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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Dólar fecha a R$ 2,83, maior cotação desde novembro de 2004
O dólar voltou ao maior patamar de fechamento de 2004 nesta terça-feira, reagindo à insatisfação dos investidores com a situação da economia brasileira e diante dos riscos de racionamento de água e energia e, ainda, do avanço registrado ante outras divisas no exterior.
O dólar subiu 2,12%, a 2,83 reais na venda, maior nível desde 1º de novembro de 2004, quando fechou negociado a 2,85 reais. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de 1 bilhão de dólares. No mercado futuro, o dólar para março avançava 2,21%, a 2,84 reais.
Dados publicados pela manhã pelo IBGE mostraram que o emprego na indústria avançou 0,4% na passagem de novembro para dezembro do ano passado, na série livre de influências sazonais, porém, acumulou uma queda de 3,2% em 2014. Os dados corroboraram indicadores anunciados recentemente que apontaram a deterioração econômica no país...
De câmbio, VEJA
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Com baixa liquidez, dólar fecha praticamente estável ante o real por comércio exterior
SÃO PAULO - Em dia de pouca negociação e vaivém na cotação, o dólar fechou praticamente estável ante o real nesta segunda-feira, respondendo a movimentos pontuais de comércio exterior antes do feriado da Revolução Constitucionalista, em São Paulo. A moeda norte-americana fechou em leve queda de 0,01 por cento, cotada a 2,2593 reais na venda. Na máxima do dia, chegou a 2,2653 reais e, na mínima, 2,2466 reais logo após a abertura.
Segundo dados da BM&F, o volume de negociação ficou em torno de 900 milhões de dólares, muito abaixo da média diária. Na terça-feira, o mercado de câmbio permanece aberto, mas as negociações devem ficar ainda mais reduzidas por conta do feriado paulista. "Hoje foi um dia atípico, com movimentação de operações de importador e exportador", disse o operador da B&T Corretora de Câmbio Marcos Trabbold. O dólar abriu o dia em queda, levando o real a ter um comportamento similar ao de outras divisas de países emergentes, como os dólares australiano e neozelandês, além do peso mexicano.
Mas esse movimento foi minguando até o real passar a ter desempenho próprio e ficar oscilando entre pequenas altas e pequenas baixas. O mercado também responde à expectativa de o Federal Reserve, banco central norte-americano, reduzir seu programa de estímulo monetário, o que deve enxugar a liquidez mundial e podendo resultar numa saída de recursos de países como o Brasil.
A decisão do Fed está baseada em sinais de recuperação da economia dos Estados Unidos. Na avaliação de uma importante fonte da equipe econômica brasileira, esse cenário levará a uma correção de preços em diversos ativos, como nas taxas de juros e no câmbio, que deve ver o dólar se estabilizar no patamar de 2,20 reais.
Antes da abertura do mercado brasileiro, a divisa dos EUA chegou a atingir o maior patamar em três anos em relação a uma cesta de moedas, mas investidores aproveitaram o nível para embolsarem lucros.
O indicador tinha queda de 0,29 por cento no início desta tarde. Na sexta-feira, o dólar fechou praticamente estável com o movimento de alta atenuado pela atuação do Banco Central, que realizou leilão de swap cambial logo na abertura das negociações. A autoridade monetária tem entrado no mercado de câmbio para evitar oscilações bruscas e que a moeda norte-americana suba muito, num ambiente interno de inflação ainda elevada.
De Tiago Pariz, REUTERS BRASIL
Segundo dados da BM&F, o volume de negociação ficou em torno de 900 milhões de dólares, muito abaixo da média diária. Na terça-feira, o mercado de câmbio permanece aberto, mas as negociações devem ficar ainda mais reduzidas por conta do feriado paulista. "Hoje foi um dia atípico, com movimentação de operações de importador e exportador", disse o operador da B&T Corretora de Câmbio Marcos Trabbold. O dólar abriu o dia em queda, levando o real a ter um comportamento similar ao de outras divisas de países emergentes, como os dólares australiano e neozelandês, além do peso mexicano.
