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domingo, 29 de junho de 2014

Candidato a vice poderá surpreender, diz Aécio


Entre os nomes mais cotados estão o senador cearense Tasso Jereissati e a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Ellen Gracie

Em uma passagem de 50 minutos em Caruaru, no agreste pernambucano, a 130 quilômetros do Recife, no final da noite de sexta-feira, o senador Aécio Neves (PSDB) disse que o anúncio do candidato a vice-presidente na sua chapa, na segunda-feira, poderá surpreender. Entre os nomes mais cotados estão o senador cearense Tasso Jereissati - que poderá agregar votos na região Nordeste - e a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Ellen Gracie. Ambos tucanos.
"Podemos ter surpresas", disse ele. "Temos nomes qualificados dentro e fora do PSDB".
Indagado sobre a importância do vice, ele afirmou que "os vices devem, de alguma forma, complementar a ação do candidato". "É muito difícil ter um vice que você diga 'olha, esse vice decide a eleição'", observou. "Não é da tradição brasileira, as pessoas votam no candidato". Frisou estar tranquilo em relação ao assunto: "no nosso caso, o problema é a fartura de nomes qualificados"...

De política, VEJA

sábado, 18 de maio de 2013

A árdua tarefa de Aécio: unir o PSDB


Convenção nacional neste sábado, em Brasília, será o primeiro passo para tentar unificar a sigla rumo à eleição presidencial do ano que vem

O PSDB realiza neste sábado, em Brasília, a convenção nacional para eleger Aécio Neves presidente da legenda. O tucano, que sonha com a Presidência da República em 2014, se esforça para construir uma imagem de unidade interna no partido, após sucessivos problemas nas últimas disputas eleitorais. O pleito do ano que vem será a terceira tentativa de retirar o PT do Palácio do Planalto.

O senador, que permanecerá dois anos no comando do partido, acredita que sua ascensão ao cargo máximo da legenda o transformará no principal porta-voz dos interesses do PSDB, o que deve facilitar as conversas para a eleição de 2014. O atual presidente do partido é o deputado Sérgio Guerra, de Pernambuco, alheio à tensão entre paulistas e mineiros, portanto.

Para tentar diminuir as resistências internas, Aécio ofereceu a José Serra a indicação do secretário-geral do partido. O ex-governador paulista optou pelo nome do deputado federal Mendes Thame. Serra anunciou que comparecerá à convenção em Brasília. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também confirmou presença. A principal oposição a Aécio vem justamente de São Paulo: parte da ala ligada a Serra acredita que o senador mineiro não se esforçou como poderia pela candidatura presidencial de 2010...



De Gabriel Castro, de Brasília, revista VEJA

domingo, 3 de março de 2013

Em convenção, PMDB reafirma chapa Dilma-Temer em 2014


BRASÍLIA - Em mais um movimento com vistas às eleições presidenciais de 2014, o PMDB reforçou na sua convenção nacional neste sábado a posição do partido de apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff, e os peemedebistas reafirmaram o desejo de reeditar a chapa com Michel Temer como vice-presidente.

Coube à própria Dilma conclamar o PMDB para dar continuidade ao seu projeto.

"Eu conclamo o PMDB e sua juventude, suas mulheres, seu parlamentares, suas lideranças e sobretudo sua militância a continuarmos trabalhando juntos, para garantir que o fim da miséria seja só um começo", discursou a presidente.

Temer também reforçou a necessidade de PT e PMDB continuarem juntos na atual aliança.

"(Quero reafirmar a) inafastabilidade dessa aliança que deu certo para o país, que é a aliança PT e PMDB, para salientar que devemos caminhar em 2014 da mesma forma que caminhamos agora para o bem de todo Brasil", disse Temer, que deve ser reconduzido para o comando do partido durante a convenção.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que tem se desentendido com o PT na negociação para sua sucessão em 2014, fez um discurso focado na importância das alianças políticas para o seu governo.

"Insatisfações existem, mas não podemos esquecer que o PMDB ensinou ao Brasil que só se pode fazer realizações com aliança (política). E nós temos uma aliança, é Michel Temer e Dilma Rousseff", afirmou.

Dilma também não poupou elogios a Temer, indicando que ele deve continuar sendo seu vice na chapa de 2014.




De Jeferson Ribeiro, agência REUTERS BRASIL

sábado, 26 de janeiro de 2013

Quem mandará na Assembleia de Deus: pastores elegerão líder



Está em curso a eleição do novo presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, confissão evangélica seguida por 30 milhões de brasileiros. Pela primeira vez em décadas, há disputa. Há 25 anos no posto, o atual presidente, José Wellington, líder da congregação em São Paulo, concorre à reeleição. Seu opositor é Samuel Câmara, do Pará, estado a partir do qual a religião se irradiou pelo Brasil. Na eleição, devem votar 25 a 30 mil pastores. Há denúncias de irregularidades nas inscrições para o colégio eleitoral. Uma comissão analisa o caso.

De Felipe Patury, colunista, revista ÉPOCA