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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Silas Malafáia: "a candidatura de Eduardo Campos para 2014 é irreversível"


Campos corteja Malafaia para palanque 'irreversível' em 201


Cotado para disputar a Presidência em 2014, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, reuniu-se no sábado com o pastor Silas Malafaia, um dos principais líderes evangélicos do país, em busca de apoio. Segundo Malafaia, Campos teria dito que sua candidatura é "irreversível" e que o PSB não é "voto de cabresto" nem "legenda de aluguel" do PT da presidente Dilma Rousseff.


Líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Malafaia relatou que na conversa de três horas, no Rio de Janeiro, Campos afirmou estar decidido a lançar-se em 2014. "Ele disse que sua candidatura é irreversível. Afirmou que acredita que vai chegar lá [à Presidência] e que vai fazer melhor. Disse que nenhum partido vai determinar as decisões do PSB e que, apesar de pertencer à base do governo, seu partido é independente. Afirmou que não será voto de cabresto nem legenda de aluguel", declarou Malafaia ao Valor PRO, serviço em tempo real do Valor.
Malafaia comentou ter gostado de Campos. "Estou doido para que ele seja candidato".
A assessoria do governador de Pernambuco confirmou o encontro, mas negou o conteúdo da conversa e afirmou que "Campos nunca disse que será candidato".
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De Sérgio Ruck Bueno e Cristiane Agostine, jornal VALOR ECONÔMICO

sexta-feira, 15 de março de 2013

Coma do músico Dominguinhos é irreversível, diz jornal


RIO - O coma do músico pernambucano Dominguinhos, de 71 anos, é irreversível, segundo informações do jornal "Diário de Pernambuco" divulgadas nesta sexta-feira. De acordo com o blog da jornalista Carolina Santos, a família foi informada no dia 25 de fevereiro que o estado de saúde do sanfoneiro era irreversível. Apenas agora, no entanto, o filho mais velho de primeiro casamento do cantor, Mauro da Silva Moraes, resolveu divulgar a informação em respeito aos fãs.

“Quando meu pai ainda estava internado em Recife, um médico disse que ele não ia mais acordar. Não acreditei, outros médicos disseram que ele poderia sair do coma. Ele abria os olhos e ficava todo mundo esperançoso”, lembra Mauro.

“No mês passado, o médico dele no Sírio-Libanês falou que o coma não tinha mais volta. Eu perguntei se ele ia acordar e ele me disse que não, que o quadro do meu pai estava caminhando para um coma vegetativo”, lamentou o filho. “É triste saber que os admiradores não sabem o verdadeiro estado de saúde dele. As pessoas pensavam que ele estava melhorando. O marca-passo foi retirado, um dos rins está funcionando, mas ele não tem reação alguma. Faz alguns movimentos, como apertar a mão, mas os médicos disseram que é involuntário”, contou. “Oro todo dia para ele acordar. Milagres existem”.

Segundo o último boletim médico divulgado pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês, em 14 de janeiro, Dominguinhos permanece na UTI, respondendo de forma satisfatória ao tratamento médico e apresenta melhora no padrão hemodinâmico e respiratório.
O compositor foi internado no dia 17 de dezembro na Terapia Intensiva (UTI) coronariana do Hospital Santa Joana, em Recife, com quadro de infecção respiratória e arritmia cardíaca. No início da internação, sofreu oito paradas cardíacas, chegando a ficar quase cinco minutos com o coração sem bater.

No dia 13 de janeiro, o músico foi transferido para o Sírio-Libanês, em São Paulo, a pedido da família. Dominguinhos luta contra um câncer de pulmão há cerca de 6 anos e tem diabetes. No hospital, ele recebia tratamento para tratar uma infecção e um marca-passo temporário foi colocado no músico para controlar a arritmia. Ele foi submetido a uma traqueostomia e também vinha passando por sessões de hemodiálise.

José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns, em 12 de fevereiro de 1941. Considerado herdeiro artístico de Luiz Gonzaga, conheceu o rei do baião com apenas oito anos de idade. Aos 13, já morando no Rio de Janeiro, ganhou a primeira sanfona de Gonzaga.

Em 2010, Dominguinhos foi o vencedor do Prêmio Shell de Música Brasileira. Na premiação, recebeu no palco Gilberto Gil e Elba Ramalho para apresentar clássicos como "Eu só quero um xodó" e "Aconchego". Em 2002, ganhou o Grammy Latino com o CD "Chegando de mansinho".

De Cultura, jornal O GLOBO