Mas esse movimento foi minguando até o real passar a ter desempenho próprio e ficar oscilando entre pequenas altas e pequenas baixas. O mercado também responde à expectativa de o Federal Reserve, banco central norte-americano, reduzir seu programa de estímulo monetário, o que deve enxugar a liquidez mundial e podendo resultar numa saída de recursos de países como o Brasil.
A decisão do Fed está baseada em sinais de recuperação da economia dos Estados Unidos. Na avaliação de uma importante fonte da equipe econômica brasileira, esse cenário levará a uma correção de preços em diversos ativos, como nas taxas de juros e no câmbio, que deve ver o dólar se estabilizar no patamar de 2,20 reais.
Antes da abertura do mercado brasileiro, a divisa dos EUA chegou a atingir o maior patamar em três anos em relação a uma cesta de moedas, mas investidores aproveitaram o nível para embolsarem lucros.
O indicador tinha queda de 0,29 por cento no início desta tarde. Na sexta-feira, o dólar fechou praticamente estável com o movimento de alta atenuado pela atuação do Banco Central, que realizou leilão de swap cambial logo na abertura das negociações. A autoridade monetária tem entrado no mercado de câmbio para evitar oscilações bruscas e que a moeda norte-americana suba muito, num ambiente interno de inflação ainda elevada.
De Tiago Pariz, REUTERS BRASIL
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Brasil vai crescer abaixo de 3 em 2013 e inflação será maior, diz BC
SÃO PAULO - Ao mesmo tempo em que vê a
economia brasileira crescendo menos, o Banco Central piorou seus
cenários de inflação para este e o próximo ano, citando também riscos
trazidos pelo dólar mais elevado e reforçando os sinais de que manterá o
ciclo de aperto monetário iniciado em abril.
Para este ano, a autoridade monetária prevê o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescerá 2,7 por cento, ante 3,1 por cento previstos até então, mesmo desempenho visto em 2011, primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff. No ano passado, o PIB cresceu apenas 0,9 por cento.
A previsão do BC para este ano ainda é melhor do que a colhida na pesquisa Focus, que aponta expansão de 2,46 por cento.
O BC argumenta que os indicadores de atividades já vistos no segundo trimestre sugerem continuidade da recuperação, como a retomada da indústria e a continuidade da expansão do consumo das famílias.
A perspectiva de inflação, no entanto, piorou na visão do BC. Segundo o relatório, o IPCA ficará em 6,0 por cento neste ano pelo cenário de referência, ante previsão anterior de 5,7 por cento, e em 5,4 por cento em 2014, ligeiramente acima da estimativa anterior, de 5,3 por cento.
O indicador voltará a estourar o teto da meta do governo no segundo trimestre deste ano no acumulado em 12 meses, chegando a 6,8 por cento, recuando a 6,2 por cento no terceiro trimestre e a 6 por cento no quarto trimestre. A meta de inflação é de 4,5 por cento, com tolerância de 2 pontos percentuais.
O BC destacou que a maior volatilidade e "tendência de apreciação" do dólar são riscos considerados, apesar de defender que na última década o repasse da depreciação cambial para a inflação diminuiu.
"Além disso, esse repasse tende a ser suavizado pelo ciclo de ajuste da política monetária ora em curso", trouxe o relatório, acrescentando que a inflação em 12 meses ainda apresenta tendência de elevação e que o balanço de riscos para o cenário prospectivo é desfavorável.
O dólar, até a véspera, acumulava alta de 2 por cento ante o real no mês, mas chegou a subir mais de 5 por cento no mês em seu pior momento, quando ultrapassou o patamar de 2,25 reais, sob a expectativa de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa reduzir seu programa de estímulos e, consequentemente, diminuir a liquidez internacional.
O BC iniciou novo ciclo de aperto monetário em abril passado, quando tirou a Selic da mínima histórica de 7,25 por cento ao ano para 7,50 por cento, mas acelerou o passo em maio e já elevou a taxa básica de juros ao atual patamar de 8 por cento.
