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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Gasolina fica 0,7% mais barata e diesel cai 0,2%; este é o quarto reajuste desde que a estatal adotou nova política de preços



Em menos de 24h, Petrobras anuncia novo reajuste nos combustíveis


A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (7) a quarta revisão de preço de combustíveis desde que passou a adotar a política de reajustes diários, no dia 30 de junho. Neste sábado (8), a gasolina estará 0,7% mais barata nas refinarias da estatal e o óleo diesel, 0,2%. Das quatro revisões, três foram para baixar os preços. Nessa quinta à noite, a empresa já havia divulgado redução de 0,5% para os dois combustíveis.

A empresa argumenta que, com a possibilidade de reajustar diariamente os preços, tem mais ferramentas para competir com as empresas importadoras, que estão ganhando espaço no mercado brasileira.

A mudança foi divulgada na última sexta-feira (30). No mesmo dia, a Petrobras reduziu em 5,9% o preço da gasolina e em 4,8% o do diesel. Na segunda-feira (3), a estatal elevou o preço da gasolina em 1,8% e o do diesel, em 2,7%...
 De Economia, O Tempo

sábado, 6 de dezembro de 2014

IPCA acelera alta a 0,51% em novembro com carnes e gasolina, e continua acima do teto da meta


SÃO PAULO - A inflação oficial brasileira acelerou em novembro a 0,51 por cento, pressionada por alimentos e gasolina, permanecendo acima do teto da meta em 12 meses e mantendo a nova equipe econômica sob pressão para que torne a política fiscal mais rigorosa e controle a alta dos preços.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 6,56 por cento em 12 meses até novembro, um pouco abaixo dos 6,59 por cento de outubro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira. Em outubro, o IPCA havia avançado 0,42 por cento na base mensal.

A meta de inflação do governo é de 4,5 por cento, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou menos. Analistas consultados pela Reuters, no entanto, acreditam que o IPCA encerrará este sem estourar a meta, apesar de ficar próximo do teto.

"Acho bem difícil estourar", afirmou a economista da Tendências Consultoria Alessandra Ribeiro, para quem o IPCA deve acelerar a 0,68 por cento em dezembro, fechando o ano com alta acumulada de 6,3 por cento.

Segundo contas do próprio IBGE, para encerrar o ano exatamente no topo da meta, o IPCA de dezembro teria subir 0,86 por cento. E, para repetir os 5,91 por cento de 2013, neste mês teria de subir 0,30 por cento...

De Por Felipe Pontes e Camila Moreira, REUTERS

terça-feira, 28 de maio de 2013

Sem alívio dos alimentos, preços ao produtor sobem 0,35% em abril


RIO DE JANEIRO - O Índice de Preços ao Produtor (IPP) atingiu em abril o maior nível em quatro meses ao subir 0,35 por cento, com a primeira alta mensal dos alimentos este ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.
A leitura é a maior desde o avanço de 0,41 por cento vista em dezembro, levando os preços ao produtor acumularem alta de 5,48 por cento nos 12 meses encerrados em abril.
O IBGE revisou o dado de março para avanço de 0,04 por cento em março, depois de anunciar 0,03 por cento...

De Rodrigo Viga Gaier, agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Alimentos importados chegam com preços mais elevados para o Ceará



Cebola e alho vindos da Holanda e Argentina



Em janeiro, a caixa de alho de 10 kg custava R$ 8,50 e passou para R$ 110 em março, valor 14 vezes maior

Com a oferta cada vez menor de alimentos vindos de outros estados brasileiros, os fornecedores da Central de Abastecimento do Ceará (Ceasa), em Maracanaú, já começaram a importar produtos para fugir de preços ainda mais elevados. Cebola e alho estão sendo comprados da Holanda e Argentina, respectivamente. Essa é uma das alternativas encontradas para minimizar os impactos no bolso do consumidor, causados pela seca que atinge o Nordeste do País e o norte de Minas Gerais.


De quinta-feira passada até ontem, segundo Odálio Girão, coordenador da Unidade de Informação de Mercado Agrícola da Ceasa, chegaram dez contêineres de cebola (270 mil kg) e cinco de alho (135 mil kg). Os itens, que estão sendo colhidos em grande quantidade naqueles países, chegam em navios que atracam nos portos do Pecém e Mucuripe.

