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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Lula grava vídeo e seu candidato perde eleição no interior do Piauí




Apesar de sua força política no Nordeste e de o governador do Piauí ser do PT, o ex-presidente Lula foi derrotado no seu primeiro teste nas urnas após ter sido condenado pela Lava Jato. Lula gravou um vídeo de apoio ao candidato Jailson (PT) à prefeitura de Miguel Leão, pequena cidade do Piauí. O presidente do PP, senador Ciro Nogueira, gravou outro a favor de Robertinho (PR). O candidato de Lula perdeu a disputa para o nome do PR. A eleição suplementar ocorreu domingo porque o prefeito, o vice e o presidente da Câmara foram cassados.

No vídeo de um minuto, que acompanha a legenda “ex-presidente do Brasi”, sem o L, Lula nacionaliza a disputa. “O Jailson é do PT e você sabe que o PT sabe governar o Brasil, sabe governar Miguel Leão, por isso domingo não se esqueça, vote em Jailson”, diz ele...

De Andreza Matias e Marcelo de Morais, Estadão

quinta-feira, 6 de abril de 2017

‘Usarei todas as minhas forças’ contra a volta de Lula, diz Doria


O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), prometeu usar todas as suas forças para combater a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência nas eleições de 2018 e colocou o petista como uma das principais motivações que o levaram a decidir lançar-se candidato a prefeito.

“Uma das motivações que eu tive para disputar as eleições foi o Lula, foi o assalto ao dinheiro público no Brasil, foi o roubo generalizado, foi a má gestão pública federal, as mentiras e as promessas feitas à população e não cumpridas, os 13 milhões de desempregados que ele deixou de presente para o Brasil, três anos de recessão econômica e a pior imagem pública do Brasil no mundo”, afirmou em entrevista à agência de notícias Reuters.

Ao mesmo tempo, Doria afirmou ser leal ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), seu padrinho político, e reafirmou ser ele o seu candidato ao Palácio do Planalto em 2018 sem, no entanto, descartar explicitamente uma candidatura à Presidência no ano que vem...

De redação, Veja

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Planalto vê saída de Cunha como “melhor dos mundos”


Para o Palácio do Planalto, a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara dos Deputados e a convocação das eleições para a sua sucessão foram “o melhor dos mundos” na tentativa de driblar a crise econômica, com votação de medidas importantes pelo Congresso.

A ideia do Planalto é não interferir diretamente na escolha do sucessor de Cunha, principalmente porque todos os postulantes ao cargo, até agora, são de partidos da base do governo.

Aliados do presidente em exercício Michel Temer esperam que as candidaturas, que hoje somam 13, se afunilem. “Quem tiver capacidade de buscar o consenso em seu partido, sairá na frente, neste processo de sucessão, assim como o partido que tiver capacidade de aglutinar mais legendas em torno do seu candidato, certamente poderá liderar o processo”, disse um interlocutor direto de Temer, salientando que a hora é de “aguardar um pouco os acontecimentos para saber para onde a maré vai levar e vai esperar afunilar as candidaturas”.

No Planalto, a avaliação é de que “o momento do governo tem de ser de observação para que não saia “chamuscado ou até derrotado” nesse período. A intenção é ter tempo de sentir o pulso dos acontecimentos, aguardando as negociações dos partidos em torno dos nomes. “Há uma divisão muito grande entre os partidos da base aliada e, se o Planalto entrar opinando neste momento, pode acabar prejudicado”, disse outro interlocutor presidencial, lembrando que “o momento é de muita conversa, de muito diálogo”...

De Brasil, ISTO É

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Bancada do PMDB minimiza suposto envolvimento de Cunha na Lava Jato



Eduardo Cunha, líder da bancada do PMDB e candidato à presidência da Câmara dos Deputados, passou a manhã desta quarta-feira dando explicações aos apoiadores sobre a suposta inclusão de seu nome nas investigações da Operação Lava Jato. Peemedebistas reforçaram o discurso de que Cunha não aparece nas delações premiadas e que não há riscos para a candidatura do PMDB ao comando da Casa.

