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terça-feira, 25 de junho de 2013

FMI diz que comunicação sobre estímulo dos EUA pode criar volatilidade

PARIS - O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, alertou nesta terça-feira que a comunicação sobre os planos do banco central dos Estados Unidos de reduzir suas compras de títulos pode criar volatilidade, acrescentando que esta foi exagerada nas últimas semanas.
"Esta é uma economia que está se recuperando, a questão é acerca da velocidade da saída do QE (quantitative easing)", disse Blanchard em conferência em Paris.
"Conceitualmente não é fundamentalmente muito difícil, mas existe um problema de comunicação sobre como fazer isso, o que vai criar volatilidade. Mas a volatilidade que vimos na última semana é exagerada."
Menos de uma semana depois de o Federal Reserve dos EUA provocar uma onda de vendas nos mercados globais, duas de suas principais autoridades minimizaram a noção de um fim iminente do estímulo monetário e disseram na segunda-feira que a reação do mercado ainda não é motivo de preocupação.

De Ingrid Melander e Steve Slater, agência REUTERS

sexta-feira, 22 de março de 2013

Novas restrições intensificam crise cambial na Argentina



As novas medidas do governo da presidente Cristina Kirchner para o setor de câmbio, que desta vez significam o aumento das taxas para os gastos com cartão de crédito no exterior e outros itens do setor de turismo, como pacotes de viagens, sacudiram o mercado cambial argentino esta semana.
A medida foi divulgada na segunda-feira, e desde então a cotação do dólar voltou a registrar volatilidade no mercado paralelo. A moeda americana superou a barreira dos oito pesos na quarta-feira, e nesta quinta-feira, apesar da leve queda, fechou cotada a 8,45 pesos – diferença acima de 60% para a cotação oficial, de 5,1 pesos.
Analistas econômicos atribuíram ainda à nova onda de nervosismo fatos como a reunião de emergência convocada pela presidente com seus assessores econômicos, na quarta-feira, na residência presidencial de Olivos.
A iniciativa foi considerada pouco comum na agenda presidencial e gerou uma série de boatos na imprensa sobre mudanças na política cambial e substituição da presidente do Banco Central, Mercedes Marcó del Pont.
"Um dia de alarmes, boatos e disputas internas", escreveu o repórter de economia do Clarín Gustavo Bazzan. "Em meio a rumores, dólar 'blue' (no mercado negro) chegou a 8,75 pesos", publicou o La Nación em sua manchete.
Nesta quinta-feira, um cambista de uma loja na Avenida Santa Fé, que trabalha em uma 'cova' (cueva, em espanhol), como os argentinos chamam os esconderijos para a venda do dólar paralelo, disse à BBC Brasil, sob a condição do anonimato: "Terça e quarta foram uma loucura. Chegamos a vender dólar a nove pesos. Hoje (quinta) está mais calmo".
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De Marcia Carmo, agência BBC BRASIL

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Tombini: BC reagirá à volatilidade cambial; quer ancorar expectativa de inflação


NOVA YORK - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse nesta segunda-feira que a autoridade monetária vai reagir à volatilidade nos mercados de câmbio, acrescentando que o governo está trabalhando para ancorar as expectativas de inflação em direção à meta oficial de 4,5 por cento pelo IPCA.
"Vamos reagir a qualquer volatilidade nos mercados de câmbio", disse Tombini em evento em Nova York. O banco vai cortar a volatilidade em excesso, acrescentou.
No ano passado, o dólar subiu quase 10 por cento ante o real e, neste ano, o movimento é inverso, com queda de quase 4 por cento até o fechamento da véspera. Para o mercado, o governo quer deixar o dólar mais fraco para segurar a inflação, que ainda dá sinais robustos.
A meta de inflação do governo é de 4,5 por cento pelo IPCA, com tolerância de 2 pontos percentuais para mais ou para menos...


De agência REUTERS BRASIL