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sexta-feira, 19 de junho de 2015

IPCA-15 surpreende e tem maior alta para junho em quase 20 anos, de 0,99%




Pressionada pelos preços de alimentos e despesas pessoais, a prévia da inflação oficial brasileira acelerou ainda mais em junho, acima do esperado e a maior taxa para esses meses em quase duas décadas, deixando mais complicada a tarefa do Banco Central de manter sob controle as expectativas de alta de preços.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) registrou alta de 0,99 por cento neste mês, bem acima do avanço de 0,60 por cento visto no mês anterior e a maior para junho desde 1996 (quando foi de 1,11 por cento), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

Com isso, o indicador acumulou em 12 meses alta de 8,80 por cento, a maior desde dezembro de 2003, quando avançou 9,86 por cento.

Em pesquisa Reuters, pela mediana dos especialistas consultados, era esperada alta do IPCA-15 de 0,85 por cento na base mensal e de 8,65 por cento em 12 meses...

De Patrícia Duarte, REUTERS

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Em um ano, taxa de desemprego sobe de 4,8% para 5,3%, aponta IBGE



Como é comum nos primeiros meses do ano diante da dispensa de trabalhadores temporários e com a maior procura por emprego, a taxa de desemprego subiu em janeiro para 5,3%, contra 4,3% em dezembro. Os analistas esperavam um índice menor, de 5%.

É o pior desempenho para janeiro desde 2013, quando a taxa foi de 5,4%. Em janeiro de 2014, o percentual também havia sido menor: 4,8%. Os dados foram divulgados pelo IBGE na manhã desta quinta­feira (26).

Com a maior busca por trabalho e sem vagas para todos, a população desocupada (estimada em 1,3 milhão nas seis maiores metrópoles do país) aumentou 22,5% frente a dezembro (237 mil pessoas a mais) e 10,7% em relação a janeiro de 2014 (125 mil pessoas a mais)...

De Pedro Soares, FOLHA DE S. PAULO

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Economistas elevam projeção para a Selic a 12% em 2015


SÃO PAULO - Economistas de instituições financeiras elevaram a estimativa para a Selic no fim de 2015 a 12 por cento, sobre 11,50 por cento previstos antes, mas a expectativa de que a taxa básica de juros fechará este ano a 11 por cento ainda não foi alterada, mostrou nesta segunda-feira a primeira pesquisa Focus do Banco Central com projeções coletadas após a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Na quarta-feira passada, O BC surpreendeu ao elevar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 11,25 por cento, numa decisão dividida e sob a justificativa de que os riscos para a inflação aumentaram.

A alta foi bem recebida por agentes econômicos, que viram como sinal de mudança na política econômica no segundo mandato de Dilma. A pesquisa Focus levantou projeções até a última sexta-feira e, por isso, ainda deve mostrar mudanças nas contas...

De Patricia Duarte, REUTERS BRASIL

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Copom eleva Selic para 8% ao ano

Brasília - Em um cenário de inflação em alta e crescimento ainda lento da economia, o Banco Central (BC) decidiu acelerar o processo de alta dos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou o aumento da taxa Selic de 7,50% para 8% ao ano, alta de 0,50 ponto percentual.  a segunda elevação seguida da taxa Selic no ano, que em abril subiu 0,25 ponto percentual. "O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano", disse o Copom.

Nas últimas semanas, a autoridade monetária havia dado vários sinais de que poderia promover uma alta maior de juros para segurar a inflação. Com isso, até terça-feira, o mercado financeiro ainda estava dividido em suas projeções para a reunião. A divulgação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, que veio abaixo do esperado, no entanto, levou muitos analistas a avaliarem que o BC poderia elevar a taxa novamente em 0,25 ponto...


