no Waziristão do Norte, no sábado à noite, disse uma autoridade.
"Dois homens, provavelmente cidadãos árabes, estavam passando pelo vilarejo de Mosaki quando o drone lançou dois mísseis e os atingiu," disse a autoridade.
Outra fonte de segurança disse que eles eram militantes estrangeiros do Turcomenistão.
É difícil verificar o impacto de ataques de drones nos militantes e nos civis, porque observadores independentes e jornalistas praticamente não têm acesso às áreas onde a maioria dos ataques ocorre.
Ao mesmo tempo em que o governo condena os ataques com drones, dizendo que são uma violação à sua soberania, quer parecer que está decisivo nos seus próprios esforços para combater os militantes em seu território e prometeu preparar uma nova estratégia de segurança para lidar com a insurgência...

De Jibran Ahmad, REUTERS BRASIL

Documentos de Snowden podem ser o pior pesadelo dos EUA, diz jornalista

BUENOS AIRES - O ex-espião americano Edward Snowden, que está foragido, controla informações perigosas que podem se tornar o "pior pesadelo" dos Estados Unidos se forem reveladas, disse um jornalista familiarizado com os dados a um jornal argentino.
Glenn Greenwald, o jornalista do Guardian que publicou pela primeira vez os documentos que Snowden divulgou, disse em entrevista publicada neste sábado que o governo americano deveria tomar cuidado na perseguição ao ex-analista de computadores.
"Snowden tem informações suficientes para causar mais danos ao governo dos Estados Unidos em um único minuto que qualquer outra pessoa já teve", disse Greenwald, no Rio de Janeiro, ao jornal argentino La Nación.
"O governo dos Estados Unidos deveria ajoelhar-se todos os dias e implorar que nada aconteça com Snowden, porque, se algo acontecer com ele, todas as informações serão reveladas, e pode ser o pior pesadelo".
Snowden, que está sendo processado por Washington após revelar detalhes de um programa de monitoramento secreto, está confinado em um aeroporto de Moscou desde 23 de junho e busca refúgio na Rússia até conseguir uma passagem segura para a América Latina, onde diversos países ofereceram-no asilo.
Greenwald disse à Reuters na terça-feira que Snowden deve aceitar asilo na Venezuela, um dos três países latino-americanos que fizeram essa oferta.
As informações vazadas por Snowden sobre segredos de espionagen americanos, que incluem monitoramento de emails, irritaram amigos e inimigos deWashington da mesma forma.
Líderes na América Latina criticaram os Estados Unidos após Greenwald noticiar em um jornal brasileiro que a região era um dos objetivos dos programas de espionagem que monitoravam a internet.
Washington pediu que os países não deem livre trânsito a Snowden.
Greenwald disse em entrevista ao La Nación que os documentos que Snowden guardou em diferentes partes do mundo detalham quais programas de espionagem americanos capturam as transmissões da América Latina e como funcionam.

De REUTERS BRASIL

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Senado convocará embaixador dos EUA por denúncias de espionagem

Brasília, 8 jul (EFE).- A Comissão de Relações Exteriores do Senado anunciou nesta segunda-feira que estuda convocar o embaixador de Estados Unidos, Thomas Shannon, para que explique as atividades de espionagem que organismos americanos teriam realizado no país.

"Temos que verificar a veracidade das informações que foram publicadas na imprensa", pois "se fossem confirmadas, trata-se de algo gravíssimo", disse o presidente da comissão, Ricardo Ferraço...


De mundo, EFE

domingo, 7 de julho de 2013

Brasil foi alvo de espionagem dos EUA, diz O Globo

RIO DE JANEIRO - A Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês) monitorou as atividades telefônicas e os emails de empresas brasileiras e indivíduos na última década, como parte das atividades norte-americanas de espionagem, informou o jornal O Globo neste domingo, citando documentos fornecidos pelo fugitivo Edward Snowden, ex-funcionário de inteligência da NSA.


O jornal não revelou o volume de informações monitorado pelos computadores e pelos funcionários da inteligência da NSA. A reportagem de O Globo, apontou que o Brasil foi o segundo país mais espionado das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos no número de transmissões interceptadas.

O Brasil era um país prioritário para a vigilância de comunicações da NSA ao lado de China, Rússia, Irã e Paquistão, disse o jornal.

No período de 10 anos, a NSA interceptou 2,3 bilhões de telefonemas e mensagens nos Estados Unidos, e em seguida usaram computadores para analisar os dados a fim de detectar sinais de atividade suspeita, disse O Globo. Nos Estados Unidos, a NSA usou mandados legais, mas secretos, para obrigar empresas de comunicação a entregar as informações sobre as ligações e os emails para análise.

Parte do acesso às comunicações brasileiras foi obtido por meio de empresas norte-americanas parceiras de companhias brasileiras de telecomunicações, relatou o jornal sem revelar os nomes das empresas.