Os agentes econômicos acreditam que a autoridade monetária vai continuar o movimento e já há quem acredite que, em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) vai aumentar a Selic em 0,75 por cento, como mostra a maioria das apostas no mercado futuro de juros.
O IPCA de maio, em 12 meses, estava exatamente no teto da meta do governo.
De Patricia Duarte, agência REUTERS BRASIL
Para este ano, a autoridade monetária prevê o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescerá 2,7 por cento, ante 3,1 por cento previstos até então, mesmo desempenho visto em 2011, primeiro ano de governo da presidente Dilma Rousseff. No ano passado, o PIB cresceu apenas 0,9 por cento.
A previsão do BC para este ano ainda é melhor do que a colhida na pesquisa Focus, que aponta expansão de 2,46 por cento.
O BC argumenta que os indicadores de atividades já vistos no segundo trimestre sugerem continuidade da recuperação, como a retomada da indústria e a continuidade da expansão do consumo das famílias.
A perspectiva de inflação, no entanto, piorou na visão do BC. Segundo o relatório, o IPCA ficará em 6,0 por cento neste ano pelo cenário de referência, ante previsão anterior de 5,7 por cento, e em 5,4 por cento em 2014, ligeiramente acima da estimativa anterior, de 5,3 por cento.
O indicador voltará a estourar o teto da meta do governo no segundo trimestre deste ano no acumulado em 12 meses, chegando a 6,8 por cento, recuando a 6,2 por cento no terceiro trimestre e a 6 por cento no quarto trimestre. A meta de inflação é de 4,5 por cento, com tolerância de 2 pontos percentuais.
O BC destacou que a maior volatilidade e "tendência de apreciação" do dólar são riscos considerados, apesar de defender que na última década o repasse da depreciação cambial para a inflação diminuiu.
"Além disso, esse repasse tende a ser suavizado pelo ciclo de ajuste da política monetária ora em curso", trouxe o relatório, acrescentando que a inflação em 12 meses ainda apresenta tendência de elevação e que o balanço de riscos para o cenário prospectivo é desfavorável.
O dólar, até a véspera, acumulava alta de 2 por cento ante o real no mês, mas chegou a subir mais de 5 por cento no mês em seu pior momento, quando ultrapassou o patamar de 2,25 reais, sob a expectativa de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa reduzir seu programa de estímulos e, consequentemente, diminuir a liquidez internacional.
O BC iniciou novo ciclo de aperto monetário em abril passado, quando tirou a Selic da mínima histórica de 7,25 por cento ao ano para 7,50 por cento, mas acelerou o passo em maio e já elevou a taxa básica de juros ao atual patamar de 8 por cento.
Os agentes econômicos acreditam que a autoridade monetária vai continuar o movimento e já há quem acredite que, em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) vai aumentar a Selic em 0,75 por cento, como mostra a maioria das apostas no mercado futuro de juros.
O IPCA de maio, em 12 meses, estava exatamente no teto da meta do governo.
De Patricia Duarte, agência REUTERS BRASIL
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Dilma nega que governo tenha medida para conter o dólar
Embora o tema desta quarta no Palácio do Planalto fosse a cerimônia de lançamento dos Planos Setoriais na reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a presidente Dilma Rousseff acabou falando também sobre câmbio. Ao final do evento, ela foi questionada sobre se o governo estaria estudando mais alguma medida para conter a variação do dólar. "Nós não temos medida nenhuma para segurar o dólar. Eu queria informar que este País adota o regime de câmbio flexível", afirmou a presidente...
De jornal CORREIO DO POVO
BC intervém no câmbio para segurar a alta do dólar
SÃO PAULO - O dólar comercial começou o dia em queda, após o governo zerar a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para aplicações de estrangeiros em renda fixa, mas a euforia durou pouco. Por volta de 12h03m, a moeda americana estava em alta frente ao real e era negociada a R$ 2,135 na compra e R$ 2,137 na venda, uma valorização de 0,37%. Na máxima do dia, a divisa voltou a atingir os R$ 2,15. Logo na abertura, a desvalorização foi de 1,40%, com a divisa atingindo a cotação mínima de R$ 2,08. Para deter a valorização do dólar, o Banco Central interveio no mercado de câmbio através de uma oferta de contratos de swap cambial, que equivalem a uma venda de dólares no mercado futuro. Foram ofertados até 40 mil contratos, o que corresponde a uma oferta total de cerca de US$ 2 bilhões, com vencimento em 1 de julho de 2013. Foram vendidos US 1,3 bilhão em contratos. É a segunda intervenção do BC em menos de uma semana...