De Agência Estado, jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Inflação oficial avança para 0,55% em abril, mostra IPCA


A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou para 0,55% em abril, resultado 0,08 ponto percentual acima da taxa de 0,47% registrada em março, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou acima da média das estimativas de 15 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que previam inflação de 0,48% em abril. Superou, inclusive, o teto do intervalo das projeções, que era 0,54%.
O IPCA é considerado o indicador oficial da inflação brasileira, usado para balizar as metas de inflação perseguidas pelo Banco Central. Hoje, mais dois indicadores de inflação foram divulgados: o IGP-DI, que apontou deflação em abril, e o IPC-S referente à primeira semana de maio.
Com o resultado do IPCA de abril, a inflação acumulada  no ano é de 2,5%, acima dos 1,87% relativos ao mesmo período de 2012.
Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,49%, abaixo dos 6,59% referentes aos 12 meses imediatamente anteriores.
Em abril de 2012, a taxa havia ficado em 0,64%.
Os nove grupos que compõem o IPCA apresentaram as seguintes variações entre março e abril: alimentação e bebidas (de 1,14% para 0,96%), habitação (de 0,51% para 0,62%), artigos de residência (de 0,11% para 0,63%), vestuário (de 0,15% para 0,65%), transportes (de -0,09% para -0,19%), saúde e cuidados pessoais (de 0,32% para 1,28%), despesas pessoais (de 0,54% para 0,61%), educação (de 0,56% para 0,10%) e comunicação (de 0,13% para -0,32%).
Isoladamente, os remédios, com alta de 2,99%, lideraram a lista dos principais impactos no IPCA do mês, detendo 0,10 ponto percentual.
O IPCA mede a inflação para as famílias com renda de uma a 40 salários mínimos em nove regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém, além do município de Goiânia e de Brasília.
Preços para a baixa renda
O IBGE também informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,59% em abril, depois da alta de 0,6% em março. Em abril de 2012 o indicador marcou alta de 0,64%.
No ano, o indicador registra alta de 2,66%. No acumulado em 12 meses até abril, o INPC tem alta de 7,16%, indicando recuo em relação aos 12 meses encerrados em março, quando ficou em 7,22%.
O INPC mede a inflação para as famílias com renda de um a cinco salários mínimos nas mesmas regiões pesquisadas para o IPCA.


De Diogo Martins, agência VALOR

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Inflação estoura o teto


Inflação oficial fica em 0,47% em março



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou inflação de 0,47 % em março deste ano, taxa inferior ao 0,6% de fevereiro. Em março do ano passado, a taxa havia sido 0,21%. O dado foi divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A inflação acumulada em 12 meses chegou a 6,59% e superou o teto da meta de inflação estipulada pelo governo, que é 6,5%. O limite inferior é 2,5% e o centro, 4,5%. No ano, a inflação acumulada chega a 1,94%.

De jornal DO BRASIL

domingo, 3 de março de 2013

PIB: economistas e empresários não acompanham otimismo de Mantega


O desempenho da economia será melhor neste ano do que em 2012, mas o Produto Interno Bruto (PIB) “não deve crescer a uma taxa alta”, de até 4%, como prevê o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Assim entende o professor de Economia da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) Emerson Marçal, para quem o cenário do momento não permite  projetar uma evolução acima de 2,5% a 3% em 2013.
Coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da FGV-SP, Marçal diz que o baixo patamar de investimentos, de 18,1% em 2012, não estimula a retomada da economia. Para ele, se o governo quer um crescimento mais robusto, “preciso acelerar uma agenda de reformas e de ações de longo prazo” para racionalizar o sistema tributário e melhorar a infraestrutura do país, além de investir mais em capital humano e na busca de acordos comerciais.
Essas ações, na avaliação do economista Vagner Jaime Rodrigues, da Trevisan Gestão & Consultoria (TG&C) ajudarão a reduzir o custo Brasil, que reduz em torno de 34% a competitividade dos preços de produtos brasileiros lá fora, de acordo com cálculos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Também contribuirão para melhorar a baixa produtividade média da mão de obra nacional, segundo ele.
Rodrigues ressalta que o baixo crescimento de 0,9% do PIB em 2012 se contrapõe à pequena taxa de desemprego, e diz que há uma aparente incoerência nesses indicadores: “Felizmente, o país trabalha praticamente em pleno emprego, mas a baixa performance de parcela expressiva dos recursos humanos limita as possibilidades de crescimento da produção e de expansão do PIB.”
Como exemplo, ele diz que a produtividade nos serviços caiu 9% entre 1950 e 2005. Por isso, o Brasil tem mais pessoas trabalhando para produzir o mesmo volume, o que explica, em grande parte, a estagnação do PIB. O economista ressalva que, além de mitigar a produção e os resultados das empresas, a baixa produtividade eleva os custos operacionais, que são transferidos para o preço final dos produtos e serviços, com reflexos negativos na inflação e na competitividade externa.
Por essas razões, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, enfatiza que “baixar o custo de se produzir no Brasil é imperativo, e tem que ser rápido”.
Ele elogia “algumas iniciativas importantes e corajosas” do governo, como a desoneração da folha de pagamento em quase 40 setores da atividade econômica, mais acesso ao crédito, queda dos juros, estímulos tributários em alguns segmentos do comércio e redução dos preços de energia elétrica. Coelho lembra, porém, que a efetiva implementação das medidas leva tempo. “Corremos o risco de perder o ano de 2013.”
Além da redução dos investimentos, os analistas veem com preocupação adicional a desaceleração das atividades da construção civil. Números do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) mostram que, depois do crescimento de 11,6% em 2010, o desempenho do setor caiu para 3,6% em 2011 e encerrou 2012 com aumento de apenas 1,4%. Como se isso não bastasse, o valor adicionado da construção registrou retração de 0,5% no último trimestre do ano passado, comparado ao trimestre anterior.