Em nome da bancada, o vice-líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), saiu em defesa de Cunha e negou que o Ministério Público Federal vá pedir o aval do Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o parlamentar. De acordo com o jornal "Folha de S.Paulo", o policial federal Jayme de Oliveira Filho, que fazia entregas de dinheiro pelo doleiro Alberto Youssef, disse em depoimento que teria levado valores ao parlamentar em sua casa no Rio de Janeiro. Picciani disse que o policial, conhecido como "Careca", se referiu em depoimento a um homônimo do peemedebista.

De AE, ISTOÉ

domingo, 29 de junho de 2014

Candidato a vice poderá surpreender, diz Aécio


Entre os nomes mais cotados estão o senador cearense Tasso Jereissati e a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Ellen Gracie

Em uma passagem de 50 minutos em Caruaru, no agreste pernambucano, a 130 quilômetros do Recife, no final da noite de sexta-feira, o senador Aécio Neves (PSDB) disse que o anúncio do candidato a vice-presidente na sua chapa, na segunda-feira, poderá surpreender. Entre os nomes mais cotados estão o senador cearense Tasso Jereissati - que poderá agregar votos na região Nordeste - e a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Ellen Gracie. Ambos tucanos.
"Podemos ter surpresas", disse ele. "Temos nomes qualificados dentro e fora do PSDB".
Indagado sobre a importância do vice, ele afirmou que "os vices devem, de alguma forma, complementar a ação do candidato". "É muito difícil ter um vice que você diga 'olha, esse vice decide a eleição'", observou. "Não é da tradição brasileira, as pessoas votam no candidato". Frisou estar tranquilo em relação ao assunto: "no nosso caso, o problema é a fartura de nomes qualificados"...

De política, VEJA

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cabral nega apoio a Dilma em 2014 se PT lançar candidato próprio no Rio


BRASÍLIA – O governador do Rio, Sérgio Cabral, o vice-governador do estado fluminense, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, se reuniram na noite desta terça-feira, na residencia oficial do vice-presidente da República, Michel Temer, para o encontro dos governadores do PMDB. Cabral, como previsto, deixou clara a posição de que o apoio à candidatura presidencial da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014 depende de o PT não lançar candidato ao governo fluminense. O princípio defendido por Cabral é de que o PT tem a obrigação de apoiar o candidato do PMDB no estado caso queira contar com a retribuição.
O assunto principal da noite foi a eleição de 2014. A situação eleitoral do Rio é uma das mais complexas para a aliança nacional PT/PMDB. Mais cedo, havia expectativa de que Dilma comparecesse ao encontro, mas a ida foi cancelada no final da tarde.
No final de semana, o senador Lindbergh Farias (PT) pôs fim à trégua dada a Cabral e Pezão. Após evitar confrontos públicos com os peemedebistas, a pedido do ex-presidente Lula, o potencial candidato do PT ao governo do Rio voltou a atacar os adversários em evento no último sábado, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Os governadores começaram o encontro descrevendo para o comando nacional da legenda a situação do partido nos seus estados. Além de Cabral, outra a relatar problemas na relação federal e estadual foi a governadora Roseana Sarney, do Maranhão, que chegou ao encontro acompanhada do pai, senador José Sarney. Roseana fez questão de lembrar que o principal adversário de seu grupo político nas eleições, o ex-deputado Flávio Dino, foi nomeado por Dilma para presidência da Embratur, o que o teria fortalecido.
Também participaram da reunião os cinco ministros do partido: Edison Lobão (Minas e Energia); Moreira Franco (Aviação Civil); Antônio Andrade (Agricultura); Garibaldi Alves (Previdência) e Gastão Vieira (Turismo).


De Paulo Celso Pereira, jornal O GLOBO

domingo, 28 de abril de 2013

Por que Dilma é tão popular?!



A última pesquisa do Datafolha mostrou que Dilma teria 58% dos votos se a eleição para presidente fosse hoje. Além disso, ela teria no Nordeste um desempenho eleitoral superior às demais regiões do país. O voto é muito mais previsível do que a maioria das pessoas imagina. O desempenho de Dilma no voto tem a ver com seu desempenho no governo.

Na mesma pesquisa do Datafolha, a presidente Dilma alcança a marca de 65% na soma de ótimo e bom. Grande parte dos votos vem desse grupo, vem daqueles que avaliam positivamente seu governo. A regra é simples e está baseada nas duas últimas eleições nas quais o presidente em exercício pôde se candidatar à reeleição, Fernando Henrique em 1998 e Lula em 2006.

