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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ana Maria Braga: "Estou usando ouro"


Ana Maria Braga usa colar de tomates e satiriza preço

Durante o 'Mais Você' desta manhã, até a apresentadora da TV Globo resolveu aderir aos recentes protestos contra a alta cotação do alimento

Durante o programa Mais Você, da TV Globo, nesta manhã, a apresentadora Ana Maria Braga decidiu aderir aos protestos contra o alto preço do tomate.
Vestindo um colar com alguns frutos, a apresentadora fez graça. "Estou usando ouro", disse. A atriz Thammy Miranda, entrevistada por Ana Maria nesta quarta, também participou da brincadeira e chegou ao estúdio com uma pulseira com dois tomates.
Nas redes sociais, porém, a piada parece não ter agradado. "Ana Maria usando colar de tomate enquanto a maioria da população não tem dinheiro nem pra comprar", escreveu a personalidade de internet Joseane Silva no Twitter. "Ana Maria Braga satiriza preço de tomate e usa colar com o fruto. No passado para aparecer o povo colocava uma melancia no pescoço", afirmou Douglas Magalhães, outro usuário do microblog.

De celebridades, revista VEJA

terça-feira, 2 de abril de 2013

Romário e filho de Vladimir Herzog entregam petição pela renúncia de Marin



Rio de Janeiro - Romário entregou nesta segunda-feira à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), uma petição com mais de 50 mil assinaturas no qual pede-se a renúncia do presidente da entidade, José Maria Marin.

Deputado federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), levou à CBF uma petição entitulada "Fora Marín", justo no aniversário do golpe militar de 1º de abril de 1964, que depôs o presidente João Goulart e instaurou um regime que durou até 1985.

O 'Baixinho', que desde sua chegada ao Congresso, em 2010, faz críticas pesadas à gestão da CBF, estava acompanhado da também deputada federal Jandira Feghali, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), e de Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, morto em uma carceiragem do Exército em 25 de outubro de 1975.

Marin, que comanda a entidade desde março de 2012, após a renúncia de Ricardo Teixeira, foi acusado de ter vínculos com o regime militar e de ter feito carreira na política paulista nas décadas de 70 e 80, justamente por suas relações com a ditadura.

Ivo Herzog alega que os discursos de José Maria Marín na época apoiavam as prisões arbitrárias e torturas dos opositores ao regime militar, e que uma vítima deles foi seu pai, jornalista da TV Cultura.

Romário alega que o Brasil, sede da Copa do Mundo, não pode ter na presidência da CBF alguém com suspeitas sobre seu passado. "O Brasil é um país democrático. Não tem nada a ver com um regime ditatorial que matou e torturou tantas pessoas", disse o ex-jogador. No dia 13 de março a CBF publicou em seu site um comunicado entitulado de "Desmascarando uma falsidade", em que afirma que as acusações contra Marín são "infundadas". Hoje, não houve qualquer menção ao ato liderado pelo ex-jogador, na página da entidade.


De agência EFE