Mostrando postagens com marcador Consumidor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Consumidor. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Especialista defende que governo comece a preparar plano de racionamento



Nesta semana, o nível dos reservatórios do sistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração da maior parte da energia consumida no país, chegou a 16,9% de sua capacidade máxima de armazenamento

O governo já deveria estar preparando um plano para decretar o racionamento de energia no país, com o objetivo de evitar o desabastecimento, disse o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales. Ele defende que o corte no consumo seja feito depois do período de chuva, que termina no fim de abril.

“Devemos preparar um eventual racionamento, porque em uma situação como esta passa a ser desejável a criação de condições para restabelecer o nível dos reservatórios o mais rapidamente possível. E o que temos de chuva, combinado com a demanda, não é suficiente - só cortando o consumo para fazer isso mais rapidamente”. Para Sales, o racionamento deve ser feito juntamente com incentivos e normas que levem ao corte do consumo, com a redução dos contratos de energia, para que as geradoras não sejam prejudicadas.

Nesta semana, o nível dos reservatórios do sistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração da maior parte da energia consumida no país, chegou a 16,9% de sua capacidade máxima de armazenamento, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Na mesma época do ano passado, o nível dos reservatórios desse sistema estava em 41%. Para o especialista, a queda do nível em plena época de chuva é um indicativo de que o país pode chegar ao fim do período chuvoso com reservatórios abaixo do necessário para enfrentar o resto do ano...

De energia, GAZETA ONLINE

sexta-feira, 5 de julho de 2013

IPCA desacelera em junho a 0,26%, mas em 12 meses vai a 6,70%

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO - A inflação ao consumidor brasileiro desacelerou em junho para 0,26 por cento, favorecida por alimentos, num resultado abaixo do esperado e com forte queda da dispersão. Mas o acumulado em 12 meses foi a 6,70 por cento, maior alta desde 2011.
O resultado mensal, o menor desde junho de 2012 (+0,08 por cento), reforça a expectativa de que o Banco Central manterá o ritmo de aperto monetário na reunião da próxima semana.
Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) havia subido 0,37 por cento, com o acumulado em 12 meses em 6,50 por cento, exatamente no teto da meta do governo, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais.
Os números de junho foram divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e levaram o acumulado em 12 meses ao pior resultado desde os 6,97 por cento de outubro de 2011...

De Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira, REUTERS BRASIL

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Consumidores esperam horas para comprar papel higiênico na Venezuela


Os consumidores venezuelanos precisam esperar horas ou andar quilômetros para comprar papel higiênico nos supermercados. O produto voltou às prateleiras nesta semana após a aprovação da importação de mais de 39 milhões de rolos pelo governo do presidente Nicolás Maduro, na semana passada. 
A medida foi anunciada no último dia 15 e ampliada na quarta (22) por um pacote destinado à importação emergencial de produtos de higiene pessoal de 700 milhões de bolívares (R$ 162 milhões). Além do papel higiênico, fraldas, absorventes e sabonetes estão entre os artigos mais afetados pelo desabastecimento. 
Segundo o jornal "El Nacional", donas de casa e outros consumidores faziam longas filas por volta das 8h na porta de um supermercado da zona leste de capital Caracas para comprar o produto, que começou a ser racionado há três semanas.
Por volta das 11h, as filas chegavam ao final dos corredores, todos esperando para levar o produto, que foi limitado a três pacotes de quatro rolos por pessoa, pelo preço de 49 bolívares cada um (R$ 16). Os moradores também levavam outros produtos racionados, como farinha de milho, toalhas de papel, óleo e manteiga.
Questionada pelo jornal "El Nacional", a dona de casa Maritza Silva afirmou que jamais pensou que fosse ter limitada a quantidade de papel higiênico e disse que o país está cada vez mais parecido com Cuba.
"Uma vez encontrei uma moça que andou 25 km para comprar papel higiênico e levava os pacotes em bolsas transparentes. 'Você vai ser roubada', eu lhe disse. Depois ela entrou em um mercadinho e comprou duas bolsas pretas".
"Aqui querem acabar com a produção e as empresas privadas. Estamos como no deserto, quando se vê água. Vivemos sempre em alerta para comprar comida e agora também papel higiênico", disse Graciela Negrín, também dona de casa...