O presidente tucano, segundo as pesquisas, teve 85% daqueles que avaliavam seu governo “ótimo” e 73% dos que o avaliavam “bom”. Lula, por sua vez, converteu em votos 95% do ótimo e 82% do bom. Conclui-se que em situação de reeleição o governo converte de 80% a 85% de sua soma de “ótimo” e “bom” em votos.
Quando multiplicamos os 65% de ótimo e bom de Dilma por 0,8, obtemos 52%. Isso significa que, dos 58% de votos de Dilma na pesquisa do Datafolha, ao menos 52 pontos percentuais são de eleitores que avaliam positivamente seu governo.

Os números não mentem jamais, eles ajudam com frequência a fundamentar o que é óbvio. As pessoas que aprovam um determinado governo – pode ser o governo federal, algum governo estadual ou municipal – têm a tendência a votar, em sua grande maioria, para manter o que está bom.

O julgamento é sempre subjetivo. Um governo bom para um conjunto de pessoas pode ser péssimo para outro grupo. Contudo, o voto tende a ser coerente com a avaliação. Quem avalia positivamente um governo vota para mantê-lo, e quem o avalia negativamente vota para mudá-lo.

  Quando a líder deste governo bem avaliado disputa a reeleição, é mais fácil para o eleitor decidir. Para ele manter o governo, basta votar em quem já é presidente, governador ou prefeito. O favoritismo de Dilma tem a ver com isso. Fernando Henrique e Lula foram reeleitos com aproximadamente 50% de ótimo e bom. Dilma tem bem mais que isso.
Do ponto de vista do governo, o grande desafio é manter a popularidade alta até o final do próximo ano. A aprovação de qualquer governo federal, no Brasil, desde o advento do Plano Real, está relacionada com o aumento do poder de compra da população, em particular dos mais pobres, que formam a grande maioria do eleitorado.

É verdade que a classe C aumentou. Não é menos verdade que a vida de grande parte da população segue sendo marcada pela escassez. Há indicadores que comprovam que o Brasil está 11 anos atrás do México – e 14 anos atrás da Rússia – no consumo per capita. A renda média familiar da classe C no Brasil é de pouco mais de R$ 1.500 por mês. Trata-se de uma renda que está longe de possibilitar que esse grupo tenha padrão de consumo próximo ao da classe média nos países desenvolvidos. Isso significa que qualquer aumento real no poder de compra dessa população, além de ser bem-vindo, é atribuído ao governo.

O perfil de idade de nossa população fez com que a necessidade de gerar empregos novos diminuísse bastante. A cada ano que passa diminui a quantidade de jovens que procuram seu primeiro emprego. Esse é um dos motivos que vêm contribuindo para a menor taxa de desemprego da história.

Adicionalmente, em que pese o crescimento do PIB de 0,9% no ano passado, o consumo das famílias aumentou em 3,1% em 2012. A combinação de desemprego em baixa e consumo das famílias em alta resulta, na ausência de uma inflação muito elevada, no aumento real do poder de compra. É esse aumento real que explica a elevada aprovação do governo Dilma.
Os políticos têm como prioridade conquistar e manter o poder – esse é o objetivo principal da atividade política. O governo quer ficar no poder e a oposição quer voltar a controlá-lo. Isso resulta na inexistência de dogmas. Ou seja, a inflação não é boa ou ruim em si mesma. A inflação é ruim caso traga com ela uma consequência política negativa. Fernando Henrique combateu a inflação em 1994 porque Lula era, no início daquele ano, o líder nas pesquisas de intenção de voto. Fernando Henrique manteve a inflação baixa para deter Lula em 1998. Lula aumentou o superavit primário e deu autonomia ao Banco Central para manter a inflação controlada. Seu eventual crescimento poderia colocar em risco a reeleição que viria a ser disputada em 2006.

Fernando Henrique e Lula, utilizando-se de instrumentos econômicos diferentes, foram reeleitos porque o poder de compra real da população aumentou em seus respectivos primeiros mandatos. Como contraponto, há a eleição de 2002, quando o desemprego foi muito elevado. Fernando Henrique não elegeu seu sucessor porque houve uma queda no poder de compra real justamente no ano eleitoral.

