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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Planalto vê saída de Cunha como “melhor dos mundos”


Para o Palácio do Planalto, a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara dos Deputados e a convocação das eleições para a sua sucessão foram “o melhor dos mundos” na tentativa de driblar a crise econômica, com votação de medidas importantes pelo Congresso.

A ideia do Planalto é não interferir diretamente na escolha do sucessor de Cunha, principalmente porque todos os postulantes ao cargo, até agora, são de partidos da base do governo.

Aliados do presidente em exercício Michel Temer esperam que as candidaturas, que hoje somam 13, se afunilem. “Quem tiver capacidade de buscar o consenso em seu partido, sairá na frente, neste processo de sucessão, assim como o partido que tiver capacidade de aglutinar mais legendas em torno do seu candidato, certamente poderá liderar o processo”, disse um interlocutor direto de Temer, salientando que a hora é de “aguardar um pouco os acontecimentos para saber para onde a maré vai levar e vai esperar afunilar as candidaturas”.

No Planalto, a avaliação é de que “o momento do governo tem de ser de observação para que não saia “chamuscado ou até derrotado” nesse período. A intenção é ter tempo de sentir o pulso dos acontecimentos, aguardando as negociações dos partidos em torno dos nomes. “Há uma divisão muito grande entre os partidos da base aliada e, se o Planalto entrar opinando neste momento, pode acabar prejudicado”, disse outro interlocutor presidencial, lembrando que “o momento é de muita conversa, de muito diálogo”...

De Brasil, ISTO É

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

'Lulistas' criticam gestão da crise na Petrobras e políticas de Dilma



SÃO PAULO ­ Em meio às denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras, integrantes do governo do expresidente Luiz Inácio Lula da Silva criticaram publicamente a demora da presidente Dilma Rousseff em trocar o comando da estatal, feita somente na quarta­feira com a renúncia da presidente, Graça Foster, e de cinco diretores da companhia. 

Para lulistas, Dilma deveria ter atuado de forma exemplar diante da gravidade do escândalo. Integrantes do governo Lula atacaram também a atual política econômica e reclamaram do fato de Dilma ter adotado medidas que havia criticado durante a campanha eleitoral de 2014. 

O tom crítico de lulistas à gestão Dilma marcou o debate sobre o livro “Cartas a Lula – o jornal particular do presidente e sua influência no governo do Brasil”, do jornalista e professor aposentado da USP Bernardo Kucinski. Reunidos na noite de quarta­feira (4) no auditório da Livraria Cultura, na capital paulista, 

Kucinski, ex­assessor da Secretaria de Comunicação Social (Secom), o jornalista Franklin Martins, ex­ministro­chefe da Secom e o cientista político e professor da USP André Singer, ex­porta­voz de Lula, listaram uma série de reclamações ao comparar as ações do governo Lula, do qual participaram, com as medidas tomadas por Dilma. 

“A presidente deveria ter demitido todo o comando da Petrobras e ter feito o exame completo do que aconteceu”, disse Kucinski...

De Cristiane Agostine, VALOR

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Saída de Graça Foster era 'inevitável', dizem analistas



A confirmação da saída de Maria das Graças Silva Foster da presidência da Petrobras desatou uma onda de especulações sobre quem poderia tomar as rédeas da estatal.
A renúncia de Graça Foster, divulgada pela imprensa na terça-feira, foi confirmada nesta quarta-feira em uma nota da empresa.

Ela ocorre em meio ao escândalo de corrupção na Petrobras desatado pela Operação Lava Jato e às dificuldades da estatal para publicar seus resultados auditados.

Outros cinco diretores também deixarão a cúpula da companhia e deve haver uma reunião do seu conselho de administração no fim da semana para a escolha dos substitutos...

De Ruth Costas e Jefferson Puff, BBC

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Eike Batista renúncia à presidência do conselho da MPX Energia

Brasília - O empresário Eike Batista renunciou nesta quinta-feira à presidência do conselho de administração da MPX Energia, o que foi interpretado como o início de uma anunciada reestruturação de seu grupo de empresas, que enfrenta uma crise financeira.

A MPX, braço de energia do Grupo EBX, informou por meio de um comunicado sobre a renúncia do empresário e um aumento de capital de R$ 800 milhões...

De empresas, EFE

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Confirmada pela CAS, autorização para desaposentadoria pode seguir diretamente à Câmara



O projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) que permite a renúncia da aposentadoria, para recálculo do benefício, teve aprovação ratificada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta quarta-feira (10). A matéria (PLS 91/2010) precisou ser votada em turno suplementar por ter sido aprovada na forma de substitutivo, apresentado pelo senador Paulo Davim (PV-RN). Aprovado em caráter terminativo, o projeto seguirá diretamente à Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação no Plenário do Senado.
A possibilidade de desaposentadoria, como é chamado informalmente o mecanismo, já é assegurada aos servidores públicos pelo Regime Jurídico Único (Lei 8.112/1990), informou Paulo Paim. Por isso, ressaltou o autor, é necessário alterar a lei que trata dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/1991) para oferecer aos trabalhadores um “tratamento mais igualitário”. Há milhares de ações judiciais em andamento com o objetivo de ver reconhecido o direito à desaposentadoria.
De acordo com o substitutivo ao projeto de lei do Senado, o aposentado pelo Regime Geral de Previdência Social por tempo de contribuição, idade ou aposentadoria especial, poderá renunciar ao benefício, a qualquer tempo e voltar à atividade. Quando achar apropriado, o segurado poderá requerer nova aposentadoria.
Ainda de acordo com o texto aprovado, é assegurada a contagem do tempo de contribuição e recálculo do benefício para uma nova aposentadoria. Pelo substitutivo de Davim, ao renunciar à aposentadoria, não é exigida a devolução dos valores recebidos, já que, conforme explicou o relator, o segurado contribuiu e fez jus aos proventos recebidos.