De portal FOLHA

sábado, 11 de maio de 2013

Inflação afeta renda do brasileiro e dificulta queda da inadimplência


SÃO PAULO - A inadimplência do consumidor patina e recua em ritmo lento nos últimos meses porque a disparada da inflação acabou achatando a renda das famílias, especialmente as mais pobres e que gastam mais com alimentos. Para manter o padrão de consumo, a saída encontrada pelas famílias foi assumir novas dívidas. Isso amplia o risco de inadimplência futura num cenário de alta da taxa de juros. 


O índice de calote dos empréstimos com recursos livres do sistema financeiro fechou o ano em 8%, segundo o Banco Central (BC). Em março, o último dado disponível, a inadimplência tinha recuado para 7,6%. A expectativa do economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Fabio Bentes, era que a inadimplência recuasse para a média histórica, que é 7,3%, em outubro deste ano. Agora acredita que essa marca será atingida só em dezembro.
Mais cético do que Bentes, o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, já considera a hipótese de que o calote volte para o nível histórico no primeiro semestre de 2014.
Flávio Calife, economista da Boa Vista Serviços, também viu suas projeções sobre o recuo da inadimplência serem frustradas. Ele projetava que o indicador caísse para 7,3% no fim de 2012, o que não ocorreu. Ele refez as projeções e considera que o calote encerre 2013 em 7,2%.
Para Bentes, da CNC, e Fernanda Della, assessora econômica da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), o principal fator que atrasou a queda da inadimplência foi o aumento da inflação, em especial dos alimentos.
...


De Márcia De Chiara, jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

domingo, 21 de abril de 2013

Propaganda do modelo F-250 Super Duty leva consumidores ao erro por omitir informação sobre a necessidade do condutor possuir CNH na categoria C

 

Ford é multada em R$ 165 mil por propaganda enganosa

O Ministério da Justiça multou nesta sexta-feira a Ford em 165,36 mil reais por publicidade enganosa do veículo Ford F-250 Super Duty. De acordo com a assessoria do ministério, a publicidade induzia o consumidor ao erro por omitir informação sobre a necessidade de o condutor possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria C, necessária para dirigir caminhões.

Segundo o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), a veiculação da publicidade, sem informações claras sobre a necessidade de carteira diferenciada para a condução dos veículos, violou os direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor. "A informação correta e precisa é fator fundamental para se garantir a transparência nas relações de consumo e o direito de informação dos consumidores", afirmou Amaury Oliva, diretor do DPDC, em nota distribuída à imprensa.

De acordo com o assessoria, o valor da multa deve ser depositado em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça e será aplicado em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores.


De revista VEJA

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Inflação estoura o teto


Inflação oficial fica em 0,47% em março



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou inflação de 0,47 % em março deste ano, taxa inferior ao 0,6% de fevereiro. Em março do ano passado, a taxa havia sido 0,21%. O dado foi divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A inflação acumulada em 12 meses chegou a 6,59% e superou o teto da meta de inflação estipulada pelo governo, que é 6,5%. O limite inferior é 2,5% e o centro, 4,5%. No ano, a inflação acumulada chega a 1,94%.

De jornal DO BRASIL

sexta-feira, 22 de março de 2013

IPCA-15 sobe 0,49% em março e acumula alta de 6,43% em 12 meses



SÃO PAULO, 22 Mar (Reuters) - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) --prévia da inflação oficial-- subiu 0,49 por cento em março, ante alta de 0,68 por cento em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
Pesquisa realizada pela Reuters apontou expectativa de alta de 0,53 por cento, de acordo com a mediana das previsões de 27 analistas. As estimativas variaram de 0,40 a 0,63 por cento.
No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 registrou alta de 6,43 por cento em março, acima dos 12 meses imediatamente anteriores, quando ficou em 6,18 por cento, aproximando-se do teto da meta de inflação do governo de 6,5 por cento pelo IPCA.


