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domingo, 22 de novembro de 2015

Ex-adversários, Marta e Serra trocam gentilezas


Adversários figadais na campanha municipal de 2004, José Serra e Marta Suplicy têm surpreendido os colegas do Senado pela troca de gentilezas e afinação em votações.

A ex-petista, recém-filiada ao PMDB partido do qual Serra se aproxima de olho em 2018 tem elogiado a atuação do tucano na Casa.

Outro dia, a psicóloga deu até um conselho ao ex-rival: que ele seja menos ansioso na hora de negociar a aprovação de seus projetos no plenário, porque isso facilitaria a boa vontade dos demais senadores.

De Vera Magalhães, colunista, VEJA

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Petrobrás deve 'vender o que dá prejuízo' , diz Serra


BRASÍLIA ­ Recém­empossado no Senado, José Serra (PSDB­SP) afirmou ontem que a Petrobrás precisa "vender, conceder ou extinguir" ativos que hoje dão prejuízo e áreas que fogem da prospecção e exploração de petróleo, principal atividade da estatal. "Diversificou demais e foi muito além do necessário", justificou o tucano. 

Nesse retorno a Brasília, Serra se prepara para cobrar a equipe econômica do governo e listou como uma das prioridades do mandato propor uma lei que obrigue o governo a fazer propaganda contra as drogas. Para o tucano, criou­se um tabu "no PT e na esquerda" de que se deve ter postura "frouxa" sobre o tema. "No meu tempo de UNE (Serra foi presidente da União Nacional dos Estudantes em 1964), que era o que havia de mais esquerdista na época, fumar maconha era coisa de alienado."...

De Débora Bergamasco, ESTADO DE S. PAULO

domingo, 7 de dezembro de 2014

Na Paulista, manifestantes fazem ato contra a presidente Dilma


SÃO PAULO ­ Um ato convocado por políticos do PSDB reuniu neste sábado, 6, em São Paulo cerca de 5 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar, para protestar contra o governo Dilma Rousseff. A manifestação teve a presença do senador eleito José Serra, dos deputados José Aníbal e Mara Gabrilli, dos vereadores Andrea Matarazzo e Gilberto Natalini (PV), além do cantor Lobão. O senador Aécio Neves (PSDB-­MG), que divulgou vídeo na internet pedindo a participação no protesto, não compareceu.

Esse foi o quinto ato organizado contra o governo Dilma desde o 2.º turno das eleições. O maior deles, em 15 de novembro, reuniu cerca de 10 mil pessoas.

Os manifestantes iniciaram a concentração por volta das 15h no vão livre do Masp. Eram três grupos distintos, liderados pelo Movimento Brasil Livre, Vem Para a Rua e Movimento Brasileiro de Resistência, este último defensor da intervenção militar. Em comum eles tinham as críticas ao governo ­ fazendo alusão aos escândalos da Petrobrás e do mensalão e pedindo “Fora, Dilma” e “Fora, PT”. Os dois primeiros fizeram questão de se diferenciar do terceiro, que reuniu cerca de 400 pessoas.

A diferença ficou clara logo no início da marcha. Dois carros seguiram pela Avenida Paulista, desceram a Rua da Consolação e terminaram o ato na Praça Roosevelt. O grupo que defendia a intervenção militar tomou sentido contrário e desceu a Avenida Brigadeiro Luis Antônio.

O cantor Lobão fez questão de se diferenciar de manifestantes radicais. “Temos objetivos comuns que é tirar o PT do poder, mas defendo os meios democráticos”, disse.

Exilado. Serra acompanhou a segunda metade da caminhada. Na Praça Roosevelt, ele subiu no carro de som do movimento Vem Para a Rua e discursou. “A democracia não é só a eleição. É um sistema de valores que está sendo destruído pelo PT”, afirmou. O senador eleito por São Paulo descartou apoiar o movimento que pede a intervenção dos militares. “Já fui exilado em dois países e não quero ser exilado pela terceira vez.”

De Valmar Hupsel Filho, O ESTADO DE S. PAULO

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Serra transfere domicílio eleitoral para o Vaticano

Serra mandou rodar um Novo Testamento

Horas depois da renúncia do papa Bento 16, José Serra pediu a transferência do seu domicílio eleitoral para o Vaticano. "O PSDB precisa estar mais perto da fé, contra o aborto, contra a ditadura gay que ameaça a família brasileira", disse o tucano, beijando uma santa, enquanto partia em romaria para Aparecida. "O Carnaval é uma festa pagã, mas nós estamos precisando de mais espiritualidade, menos Ivete Sangalo e mais Missa do Galo", acrescentou o tucano, sendo logo alertado por um assessor que a Missa do Galo ocorre no Natal: "Ué? Mudou???", ele reagiu.

Apesar dos fortes rumores, Serra negou que vá ser candidato ao trono do Papa. "Minha missão é fortalecer a fé da juventude tucana. Mas, claro, se houver um clamor internacional por minha modesta candidatura, não terei como declinar", comungou. Em seguida, prometeu quebrar as patentes do Código da Vinci.

Centenas de parlamentares do PMDB interromperam o recesso carnavalesco e partiram em romaria para o Vaticano, num avião da FAB.


De The Herald, revista PIAUÍ

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Serra avalia deixar o PSDB para disputar a Presidência

Queixando-se de isolamento dentro do PSDB, o ex-governador José Serra avalia com apoiadores sair da sigla para viabilizar sua candidatura à Presidência da República em 2014.

Segundo aliados, ele ainda não desistiu do sonho de chegar ao Palácio do Planalto, nem que para isso tenha de se filiar a outro partido.

Apesar das dificuldades operacionais, não foi descartada a fundação de uma nova sigla, a exemplo do PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab.

A hipótese de mudança foi objeto de discussão nos últimos dois meses, após derrota de Serra na disputa pela Prefeitura de São Paulo.

Dentro do PSDB, o nome mais forte hoje para disputar a Presidência é o do senador Aécio Neves (MG), que é rival de Serra internamente.

Alguns serristas, porém, aconselham o tucano a permanecer na sigla e disputar a indicação com Aécio.


De Catia Seabra, Poder, FOLHA online