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terça-feira, 4 de julho de 2017

Balança comercial registra melhor primeiro semestre da história


Beneficiada pela recuperação do preço das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial fechou o primeiro semestre com o melhor saldo da história para o período. Nos seis primeiros meses do ano, o Brasil exportou US$ 36,219 bilhões a mais do que importou.

De janeiro a junho, o saldo da balança comercial acumula alta de 53,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado. Somente em junho, as exportações superaram as importações em US$ 7,195 bilhões. O saldo é o melhor para o mês e o segundo mais alto para toda a série histórica, só perdendo para os US$ 7,661 bilhões registrados em maio deste ano.

Nos seis primeiros meses do ano, as exportações somaram US$ 107,714 bilhões, o quinto melhor primeiro semestre da história, com crescimento de 19,3% pela média diária em relação ao mesmo período do ano passado. As importações totalizaram US$ 71,495 bilhões, alta de 7,3% também pela média diária. Apenas em junho, o país exportou US$ 19,788 bilhões e comprou US$ 12,593 bilhões do exterior...

De Wellton Máximo, Agência Brasil

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Déficit do governo Dilma em 2014 é o maior da história



As contas da presidente Dilma Rousseff permaneceram no vermelho no mês de novembro. O chamado Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) apresentou déficit de R$ 6,711 bilhões, pior resultado para o mês da série histórica do Tesouro Nacional , que começou em 1997. No acumulado de 2014, o déficit primário subiu para R$ 18,319 bilhões, o equivalente a 0,39% do Produto Interno Bruto (PIB). É também o pior resultado de janeiro a novembro da série histórica.

No mesmo período do ano passado, o esforço fiscal era positivo em 1,41% do PIB. Com mais um déficit, o resultado fiscal obtido até agora ficou ainda mais distante da última previsão da equipe econômica de fechar o ano com as contas no azul, com um superávit de R$ 10,1 bilhões.

A previsão foi incluída no relatório bimestral de avaliação de despesas e receitas do Orçamento encaminhado ao Congresso Nacional no final de novembro. Essa estimativa se tornou, na prática, uma espécie de meta fiscal não oficial depois que o governo conseguiu aprovar a flexibilização da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014, que dá permissão ao governo Dilma Rousseff para não cumprir a meta fiscal e fechar o ano, inclusive, com um déficit primário sem que haja punições para os governantes. Para conseguir terminar o ano com o superávit de R$ 10,1 bilhões prometido, o governo vai precisar fazer um superávit em dezembro de no mínimo R$ 28,4 bilhões. Em 12 meses até novembro, o Governo Central registra um déficit de R$ 3,9 bilhões ou 0,1% do PIB.

Até novembro, o Tesouro registra um superávit de R$ 40,345 bilhões, o INSS, um déficit de R$ 58,467 bilhões e o Banco Central, um saldo negativo de R$ 197,9 milhões...

De Adriana Fernandes, Renata Veríssimo e Laís Alegretti, ESTADÃO

sexta-feira, 5 de julho de 2013

IPCA desacelera em junho a 0,26%, mas em 12 meses vai a 6,70%

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO - A inflação ao consumidor brasileiro desacelerou em junho para 0,26 por cento, favorecida por alimentos, num resultado abaixo do esperado e com forte queda da dispersão. Mas o acumulado em 12 meses foi a 6,70 por cento, maior alta desde 2011.
O resultado mensal, o menor desde junho de 2012 (+0,08 por cento), reforça a expectativa de que o Banco Central manterá o ritmo de aperto monetário na reunião da próxima semana.
Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) havia subido 0,37 por cento, com o acumulado em 12 meses em 6,50 por cento, exatamente no teto da meta do governo, de 4,5 por cento com tolerância de 2 pontos percentuais.
Os números de junho foram divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e levaram o acumulado em 12 meses ao pior resultado desde os 6,97 por cento de outubro de 2011...

De Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira, REUTERS BRASIL

terça-feira, 21 de maio de 2013

Indústria brasileira gasta com gás US$ 5 bilhões a mais que os EUA


RIO – O shale gas (ou gás de folhelho, tipo de gás encontrado em rochas no subsolo) jogou os preços do gás nos Estados Unidos para baixo, ampliando a competitividade industrial naquele país. Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que o preço médio do gás nos EUA é de US$ 4,45 por milhão de BTUs (medida usada para gás natural), enquanto no Brasil é de US$ 17,14 por milhão de BTUs. A diferença faz com que a indústria nacional tenha um gasto adicional de US$ 4,9 bilhões por ano. Para reduzir esse custo, a Firjan diz que é necessário não apenas baixar o preço do produto, como os impostos e a margem das distribuidoras.

No estudo “O preço do gás natural para a indústria no Brasil e nos Estados Unidos — comparativo de competitividade”, foi considerado o consumo pela indústria brasileira de 10,4 bilhões de metros cúbicos por ano de gás natural, o que equivale a um custo de US$ 6,6 bilhões anuais. Se o preço final do gás no Brasil fosse equivalente ao do americano, o gasto da indústria seria de US$ 1,7 bilhão. O gás natural tem participação relevante no custo de produção de setores industriais de peso na economia, como indústria química (30%) e cerâmica (25%), por exemplo.

A Firjan fez simulações para empresas de diferentes portes. No caso de uma microempresa, uma padaria de bairro, por exemplo, que tem de cinco a sete empregados e consumo de gás natural de aproximadamente 1,5 mil metros cúbicos por mês, a perda de competitividade é de R$ 29,7 mil por ano na comparação com uma padaria americana. Para uma empresa química de grande porte, com 600 empregados e consumo de gás natural de 2,7 milhões de metros cúbicos por mês, o gasto adicional em comparação com sua concorrente americana é de R$ 29,8 milhões...



De Danielle Nogueira, portal O GLOBO

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Rainha dos Baixinhos, Xuxa se mostra parcialmente a favor da redução da maioridade penal



A apresentadora, durante homenagem recebida no 12º Fórum de Comandatuba

Aos 50 anos e 30 de carreira, a apresentadora Xuxa Meneghel, a Rainha dos Baixinhos, é uma apaixonada por crianças e adolescentes. Nos últimos 22 anos, conta, ela injetou R$ 33 milhões - ou R$ 1,5 milhão por mês - do próprio bolso na fundação que criou para atender baixinhos em situações de risco. "Quando chega o final do ano eu me pergunto: será que conseguirei manter e dar às crianças o que elas precisam? A gente sabe que de uma hora para a outra as coisas podem mudar para todo mundo, né?". Por este motivo, ela pede ajuda a pessoas físicas e jurídicas para apadrinhar 1,8 mil crianças, adolescentes e pais envolvidos em drogas e prostituição e fará, no dia 28 de maio, um jantar com show no Hotel Unique (SP), para arrecadar fundos para a Fundação Xuxa Meneghel.

Apesar de ser uma defensora da criança e do adolescente, Xuxa não se posiciona contra a bandeira em defesa da redução da maioridade penal, levantada nas últimas semanas após o registro de dois crimes bárbaros cometidos por menores de idade.

FORBES Brasil perguntou à apresentadora qual sua opinião a respeito desta discussão. Após dizer que se tratava de um tema complexo, a apresentadora afirmou: "cada caso é um caso, mas há casos que a gente deveria estudar porque tem gente que comete este tipo de coisa sabendo que não será punida por ser 'de menor'", afirmou a apresentadora, ao receber homenagem na tarde do último domingo (28) no 12º Fórum de Comandatuba, na Bahia.