De Camila Morerira, Edição de Patrícia Duarte, agência REUTERS BRASIL

sexta-feira, 15 de março de 2013

Inflação baixa na zona do euro abre espaço para BCE cortar taxa de juros


BRUXELAS - Uma desaceleração nas pressões dos preços de alimentos em fevereiro levou a inflação da zona do euro para o menor nível desde meados de 2010, e o crescimento modesto dos salários no final de 2012 ampliou os sinais de que o Banco Central Europeu (BCE) tem espaço para um corte da taxa de juros.
A inflação ao consumidor anual nos 17 países que compartilham o euro atingiu 1,8 por cento em fevereiro, informou nesta sexta-feira a agência de estatísticas da UE, Eurostat, confirmando seu número preliminar de 1o de março.
O número ficou em linha com a expectativa de economistas consultados pela Reuters e está dentro da meta do BCE de abaixo mas próximo de 2 por cento.
Com a ajuda de uma queda na inflação dos preços ao consumidor de alimentos, álcool e tabaco em fevereiro ante janeiro, assim como uma pressão menor em serviços, a inflação da zona do euro atingiu o menor nível desde agosto de 2010, quando foi de 1,6 por cento.
Somado a um aumento salarial bastante modesto no quarto trimestre de 2012, os dados de inflação destacam a fraqueza da economia da zona do euro e uma crescente expectativa entre investidores e economistas de que o BCE cortará a taxa de juros de novo este ano, depois de tê-la mantido em 0,75 por cento na reunião de 7 de março.
Os custos de trabalho por hora na zona do euro cresceram 1,3 por cento em geral nos últimos três meses de 2012, comparado com o mesmo período de 2011. Os salários por hora subiram 1,4 por cento. Esses aumentos foram menos da metade do nível visto no início de 2009.

De Robi Emmott, agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Fortaleza tem 2ª maior alta da gasolina no NE


No Interior, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, preço do combustível chega a custar R$ 3,15
O peso do aumento da gasolina no bolso do consumidor da Capital já vem sendo sentido há duas semanas. Apesar da tentativa do governo federal de minimizá-lo, esse impacto tem expressiva influência no cotidiano financeiro da população, afetando não só motoristas, mas também toda a cadeia econômica no longo prazo. Nesse contexto "salgado", o fortalezense, no comparativo com os moradores das demais capitais do Nordeste, tem encarado um aumento acentuado: o segundo maior da região.

Os dados mais recentes do levantamento de preços da ANP (Agência Nacional do Petróleo) mostram, de forma oficial, o comportamento dos valores da gasolina após o reajuste de 6,6% anunciado nas refinarias, o que já vinha sendo acompanhado por pesquisas diretas do Diário do Nordeste.


De Negócios, portal DIÁRIO DO NORDESTE 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Índice de inflação em janeiro é o mais alto para o mês desde 2003


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial de inflação do país, fechou o mês de janeiro com alta de 0,86%. Trata-se do maior nível para o mês desde 2003 e o mais alto índice mensal desde abril de 2005.


Em dezembro, a taxa havia ficado em 0,79% fazendo o índice fechar 2012 em 5,84%. No período acumulado em 12 meses até janeiro, o IPCA registra avanço de 6,15% e se aproxima do teto da meta oficial de inflação, que é de 4,5%, com margem de dois pontos para cima e para baixo.

Os itens que mais contribuíram para a alta do IPCA em janeiro foram o grupo alimentação, que passou de alta de 1,03% para 1,99% e o grupo artigos para residência, que subiu de 0,27% para 1,15%. (...)


De Mercado, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Teste reprova cinco marcas de cachaça

RIO — Cinco das dez marcas de cachaças e aguardentes avaliadas pela Proteste — Associação de Consumidores, em um estudo realizado no segundo semestre do ano passado e divulgado com exclusividade pelo GLOBO, foram reprovadas por conter uma substância nociva à saúde acima dos níveis aceitáveis. Não passaram no teste as bebidas 7 Campos de Piracicaba, Pedra 90, Ypióca Prata, Pitú e Salinas. São cachaças que ganharam mais notoriedade em 2012, após o reconhecimento da bebida como produto exclusivo e genuinamente brasileiro pelo governo dos EUA.

As cinco marcas apresentaram entre 165µg/l (microgramas por litro) e 755µg/l de carbamato de etila, composto químico classificado como possível agente causador de câncer pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, o valor aceitável estipulado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) é de até 150µg/l. Mas as empresas têm até 2014 para se adequarem à norma. Segundo a Proteste, o limite é o mesmo aplicado por outros países, como Estados Unidos, Canadá, França, República Tcheca e Alemanha. No entanto, não há um parâmetro internacional neste caso.