Comumente, as cebolas comercializadas na central vêm de cidades de Pernambuco (Petrolina, Cabrobó, Salgueiro e Santa Maria), pertencentes ao Vale do São Francisco. Apesar de a área ser irrigada, Odálio explica que, devido à estiagem, não há água em abundância. "O que está sendo produzido lá, atualmente, só atende à demanda local. A importação, no momento, está sendo a melhor solução", afirma.

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De jornal DIÁRIO DO NORDESTE

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ana Maria Braga: "Estou usando ouro"


Ana Maria Braga usa colar de tomates e satiriza preço

Durante o 'Mais Você' desta manhã, até a apresentadora da TV Globo resolveu aderir aos recentes protestos contra a alta cotação do alimento

Durante o programa Mais Você, da TV Globo, nesta manhã, a apresentadora Ana Maria Braga decidiu aderir aos protestos contra o alto preço do tomate.
Vestindo um colar com alguns frutos, a apresentadora fez graça. "Estou usando ouro", disse. A atriz Thammy Miranda, entrevistada por Ana Maria nesta quarta, também participou da brincadeira e chegou ao estúdio com uma pulseira com dois tomates.
Nas redes sociais, porém, a piada parece não ter agradado. "Ana Maria usando colar de tomate enquanto a maioria da população não tem dinheiro nem pra comprar", escreveu a personalidade de internet Joseane Silva no Twitter. "Ana Maria Braga satiriza preço de tomate e usa colar com o fruto. No passado para aparecer o povo colocava uma melancia no pescoço", afirmou Douglas Magalhães, outro usuário do microblog.

De celebridades, revista VEJA

Inflação estoura o teto


Inflação oficial fica em 0,47% em março



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou inflação de 0,47 % em março deste ano, taxa inferior ao 0,6% de fevereiro. Em março do ano passado, a taxa havia sido 0,21%. O dado foi divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A inflação acumulada em 12 meses chegou a 6,59% e superou o teto da meta de inflação estipulada pelo governo, que é 6,5%. O limite inferior é 2,5% e o centro, 4,5%. No ano, a inflação acumulada chega a 1,94%.

De jornal DO BRASIL

sexta-feira, 22 de março de 2013

IPCA-15 sobe 0,49% em março e acumula alta de 6,43% em 12 meses



SÃO PAULO, 22 Mar (Reuters) - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) --prévia da inflação oficial-- subiu 0,49 por cento em março, ante alta de 0,68 por cento em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
Pesquisa realizada pela Reuters apontou expectativa de alta de 0,53 por cento, de acordo com a mediana das previsões de 27 analistas. As estimativas variaram de 0,40 a 0,63 por cento.
No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 registrou alta de 6,43 por cento em março, acima dos 12 meses imediatamente anteriores, quando ficou em 6,18 por cento, aproximando-se do teto da meta de inflação do governo de 6,5 por cento pelo IPCA.


De Camila Morerira, Edição de Patrícia Duarte, agência REUTERS BRASIL

sexta-feira, 8 de março de 2013

Inflação oficial de fevereiro fica em 0,60%


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou variação de 0,60% em fevereiro e ficou abaixo da taxa de 0,86% registrada em janeiro em 0,26 ponto percentual. Nos dois primeiros meses do ano, a variação situou-se em 1,47%. Considerando os últimos doze meses, o índice foi para 6,31%, acima dos 6,15% relativos aos doze meses encerrados em janeiro. Em fevereiro de 2012, a taxa havia ficado em 0,45%. As informações são do IBGE.
As contas de energia elétrica ficaram 15,17% mais baratas em fevereiro, refletindo boa parte da redução de 18% no valor das tarifas em vigor a partir de 24 de janeiro. Com peso de 3,18%, o item energia elétrica se destacou por exercer significativo impacto para baixo no IPCA de fevereiro, com -0,48 ponto percentual. Contando com a queda de 3,91% já incorporada no índice de janeiro, as contas de energia passaram a custar –18,49% neste ano.
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De economia, jornal DO BRASIL

terça-feira, 5 de março de 2013

Pela 2ª vez no ano, Petrobrás reajusta preço do diesel na refinaria


A Petrobrás acaba de informar o reajuste de 5% no preço de venda do diesel nas refinarias, a vigorar a partir da 0h00 de amanhã, dia 6 de março de 2013. É o segundo aumento do combustível neste ano. Em janeiro, a estatal havia elevado em 5,4% o preço do diesel nas refinarias. Na ocasião, a gasolina também foi reajustada, em 6,6%.

