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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Congresso dos EUA aprova sanções contra a Venezuela


O Congresso dos Estados Unidos finalizou o processo de aprovação de um projeto que impõe sanções contra funcionários do governo da Venezuela por violações dos direitos humanos durante as manifestações do início deste ano.

Na noite desta quarta, a Câmara dos Deputados votou a proposta, que já havia passado pelo Senado na segunda-feira. O texto proíbe a entrada nos Estados Unidos dos responsáveis pela repressão aos manifestantes e bloqueia seus bens no território americano. O projeto agora segue para sanção do presidente Barack Obama, que deve assinar o texto, como sinalizou a Casa Branca.

A votação envia aos venezuelanos um "forte sinal" de que "o Congresso americano escuta, vê e sente seu sofrimento", disse a deputada republicana Ileana Ros-Lehtinen, que apresentou o projeto à Câmara. “O povo da Venezuela pediu ajuda aos Estados Unidos e a todas as nações responsáveis para protegê-lo da brutalidade do regime de [Nicolás] Maduro, a marionete de Cuba”, salientou, conforme declaração reproduzida pelo jornal espanhol El País. “Os Estados Unidos não podem ignorar suas responsabilidades, devemos ser a voz dos silenciados pelos regimes opressões”...

De direitos humanos, VEJA

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Rússia e China evitam que ONU condene testes de míssil iraniano

NAÇÕES UNIDAS - Uma comissão do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) está dividida sobre se os testes de mísseis do Irã no ano passado violaram as sanções impostas a Teerã por causa de seus programas nuclear e de mísseis balísticos, afirmou o enviado da Austrália na organização nesta segunda-feira.
Essa divisão efetivamente impede qualquer ampliação das sanções contra Teerã em relação aos testes no momento, disseram enviados da ONU sob condição de anonimato.
Diplomatas disseram que foi a Rússia, apoiada pela China, que se recusou a declarar o lançamento de mísseis de Teerã uma violação das restrições da ONU, como um Painel de Especialistas da ONU disse que era o caso.
O impasse no comitê de sanções contra o Irã, que é composto por todos os 15 membros do Conselho de Segurança, destaca as dificuldades que potências ocidentais enfrentam para convencer Rússia e China a pressionar Teerã a suspender seu programa nuclear e de mísseis.
O Irã rejeita as alegações dos Estados Unidos, das potências europeias e de seus aliados de que esteja desenvolvendo armas nucleares e diz que as sanções da ONU contra o país são ilegais.

De Louis Charbonneau, REUTERS BRASIL

terça-feira, 23 de abril de 2013

Venezuela promete resposta 'comercial e energética' a eventual sanção dos EUA



O chanceler venezuelano, Elías Jaua, disse nesta segunda-feira que seu país responderá nos âmbitos comerciais e energéticos a eventuais sanções dos EUA à Venezuela, informa a agência EFE.
A declaração foi uma resposta a uma entrevista da secretária-assistente de Estado dos EUA, Roberta Jacobson, que no final da semana disse à emissora CNN em Espanhol que o conselho eleitoral venezuelano adiantou-se ao proclamar Nicolás Maduro vencedor das eleições presidenciais de 14 de abril e que metade dos venezuelanos não confia no resultado.
Questionada se os EUA imporiam sanções à Venezuela caso o país se recusasse a recontar os votos, Jacobson não respondeu nem sim nem não.
Mas o governo venezuelano elevou a retórica contra o país, classificando a fala de Jacobson como "grosseira" e uma "ingerência".
"Se os EUA apelarem para sanções econômicas ou de outra índole, tomaremos as medidas de ordem comercial, energética, econômica e política que consideremos necessárias para responder de maneira contundente a essa ameaça inaceitável", declarou Jaua.
Ao mesmo tempo, o conselho eleitoral deve realizar nos próximos dias uma auditoria nos votos dos venezuelanos, realizados em urnas eletrônicas.


De agência BBC BRASIL