Do ponto de vista de qualquer governo, a combinação mais adequada entre taxa de emprego, aumento do consumo das famílias e inflação é aquela que mantém elevada – e preferencialmente em trajetória de alta – a popularidade presidencial. Assim, politicamente só faz sentido para Dilma combater a inflação quando ela resultar na redução real do poder de compra. Só nesse caso sua popularidade correrá o risco de cair – o que resultará, em seguida, em queda na intenção de votos.

O que as eleições presidenciais de 1998 e de 2006 nos ensinam é que a opinião pública tem suas leis – e uma delas é que presidente que disputa a reeleição converte no mínimo 80% da soma de seu “ótimo” e “bom” em votos. Do ponto de vista de Dilma, é preciso zelar para que a avaliação de seu governo permaneça alta até 2014. Esse é, para ela, o caminho mais seguro em direção à reeleição.


De Alberto Carlos Almeida, revista ÉPOCA

sábado, 20 de abril de 2013

"Não vi pressão do Serra para ser candidato a presidente”, diz FHC


O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) não tem interesse em ser candidato a presidente da República no ano que vem, ou pelo menos não tem manifestado essa intenção a lideranças tucanas, disse nesta sexta-feira o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.



“Eu não vi da parte do Serra nenhuma pressão para ser candidato a presidente”, disse Fernando Henrique, que apoia abertamente a candidatura do senador mineiro Aécio Neves. Para o ex-presidente, Serra tem consciência de que não é o momento para entrar na disputa no ano que vem.
“Acho que o Serra tem realismo político suficiente para sentir o momento. Reitero: o Serra é uma pessoa muito preparada, talvez não tenha ninguém melhor preparada do que ele, mas na questão eleitoral é um pouco diferente disso”, disse, ao lado de Aécio, ao sair de um hotel em Belo Horizonte, onde participou de um evento do sindicato dos postos de combustíveis de Minas Gerais.
Fernando Henrique diz que não tem se encontrado com o ex-governador paulista e que não há motivos para tentar demovê-lo da ideia de que, segundo vem sendo especulado, ele estaria considerando deixar o PSDB para tentar uma candidatura em 2014. “Não tenho que demovê-lo porque ele nunca me disse que ia se mover.”
Ao falar da provável tentativa de reeleição da presidente Dilma Rousseff, o tucano disse que, apesar da popularidade do governo da petista, há outros elementos em jogo. “Apesar de que o governo possa ter popularidade, isso é uma coisa; outra coisa é ‘será que dá para aguentar mais quatro anos, oito anos?’ Não dá mais, chegou, tem que mudar”.


De Marcos de Moura e Souza, jornal VALOR ECONÔMICO

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Prefeito reeleito de Morada Nova-CE tem registro aceito pelo TSE


Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concederam, por unanimidade, na sessão desta terça-feira (16), o registro de Glauber Barbosa Castro, candidato mais votado a prefeito de Morada Nova, no Ceará. O Plenário entendeu que como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) extinguiu a ação penal contra Glauber por prescrição da pena restritiva de liberdade, por não ter sido cumprida dentro do prazo legal, não se pode aplicar contra o candidato a inabilitação para o exercício de cargo ou função pública por prática de crime de responsabilidade. Glauber concorreu à reeleição ao cargo sub judice, ou seja, com recurso pendente de exame na Justiça Eleitoral.

Glauber Barbosa teve a candidatura negada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), que considerou que vigorava contra ele a pena de inabilitação prevista em artigo do Decreto-Lei 201/1967, por prática de crime de responsabilidade no exercício de função pública, e a inelegibilidade da alínea “e” do inciso I do artigo 1º da Lei Complementar 64/90 (Lei de Inelegibilidades).

A alínea “e” estabelece que são inelegíveis, desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena, aqueles condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, pelo crime de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública, entre outros delitos.

