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terça-feira, 11 de julho de 2017

Doria substitui frota da prefeitura por carros e táxis da 99



A 99 (ex-99 Taxis) foi a vencedora da licitação promovida pela prefeitura de São Paulo para ser a empresa de aplicativos de transporte que vai gerenciar toda a demanda por veículos do poder público municipal. A empresa derrotou seus maiores rivais nesse mercado, como Uber, Cabify e Easy, além das maiores cooperativas de táxi que prestam serviço na capital.

A prefeitura conta com uma frota estimada em 2 000 carros, que serão leiloados ou devolvidos para locadoras. O gasto anual fica em torno de 170 milhões de reais por ano. A estimativa é que essa despesa caia para 50 milhões de reais por ano. Com a diferença de 120 milhões de reais, a prefeitura poderia construir até 6 500 novas moradias populares ou 25 novas creches – mas a eventual economia não tem destino certo. A substituição da frota própria pelo uso de carros particulares e táxis foi uma das primeiras promessas do atual prefeito João Dória, anunciada no ano passado antes mesmo da sua posse.

A medida é elogiada por especialistas porque racionaliza o uso de carros a serviço do poder público, uma vez que vai eliminar o desperdício do tempo em que os automóveis oficiais ficam estacionados à espera do servidor. Mas os especialistas também dizem que a prefeitura deveria incentivar o uso do transporte público e de bicicletas pelos seus funcionários...

De Marcelo Sakate, Veja

quinta-feira, 6 de abril de 2017

‘Usarei todas as minhas forças’ contra a volta de Lula, diz Doria


O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), prometeu usar todas as suas forças para combater a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência nas eleições de 2018 e colocou o petista como uma das principais motivações que o levaram a decidir lançar-se candidato a prefeito.

“Uma das motivações que eu tive para disputar as eleições foi o Lula, foi o assalto ao dinheiro público no Brasil, foi o roubo generalizado, foi a má gestão pública federal, as mentiras e as promessas feitas à população e não cumpridas, os 13 milhões de desempregados que ele deixou de presente para o Brasil, três anos de recessão econômica e a pior imagem pública do Brasil no mundo”, afirmou em entrevista à agência de notícias Reuters.

Ao mesmo tempo, Doria afirmou ser leal ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), seu padrinho político, e reafirmou ser ele o seu candidato ao Palácio do Planalto em 2018 sem, no entanto, descartar explicitamente uma candidatura à Presidência no ano que vem...

De redação, Veja

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Chachinas em São Paulo deixam 10 mortos


Atiradores mataram ao menos dez homens e deixaram outros três feridos em duas chacinas ocorridas entre a noite de terça-feira, 4, e a madrugada desta quarta-feira, 5, na capital paulista. Os casos foram no Jaçanã, na zona norte, e no Campo Limpo, na zona sul, em menos de uma hora entre um e outro.

No Jaçanã, segundo o relato à Polícia Civil de uma das vítimas que sobreviveram, dois homens em uma motocicleta atiraram em direção ao grupo de pessoas que estava em um bar na altura do número 23 da Rua Antônio Sérgio de Matos. Os criminosos fugiram. Seis morreram no local, e um ferido foi socorrido, mas não resistiu e morreu em um hospital. Outros dois feridos estão internados.

As seis vítimas que morreram no local são Sidnei Rodrigues Cordeiro, de 38 anos; Valdir Pereira de Souza, de 46; Adriano dos Anjos Silva, de 39; Wellington Claudino de Souza, de 35; Gilmar Vieira da Silva, de 39; e Fernando, cujos sobrenomes e idade não foram informados. Apenas um deles tem passagem pela polícia por tráfico e porte de drogas...

De Alexandre Hisayasu, Bibiana Borba e Paulo Beraldo, ESTADÃO

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Lula e Dilma são citados em ação do Ministério Público Federal em São Paulo


O ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff são citados pelo Ministério Público Federal em São Paulo numa ação contra a prescrição do crime de improbidade administrativa. Os procuradores apuram possível responsabilidade de ambos em irregularidades numa licitação da Transpetro (Petrobras), realizada em 2010, para a instalação de um estaleiro em Araçatuba, São Paulo, e a fabricação de 20 comboios de barcaças destinadas ao transporte de etanol. A licitação foi vencida por R$ 430 milhões por um consórcio de empresas investigado pela Lava Jato.