De Portal de notícias do SENADO

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Governo decide prorrogar até o fim do ano IPI reduzido para veículos


O governo confirmou que vai manter a alíquota reduzida do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e caminhões até 2014, de acordo com nota divulgada agora à noite pelo Ministério da Fazenda. A renúncia fiscal será de R$ 2,2 bilhões de abril a dezembro deste ano. O tributo sobre veículos subiria a partir de amanhã e voltaria à alíquota original em junho. Deste modo, as alíquotas do IPI para carros permanecem no atual patamar até o fim do ano.
“Dando continuidade à política de estímulos ao mercado interno, o governo decidiu prorrogar as atuais alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e caminhões até 31 de dezembro de 2013. O tributo sobre veículos subiria a partir do dia primeiro de abril”, assinala a Fazenda.
De acordo com o comunicado, para os veículos flex e a gasolina de até mil cilindradas, as alíquotas subiriam, a partir da próxima segunda-feira, de 2% para 3,5%, mas com a prorrogação elas serão mantidas em 2%. A alíquota original do IPI para veículos de até mil cilindradas é de 7%.
Já no caso dos carros flex de mil a a 2.000 cilindradas, a alíquota do IPI deveria passar dos atuais 7% para 9% no dia primeiro de abril, enquanto para os veículos a gasolina, de 8% para 10%. Com a decisão, as alíquotas continuarão nos atuais 7% para os veículos flex e 8% para gasolina. O IPI original desse segmento é de 11% para carros flex e 13% para os veículos movidos a gasolina.
Para veículos acima de 2.000 cilindradas, a alíquota permanece inalterada em 25% para os veículos a gasolina e em 18% para os carros flex. Já para caminhões, a alíquota permanece em zero.
Também foi prorrogada a alíquota de 2% de IPI até 31 de dezembro para veículos comerciais leves. A alíquota original nesse segmento é de 8%.

De jornal VALOR ECONÔMICO

segunda-feira, 25 de março de 2013

Feliciano descarta renúncia da presidência da Comissão de Direitos Humanos



Em entrevista ao programa Pânico, da Bandeirantes, o pastor Feliciano (PSC-SP) comentou as polêmicas envolvendo seu nome na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e garantiu que não pretende renunciar ao posto, apesar de toda a pressão.
Desde que foi eleito para o cargo, o parlamentar tem enfrentado reações devido às declarações consideradas racistas e homofóbicas. 
Na semana passada, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves, chegou a afirmar que a situação do pastor Feliciano era  “insustentável” e que uma solução seria dada nesta terça-feira (26).
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De jornal DO BRASIL

domingo, 3 de março de 2013

Portugueses marcham contra austeridade e pedem renúncia do governo


LISBOA - Centenas de milhares de portugueses tomaram as ruas de Lisboa e outras cidades neste sábado para exigir o fim das medidas de austeridade determinadas pelo resgate financeiro internacional e para pedir que o governo de centro-direita renuncie.
As manifestações, que se seguem ao maior aumento de impostos que se tem memória no país, marcam a maior demonstração pública de descontentamento desde as manifestações de setembro do ano passado, que forçaram o governo a ajustar algumas de suas medidas de austeridade.
Mais de 200 mil manifestantes se reuniram na grande Praça do Comércio e nas ruas ao redor, em Lisboa, onde fica o Ministério das Finanças, gritando: "Está na hora do governo ir embora!".
Muitos carregavam cartazes com slogans como "Austeridade mata" e "Que se lixe a Troika, poder para o povo!", visando a chamada Troika de credores da Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional.
"Grandola", a música símbolo da revolução dos Cravos de 1974, que derrubou a ditadura fascista de Antonio Salazar depois que o exército se rebelou, ecoava na multidão em Lisboa, que tem uma população de cerca de três milhões de pessoas.
Os manifestantes têm usado cada vez mais a música nas últimas semanas para interromper discursos de ministros do governo em eventos públicos.
As manifestações, que coincidem com a revisão trimestral de inspetores da UE/FMI, são os primeiros grandes protestos desde que o governo reconheceu no mês passado que a crise econômica desse ano será pior que as previsões iniciais.
A previsão de queda de 1,9 por cento aumentará ainda mais a pior recessão desde os anos 70 no país, em seu terceiro ano.
O aumento de impostos e os cortes orçamentários determinados pelos termos do empréstimo de 101,3 bilhões de dólares (78 bilhões de euros) acordado em meados de 2011, reduziram a demanda dos consumidores e empurrou o desemprego para um nível recorde de 17 por cento, levando milhares de pequenas empresas à falência...


De agência REUTERS BRASIL