Já o artigo 1º do Decreto-Lei n° 201/1967 define os crimes de responsabilidade dos prefeitos municipais, sujeitos ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento da Câmara dos Vereadores. O parágrafo segundo do dispositivo afirma que a condenação definitiva, em qualquer dos crimes definidos no artigo, acarreta a perda de cargo e a inabilitação, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação, sem prejuízo da reparação civil do dano causado ao patrimônio público ou particular.
Glauber recorreu ao STJ contra a condenação a ele imposta pelo Tribunal de Justiça do Ceará por crime de responsabilidade em um item do artigo do Decreto-Lei nº 201. O TJ do Ceará o condenou a três anos e seis meses de prisão. Ministro do STJ julgou o processo penal extinto em razão da prescrição da pena restritiva de liberdade. Com base nesta decisão, Glauber recorreu ao TSE para solicitar o deferimento de sua candidatura, argumentando que não poderia prevalecer contra ele uma “pena acessória” imposta pelo TJ na condenação, e mantida pelo TRE cearense, no caso a inabilitação para o exercício de cargo ou função pública.

Relatora do recurso, a ministra Luciana Lóssio afirmou que “fulminada a condenação” pelo STJ, que reconheceu prescrita a possibilidade de punição dada pelo TJ do Ceará, não pode ser mantida a inabilitação do candidato. Além disso, a ministra ressaltou que o parágrafo segundo do artigo 1º do Decreto-Lei nº 201/1967 exige a condenação definitiva, em um dos crimes de responsabilidade citados, para que seja declarada a inabilitação do réu a cargo ou função pública. 

“Não há como se afastar a natureza acessória da pena de inabilitação para o exercício de cargo ou função pública, cuja incidência pressupõe a existência de condenação definitiva”, disse Luciana Lóssio.


De TSE

sábado, 16 de março de 2013

Dia da verdade: comitiva do PMDB se encontrará com Eduardo Campos em abril


Dez deputados do PMDB irão ao Recife encontrar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, provável candidato a presidente pelo PSB. A data prevista para o encontro é sugestiva: 1o de abril. O grupo foi organizado pelo cearense Genecias Noronha. Não é a única ação de Campos na bancada de inconformados do PMDB. Ele tem conversado com a deputada Elcione Barbalho, mãe do candidato do PMDB ao governo do Pará, Helder Barbalho. Também já ensaiou uma aproximação com a capixaba Rose de Freitas, derrotada na disputa pela presidência da Câmara.


De Felipe Patury, revista ÉPOCA

domingo, 27 de janeiro de 2013

Dilma diz que mídia a lançou como candidata à reeleição


SANTIAGO, 26 Jan (Reuters) - A presidente da República Dilma Rousseff disse neste sábado no Chile que foi lançada como candidata à reeleição em 2014 pela mídia brasileira.
Ao ser questiona por jornalistas se ela já é candidata para as próximas eleições presidenciais, Dilma respondeu que esta era a vontade da imprensa.
"Vocês me lançaram como candidata", disse Dilma após uma jornalista insistir que a própria presidente deveria dizer se era ou não candidata.
A declaração foi dada na saída de um hotel em Santiago, no Chile, onde Dilma participa da reunião de cúpula entre a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e a União Europeia.

De César Illiano, portal REUTERS BRASIL

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

ELEIÇÕES 2012: 45 municípios brasileiros ainda não têm data para eleger prefeito



Até agora, 45 dos 59 municípios brasileiros que tiveram o resultado da última eleição para prefeito anulado continuam sem data para o novo pleito. A revogação da disputa nessas cidades ocorreu porque o candidato que obteve mais de 50% dos votos válidos teve o registro de candidatura indeferido em última instância.

Na lista das 14 cidades que já definiram calendários, Guarapari (ES) será a primeira a conhecer o novo prefeito no dia 3 de fevereiro. Um mês depois, dia 3 março, é a vez de mais dez cidades resolverem a pendência: Bonito (MS), Sidrolândia (MS), Tangará (SC), Criciúma (SC), Campo Erê (SC), Balneário Rincão (SC), Camamu (BA), Novo Hamburgo (RS), Eugênio de Castro (RS) e Erechin (RS). Já o município de Pedra Branca do Amapari ( AP) vai eleger o novo prefeito em 31 de março, e as cidades mineiras de Biquinhas e São João do Paraíso, no dia 7 de abril.

Nos municípios onde os processos ainda dependem de julgamento, o presidente da Câmara Municipal de Vereadores continua no comando do Executivo local. O calendário e as regras das eleições das cidades que ainda precisam eleger prefeitos este ano são de responsabilidade dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais, mas não há prazo para que os TREs definam essas datas.



De Agência Brasil, Política, Portal O POVO