Mostrando postagens com marcador comércio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comércio. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de julho de 2017

Brasil tem 2 dos 14 gargalos que ameaçam abastecimento global de alimentos


Há apenas 14 gargalos no comércio mundial de alimentos, mas eles são fundamentais para a segurança alimentar de toda a população do planeta.


São portos e pontos de comercialização fundamentais para a compra, a venda e a distribuição de alimentos, de acordo com um recente relatório da Chatham House, centro de estudos com base no Reino Unido.

Três deles estão na América Latina: o canal do Panamá, as rodovias do interior brasileiro e os portos do sul e sudeste do Brasil. (...)

A Chatham House também advertiu que é preciso agir para proteger as principais rotas de transporte de alimentos, tais como o canal do Panamá, o canal de Suez e do estreito da Turquia.

Quase 25% dos alimentos do mundo são comercializados nos mercados internacionais. Isso, diz o relatório, faz com que a oferta de produtos e seus preços sejam vulneráveis a crises imprevistas ou mudanças climáticas.

A infraestrutura nesses pontos é, em muitos casos, antiga e enfrentaria dificuldades para fazer frente a desastres naturais que devem se multiplicar à medida que o planeta se aquece, diz o relatório...

De Brasil, BBC

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Economia da Alemanha evita recessão e cresce 0,1% no 3º trimestre

BERLIM - A economia alemã cresceu apenas 0,1 por cento no terceiro trimestre deste ano, evitando por pouco uma recessão graças ao forte aumento nos gastos dos consumidores e um pequeno impulso de comércio exterior.
Alguns economistas temiam que a maior economia da Europa afundasse em recessão no período de julho a setembro, após queda no segundo trimestre, mas a Alemanha conseguiu igualar a previsão de crescimento de 0,1 por cento de pesquisa da Reuters.

"A Alemanha evitou uma recessão", afirmou o economista Joerg Kraemer, do Commerzbank, acrescentando, porém, que as encomendas à indústria e o índice de clima de negócios do Ifo sugerem que o crescimento no quarto trimestre pode ser fraco...
De economia, REUTERS BRASIL

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Com baixa liquidez, dólar fecha praticamente estável ante o real por comércio exterior

SÃO PAULO - Em dia de pouca negociação e vaivém na cotação, o dólar fechou praticamente estável ante o real nesta segunda-feira, respondendo a movimentos pontuais de comércio exterior antes do feriado da Revolução Constitucionalista, em São Paulo. A moeda norte-americana fechou em leve queda de 0,01 por cento, cotada a 2,2593 reais na venda. Na máxima do dia, chegou a 2,2653 reais e, na mínima, 2,2466 reais logo após a abertura.  

Segundo dados da BM&F, o volume de negociação ficou em torno de 900 milhões de dólares, muito abaixo da média diária. Na terça-feira, o mercado de câmbio permanece aberto, mas as negociações devem ficar ainda mais reduzidas por conta do feriado paulista. "Hoje foi um dia atípico, com movimentação de operações de importador e exportador", disse o operador da B&T Corretora de Câmbio Marcos Trabbold. O dólar abriu o dia em queda, levando o real a ter um comportamento similar ao de outras divisas de países emergentes, como os dólares australiano e neozelandês, além do peso mexicano. 

Mas esse movimento foi minguando até o real passar a ter desempenho próprio e ficar oscilando entre pequenas altas e pequenas baixas. O mercado também responde à expectativa de o Federal Reserve, banco central norte-americano, reduzir seu programa de estímulo monetário, o que deve enxugar a liquidez mundial e podendo resultar numa saída de recursos de países como o Brasil.  

A decisão do Fed está baseada em sinais de recuperação da economia dos Estados Unidos. Na avaliação de uma importante fonte da equipe econômica brasileira, esse cenário levará a uma correção de preços em diversos ativos, como nas taxas de juros e no câmbio, que deve ver o dólar se estabilizar no patamar de 2,20 reais.  

Antes da abertura do mercado brasileiro, a divisa dos EUA chegou a atingir o maior patamar em três anos em relação a uma cesta de moedas, mas investidores aproveitaram o nível para embolsarem lucros. 
O indicador tinha queda de 0,29 por cento no início desta tarde. Na sexta-feira, o dólar fechou praticamente estável com o movimento de alta atenuado pela atuação do Banco Central, que realizou leilão de swap cambial logo na abertura das negociações. A autoridade monetária tem entrado no mercado de câmbio para evitar oscilações bruscas e que a moeda norte-americana suba muito, num ambiente interno de inflação ainda elevada.


