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quinta-feira, 28 de março de 2013

Eletrobras tem prejuízo líquido de R$ 6,8 bi em 2012



SÃO PAULO - A Eletrobras registrou prejuízo líquido de R$ 6,878 bilhões no exercício 2012, após lucro líquido de R$ 3,732 bilhões no ano anterior, 2011, segundo demonstração financeira consolidada divulgada há pouco pela empresa no site da Comissão de Valores Mobiliários.
A estatal computou em seu balanço de 2012 a saída de R$ 10,085 bilhões como “efeitos da Lei 12.783/13”.
A receita operacional líquida da estatal alcançou R$ 34,064 bilhões em 2012, valor 15,3% superior aos R$ 29,532 bilhões registrados em 2011.
As despesas operacionais da companhia cresceram 27,5% em 2012, para R$ 32,396 bilhões, ante R$ 25,389 bilhões em 2011.
O lucro antes do resultado financeiro em 2012 ficou em R$ 1,668 bilhão, em queda de 59,7% ante os R$ 4,142 bilhões em 2011.
A receita financeira líquida do exercício 2012 foi de R$ 632,509 milhões, resultado 169,7% superior à receita de 2011, de R$ 234,453 milhões.


De jornal VALOR ECONÔMICO

sexta-feira, 22 de março de 2013

Petrobras tem proposta por refinaria


A Petrobras recebeu uma proposta de US$ 650 milhões pela refinaria Nansei Sekiyu K.K., em Okinawa, no Japão. O possível comprador é uma companhia sediada em Cingapura. Segundo o Valor apurou com fontes a par das negociações, a oferta pela refinaria é de US$ 80 milhões e o restante será pago pelos estoques de produtos (petróleo e combustíveis), armazenados no local.
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De jornal VALOR ECONÔMICO

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

American Airlines e US Airways criarão maior cia aérea do mundo


A American Airlines e a US Airways anunciaram a fusão das empresas nesta quinta-feira, numa operação que criará a maior companhia aérea do mundo e que terá um valor de mercado de 11 bilhões de dólares.
A fusão conclui uma onda de consolidações que ajudou as companhias aéreas norte-americanas a terem bases financeiras mais sólidas.
O acordo era amplamente esperado pelo mercado e passou mais de um ano em gestação. A AMR, controladora da American, encaminhou um pedido de concordata em novembro de 2011 e a US Airways começou a buscar a fusão no início de 2012.
A nova empresa, que vai operar sob a marca da American Airlines, será 2 por cento maior em tráfego de passageiros pagantes que a atual líder mundial, a United Continental.
A companhia combinada terá sede no Texas e será comandada pelo presidente-executivo da US Airways, Doug Parker, antigo defensor da consolidação da indústria.
"Ao utilizar a rede de conexões da American com penetração em mercados menores, e a receita de aliança global, a nova empresa pode elevar faturamento e diminuir custos de forma mais efetiva, enquanto lida com integração trabalhista e problemas de capital", disse o analista Jeffrey Kauffman, da Sterne Agee & Leach, em nota a clientes.
Tom Horton, que se tornou o presidente-executivo da AMR quando a empresa entrou em concordata, será o presidente do conselho de administração da nova empresa até a primeira reunião anual de acionistas, quando Parker assumirá o cargo.
A fusão, que está sujeita à aprovação de reguladores e da corte de falências dos EUA, pode ajudar a acelerar a recuperação da indústria aérea norte-americana, já que as empresas terão mais espaço para elevar tarifas com a eliminação de um competidor. (...)


Por Sagarika Jaisinghani, portal REUTERS BRASIL

domingo, 13 de janeiro de 2013

Dilma e sua incompetência administrativa

Parque Eólico
O parque eólico de Caetité, que poderá ser um importante complemento ao sistema energético baiano, está paralisado em consequência da falta de linhas de transmissão.  De resto, está tudo pronto. Como as empresas construtoras do parque entregaram a obra no prazo, a Chesf –Companhia Hidroelétrica do São Francisco- não procedeu de forma idêntica e não entregou as linhas de transmissão. A consequência é a que se observa repetidamente no setor público, o que já não causa nenhum espanto: a Companhia está a pagar R$36 milhões/mês às empresas. O senador Walter Pinheiro considerou a situação absurda e imputa ao presidente da Chesf, João Bosco Almeida, a responsabilidade. Rotula-o de incompetente pelas respostas patéticas que ofereceu pela ausência das linhas de transmissão. Enquanto isso o contribuinte, já extorquido, paga a conta. A declaração do senador foi, literalmente, esta: “Não foi problema de dinheiro; foi problema de competência. E isso está nos preocupando muito". E por que o governo não mostra a porta de saída e não manda o presidente da hidroelétrica lamber sabão?


De Samuel Celestino, Jornal BAHIA NOTICIA