Mostrando postagens com marcador fora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fora. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Ato na Praça Portugal pressiona políticos pelo impeachment


Entre 5 e 6 mil pessoas se reuniram na Praça Portugal, na tarde de ontem, para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A estimativa é da organização do protesto. A Polícia Militar afirmou não ter calculado o número de pessoas presentes. Segundo o tenente-coronel Andrade Mendonça, porta-voz da PM, 120 policiais militares - do Raio, Choque e Ronda do Quarteirão - fizeram a segurança do evento.

O número é inferior ao contabilizado pela própria organização no protesto anterior, realizado em agosto deste ano. Na época, falou-se em 50 mil pessoas. Ao contrário de ontem, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) se manifestou afirmando ter pelo menos 15 mil manifestantes.

A organização afirmou ao O POVO que esperava um número bem menor já que os organizadores tiveram apenas 8 dias para levar a mobilização às ruas. O movimento deve ser o último protesto do ano. O próximo está marcado para o dia 13 de março, um mês após a volta do recesso parlamentar. O foco da mobilização continuará sendo o impeachment da presidente...

De Wagner Mendas, O POVO

terça-feira, 2 de abril de 2013

Romário e filho de Vladimir Herzog entregam petição pela renúncia de Marin



Rio de Janeiro - Romário entregou nesta segunda-feira à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), uma petição com mais de 50 mil assinaturas no qual pede-se a renúncia do presidente da entidade, José Maria Marin.

Deputado federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), levou à CBF uma petição entitulada "Fora Marín", justo no aniversário do golpe militar de 1º de abril de 1964, que depôs o presidente João Goulart e instaurou um regime que durou até 1985.

O 'Baixinho', que desde sua chegada ao Congresso, em 2010, faz críticas pesadas à gestão da CBF, estava acompanhado da também deputada federal Jandira Feghali, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), e de Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, morto em uma carceiragem do Exército em 25 de outubro de 1975.

Marin, que comanda a entidade desde março de 2012, após a renúncia de Ricardo Teixeira, foi acusado de ter vínculos com o regime militar e de ter feito carreira na política paulista nas décadas de 70 e 80, justamente por suas relações com a ditadura.

Ivo Herzog alega que os discursos de José Maria Marín na época apoiavam as prisões arbitrárias e torturas dos opositores ao regime militar, e que uma vítima deles foi seu pai, jornalista da TV Cultura.

Romário alega que o Brasil, sede da Copa do Mundo, não pode ter na presidência da CBF alguém com suspeitas sobre seu passado. "O Brasil é um país democrático. Não tem nada a ver com um regime ditatorial que matou e torturou tantas pessoas", disse o ex-jogador. No dia 13 de março a CBF publicou em seu site um comunicado entitulado de "Desmascarando uma falsidade", em que afirma que as acusações contra Marín são "infundadas". Hoje, não houve qualquer menção ao ato liderado pelo ex-jogador, na página da entidade.


De agência EFE

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Protesto contra Renan Calheiros bloqueia avenida Paulista


Uma manifestação contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) bloqueou parte da avenida Paulista, região central de São Paulo, na tarde deste sábado (23).

Segundo a Polícia Militar, a passeata reuniu cerca de 250 pessoas. O protesto começou por volta das 14h no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo) e seguiu em direção à rua da Consolação...


De política, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Alheio a protestos, Renan gasta R$ 22 mil em spa antiestresse


BRASÍLIA e PORTO ALEGRE - Isolado do barulho dos protestos nas ruas de cidadãos que nesta quarta-feira cravaram 1,48 milhão de assinaturas na internet pedindo seu impeachment, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), relaxa com a mulher, Verônica, desde a semana passada no spa do Kurotel, em Gramado (RS), um dos dez melhores spas médicos do mundo, e que tem em sua clientela mais cativa milionários e políticos brasileiros. Por R$ 22,2 mil, o casal Renan comprou o pacote antiestresse e ficou hospedado até hoje numa das quatro suítes mais caras, localizada num andar exclusivo com elevador privativo, espaço com business center, DVD, sala de massagem, serviço de abrir mala, lençol de algodão egípcio, cobertor de pluma de ganso e menu de travesseiros.



De Maria Lima e Flávio Ilha, portal O GLOBO

sábado, 19 de janeiro de 2013

Lula parece estar cansado de sentar no banco e já ensaia suas novas jogadas


O técnico entra em campo

Seu time ainda vence a partida com uma margem confortável de gols, mas o jogo começa a ficar monótono. Da torcida, ouvem-se os primeiros apupos, como se os jogadores só tocassem a bola de lado, sem maior objetividade na direção do gol. A peleja parece ganha, mas o treinador, experiente que é, começa a se preocupar. E, de repente, do banco, ele se levanta. Com a prancheta, começa a orientar seus jogadores num ritmo frenético. Quer mais ação e ameaça entrar em campo.
Este treinador se chama Luiz Inácio Lula da Silva. Na semana que passou, à la Felipão, Lula reuniu um dos seus times na Prefeitura de São Paulo para a preleção inicial. Numa reunião com o prefeito Fernando Haddad e seus secretários, pediu mais parcerias, em todos os níveis de governo, e também com o setor privado. Recomendou ainda atenção máxima às enchentes. Não quer levar bola nas costas.
Nesta semana que entra, o técnico falará também com seu outro time. Um seminário do Instituto Lula reúne ministros do governo Dilma para debater a política externa e a integração latino-americana. E na sexta-feira, aniversário de São Paulo, está previsto um almoço entre o rei Lula e a rainha Dilma. Ao que consta, ele levará a ela uma lista extensa de pedidos empresariais, ou seja, dos patrocinadores.
Quando Lula se mexe, a torcida adversária se assusta. Será que ele vai entrar em campo? Será que veste a camisa já em 2014? E a gritaria das arquibancadas é uma só: “Fora, Lula”. A pressão sobre o juiz, que pode ser Roberto Gurgel ou Joaquim Barbosa, é pelo cartão vermelho com suspensão vitalícia. Afinal, se tantos jogadores foram excluídos do jogo com o processo do mensalão, por que Lula ainda não foi mandado para o chuveiro?
É essa a partida de 2013, que irá definir também a seleção que entrará em campo em 2014. Dilma está no comando e Lula no banco. Dois bons jogadores, mas o juiz, segundo Galvão Bueno e Arnaldo Cesar Coelho, faz uma ótima arbitragem. Quem arrisca uma previsão?

De Leonardo Attuch, Revista ISTO É