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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
FT ironiza: Mantega se despede com uma tarefa cumprida a desvalorização do real
Mesmo com a deterioração dos fundamentos econômicos brasileiros, Guido Mantega despede-se do Ministério da Fazenda com pelo menos uma tarefa cumprida: a desvalorização do real. “O homem reconhecido por ter tornado próprio o termo guerra cambial parecer ter vencido sua batalha para enfraquecer a moeda brasileira em meio a uma onda de capital especulativo estrangeiro”, ironizou o jornal britânico Financial Times (FT).
O real teve desvalorização de 12,69% ante o dólar em 2014, consolidando o quarto ano consecutivo de queda. Atualmente a moeda americana é negociada perto dos 2,70 reais, em comparação com o intervalo entre 1,50 e 1,60 reais vistos em 2011. Em 2015, a previsão é de que a moeda brasileira mantenha o mesmo comportamento, com o possível aumento das taxas de juros nos Estados Unidos e a redução gradual da atuação do Banco Central (BC) brasileiro no mercado de câmbio...
De economia, VEJA
terça-feira, 4 de junho de 2013
É inevitável que dólar se valorize, diz Aldo Mendes
O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Mendes, afirmou nesta terça-feira em Londres, que é “inevitável que o dólar se valorize e que a moeda americana já está em um novo patamar em comparação a divisas de países emergentes. Ele ressaltou, entretanto, que não está preocupado com a oscilação do câmbio, embora não seja possível delimitar esse novo patamar para o dólar.
“Não tenho nenhuma preocupação com o câmbio. Mas se essa dinâmica da economia americana se ligar a outros movimentos, não há nada que se possa fazer. O real está andando como as outras moedas em relação ao dólar. É normal”, afirmou, depois da primeira etapa de “road show” com investidores.
Ele declarou ainda que os investidores estrangeiros não estão preocupados com o crescimento abaixo do esperado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Segundo o IBGE, a economia cresceu 0,6% no primeiro trimestre, abaixo do esperado pelos analistas...
DE Maeli Prado, jornal VALOR ECONÔMICO
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
O que o PIB do 1º trimestre diz
A alta de 0,6% do PIB no primeiro trimestre não é tanto quanto se esperava, mas é algum crescimento. No vídeo, eu explico que se confirmou a pior das previsões, já que o mercado estimava crescimento entre 0,6% e 1,1%. O BC e o governo tinham previsto números maiores (1,05% e 0,9%, respectivamente).
O país está em recuperação, ainda que mais lenta do que se imaginava. A agricultura salvou a lavoura, a indústria encolheu um pouco. O investimento cresceu, mas quando olhamos os números por dentro, vemos que está muito relacionado às compras de caminhões.
Tomara que esse resultado sirva de alerta para o governo tomar decisões de forma mais rápida para que os investimentos públicos e privados aconteçam, e o país cresça mais.
O PIB acumula alta de 1,2% em 12 meses.
De Miriam Leitão, blog, portal O GLOBO
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Copom eleva Selic para 8% ao ano
Brasília - Em um cenário de inflação em alta e crescimento ainda lento da economia, o Banco Central (BC) decidiu acelerar o processo de alta dos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou o aumento da taxa Selic de 7,50% para 8% ao ano, alta de 0,50 ponto percentual. a segunda elevação seguida da taxa Selic no ano, que em abril subiu 0,25 ponto percentual. "O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano", disse o Copom.
Nas últimas semanas, a autoridade monetária havia dado vários sinais de que poderia promover uma alta maior de juros para segurar a inflação. Com isso, até terça-feira, o mercado financeiro ainda estava dividido em suas projeções para a reunião. A divulgação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, que veio abaixo do esperado, no entanto, levou muitos analistas a avaliarem que o BC poderia elevar a taxa novamente em 0,25 ponto...
De Agência Estado, jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO
Nas últimas semanas, a autoridade monetária havia dado vários sinais de que poderia promover uma alta maior de juros para segurar a inflação. Com isso, até terça-feira, o mercado financeiro ainda estava dividido em suas projeções para a reunião. A divulgação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, que veio abaixo do esperado, no entanto, levou muitos analistas a avaliarem que o BC poderia elevar a taxa novamente em 0,25 ponto...
De Agência Estado, jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO
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