De Tiago Pariz, REUTERS BRASIL

terça-feira, 4 de junho de 2013

Brasil precisa de novos parceiros no comércio internacional

Para a CNI, o país corre o risco de perder mais espaço em seus mercados exportadores se não alterar sua política externa.
Os recentes acordos que têm sido firmados entre economias de peso relevante no comércio mundial, e a ausência do Brasil nesses arranjos, tem preocupado a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A perda de competitividade da indústria brasileira, e a queda nas exportações de semi e manufaturados mostra que o país precisa dar mais atenção às negociações internacionais, pontua a CNI.
A balança comercial brasileira divulgada nesta segunda-feira (3/6) mostrou que, no acumulado do ano, temos o pior desempenho desde o início da série histórica, em 1993.
"O país corre o risco de perder mais espaço em seus mercados exportadores se não entrar no jogo mundial e buscar novas parcerias no comércio internacional", destaca a CNI, em nota.
Chile, Colômbia, México e Peru, que possuem 35% do PIB da América Latina, e 3% do comércio mundial, se uniram recentemente na Aliança do Pacífico.
Além disso, a CNI lembra que o Chile possui preferências tarifárias com 62 países, a Colômbia, com 60, o Peru, com 52, e o México, com 50, enquanto o Brasil tem apenas 22 acordos do tipo...

De relações externas, agência BRASIL ECONÔMICO

Brasil precisa rever política de comércio internacional


A indústria fará pressão por mais acordos internacionais, como mostra matéria publicada hoje no jornal “O Estado de S.Paulo”. O setor passou os últimos anos pedindo mais proteção, e agora percebeu que, na verdade, tem de ter mais integração.
Outro caminho é convencer o Itamaraty e o governo de que têm de fazer uma mudança radical de política, o que é mais difícil.
Até agora, a política foi não fazer acordos bilaterais e apostar que, um dia, a Rodada Doha será bem sucedida, salvando a lavoura e mudando o comércio internacional.
Para fazer mais acordos bilaterais, o governo tem de mudar a estrutura do Mercosul. Tenho ouvido cada vez mais especialistas falando que é preciso dar um passo atrás no bloco, para que ele deixe de ser uma união aduaneira para ser uma zona de livre comércio. Assim, o Brasil poderia fazer novos acordos bilaterais.
O país sempre achou que com acordos desse tipo seria enfraquecida a ideia de uma união aduaneira, mas México, Colômbia, Chile e Peru acabam de mostrar que não com a Aliança do Pacífico. O Brasil está há 20 anos construindo o Mercosul e, às vezes, entre ele e a Argentina há barreiras que nem numa zona de livre comércio são aceitas.
Entrevistei outro dia o economista José Tavares, que explicou que tudo o que aconteceu nos últimos anos não foi união aduaneira, mas zona de livre comércio – acordo para tirar o que cria empecilho ao comércio entre os países envolvidos. Quando há união aduaneira, cada passo que um país quiser dar tem de ser conversado com os outros. 
Temos de tentar simplicar o comércio internacional, não complicar.
O “Estadão” também mostra que os países da América Latina reduziram as compras do Brasil. De 2008 a 2011, o país perdeu US$ 5,4 bi, segundo o jornal.
Na área do comércio internacional, o Brasil tem de rever sua estratégia e talvez redesenhar o Mercosul para que ele tenha um novo modelo. Os especialistas dizem que o Brasil ficou parado, à espera da Rodada de Doha, enquanto o mundo andou.

De Miriam Leitão, jornal O GLOBO

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Brasil volta a ter superávit comercial em maio, mas resultado decepciona

BRASÍLIA, 3 Jun (Reuters) - A balança comercial brasileira voltou a registrar superávit em maio, influenciada por maiores embarques de minério de ferro e petróleo, mas mesmo assim o resultado foi o pior para meses de maio dos últimos 11 anos, informou nesta segunda-feira o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O saldo ficou positivo em 760 milhões de dólares, revertendo o déficit de 995 milhões de dólares em abril, por conta do aumento de mais de 800 milhões de dólares das exportações de minério de ferro e petróleo. Mas o resultado veio bem abaixo do esperado pela mediana dos especialistas consultados pela Reuters, que projetavam um superávit de 1,8 bilhão de dólares...