De João Sorima Neto, com agências internacionais, jornal O GLOBO
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terça-feira, 4 de junho de 2013
É inevitável que dólar se valorize, diz Aldo Mendes
O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Mendes, afirmou nesta terça-feira em Londres, que é “inevitável que o dólar se valorize e que a moeda americana já está em um novo patamar em comparação a divisas de países emergentes. Ele ressaltou, entretanto, que não está preocupado com a oscilação do câmbio, embora não seja possível delimitar esse novo patamar para o dólar.
“Não tenho nenhuma preocupação com o câmbio. Mas se essa dinâmica da economia americana se ligar a outros movimentos, não há nada que se possa fazer. O real está andando como as outras moedas em relação ao dólar. É normal”, afirmou, depois da primeira etapa de “road show” com investidores.
Ele declarou ainda que os investidores estrangeiros não estão preocupados com o crescimento abaixo do esperado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Segundo o IBGE, a economia cresceu 0,6% no primeiro trimestre, abaixo do esperado pelos analistas...
DE Maeli Prado, jornal VALOR ECONÔMICO
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terça-feira, 28 de maio de 2013
Dólar sobe a R$ 2,075, maior nível desde dezembro
RIO - Dados melhores que o esperado da economia americana reforçaram a especulação de que está próxima a redução dos estímulos monetários feitos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), o que fez o dólar ser negociado a R$ 2,074 para venda, alta de 0,87% sobre o real, por volta de 14h16m. Esse é o maior patamar desde 24 de dezembro de 2012. A valorização ganhou força após a divulgação de dados da confiança do consumidor e do mercado imobiliário nos EUA. Para economistas, esses sinais de recuperação da economia americana indicam que está próxima a redução da compra de títulos públicos pelo Fed feitas com o objetivo de animar a economia.
Teoricamente essas aquisições fazem o dólar se desvalorizar, mas o mercado passou a antecipar o movimento contrário com a redução das compras de títulos. A ultrapassagem do patamar de R$ 2,05 no fechamento da última sexta-feira surpreendeu o mercado, porque esse era considerado o teto admitido pelo Banco Central.
— O sentido da valorização do dólar é que, se a economia americana continua melhorando, o Fed pode começar a retirar estímulos monetários — disse o estrategista-chefe do banco WestLB do Brasil, Luciano Rostagno.
Bolsas internacionais aproveitavam dados melhores que o esperado da economia dos Estados Unidos para surfar em recuperação nesta terça-feira. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) aproveitava parte desse otimismo. O Ibovespa, principal índice brasileiro, avançava 0,36%, aos 56.601 pontos. O desempenho também era influenciado por declarações do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, na Alemanha de que a China vai buscar crescer 7% por ano nesta década. Em Wall Street, Dow Jones subia 1,09%, S&P 500 tinha alta de 1,16% enquanto Nasdaq avançava 1,26%.
De Daniel Haidar, jornal O GLOBO
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Mercado prevê dólar mais baixo em 2013 e mantém crescimento do PIB
SÃO PAULO - O mercado reduziu pela segunda semana seguida a previsão da cotação do dólar para este ano ao mesmo tempo em que manteve a estimativa para o crescimento da economia em 3,10 por cento, informou pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.
A expectativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 vinha sendo reduzida consecutivamente por quatro semanas. O otimismo melhor entre os analistas também se refletiu em 2014, com elevação a 3,70 por cento, ante 3,65 por cento na semana anterior na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.
O mercado agora aguarda mais informações sobre a situação da economia. Mas na sexta-feira, dados da indústria ainda não refletidos no Focus mostraram que a recuperação da atividade econômica continuou tropeçando no final do ano passado.