A reportagem de O Globo foi escrito por Greenwald, Roberto Kaz e José Casado. Greenwald, que trabalha para o jornal britânico The Guardian e mora no Rio de Janeiro, foi o primeiro jornalista a revelar os documentos sigilosos fornecidos por Snowden, salientando a extensão da atividade de monitoramento de comunicações dos EUA no país e no exterior.

Após fornecer as informações para Greenwald, Snowden fugiu dos Estados Unidos para Hong Kong e foi visto mais recentemente na área de trânsito do aeroporto de Moscou.

O passaporte norte-americano de Snowden foi cancelado. O ex-agente fez pedidos de asilo a vários países, incluindo Equador, Venezuela e Bolívia. Três países Bolívia, Venezuela e Nicarágua se ofereceram para dar asilo a Snowden.



De Jeb Blount, REUTERS BRASIL

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Snowden está disposto a voltar aos EUA sob algumas condições, segundo seu pai

Washington, 28 jun (EFE).- O ex-empregado da Agência de Segurança Nacional (NSA) Edward Snowden, acusado de divulgar informações secretas, está disposto a voltar aos Estados Unidos sob certas condições, de acordo com as declarações feitas pelo pai do acusado nesta sexta-feira.

Em entrevista ao programa "Today", da rede "NBC", Lonnie Snowden sustentou que seu filho não é um traidor por revelar informações secretas sobre os programas de vigilância governamental da comunicação privada das pessoas.

De agência EFE

Obama segue para África do Sul com Mandela em mente

DACAR - O presidente dos EUA, Barack Obama, viaja nesta sexta-feira para a África do Sul na esperança de ver Nelson Mandela, após concluir uma visita ao Senegal que teve como foco melhorar a segurança alimentar e promover as instituições democráticas.
Obama está na metade de uma viagem por três países da África, que a Casa Branca espera que sirva como resposta ao que alguns veem como anos de negligência por parte do governo do primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
Antes de deixar Dacar, Obama tinha agendado um encontro com agricultores e empresários locais para discutir as novas tecnologias que estão ajudando os agricultores e suas famílias na África Ocidental, uma das regiões mais pobres e mais propensas à seca do mundo.
Mas é Mandela, o ex-presidente sul-africano de 94 anos que está lutando pela vida em um hospital de Pretória, que vai dominar o dia do presidente, mesmo antes de sua chegada a Johanesburgo.
Questionada na quinta-feira se Obama faria uma visita a Mandela, a Casa Branca disse que será uma decisão da família.
"Vamos atender completamente os desejos da família Mandela e trabalhar com o governo sul-africano no que diz respeito à nossa visita", disse o vice-conselheiro de segurança nacional Ben Rhodes a repórteres no Senegal.
"O que a família Mandela considerar adequado é o que estamos focados em fazer em termos de nossa interação com eles."
Obama considera Mandela, também conhecido como Madiba, como um herói. Independentemente de um encontro, autoridades disseram que a viagem serviria principalmente como uma homenagem ao líder da luta contra o apartheid.
"Eu tive o privilégio de conhecer Madiba e falar com ele. E ele é um herói pessoal, mas eu acho que não sou o único que pensa assim", disse Obama na quinta-feira. "Se e quando ele partir deste lugar, uma coisa que eu acho que todos nós vamos saber é que o seu legado vai se prolongar ao longo dos tempos."
O presidente dos EUA chega na tarde desta sexta-feira à África do Sul e não tem eventos públicos programados. Ele poderia ir para o hospital. Durante a viagem, Obama deve visitar Robben Island, onde Mandela passou anos na prisão.

De Jeff Mason e Mark Felsenthal, agência REUTERS BRASIL

terça-feira, 25 de junho de 2013

FMI diz que comunicação sobre estímulo dos EUA pode criar volatilidade

PARIS - O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, alertou nesta terça-feira que a comunicação sobre os planos do banco central dos Estados Unidos de reduzir suas compras de títulos pode criar volatilidade, acrescentando que esta foi exagerada nas últimas semanas.
"Esta é uma economia que está se recuperando, a questão é acerca da velocidade da saída do QE (quantitative easing)", disse Blanchard em conferência em Paris.
"Conceitualmente não é fundamentalmente muito difícil, mas existe um problema de comunicação sobre como fazer isso, o que vai criar volatilidade. Mas a volatilidade que vimos na última semana é exagerada."
Menos de uma semana depois de o Federal Reserve dos EUA provocar uma onda de vendas nos mercados globais, duas de suas principais autoridades minimizaram a noção de um fim iminente do estímulo monetário e disseram na segunda-feira que a reação do mercado ainda não é motivo de preocupação.

De Ingrid Melander e Steve Slater, agência REUTERS