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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Em um ano, taxa de desemprego sobe de 4,8% para 5,3%, aponta IBGE



Como é comum nos primeiros meses do ano diante da dispensa de trabalhadores temporários e com a maior procura por emprego, a taxa de desemprego subiu em janeiro para 5,3%, contra 4,3% em dezembro. Os analistas esperavam um índice menor, de 5%.

É o pior desempenho para janeiro desde 2013, quando a taxa foi de 5,4%. Em janeiro de 2014, o percentual também havia sido menor: 4,8%. Os dados foram divulgados pelo IBGE na manhã desta quinta­feira (26).

Com a maior busca por trabalho e sem vagas para todos, a população desocupada (estimada em 1,3 milhão nas seis maiores metrópoles do país) aumentou 22,5% frente a dezembro (237 mil pessoas a mais) e 10,7% em relação a janeiro de 2014 (125 mil pessoas a mais)...

De Pedro Soares, FOLHA DE S. PAULO

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

STF declara legal juros sobre juros em operações de até um ano



BRASÍLIA ­ O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou nesa quarta­feira a legalidade da cobrança de juros sobre juros em operações de crédito com prazos inferiores a um ano. Os ministros julgaram um processo em que se discutia a constitucionalidade de medida provisória editada em 2000 que prevê a capitalização de juros nesses prazos. 

Como foi declarada a repercussão geral do tema, a decisão vale também para mais de 13,5 mil ações judiciais sobre o mesmo assunto. O caso estava no radar de instituições financeiras e do Banco Central (BC), que foi ao plenário defender a regra que vigora há cerca de 14 anos em nome da “estabilidade do sistema financeiro”. 

Não havia uma previsão de impacto sobre os bancos se a Suprema Corte declarasse a medida provisória ilegal. Ministros, durante o julgamento, chegaram a comentar “efeitos negativos” em caso de uma decisão contra a norma de 2000...

De Thiago Resend, VALOR

terça-feira, 2 de abril de 2013

Manifestantes cobram de Dilma opinião sobre Feliciano



Cerca de 60 manifestantes se reuniram na noite desta segunda-feira em frente ao Palácio do Planalto para cobrar da presidente Dilma Rousseff uma posição sobre a permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Desde que assumiu a presidência da comissão, o deputado tem sido alvo de críticas por conta de declarações tidas como racistas e homofóbicas - a sua indicação também provocou uma debandada de servidores que atuavam na comissão.
"Está na hora de a presidente mostrar a sua opinião. O Brasil é um Estado laico, onde a religião não deve interferir nas decisões governamentais", disse a artista plástica Reagine Rocha, que trouxe a mãe, Alzira, para o protesto. "Há muito tempo que ele devia ter renunciado", comentou Alzira.
Os manifestantes, que se mobilizaram por meio das redes sociais, empunharam cartazes que diziam "Estado laico", "Dilma, quebre o silêncio" e "Fora, Feliciano". Também gritaram "Dilma, qual é a sua? Quem é você para aceitar essa tortura?", "Congresso Nacional não é Igreja Universal" e "Direitos humanos é conquista/ Não aceitamos homofóbico racista".
"A presidente tem que se pronunciar", cobrou a estudante de serviço social Júlia Maria. O  protesto à frente do Palácio do Planalto durou pouco mais de meia hora e ocorreu sem provocar transtornos no trânsito ou tumulto. 

De Rafael Moraes Moura, agência ESTADO

sexta-feira, 22 de março de 2013

IPCA-15 sobe 0,49% em março e acumula alta de 6,43% em 12 meses



SÃO PAULO, 22 Mar (Reuters) - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) --prévia da inflação oficial-- subiu 0,49 por cento em março, ante alta de 0,68 por cento em fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
Pesquisa realizada pela Reuters apontou expectativa de alta de 0,53 por cento, de acordo com a mediana das previsões de 27 analistas. As estimativas variaram de 0,40 a 0,63 por cento.
No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 registrou alta de 6,43 por cento em março, acima dos 12 meses imediatamente anteriores, quando ficou em 6,18 por cento, aproximando-se do teto da meta de inflação do governo de 6,5 por cento pelo IPCA.


De Camila Morerira, Edição de Patrícia Duarte, agência REUTERS BRASIL