A produção industrial brasileira encerrou 2012 com queda de 2,7 por cento, a primeira retração desde 2009.
Para este ano, os analistas consultados no Focus veem uma expansão da atividade industrial de 3,17 por cento, ante 3,10 por cento anteriormente.
CÂMBIO
Mas as expectivas em torno da inflação continuam a se deteriorar em meio a um cenário de preocupação neste ano e diante de sinalizações do Banco Central de que permitirá uma valorização do real para conter a inflação.
O dólar rompeu a barreira de 2 reais na terça-feira passada, considerada até então o piso de uma banda informal imposta pelo governo, levando analistas a avaliarem que as preocupações com a inflação começam a superar a promessa do governo de estimular as exportações.
Assim, no Focus, o mercado também reduziu a previsão para o dólar para o fim deste ano pela segunda semana, a 2,05 reais, ante 2,07 reais anteriormente. Para 2014 a projeção caiu a 2,07 reais, ante 2,09 reais.
De Manchetes, portal REUTERS BRASIL
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
PIB em queda faz Brasil perder posto da sexta economia do mundo
Brasil perde posto de 6ª maior economia do mundo
País continua crescendo mais do que o Reino Unido, mas a desvalorização do real afeta posição no ranking
A desvalorização do real em relação ao dólar fez o Brasil perder o sexto lugar no ranking das maiores economias do mundo. Considerando o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no 4º trimestre de 2011, e no 1º, 2º e 3º trimestres deste ano, o país voltou para a sétima posição, atrás do Reino Unido. A atividade econômica brasileira em marcha lenta foi decisiva para que a distância entre os dois países subisse para a casa dos US$ 200 bilhões, o equivalente ao PIB da Romênia.
A Economist Intelligence Unit (EIU), responsável pelo levantamento, calcula que a economia do Brasil só voltará a ultrapassar a britânica em 2016. "Segundo nossas estimativas, o país vai continuar crescendo mais do que o Reino Unido ao longo desses anos, mas, levando em conta a evolução da taxa de câmbio projetada para o período, o Brasil só voltará a ser sexto em 2016", disse o economista da EIU responsável pela América Latina, Robert Wood.
A EIU, braço de análise da revista britânica Economist, considera no levantamento apenas o PIB nominal dos países (resultado da soma das riquezas produzidas) convertido em dólar. Por isso, na "disputa" Brasil/Reino Unido, pesou a expressiva desvalorização do real ante a moeda americana em 2012. Até sexta-feira, o dólar ganhava quase 12% na comparação com o real. No mesmo período, a libra esterlina acumulava valorização de quase 4% em relação à moeda americana.
...
De Redação, Revista ÉPOCA
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Governo adota nova medida para estimular entrada de dólares
O governo avançou no esforço para facilitar a entrada de dólares no país ao reduzir para um ano o prazo dos empréstimos externos sujeitos à alíquota de 6% do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Até então, os empréstimos com prazos de até dois anos pagavam essa alíquota.
A nova regra, publicada no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira, segue o anúncio de outra medida anunciada ontem pelo Banco Central para ajudar à maior entrada de moeda estrangeira no país.
Os exportadores poderão adiantar em até cinco anos os dólares que receberão de vendas contratadas no exterior sem o pagamento de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 6%. Até então, só podiam fazer isso sem o imposto para prazo de até um ano.
...
De Mercado, JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, SP
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Juros futuros e dólar sobem
São Paulo, 29/11/2012 - Com o dólar cotado, durante praticamente todo o dia, acima de R$ 2,10 e a melhora do ambiente externo, os investidores em juros encontraram espaço para puxar as taxas futuras para cima nesta quinta-feira, um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) manter a Selic estável em 7,25% ao ano, em linha com o esperado. Apesar de fatores técnicos influenciarem a formação de preço do dólar em relação ao real, operadores argumentam que o câmbio pode sim ter uma nova banda, o que impactaria a inflação mais adiante.
De AGÊNCIA ESTADO
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