De Daiane Costa, economia, portal O GLOBO

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Alta de 6,6% na gasolina é ‘modesta’ e não atrapalha, diz Mantega


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira (30) que o aumento de 6,6% na gasolina, anunciado no dia anterior pela Petrobras, é uma “elevação modesta” e que “não vai atrapalhar ninguém”. De acordo com ele, o reajuste nos postos, ou seja, para o consumidor, deve ficar em torno de 4%.
“Queria lembrar a vocês que faz quatro anos que o preço da gasolina não sobe. De 2006 até 2012, o preço da gasolina subiu 6%, muito menos do que toda a inflação [do período]. [A alta de 4% nas bombas] é uma elevação modesta perto daquilo que aconteceu com o preço da gasolina. É uma pequena correção que não vai atrapalhar ninguém”, disse Mantega, após participar de encontro com prefeitos, em Brasília. (...)

De Fábio Amato, Economia, portal G1.GLOBO

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Para garantir desconto na conta de luz, governo vai desembolsar R$ 8,5 bi


Para garantir o desconto de 18% na conta de luz dos consumidores e de até 32% para as indústrias prometido ontem pela presidente Dilma, o governo vai ter de arcar com R$ 8,5 bilhões por ano.

A informação é da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), órgão que regulamenta o setor, e o dinheiro extra virá de aportes anuais do Tesouro Nacional.

O montante é 158% superior ao previsto inicialmente, em setembro do ano passado. (...)


De mercado, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO

sábado, 19 de janeiro de 2013

"Apaguinhos" crescem e corte de luz bate recorde em 2012



Os consumidores brasileiros tiveram de conviver em 2012 com um recorde incômodo: o de cortes de luz.

Ao longo do ano passado, entre "apagões" e "apaguinhos", houve queda de pelo menos 64 mil MW (megawatts) de energia em todo o país.

A quantia equivale a deixar o Brasil inteiro sem luz durante quase um dia.
Trata-se do maior nível de interrupção de carga registrado pelo governo desde 2009 --ano marcado pelo maior apagão da era Lula. Os dados fazem parte de levantamento feito pela Folha a partir de dados do Ministério de Minas e Energia e do Operador Nacional do Sistema Elétrico.

O recorde pode ser ainda maior, pois dados do mês de dezembro que registrou um dos maiores apagões-- ainda não foram integralmente contabilizados pelo governo. O Ministério de Minas e Energia deve divulgar os números oficiais na semana que vem. (...)


De Renata Agostini, Tai Nalon, de Brasília, Portal FOLHA

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

2013 começa com aumento da gasolina

Governo reajustará gasolina em 2013, diz Mantega

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse nesta quarta-feira que certamente haverá aumento do preço da gasolina em 2013. Por outro lado, ele garantiu que a tarifa de energia vai cair 20% em média no próximo ano, a partir de fevereiro.
O aumento do preço dos combustíveis é uma demanda da Petrobras, que precisa elevar sua geração de caixa para fazer frente aos pesados investimentos necessários para explorar o pré-sal.

"Certamente teremos um aumento [do preço da gasolina]. Todo ano tem aumento. Haverá um aumento no momento adequado", disse Mantega, durante café da manhã com jornalistas.
 
Outros aumentos da gasolina e do diesel concedidos recentemente não chegaram ao consumidor porque foram compensado com a queda de imposto (Cide). Dessa vez, como a alíquota da Cide já está zerada, haverá impacto na inflação.
 
Mantega também disse que o governo vai garantir a queda de 20% em média da tarifa da energia no próximo ano. Para tanto, afirmou, o Tesouro vai gastar mais R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões. Ele não deu detalhes de como isso será feito, pois a medida ainda está em estudo.
 
Esse dinheiro vai compensar o fato de algumas empresas não terem aceitado a oferta do governo de antecipar a renovação das suas concessões em troca de uma queda nas suas tarifas, como Cemig e Cesp.
 
Mantega informou que as às 17h dará coletiva para detalhar mais medidas de estímulo econômico. Haverá anúncio de mudanças tributárias envolvendo PIS/Cofins, ICMS e IPI.
 
De Mariana Schreiber, Brasilia, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO