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segunda-feira, 15 de julho de 2013

PIB da China cresce 7,5% no 2º tri, em linha com expectativas

PEQUIM - O crescimento econômico anual da China desacelerou para 7,5 por cento entre abril e junho deste ano, ante 7,7 por cento, no segundo trimestre seguido de crescimento mais lento, de acordo com dados oficiais divulgados nesta segunda-feira.
O dado do segundo trimestre, anunciado pela Agência Nacional de Estatísticas, ficou em linha com expectativas do mercado em pesquisa da Reuters.
A segunda maior economia do mundo cresceu 7,6 por cento nos seis primeiros meses de 2013 na comparação com um ano antes.
Outros dados divulgados junto com os do PIB mostraram que a produção industrial cresceu 8,9 por cento em junho sobre o ano anterior, ante expectativa de 9,1 por cento em pesquisa da Reuters. As vendas no varejo em junho avançaram 13,3 por cento ante o ano anterior, contra expectativa de 12,9 por cento.
Os investimentos em ativo fixo subiram 20,1 por cento no primeiro semestre na comparação com o mesmo período do ano anterior, contra projeção de 20,2 por cento.


De economia, REUTERS BRASIL

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Economia brasileira inicia 2º tri com crescimento, mostra BC

SÃO PAULO - A economia brasileira iniciou o segundo trimestre com expansão, mostrou o Banco Central nesta sexta-feira, com o seu indicador de atividade registrando alta de 0,84 por cento em abril ante o mês anterior, mas ainda insuficiente para levar os agentes econômicos a cravarem que está em curso uma recuperação mais consistente da atividade.

O dado dessazonalizado de abril do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) ficou um pouco acima das expectativas de analistas consultados pela Reuters com alta mensal de 0,80 por cento, mas mostrou desaceleração sobre o resultado de março, quando teve crescimento mensal de 1,07 por cento, número revisado de alta de 0,72 por cento.
 
"Os números de abril do IBC-Br sugerem que o PIB do segundo trimestre pode ser melhor do que o observado no primeiro trimestre", afirmou o economista-chefe do banco Fator, José Francisco Gonçalves, por meio de nota.
 
Na comparação com abril de 2012, o IBC-Br --uma espécie sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB)-- avançou 4,85 por cento, e acumula em 12 meses alta de 1,66 por cento, segundo os dados dessazonalizados do BC.
 
O desempenho da indústria e do varejo, que mostraram recuperação em abril, ajudaram na alta do IBC-Br no mês, mas o cenário pode não se sustentar...


De Camila Moreira, agência REUTERS BRASIL

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O que o PIB do 1º trimestre diz

A alta de 0,6% do PIB no primeiro trimestre não é tanto quanto se esperava, mas é algum crescimento. No vídeo, eu explico que se confirmou a pior das previsões, já que o mercado estimava crescimento entre 0,6% e 1,1%. O BC e o governo tinham previsto números maiores (1,05% e 0,9%, respectivamente).
O país está em recuperação, ainda que mais lenta do que se imaginava. A agricultura salvou a lavoura, a indústria encolheu um pouco. O investimento cresceu, mas quando olhamos os números por dentro, vemos que está muito relacionado às compras de caminhões.
Tomara que esse resultado sirva de alerta para o governo tomar decisões de forma mais rápida para que os investimentos públicos e privados aconteçam, e o país cresça mais.
O PIB acumula alta de 1,2% em 12 meses.


De Miriam Leitão, blog, portal O GLOBO

sábado, 23 de março de 2013

Ajuste na mensagem do BC já mudou condições financeiras, diz Tombini



SÃO PAULO – O Banco Central (BC) já fez uma mudança de política monetária ao alterar sua mensagem junto ao mercado, com efeitos sobre a economia, mas outras ações podem ser adotadas como resposta à inflação, de acordo com a evolução dos indicadores econômicos. Esse foi o recado deixado pelo presidente do BC, Alexandre Tombini, a empresários e economistas durante evento realizado em São Paulo nesta sexta-feira.
Tombini afirmou que a comunicação é parte importante da condução da política monetária e o ajuste em suas mensagens “já determinou mudança relevante nas condições financeiras de modo geral”. Segundo ele, o BC tem comunicado à sociedade sua preocupação com o nível e a resistência da inflação nos últimos meses. Mas, dadas as incertezas remanescentes, a autoridade monetária tem atuado com “cautela”.
“Ações foram tomadas, mas é plausível afirmar que outras poderão ser necessárias. Para decidir sobre isso, o Banco Central irá acompanhar a evolução do cenário macroeconômico", disse.
Durante o evento, promovido pela Câmara de Comércio França-Brasil, Tombini não fez qualquer menção ao resultado do IPCA-15 de março, que mostrou inflação de 0,49% (dentro do intervalo esperado por analistas) e taxa de difusão alcançando 74,1%. Mas enfatizou a preocupação da autoridade monetária com o aumento da dispersão da inflação observada recentemente. “Pressões sazonais e pressões localizadas, entre outros fatores, contribuem para esse quadro de maior resistência", acrescentou.
“Nesse sentido, quero deixar claro que o foco da política monetária tem sido e continuará a ser exclusivamente a manutenção da estabilidade de preços”, afirmou o presidente do BC. Ele lembrou que a sociedade brasileira sabe que taxas de inflação elevadas geram distorções na economia, elevam os prêmios de risco, deprimem os investimentos, subtraem o poder de compra de salários e reduzem o potencial de crescimento da economia.
Tombini reiterou que várias ações permitiram que o país alcançasse um novo patamar para as taxas de juros, “mas isso não significa que os ciclos monetários foram abolidos”.
Em seu discurso, apresentou um quadro de retomada gradual do crescimento do Brasil e observou que, no primeiro trimestre, "provavelmente crescemos ao ritmo de 4% ao ano", enquanto a expectativa do mercado aponta expansão em 2013 ao redor de 3%.
“A demanda doméstica continua sendo o principal suporte da economia. A expansão moderada do crédito, a geração de empregos e a ampliação da renda continuam estimulando o consumo das famílias”, afirmou. “Esse ambiente tende a prevalecer neste e nos próximos semestres, quando a demanda doméstica será impactada pelos efeitos das ações de política recentemente adotadas, que são defasados e cumulativos.”
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De Lucinda Pinto e Aline Oyamada, jornal VALOR ECONÔMICO

sexta-feira, 1 de março de 2013

Economia brasileira cresceu 0,9% no ano passado, pior desempenho desde 2009


RIO - A economia brasileira pisou no freio e cresceu apenas 0,9% em 2012. É o pior desempenho desde 2009, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira. Em 2011, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) havia crescido 2,7%. No último trimestre do ano passado, o PIB avançou 0,6% frente ao terceiro e 1,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em valores, o PIB somou, em 2012, R$ 4,403 trilhões.

No biênio do governo Dilma, a economia cresceu em média 1,8% ao ano. Juros nos menores patamares históricos, crédito abundante e desoneração de tributos não foram capazes de garantir um crescimento mais forte da economia. O PIB per capita (PIB dividido pela população residente no país) atingiu R$ 22.402,00, subiu 0,1% em relação a 2011, em valores correntes.
Analistas esperavam uma alta menor que 1%. A prévia do PIB, medida pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central — Brasil (IBC-Br), havia apontado crescimento de 1,35%. No início do ano, o governo chegou a prever alta de 4% a 5%.
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De economia, Clarice Spitz, jornal O GLOBO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Economia dos EUA cresce 2,2% em 2012


Washington - A economia dos Estados Unidos cresceu 2,2% em 2012, enquanto no ano anterior esse índice foi de 1,8%, informou nesta quinta-feira o Departamento de Comércio.

O crescimento no último trimestre do ano foi de 0,1%, dois décimos acima do cálculo anterior.


De agência EFE


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Banco do Brasil tem lucro acima do esperado no 4o tri


SÃO PAULO, 21 Fev (Reuters) - O Banco do Brasil fechou o quarto trimestre de 2012 com lucro líquido recorrente acima do esperado pelo mercado, impulsionado por um crescimento de dois dígitos em sua carteira de crédito e queda na inadimplência.
A maior instituição financeira da América Latina por ativos teve lucro recorrente de 3,18 bilhões de reais nos três últimos meses do ano passado, crescimento de 5,1 por cento sobre o mesmo período de 2011 e de 19,7 por cento sobre o terceiro trimestre. Analistas consultados pela Reuters estimavam resultado recorrente possitivo em 2,464 bilhões de reais.
A carteira de crédito ampliada do Banco do Brasil, incluindo operações no exterior, cresceu 24,9 por cento em 2012, para 580,799 bilhões de reais. No Brasil, a carteira do banco terminou o ano passado em 534,367 bilhões de reais, avanço de 24,2 por cento, acima da expectativa da instituição, de crescimento de 17 a 21 por cento.
O governo pressionou os bancos estatais a aumentarem a oferta de crédito e a baixar os juros para incentivar o consumo no ano passado, em meio à desaceleração da economia e à queda da Selic. (...)


 De Agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

PIB da Zona do Euro recua 0,6% no 4º trimestre de 2012


O Produto Interno Bruto (PIB) da Zona do Euro recuou 0,6% no quarto trimestre de 2012 se comparado com o trimestre anterior, segundo dados preliminares divulgados hoje, 14, pela agência de estatísticas europeia, o Eurostat.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior o recuo é de 0,9%. Vale destacar que no terceiro trimestre de 2012 o PIB apresentou recuo de 0,1%. 
Ambos os números vieram abaixo das estimativas dos analistas que esperavam uma queda de 0,4% na comparação trimestral e 0,7% na conferição anual.

De eonomia, portal JORNAL DO BRASIL

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Lucro da Petrobras cai 36% em 2012


Rio de Janeiro, 4 fev (EFE).- A Petrobras obteve um lucro líquido de R$ 21,182 bilhões em 2012, 36% a menos que no ano passado, informou nesta segunda-feira a companhia.

No quarto trimestre, a empresa lucrou R$ 7,747 bilhões, número 53% superior ao do mesmo período em 2011, o que se deve a uma melhora dos resultados financeiros e de suas operações fiscais.

A companhia atribuiu seus maus resultados anuais, os piores desde 2004, à desvalorização do real frente ao dólar, ao aumento das despesas operacionais e à necessidade de aumentar a importação de derivados a preços altos para atender à demanda, segundo um comunicado. (...)

De Agência EFE