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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Em encontro com evangélicas, Dilma ora por 'momento delicado' do Brasil

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta segunda-feira (15) um grupo de 16 líderes evangélicas e, segundo presentes na reunião, orou junto com as religiosas pelo "momento delicado" pelo qual o país passa.

A audiência faz parte da estratégia do governo para dar uma resposta às manifestações que tomam conta das ruas em vários Estados.

Há pouco mais de 15 dias, pelo Twitter, o deputado Pastor Marco Feliciano mandou uma mensagem para o pastor Silas Malafaia sobre uma reunião da presidente com ativistas LGBT. "Somos ou não somos invisíveis?", questionou. Ainda pela rede social Malafaia subiu o tom da reclamação e disse que Dilma tem recebido até "vadias", mas esqueceu dos evangélicos...


De Tai Nalon, de Brasília, FOLHA DE SÃO PAULO

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Lula e Dilma têm encontro 'secreto' na capital do país

O ex-presidente Luiz Inácio Lula desembarcou ontem em Brasília para discutir o momento político com Dilma Rousseff.

O encontro aconteceu a dois dias da prometida paralisação dos trabalhadores, e com as maiores centrais sindicais do país divididas sobre continuar ou não apoiando o governo.

O último contato pessoal, conforme assessores, ocorreu em São Paulo, no 18 de junho. Depois, Lula viajou para o exterior e só voltou na semana passada.

Segundo auxiliares, eles ainda não haviam se reunido após pesquisa Datafolha apontar o desmoronamento da popularidade de Dilma, no fim de junho

Se encontros da dupla são regulares, o de ontem foi tratado com extrema reserva --chegou a ser negado de forma enfática por diversos interlocutores.

A expectativa de petistas era de que eles discutissem a difícil relação do Executivo com o Congresso. Interlocutores de Lula têm dito que o ex-presidente havia recomendado a Dilma mudanças no primeiro escalão do governo e reclamado da articulação política, em seu momento mais frágil nesses dois anos.

Durante os protestos de junho, Dilma perdeu 27 pontos percentuais de sua popularidade. A desidratação alimentou, nos bastidores do PT e da base aliada, a defesa do "volta, Lula".
O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) descartou que Lula tenha qualquer intenção de voltar ao Planalto.

"Quem já viveu aqui neste palácio, como eu estou vivendo há 11 anos, já viu o balão subir e descer tantas vezes que a gente tem que ficar sereno. Quem viu 2005, onde já era proclamado por vários editorialistas que o Lula tinha acabado, que não teria reeleição, tem que ter muita serenidade agora", completou.


De Natuza Nery, Cátia Seabra e Tai Nalon, de Brasília, FOLHA

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Silas Malafáia: "a candidatura de Eduardo Campos para 2014 é irreversível"


Campos corteja Malafaia para palanque 'irreversível' em 201


Cotado para disputar a Presidência em 2014, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, reuniu-se no sábado com o pastor Silas Malafaia, um dos principais líderes evangélicos do país, em busca de apoio. Segundo Malafaia, Campos teria dito que sua candidatura é "irreversível" e que o PSB não é "voto de cabresto" nem "legenda de aluguel" do PT da presidente Dilma Rousseff.


Líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Malafaia relatou que na conversa de três horas, no Rio de Janeiro, Campos afirmou estar decidido a lançar-se em 2014. "Ele disse que sua candidatura é irreversível. Afirmou que acredita que vai chegar lá [à Presidência] e que vai fazer melhor. Disse que nenhum partido vai determinar as decisões do PSB e que, apesar de pertencer à base do governo, seu partido é independente. Afirmou que não será voto de cabresto nem legenda de aluguel", declarou Malafaia ao Valor PRO, serviço em tempo real do Valor.
Malafaia comentou ter gostado de Campos. "Estou doido para que ele seja candidato".
A assessoria do governador de Pernambuco confirmou o encontro, mas negou o conteúdo da conversa e afirmou que "Campos nunca disse que será candidato".
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De Sérgio Ruck Bueno e Cristiane Agostine, jornal VALOR ECONÔMICO