Os procuradores que atuam no caso entendem haver indícios do envolvimento de Lula e Dilma no direcionamento do contrato para a cidade de Araçatuba. Como a Justiça ainda não decidiu em qual Estado o processo deve tramitar (São Paulo ou Rio de Janeiro) e como ambos não responderam a questionamentos, os procuradores entraram com a ação para evitar que o crime de improbidade expire. Procurados por EXPRESSO, Lula e Dilma não quiseram se manifestar.

De Nonato Viegas, ÉPOCA

domingo, 6 de dezembro de 2015

Em São Paulo, Macri defende "desideologização" do Mercosul


O presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, defendeu nesta sexta-feira em São Paulo uma "desideologização" do Mercosul e instou os sócios do bloco a caminhar rumo a objetivos "concretos".

"Estou aqui para trabalhar, 'desideologizando' a região, caminhando rumo a coisas concretas que estreitem o comércio, o intercâmbio cultural e o intercâmbio educativo", declarou Macri durante um encontro com empresários brasileiros, no marco de sua primeira viagem ao exterior após ter vencido as eleições do último dia 22 de novembro.

Macri, que previamente havia se reunido com a presidente Dilma Rousseff, lamentou que a "real integração" do bloco - formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela- tenha se dilatado nas últimas décadas e pediu para que se transforme o Mercosul "em uma realidade".

"Cometemos um grave erro fazendo esta armadilha sistemática a este compromisso ao qual chamamos Mercosul", assinalou...

De América do Sul, EFE

domingo, 7 de dezembro de 2014

Na Paulista, manifestantes fazem ato contra a presidente Dilma


SÃO PAULO ­ Um ato convocado por políticos do PSDB reuniu neste sábado, 6, em São Paulo cerca de 5 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar, para protestar contra o governo Dilma Rousseff. A manifestação teve a presença do senador eleito José Serra, dos deputados José Aníbal e Mara Gabrilli, dos vereadores Andrea Matarazzo e Gilberto Natalini (PV), além do cantor Lobão. O senador Aécio Neves (PSDB-­MG), que divulgou vídeo na internet pedindo a participação no protesto, não compareceu.

Esse foi o quinto ato organizado contra o governo Dilma desde o 2.º turno das eleições. O maior deles, em 15 de novembro, reuniu cerca de 10 mil pessoas.

Os manifestantes iniciaram a concentração por volta das 15h no vão livre do Masp. Eram três grupos distintos, liderados pelo Movimento Brasil Livre, Vem Para a Rua e Movimento Brasileiro de Resistência, este último defensor da intervenção militar. Em comum eles tinham as críticas ao governo ­ fazendo alusão aos escândalos da Petrobrás e do mensalão e pedindo “Fora, Dilma” e “Fora, PT”. Os dois primeiros fizeram questão de se diferenciar do terceiro, que reuniu cerca de 400 pessoas.

A diferença ficou clara logo no início da marcha. Dois carros seguiram pela Avenida Paulista, desceram a Rua da Consolação e terminaram o ato na Praça Roosevelt. O grupo que defendia a intervenção militar tomou sentido contrário e desceu a Avenida Brigadeiro Luis Antônio.

O cantor Lobão fez questão de se diferenciar de manifestantes radicais. “Temos objetivos comuns que é tirar o PT do poder, mas defendo os meios democráticos”, disse.

Exilado. Serra acompanhou a segunda metade da caminhada. Na Praça Roosevelt, ele subiu no carro de som do movimento Vem Para a Rua e discursou. “A democracia não é só a eleição. É um sistema de valores que está sendo destruído pelo PT”, afirmou. O senador eleito por São Paulo descartou apoiar o movimento que pede a intervenção dos militares. “Já fui exilado em dois países e não quero ser exilado pela terceira vez.”

De Valmar Hupsel Filho, O ESTADO DE S. PAULO

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Alckmin venceria até Lula na disputa pelo governo paulista

A um ano das convenções partidárias que definirão os candidatos ao governo paulista, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) lidera a corrida ao Palácio dos Bandeirantes, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha no fim da semana passada.