De Luciana Otoni, agência REUTERS BRASIL

terça-feira, 28 de maio de 2013

Confiança do Comércio registra queda pelo quinto mês consecutivo


O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas evoluiu desfavoravelmente no trimestre findo em maio, ao registrar queda de 3,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Este é o quinto mês consecutivo de piora nesta base de comparação: em abril, a variação interanual do Indicador Trimestral havia sido de -2,9%.
O resultado sinaliza que a atividade econômica do setor continua em ritmo menos intenso que no mesmo período do ano passado. Após seis meses de resultados positivos, a variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-COM) registrou queda de 2,6% em maio. Em abril, a taxa havia sido de 0,7% na mesma base de comparação. Em relação aos próximos meses, as expectativas melhoraram um pouco: a taxa interanual trimestral do Índice de Expectativas (IE-COM) passou de -5,2% para -4,3% entre abril e maio.
No Varejo Restrito, ocorreu a sexta piora consecutiva da taxa interanual trimestral, que passou de -4,0%,em abril, para -6,2%, em maio. O segmento Veículos, Motos e Peças continua avançando, com taxas de 0,7% e 4,2%, respectivamente, nos mesmos períodos. Em Material para Construção, houve ligeira melhora, com taxas de -6,3% e -4,8%. O melhor desempenho destes dois segmentos propiciou uma evolução relativamente mais favorável do varejo no conceito Ampliado. As taxas de variação interanual passaram de -3,6% para -4,5%. No Atacado, houve recuo de 1,9%, em maio, após queda de 1,6%, em abril.
O Índice da Situação Atual (ISA-COM) retrata a percepção em relação à demanda no momento atual. Na média do trimestre findo em maio, 16,3% das empresas consultadas avaliaram o nível atual de demanda como forte e 19,3%, como fraca. No mesmo período de 2012, estes percentuais haviam sido de 19,6% e 20,1%, respectivamente.
Entre abril e maio, na comparação interanual trimestral, o indicador que mede as expectativas em relação às vendas nos três meses seguintes foi o que mais contribuiu na melhora do Índice de Expectativas (IE-COM), ao passar de -6,6% para -4,8%.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Vendas no varejo seguem patinando em março


Rio de Janeiro - O volume de vendas do comércio no varejo brasileiro caiu 0,1% em março frente a fevereiro, após já ter encolhido 0,4% em fevereiro na comparação com janeiro, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, no entanto, as vendas dos comerciantes cresceram 4,5% em março, acumulando alta de 3,5% no primeiro trimestre do ano frente ao mesmo período de 2012 e de 6,8% nos últimos 12 meses.


De agência EFE

terça-feira, 14 de maio de 2013

Brasil 'rouba na balança' com regras de conteúdo local, diz secretária de comércio



As regras de conteúdo local em licitações do governo brasileiro são "muito problemáticas, não são livre comércio e equivalem a 'roubar na balança' [putting your fingers on the scale]".

Foi com essa crítica dura que Rebecca Blank, secretária interina de Comércio dos Estados Unidos, descreveu a principal reclamação dos empresários americanos que querem investir no Brasil.

Rebecca está no país com representantes de 16 empresas americanas interessadas em exportar produtos e serviços de infraestrutura ou investir em grandes obras.

Folha - Tem havido atrasos nas licitações para grandes obras de infraestrutura e concessões no Brasil, muitas vezes devido à falta de interesse de investidores por causa da baixa taxa de retorno. Isso preocupa os potenciais investidores ou exportadores dos EUA?

Rebecca Blank - Não é incomum que licitações de projetos muito grandes atrasem. As empresas de infraestrutura sabem que o setor é assim. Já em relação à taxa de retorno, não tenho como comentar.

O que incentivaria investimentos em infraestrutura no Brasil hoje?

O mais importante é o anúncio do governo de que haverá um total de US$ 500 bilhões em investimentos em infraestrutura no país nos próximos anos. Isso interessa muito às empresas americanas. Mas há uma preocupação porque o Brasil é um mercado mais fechado para investimentos e exportações do que muitas empresas americanas desejariam.

Nós já tivemos várias conversas com autoridades brasileiras sobre a alta nas tarifas de importação e as exigências de conteúdo local. Acho que, no longo prazo, o Brasil só tem a ganhar trazendo empresas de países de todo o mundo, que têm expertise e vão ajudar a criar conhecimento local e produção. Ao trazer investimento de fora é que o Brasil cresce e se torna parte da economia global.

Muitas dessas medidas desaceleram o país no longo prazo. Isso nos preocupa muito, e nós estamos trabalhando com autoridades brasileiras para abrir o mercado.

Houve uma mudança na legislação de licitações que dá preferência a produtos e serviços nacionais nas licitações públicas, mesmo com preços até 25% acima dos estrangeiros. Essa legislação faz parte das regras de conteúdo local que preocupam?

Sim. [Essa regra] é muito problemática. Isso não é livre comércio, na verdade isso é roubar na balança ["putting your finger on the scales"]. Significa que vai ser muito difícil para empresas internacionais ganharem licitações em algumas áreas.

Em algumas áreas de serviços avançados, como design e questões ambientais, os EUA têm muita experiência. Com essas regras, fica mais difícil para empresas americanas participarem, o que vai tornar mais difícil realizar esses projetos.

A senhora discutiu isso com autoridades brasileiras?

Não nesta viagem. Mas tivemos muitas conversas sobre esse tema quando estive em Brasília dois meses atrás.

Mesmo com a preferência de até 25%, as empresas americanas ainda são competitivas aqui?

Depende da licitação. Em algumas áreas não. Mas. em licitações que não se baseiam somente em preço, em áreas em que o Brasil tem menos expertise, empresas de fora terão alguma chance.

Essas regras de conteúdo local prejudicam a economia brasileira?

Se você quer fazer esses projetos direito, você quer contratar a companhia de maior qualidade, que pode ser nacional ou estrangeira. Se você está modernizando um aeroporto e quer que o projeto dê certo, você quer o fornecedor de maior qualidade, deveria deixar todos competirem em pé de igualdade.

Em comparação com outros países, como é o ambiente para fazer negócios no Brasil?

O Brasil retrocedeu um pouco por causa das regras de conteúdo local e o aumento de tarifas. Outros países têm se engajado muito mais no comércio global e estão tentando reduzir barreiras.

As negociações da Parceria Transpacífico [PTP] mostram que há países que crescem muito rapidamente e estão mais famintos por investimentos e exportações, embora talvez não estejam no mesmo estágio de desenvolvimento que o Brasil.

O Brasil tem muitas vantagens, mas, para funcionar de forma global e eficiente, precisa tornar mais transparente e fácil o processo de atuar no país e ter regras similares para todos os países que atuam no Brasil. Países que participam da negociação da PTP como Peru e Chile têm acordos de livre comércio com os EUA e vários outros países, o que, da nossa perspectiva, oferece menos barreiras para fazer negócios lá.

RAIO-X REBECCA BLANK

CARGO

vice-secretária de Comércio dos Estados Unidos desde março de 2012; atualmente é secretária interina de Comércio

FORMAÇÃO

formada em economia pela Universidade de Minnesota; tem um doutorado em economia pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology)

NATURALIDADE

Nascida em Missouri, EUA




De Patrícia Campos Mello, de São Paulo, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pior resultado na balança comercial para abril desde 1959



Brasília – A balança comercial  (diferença entre exportações e importações) fechou abril com rombo de US$ 994 milhões, divulgou há pouco o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado é o pior para o mês desde o início da série histórica, em 1959.
No acumulado de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 6,15 bilhões, o maior resultado negativo da história para o primeiro quadrimestre.
No mês passado, o país exportou US$ 20,632 bilhões, valor recorde para o mês. As importações, no entanto, somaram US$ 21,626 bilhões, também o maior montante registrado em meses de abril. As exportações em abril, no entanto, só foram recordes porque o mês teve maior número de dias úteis do que em 2012.
Pelo critério da média diária, as vendas externas fecharam abril em US$ 937,8 milhões, queda de 4,1% em relação a abril do ano passado. A média diária das importações, no entanto, somou US$ 983 milhões, com crescimento de 5,2% na comparação com o mesmo mês de 2012 e valor recorde para o mês.
De acordo com o MDIC, os rombos na balança comercial eram esperados no início de 2013 porque, entre dezembro e abril, o governo foi obrigado a registrar importações da Petrobras feitas ao longo de 2012 que ainda não haviam sido computadas.


De agência Estado, jornal DO BRASIL

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Brasil cai de posição no cenário internacional das importações e exportações


Brasil perde espaço no comércio internacional, mostra OM


Relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC) mostra que o Brasil perdeu espaço no comércio mundial. O país foi atingido nas exportações pela menor demanda global e nas importações pela desaceleração da economia e proteção adotada pelo governo.
Em termos reais, ou seja, no volume do comércio, as exportações brasileiras de mercadorias caíram 1,2% em 2012, comparado a crescimento de 3,1% em 2011 em relação ao ano anterior.
Por sua vez, as importações brasileiras caíram 2,1% em volume, ante a alta de 8,5% importado em 2011.
Essa situação é mais negativa quando se leva em conta que as exportações mundiais cresceram 2,1% e as importações subiram em 1,9% em volume - nos dois casos, menos do que o crescimento em volume de 5,1% do ano anterior.
...


De Assis Moreira, jornal VALOR ECONÔMICO

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Com gasto recorde de brasileiros no exterior, país tem maior deficit em 66 anos


O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (22) o pior resultado para transações comerciais e de serviços do país em 66 anos. De acordo com a autoridade monetária, o deficit registrado no mês de janeiro chegou a US$ 11,4 bilhões (cerca de R$ 22,5 bilhões, em valores de hoje).

O número é o mais baixo desde o início da série histórica, iniciada em 1947.
Estimativas do próprio Banco Central já indicavam que esse resultado seria negativo --contudo, o valor dessa projeção era de US$ 8,3 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, o deficit total chega a US$ 58,6 bilhões, o equivalente a 2,58% do PIB (Produto Interno Bruto)...


De Julia Borba, economia, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO