Mostrando postagens com marcador médio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador médio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Professor do ensino médio terá bolsa para melhorar desempenho

Professores do ensino médio da rede pública receberão uma bolsa do Ministério da Educação para participar de curso de aprimoramento.

A medida faz parte de uma série de ações em estudo pela pasta, em parceria com o Consed (conselho de secretários estaduais de educação), para melhorar a qualidade dessa etapa da educação.

O objetivo é corrigir eventuais deficiências da graduação do docente, com foco nos métodos usados em sala de aula e no novo currículo escolar, multidisciplinar, a exemplo da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

A bolsa pode ter início ainda no segundo semestre, mas ainda não há orçamento definido. A medida segue projeto já adotado pelo MEC para os professores alfabetizadores.

Esses docentes vêm recebendo desde 2012 auxílio de R$ 200 para participar de curso de formação de dois anos.

"Vamos trabalhar em princípio com todas as matérias, mas nosso maior desafio hoje é matemática, física e química. É onde não temos professores formados nessas áreas e onde estão as maiores deficiências", afirmou o ministro Aloizio Mercadante...


De Flávia Foreque, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

terça-feira, 21 de maio de 2013

Indústria brasileira gasta com gás US$ 5 bilhões a mais que os EUA


RIO – O shale gas (ou gás de folhelho, tipo de gás encontrado em rochas no subsolo) jogou os preços do gás nos Estados Unidos para baixo, ampliando a competitividade industrial naquele país. Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que o preço médio do gás nos EUA é de US$ 4,45 por milhão de BTUs (medida usada para gás natural), enquanto no Brasil é de US$ 17,14 por milhão de BTUs. A diferença faz com que a indústria nacional tenha um gasto adicional de US$ 4,9 bilhões por ano. Para reduzir esse custo, a Firjan diz que é necessário não apenas baixar o preço do produto, como os impostos e a margem das distribuidoras.

No estudo “O preço do gás natural para a indústria no Brasil e nos Estados Unidos — comparativo de competitividade”, foi considerado o consumo pela indústria brasileira de 10,4 bilhões de metros cúbicos por ano de gás natural, o que equivale a um custo de US$ 6,6 bilhões anuais. Se o preço final do gás no Brasil fosse equivalente ao do americano, o gasto da indústria seria de US$ 1,7 bilhão. O gás natural tem participação relevante no custo de produção de setores industriais de peso na economia, como indústria química (30%) e cerâmica (25%), por exemplo.

A Firjan fez simulações para empresas de diferentes portes. No caso de uma microempresa, uma padaria de bairro, por exemplo, que tem de cinco a sete empregados e consumo de gás natural de aproximadamente 1,5 mil metros cúbicos por mês, a perda de competitividade é de R$ 29,7 mil por ano na comparação com uma padaria americana. Para uma empresa química de grande porte, com 600 empregados e consumo de gás natural de 2,7 milhões de metros cúbicos por mês, o gasto adicional em comparação com sua concorrente americana é de R$ 29,8 milhões...



De Danielle Nogueira, portal O GLOBO

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Escola pública perde espaço entre as melhores do Enem

O ensino médio público não tem melhorado e perdeu participação no grupo das melhores escolas do Brasil, segundo levantamento da Folha com base no desempenho por colégio no Enem 2010, que o Ministério da Educação divulga nesta segunda-feira.
A informação é da reportagem de Fábio Takahashi e Johanna Nublat publicada na edição deste segunda-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Resultados tabulados pela reportagem apontam que a proporção de escolas públicas no grupo de elite do país sofreu leve queda (6%) entre 2009 e 2010. Foi de 8,4% para 7,9%.
No geral, a média nacional do desempenho dos alunos no exame subiu 1,91% nas provas objetivas, em comparação à prova anterior.

Por Folha.com