O governador aparece com ampla vantagem em todos os cenários analisados pelo instituto, até mesmo quando seu oponente é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Embora sua candidatura seja improvável, Lula é o adversário que teria melhor desempenho contra o tucano. O petista obtém 26% das intenções de voto e Alckmin, 42%.

A entrada do ex-presidente na disputa estadual foi sugerida em novembro do ano passado pelo marqueteiro do PT, João Santana, em entrevista à Folha, mas Lula nunca manifestou interesse em se candidatar...


De Fábio Zambeli, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Ladrão devolve carro e deixa bilhete se desculpando



Após ter o seu Fusca furtado no domingo, 12, um eletricista recebeu nesta quarta-feira, 15, a notícia que tanto esperava: o carro havia sido localizado. O que ele certamente não previa é que o ladrão deixasse um bilhete se desculpando pelo crime e agradecendo pelo "empréstimo".
O veículo foi furtado em Mococa, no interior de São Paulo, e encontrado intacto pela Polícia Militar de Pirassununga (SP). No bilhete o ladrão explica o motivo que o levou ao ato: "Infelizmente peguei este carro porque não tinha dinheiro para vir embora. Obrigado". E completou. "Observação: entregue ao dono."
Com ou sem bilhete, o proprietário do carro, Cristiano César Leopoldino, de 20 anos, comemorou ter de volta o veículo. Ele contou que é o primeiro carro de sua vida e que não tem seguro contra furto ou roubo. O rapaz disse que não está com raiva do ladrão, mas que ele "deveria por a mão na consciência pelo que fez".
A alegria do dono, porém, ainda não está completa. Como é preciso passar por pericia para ser liberado, o Fusca será devolvido pela polícia ao proprietário somente na semana que vem. O carro, ano 1975, foi adquirido há apenas dois meses, sendo levado pelo desconhecido no momento em que o jovem estacionou na rua para ir ao cinema.

De Rene Moreira, portal ESTADÃO

quarta-feira, 6 de março de 2013

Ações da Petrobras operam em forte alta nesta quarta-feira

O principal índice acionário da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) apresenta valorização de mais de 1% nesta quarta-feira (6), acompanhando o clima positivo dos mercados externos e impulsionado pelo avanço das ações da Petrobras.
Às 12h30, o Ibovespa avançava 1,23%, a 56.639 pontos.No mesmo horário, as ações ordinárias da Petrobras subiam 11,09% e as preferenciais 5,68%.
A alta acontece após a estatal anunciar o reajuste de 5% no preço do óleo diesel nas refinarias.
Na terça-feira (5), o Ibovespa fechou em queda de 0,97%, a 55.950 pontos, na terceira baixa consecutiva, e alcançou o menor nível desde 16 de novembro de 2012. O giro financeiro do pregão foi de R$ 7,95 bilhões.

De jornal DO BRASIL

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Protesto contra Renan Calheiros bloqueia avenida Paulista


Uma manifestação contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) bloqueou parte da avenida Paulista, região central de São Paulo, na tarde deste sábado (23).

Segundo a Polícia Militar, a passeata reuniu cerca de 250 pessoas. O protesto começou por volta das 14h no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo) e seguiu em direção à rua da Consolação...


De política, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Governo administra preços para esconder inflação