O diesel também já havia sido elevado por duas vezes em 2012. Um de 3,94%, em 25 de junho e outro de 6%, em 16 de julho.
Os preço do diesel, sobre o qual incide o reajuste anunciado, não inclui os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.
Segundo o comunicado, o reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que "busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo".

De economia, jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Congelamento de preços na Argentina é uma história que se repete


BUENOS AIRES - O congelamento de preços na Argentina “é uma política que sempre fracassou”, defendeu nesta quarta-feira o ministro da Fazenda de Buenos Aires, Néstor Grindetti, segundo o jornal “La Nación”. Ele advertiu que o governo nacional, que obrigou comerciantes — por enquanto, cadeias de supermercados e de lojas de eletrodomésticos — a congelar o preço de seus produtos por 60 dias, deveria é “atacar a inflação, que é o verdadeiro problema do fundo”.
— É como uma pessoa com uma infecção grave e febre, que, em vez de tomar antibióticos, decide esfriar o termômetro.

O congelamento imposto pelo governo argentino não é algo novo na história do país, lembrou o “La Nación”. A experiência do país nos últimos 30 anos mostra que já diversas tentativas similares frear a inflação e a queda do poder de compra da população.

Entre fevereiro de 1967 e 1989, quando o ministério da Economia teve 24 diferentes representantes, em apenas 10% do tempo houve liberdade de preços no país. Mesmo assim, a inflação foi devastadora em todo o período e maior do que 10% na maior parte desse tempo.

Néstor Kirchner, em meados de 2005, também implementou controles. Mas o primeiro governo argentino a lançar mão da medida foi o de Juan Domingo Perón. Em acordo firmado entre governo, Central Geral dos Trabalhadores e a Confederação Geral Econômica (CGE) do país, negociou-se o congelamento por um prazo de dois anos, que só durou, no entanto, 10 meses.

Em março de 1976, poucos dias antes do golpe militar no país, o último ministro da Economia de Isabel Perón, Emilio Mondelli, anunciou estado de “emergência econômica” e decretou tetos de preço para artigos como pães, queijos, manteiga, leite e azeite, medida que durou até o início do governo militar.

O controle de preços voltou em 1982 com a justificativa de “resguardar o salário real”, ameaçado por uma “estrutura industrial monopolista”, argumentou o governo à época. A medida pôs sob o controle do governo produtos de 675 empresas.

Em 13 de dezembro de 1983, o recém-eleito Raúl Alfonsín e seu ministro da Economia, Bernardo Grinspun, anunciaram um novo sistema de regulação de preços, que estabeleceu margens máximas de aumento na comercialização dos alimentos.Esses aumentos deviam ser aprovados pela Secretaria de Comércio. A inflação chegou na ocasião “a magnitudes inéditas”, descreveu o autor argentino Cortés Conde.

— Em 1984, os preços haviam subido mais de 600% no ano — assinala.
Em fevereiro de 1985, com o anúncio do plano Austral, foram congelados os salários e os serviços públicos. Também foram publicadas listas com tetos para os produtos. Nove meses depois de lançado o plano, o governo decidiu abandonar o congelamento. Em julho de 1987, a inflação foi de 12%.

A hiperinflação no país começou em julho de 1989. No dia 8, Carlos Menem assumiu a presidência, e seu ministro Néstor Rapanelli anunciou no dia 17 que os preços praticados por 300 empresas seriam congelados por 90 dias. Foi publicada uma lista de preços máximos com 30 produtos. O controle foi liberado em 1991.


Do La Nación, Economia, Jornal O GLOBO

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Argentina congela preços nos supermercados até abril


A Argentina passa a viver a partir de hoje e até o dia 1º de abril um experimento de congelamento de preços na economia. Nenhum dos produtos comercializados nas principais redes de supermercado do país, entre elas a francesa Carrefour, a americana Walmart e a chilena Jumbo, poderá ter reajuste nos próximos dois meses. A regra vale até para artigos de luxo e produtos eletrônicos.
O acordo foi feito diretamente pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, e o governo lançou mão de canais diretos de comunicação com os consumidores. Em um telefone 0800 da subsecretaria de Defesa do Consumidor, os atendentes orientam os cidadãos a que guardem e comparem tíquetes de compra. Em caso de diferença, a orientação é ir até a subsecretaria para formalizar uma denúncia contra a rede. (...)

De César Felício, de Buenos Aires, portal VALOR ECONÔMICO