De economia, jornal DO BRASIL

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

BC cria nova série e inadimplência da pessoa física vira 5,5%


Aconteceu como que num passe de mágica. O jornalista que cobre economia entrou no site do Banco Central e encontrou a seguinte informação na Nota de Política Monetária de janeiro:
"A taxa de inadimplência relativa aos créditos a pessoas físicas situou-se em 5,5%, após reduções de 0,1 p.p. no mês e de 0,4 p.p. em doze meses."
A taxa chamou atenção porque a inadimplência da pessoa física estava em 7,9% em dezembro. O que aconteceu de um mês para o outro?
A explicação da assessoria de imprensa do Banco Central é que agora a inadimplência da pessoa física é medida tanto pelo crédito livre, que está em 7,9%, quanto pelo crédito direcionado, que é de 1,8%. As duas misturadas deram a taxa de 5,5%.
Até aí, tudo bem, mais informação é sempre melhor do que menos informação. O estranho é que o Banco Central sempre olhou exclusivamente para a inadimplência dos recursos livres, porque os recursos direcionados são subsidiados, geralmente crédito imobiliário concedido pela Caixa. Esse crédito nunca foi referência para se medir a inadimplência porque tem condições especiais de juros e prazos.
Ter mais um indicador não seria nenhum problema, desde que o Banco Central mantivesse as duas informações no texto da Nota. A que sempre usou, de inadimplência de recursos livres, e a que passou a usar agora, com as duas misturadas. A inadimplência do recursos livre não é mencionada no texto, está apenas na planilha.
A Nota ganhou outras informações, mas também perdeu, como o estoque de crédito podre na economia, classificado como nível H. Ele vinha crescendo num ritmo de 15,8% em 12 meses até dezembro e agora só estará disponível nas Séries Temporais. Saiu da vitrine.
A mudança de metodologia em alguns dados também limitou as séries até março de 2011. Não será possível fazer comparações para datas anteriores a essa em algumas informações.


De Miriam Leitão, jornal O GLOBO

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Desemprego no Brasil sobe a 5,4% em janeiro e renda tem leve queda--IBGE


RIO DE JANEIRO, 26 Fev (Reuters) - O desemprego brasileiro subiu para 5,4 por cento em janeiro, ante 4,6 por cento em dezembro, quando havia atingido o menor nível histórico, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.
Trata-se da menor taxa para janeiro desde o início da série histórica do IBGE, em março 2002. Mas, mesmo assim, o resultado do mês passado é o maior desde setembro, quando ela também ficou em 5,4 por cento.
Pesquisa da Reuters mostrou que, pela mediana das previsões de 27 analistas consultados, a taxa ficaria em 5,3 por cento. As estimativas variaram entre 4,9 e 5,5 por cento...

De agência REUTERS BRASIL

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

IBGE: prévia da inflação oficial fica em 0,68% em fevereiro


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) teve variação de 0,68%, em fevereiro e ficou abaixo da taxa de 0,88% de janeiro. Para os dois primeiros meses do ano, a variação situou-se em 1,57%. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 ficou em 6,18%, acima dos 12 meses imediatamente anteriores (6,02%). Em fevereiro de 2012, a taxa havia sido de 0,53%, segundo o IBGE...