O governo pediu para segurar o aumento do preço das passagens de ônibus no Rio e São Paulo e estuda uma maneira de conter o impacto do reajuste do preço da gasolina. Está voltando ao tempo da administração de preços. Apesar de isso ter um benefício para o consumidor num primeiro momento, acaba criando distorções na economia. Aconteceu isso no tempo da hiperinflação, é fora de propósito e do momento atual.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, confirmou hoje que recebeu um pedido do ministro Guido Mantega para empurrar para o fim do primeiro semestre o aumento do ônibus em São Paulo para, assim, diminuir a pressão nesse começo de ano.
Ele virou um administrador de preço. Mas a gente sabe que a economia tem que funcionar bem, com inflação baixa e preços livres. Os prefeitos costumam não reajustar os preços das tarifas de ônibus em ano de eleição, mas fazem isso logo no ano seguinte.
A inflação tem que estar baixa, porque a economia tem que funcionar bem, não porque os preços são administrados. No caso da gasolina, o governo controla o preço, há muito tempo congelado, o que desorganizou o setor. Vários efeitos colaterais são provocados por conta do preço congelado.
Agora, a gasolina deve ter aumento de 7%, e o governo já pensa em reduzir impostos – PIS e Cofins. Isso seria um incentivo ao consumo de um produto importado. Ele já tinha feito isso com a Cide, que incide sobre os combustíveis.
O país precisa de preços estáveis com os instrumentos clássicos de controle, política fiscal e monetária. O outro caminho nos levou à hiperinflação.
O governo está repetindo os mesmos erros do passado, anteriores ao Plano Real. Quando o ministro Mantega não está administrando preços, está fazendo truque contábil para fechar as contas.
De artificialismo em artificialismo, a economia brasileira vai criando problemas que terão de ser desarmados mais adiante.

De Miriam Leitão, Portal O GLOBO

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Protesto em SP contra Lula e o PT reúne 20 pessoas


Uma manifestação contra o ex-presidente Lula e o PT reuniu cerca de 20 pessoas na avenida Paulista, em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), na tarde de ontem, em São Paulo. O encontro, marcado via redes sociais, tinha como um dos lemas “Mexeu com o Brasil, mexeu comigo. Por um Brasil sem LULA/PT” e associava Lula ao processo do mensalão. Os manifestantes entoavam gritos e seguravam faixas contra o partido e o ex-presidente Lula, pedindo investigação por sua suposta participação no esquema do mensalão, como denunciou Marcos Valério, um dos integrantes da fraude. (...)


De Politica, Jornal O POVO

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Cesare Battisti está morando em bairro nobre de São Paulo, diz colunista





A colunista Mônica Bergamo informa nesta quarta-feira, 9, que o ex-guerrilheiro Cesare Battisti está morando há um mês em São Paulo. O italiano teria alugado um apartamento de 90m² nos Jardins, bairro nobre da capital paulista. A jornalista informa que o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi uma espécie de "fiador moral" para o italiano e dialogou com a corretora de imóveis que queria referências sobre o novo inquilino. "Eu disse que o Cesare é correto e que saiu um livro agora, 'Os Cenários Ocultos do Caso Battisti', do Carlos Lungarzo, que mostra que ele é inocente nos assassinatos", afirma o senador.

Ainda segundo o petista, Battisti - foi condenado à prisão perpétua na Itália pelo assassinato de quatro pessoas em 1970 - precisará morar em São Paulo porque, em breve, irá assumir "algum compromisso profissional" na Central Única dos Trabalhadores (CUT). A assessoria da entidade, por sua vez, diz desconhecer a informação.


De Coluna, FOLHA DE SÃO PAULO online

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Governo de São Paulo implementa rodízio de corintianos

Governo de São Paulo implementa rodízio de corintianos
Torcedores do Palmeiras torcem para o Fim do Mundo chegar logo


CAPÃO REDONDO - Aturdido pela iminência do caos que antecede o Fim do Mundo, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin convocou a imprensa e anunciou medidas para conter o Apocalipse corintiano. Insone, o mandatário disse que foi acordado por um telefonema de emergência no domingo de manhã. "Higienópolis, we have a problem", sussurrou uma voz do outro lado da linha. "Desde então, construímos, em tempo recorde, 666 abrigos nucleares na Oscar Freire", disse, orgulhoso.
Alckmin anunciou um rodízio de corintianos até sexta-feira. "Torcedores da Fiel cujos nomes começam com A, B, C ou D devem ficar em casa nesta segunda", explicou. "Na terça, é o dia de todos os torcedores chamados Wesley". Em seguida, fez uma recomendação aos torcedores do São Paulo. "Em caso de provocação, se recusem a voltar para o segundo tempo".
Ciente dos problemas de mobilidade urbana que assolam a cidade, Alckmin anunciou um plano em caso de emergência. "Procurem abrigo no Palestra Itália. Aproveitamos a estrutura rebaixada do entorno para construir abrigos", explicou, pausadamente.

De The Herald, Revista PIAUÍ