De blog François Terzian, portal MSN FORBES

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Banco do Brasil tem lucro acima do esperado no 4o tri


SÃO PAULO, 21 Fev (Reuters) - O Banco do Brasil fechou o quarto trimestre de 2012 com lucro líquido recorrente acima do esperado pelo mercado, impulsionado por um crescimento de dois dígitos em sua carteira de crédito e queda na inadimplência.
A maior instituição financeira da América Latina por ativos teve lucro recorrente de 3,18 bilhões de reais nos três últimos meses do ano passado, crescimento de 5,1 por cento sobre o mesmo período de 2011 e de 19,7 por cento sobre o terceiro trimestre. Analistas consultados pela Reuters estimavam resultado recorrente possitivo em 2,464 bilhões de reais.
A carteira de crédito ampliada do Banco do Brasil, incluindo operações no exterior, cresceu 24,9 por cento em 2012, para 580,799 bilhões de reais. No Brasil, a carteira do banco terminou o ano passado em 534,367 bilhões de reais, avanço de 24,2 por cento, acima da expectativa da instituição, de crescimento de 17 a 21 por cento.
O governo pressionou os bancos estatais a aumentarem a oferta de crédito e a baixar os juros para incentivar o consumo no ano passado, em meio à desaceleração da economia e à queda da Selic. (...)


 De Agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

American Airlines e US Airways criarão maior cia aérea do mundo


A American Airlines e a US Airways anunciaram a fusão das empresas nesta quinta-feira, numa operação que criará a maior companhia aérea do mundo e que terá um valor de mercado de 11 bilhões de dólares.
A fusão conclui uma onda de consolidações que ajudou as companhias aéreas norte-americanas a terem bases financeiras mais sólidas.
O acordo era amplamente esperado pelo mercado e passou mais de um ano em gestação. A AMR, controladora da American, encaminhou um pedido de concordata em novembro de 2011 e a US Airways começou a buscar a fusão no início de 2012.
A nova empresa, que vai operar sob a marca da American Airlines, será 2 por cento maior em tráfego de passageiros pagantes que a atual líder mundial, a United Continental.
A companhia combinada terá sede no Texas e será comandada pelo presidente-executivo da US Airways, Doug Parker, antigo defensor da consolidação da indústria.
"Ao utilizar a rede de conexões da American com penetração em mercados menores, e a receita de aliança global, a nova empresa pode elevar faturamento e diminuir custos de forma mais efetiva, enquanto lida com integração trabalhista e problemas de capital", disse o analista Jeffrey Kauffman, da Sterne Agee & Leach, em nota a clientes.
Tom Horton, que se tornou o presidente-executivo da AMR quando a empresa entrou em concordata, será o presidente do conselho de administração da nova empresa até a primeira reunião anual de acionistas, quando Parker assumirá o cargo.
A fusão, que está sujeita à aprovação de reguladores e da corte de falências dos EUA, pode ajudar a acelerar a recuperação da indústria aérea norte-americana, já que as empresas terão mais espaço para elevar tarifas com a eliminação de um competidor. (...)


Por Sagarika Jaisinghani, portal REUTERS BRASIL

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Surfista pega onda de 30 metros de altura


Vencida a maior onda do surfe
Adeptos e não adeptos do surfe pararam na semana passada para ver as imagens do americano Garrett McNamara. Não é para menos: ele venceu na Praia do Norte, em Portugal, aquela que está sendo considerada a maior onda do mundo já surfada, com altura de cerca de 30 metros e 50 centímetros.

por Antonio Carlos Prado e Thaís Botelho, portal revista ISTO É

quinta-feira, 29 de março de 2012

Gasolina no Brasil custa mais caro do que nos Estados Unidos

Os consumidores brasileiros pagam mais caro pela gasolina do que os dos Estados Unidos. Segundo o diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Hamilton Araújo, o preço no Brasil é 50% mais caro, uma vez que o preço do galão, com 3,8 litros, custa em torno de US$ 4 nos Estados Unidos e no Brasil chega a US$ 6.

No Relatório de Inflação, divulgado nesta quinta-feira, 29, pelo BC, a instituição manteve a previsão de que não haverá reajuste no preço da gasolina no país este ano. Também foi mantida a previsão de reajuste zero para o botijão de gás.

As projeções para as tarifas de telefonia fixa e de eletricidade, este ano, foram mantidas em 1,5% e 2,3%, respectivamente. Para os preços administrados, foi mantida a previsão de 4%. 

De Agência Brasil / O Povo