De Economia, Jornal DO BRASIL

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Desemprego no Brasil fecha 2012 em 4,6%, menor nível histórico--IBGE



RIO DE JANEIRO - A taxa de desemprego no Brasil fechou 2012 no seu menor nível histórico, ao mesmo tempo em que a renda do trabalhador acumulou ganhos no ano, mas o mercado de trabalho mostrou uma importante desaceleração na criação de novas vagas.
Em dezembro, o desemprego brasileiro caiu para 4,6 por cento, ante 4,9 por cento em novembro, desbancando o recorde anterior de 4,7 por cento atingido em dezembro de 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.
O número de agora, no entanto, veio um pouco acima do esperado pelo mercado. Pesquisa da Reuters mostrou que a taxa recuaria para 4,4 por cento, segundo a mediana das previsões de 27 analistas consultados. As estimativas variaram de 4,0 a 4,9 por cento.
"Tem o efeito de uma menor procura (de emprego) entre Natal e Reveillón, e pessoas que já se inseriram no mercado em novembro para trabalhar... Quem não conseguiu (se inserir no mercado) pára e retoma (a procura) em janeiro", explicou a economista do IBGE Andriana Berenguy.
Segundo o IBGE, a taxa média de desemprego em 2012 ficou em 5,5 por cento, também recorde de baixa na série histórica iniciada em março de 2002. O resultado veio mesmo após o pior ano de geração de emprego formal em uma década, com 1,3 milhão de novos postos de trabalho em 2012.
Esse quadro foi consequência do mau desempenho da economia no ano passado e também captado pelo IBGE. Segundo o instituto, a geração de emprego formal teve expansão anual de 3,7 por cento em 2012, contra 6,8 por cento no ano anterior. Já a geração geral de postos de trabalho cresceu 2,2 por cento no ano passado, mantendo o ritmo do ano anterior.
"Você sente a crise pela menor geração de emprego e menos trabalho registrado", afirmou o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

Por Rodrigo Viga Gaier, portal REUTERS BRASIL

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Juro de pessoa física recua e fecha 2012 no menor valor em 18 anos


Por conta principalmente da atuação dos bancos públicos, que lideraram o processo de redução dos juros em 2012, a taxa média cobrada pelas instituições financeiras às pessoas físicas registrou queda de 9,2 pontos percentuais em todo ano passado, encerrando em 34,6% ao ano, o menor valor de toda a série histórica do Banco Central - que começa em julho de 1994. Os números foram divulgados pela autoridade monetária nesta sexta-feira (25).

Segundo o BC, a taxa média de juros bancários de todas as operações com recursos livres (que não têm destinação específica, como crédito rural ou imobiliário), que inclui pessoas físicas e empresas, também registrou o menor valor de toda a série do BC, que, nesse caso, começa em junho de 2000. Em dezembro, os juros médios de todas operações de crédito somaram 28,1% ao ano, contra 37,1% ao ano em dezembro de 2011. Nesse caso, o recuo foi de 9 pontos percentuais em todo ano passado.  (...)


De Portal G1 GLOBO

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Crédito Fundiário oferece taxa de juros reduzida para juventude rural

A medida assegura aos jovens rurais, que têm entre 18 e 29 anos, e às famílias de agricultores em situação de pobreza juros ainda menores, de 1% e de 0,5%, respectivamente

A taxa de juros para o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), será reduzida, passando de 5% para 2%. A medida assegura aos jovens rurais, entre 18 e 29 anos, e às famílias de agricultores em situação de pobreza juros ainda menores, de 1% e de 0,5%, respectivamente.
A Resolução nº 4177 prevê, também, a universalização dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), que passa a valer por cinco anos para os novos contratos, com um repasse de R$ 1,5 mil por beneficiário/ano. Recém-aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), ela entra em vigor a partir do dia 1º de abril e foi publicada no Diário Oficial da União, (...)
De Portal BRASIL online

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Aumento da taxa de Juros

Segundo analistas e consultores das instituições bancárias do país, há um consenso quanto ao aumento da taxa SELIC, a ser decidido hoje pelo Banco Central, em reunião do Copom, sendo a alta de 0,25 pontos percentuais, devendo, a taxa ficar estabilizada em 12,50 ao ano.

De Júlio Cunha