sábado, 16 de março de 2013

Dia da verdade: comitiva do PMDB se encontrará com Eduardo Campos em abril


Dez deputados do PMDB irão ao Recife encontrar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, provável candidato a presidente pelo PSB. A data prevista para o encontro é sugestiva: 1o de abril. O grupo foi organizado pelo cearense Genecias Noronha. Não é a única ação de Campos na bancada de inconformados do PMDB. Ele tem conversado com a deputada Elcione Barbalho, mãe do candidato do PMDB ao governo do Pará, Helder Barbalho. Também já ensaiou uma aproximação com a capixaba Rose de Freitas, derrotada na disputa pela presidência da Câmara.


De Felipe Patury, revista ÉPOCA

Proibição de uso de veículos oficiais em reunião do PT é ignorada


Frota de chapa branca em encontro do PT

BRASÍLIA — Apesar de ser um evento partidário, o Encontro Nacional de Mulheres Eleitas do PT teve um festival de carros oficiais transportando autoridades. No intervalo de 30 minutos, uma ministra, uma assessora especial do governo federal, uma senadora e uma prefeita chegaram ou foram embora em veículos custeados pelo poder público. O evento transcorreu durante todo o dia de ontem, em um hotel de Brasília, e prosseguirá hoje. Um dos objetivos é orientar prefeitas, vice-prefeitas e vereadoras petistas, eleitas no ano passado, a desenvolver programas federais nos municípios.


Uma das que compareceram ao evento a bordo de um carro oficial foi a ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial). Para o encontro, fechado à imprensa e organizado pelo PT, só foram convidados ministros do partido, e as participantes eram exclusivamente petistas.
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De Fernanda Krakovics, jornal O GLOBO

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Em evento do PT, Kassab é vaiado e Eduardo Campos não comparece

SÃO PAULO - Nove representantes de partidos da base aliada do governo da presidente Dilma Rousseff compareceram nesta quarta-feira ao evento comemorativo dos 10 anos do PT no governo federal, porém uma ausência sentida foi a do governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, que mandou como representante da legenda o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral.

Campos é apontado como possível candidato à Presidência em 2014, especialmente após o bom desempenho dos socialistas na eleição municipal do ano passado, quando o PSB derrotou o PT em três capitais importantes -Fortaleza, Recife e Belo Horizonte.

Amaral, no entanto, em tom inflamado em que lembrou as trajetórias históricas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma, sinalizou uma defesa da continuidade do projeto de governo atual. (...)


De Eduardo Simões, Agência REUTERS BRASIL

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Dilma lançará 'pacote de bondades' para prefeitos


Para aliviar o caixa dos municípios, a presidente Dilma Rousseff encomendou à área econômica uma proposta de "encontro de contas" para cidades que têm dívidas com o INSS e, ao mesmo tempo, créditos federais a receber.

Se aprovada, a medida fará parte de um pacote de bondades de Dilma a mais de 5.500 prefeitos recém-eleitos --que serão recebidos na próxima semana em Brasília.

No evento, será lançado ainda um programa federal para ajudá-los a cumprir a Lei de Acesso à Informação.

Segundo a Folha apurou, o pacote de bondades deve incluir ainda recursos adicionais em diversas áreas, entre elas o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que pode receber acréscimo de R$ 28 bilhões, conforme cifra discutida ontem em reunião de Dilma com dez ministros.

O "encontro de contas" é uma das principais demandas dos prefeitos. Eles pedem que o governo, no lugar de descontar as dívidas municipais com o INSS do repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), faça isso após abater dessa dívida os créditos federais que as prefeituras têm a receber.

Para os prefeitos, a dívida com o INSS é descontada antecipadamente, enquanto créditos devidos pela União não chegam a tempo.

Segundo a CNM (Confedeeração Nacional dos Municípios), as dívidas da União com os municípios chegava a R$ 31 bilhões em 2010, ante débito de R$ 22,5 bilhões dos municípios com o INSS. (...)


De Natuza Nery, Tai Nalon e Leonardo Vieira, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO