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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Indicador de Desemprego sobe 1% e atinge 100 pontos, diz FGV


O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 1% em dezembro de 2015 e chegou a 100 pontos. É a quarta alta consecutiva – reforçando a continuidade da tendência de aumento de desemprego – e o maior nível da série desde março de 2007, quando o indicador chegou a 101,5 pontos. Em relação a dezembro de 2014, o crescimento acumulado foi de 35,9%.

Os dados foram divulgados ontem (12) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Eles mostram que, em todo o país, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) voltou a crescer em dezembro, ao variar 2,6%, alcançando 70 pontos. No ano, o indicador apresentou queda acumulada de 7,9%.

Com o resultado, o indicador de médias móveis trimestrais reverteu a trajetória de queda e passa agora a sinalizar taxas menos intensas de redução do total de pessoal ocupado na economia ao longo dos próximos meses...

De agência Brasil, O ESTADO

terça-feira, 28 de maio de 2013

Confiança do Comércio registra queda pelo quinto mês consecutivo


O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas evoluiu desfavoravelmente no trimestre findo em maio, ao registrar queda de 3,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Este é o quinto mês consecutivo de piora nesta base de comparação: em abril, a variação interanual do Indicador Trimestral havia sido de -2,9%.
O resultado sinaliza que a atividade econômica do setor continua em ritmo menos intenso que no mesmo período do ano passado. Após seis meses de resultados positivos, a variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-COM) registrou queda de 2,6% em maio. Em abril, a taxa havia sido de 0,7% na mesma base de comparação. Em relação aos próximos meses, as expectativas melhoraram um pouco: a taxa interanual trimestral do Índice de Expectativas (IE-COM) passou de -5,2% para -4,3% entre abril e maio.
No Varejo Restrito, ocorreu a sexta piora consecutiva da taxa interanual trimestral, que passou de -4,0%,em abril, para -6,2%, em maio. O segmento Veículos, Motos e Peças continua avançando, com taxas de 0,7% e 4,2%, respectivamente, nos mesmos períodos. Em Material para Construção, houve ligeira melhora, com taxas de -6,3% e -4,8%. O melhor desempenho destes dois segmentos propiciou uma evolução relativamente mais favorável do varejo no conceito Ampliado. As taxas de variação interanual passaram de -3,6% para -4,5%. No Atacado, houve recuo de 1,9%, em maio, após queda de 1,6%, em abril.
O Índice da Situação Atual (ISA-COM) retrata a percepção em relação à demanda no momento atual. Na média do trimestre findo em maio, 16,3% das empresas consultadas avaliaram o nível atual de demanda como forte e 19,3%, como fraca. No mesmo período de 2012, estes percentuais haviam sido de 19,6% e 20,1%, respectivamente.
Entre abril e maio, na comparação interanual trimestral, o indicador que mede as expectativas em relação às vendas nos três meses seguintes foi o que mais contribuiu na melhora do Índice de Expectativas (IE-COM), ao passar de -6,6% para -4,8%.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

IGP-DI tem deflação de 0,06% em abril após alta em março - FGV


SÃO PAULO - O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou deflação de 0,06 por cento em abril, após alta de 0,31 por cento em março, em meio à queda dos preços no atacado e à desaceleração no varejo, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quarta-feira.
O resultado ficou abaixo da expectativa em levantamento da Reuters, de variação positiva de 0,05 por cento em abril segundo a mediana de 23 previsões.
Com o resultado, o índice acumula em 12 meses alta de 6,83 por cento, ante 7,97 por cento nos 12 meses até março.
Em meio a preocupações com a inflação, mas mantendo o tom de cautela, o BC elevou a Selic em abril em 0,25 ponto percentual, para 7,50 por cento.
Agora, o mercado aguarda a divulgação dos dados de abril do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que o IBGE divulga ainda nesta quarta-feira, às 9h.
ATACADO
Em abril, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) registrou deflação de 0,39 por cento, após apresentar alta em março de 0,12 por cento. O índice calcula as variações de preços de bens agropecuários e industriais nas transações em nível de produtor e responde por 60 por cento do IGP-DI.
Entre a origem dos produtos, os agropecuários registraram queda de 2,69 por cento, ante recuo de 0,72 por cento em março. Já os industriais tiveram avanço de 0,51 por cento, ante alta de 0,46 por cento no mês anterior. 
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De Camila Moreira, agência REUTERS BRASIL