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domingo, 2 de novembro de 2014

Europa acusa a Brasil por dar subsidios a industrias


La Unión Europea denunció a Brasil ante la Organización Mundial del Comercio (OMC) por conceder subsidios “ilegales” a sectores fabriles, especialmente la industria automotriz. Considera que las eximiciones tributarias que benefician a ese segmento de la producción es discriminatorio respecto de los bienes importados. Aun cuando el eje son los automóviles, la demanda incluye también smartphones y computadores.

La decisión fue una de las últimas adoptadas por la ex conducción de la Comisión Europea, que hasta ayer presidía el portugués José Manuel Durao Barroso, reemplazado a partir de hoy por el luxemburgués Jean-Claude Juncker.

El canciller brasileño, Luis Alberto Figueiredo, quien debe continuar en el próximo gabinete ministerial de Dilma Rousseff, señaló ayer que “el régimen (para la industria de autos) es perfectamente compatible con la OMC. Y se lo vamos a demostrar a los europeos en el panel”.

La UE cuestionó, especialmente, el programa “innovar-auto” que comenzó a regir en enero de 2013 y se extenderá hasta 2017. Consiste en reducir en 30% el impuesto a productos industrializados (IPI) para las empresas introduzcan innovaciones que representan un ahorro de combustible, además de aumentar el componente nacional en la fabricación de vehículos...

De Eleonora Gosman, CLARIN

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

UE abre processo na OMC contra política industrial do Brasil


GENEBRA - A União Europeia (UE) denunciou formalmente o Brasil nesta sexta-feira na Organização Mundial do Comercio (OMC) por conceder subsídios que considera ilegais para vários setores da economia, no que será o maior litígio comercial que Brasília enfrentará.

O pedido de painel contra o Brasil pelos europeus ocorre apenas cinco dias depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff, uma indicação de que, na avaliação dos europeus, a política comercial brasileira não sofrerá alterações.

Na prática, os europeus contestam o centro da política industrial implementada até agora pelo governo de Dilma Rousseff, incluindo exigências de conteúdo local, que são normalmente proibidas pelas regras da OMC...

De Assis moreira, VALOR

terça-feira, 23 de abril de 2013

Brasileiro perto de posto-chave no comércio global


O Brasil está apostando alto na campanha que pode colocar o primeiro brasileiro na diretoria-geral da organização que supervisiona US$20 trilhões (R$ 40,2 trilhões) em trocas comerciais em todo o globo - a Organização Mundial do Comércio (OMC).
O diplomata Roberto Azevêdo, candidato do país para substituir o francês Pascal Lamy, já visitou mais de 50 países desde dezembro e na segunda etapa da disputa, iniciada nesta terça-feira, e é visto como um dos favoritos em círculos diplomáticos, segundo informações da agência de notícias France Press confirmadas por especialistas ouvidos pela BBC Brasil.
Um website foi lançado para promover sua candidatura e a presidente Dilma Rousseff teria usado o encontro dos Brics do mês passado para pedir o apoio de países emergentes à sua postulação.
"Se ele vencesse, esse seria o mais alto cargo já ocupado por um brasileiro em uma organização da linha de frente da política internacional - grupo que também inclui ONU, FMI e Banco Mundial", explica Ivan Oliveira, coordenador de Estudos em Relações Econômicas Internacionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), centro de estudos ligado ao governo brasileiro.
Segundo Miriam Gomes Saraiva, professora de Relações Internacionais da Uerj e pesquisadora-visitante da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a expectativa do Itamaraty é de que a conquista do cargo ajude a dar mais visibilidade a temas que interessam ao Brasil e a projetar o país no cenário internacional - embora, para ela, haja "exagero" nessas interpretações.
"Existe quase que uma obsessão do Brasil em conquistar cargos em organizações internacionais para ganhar projeção", diz Saraiva. "Ao menos no que diz respeito à OMC, porém, acho que essas expectativas estão um pouco exageradas dadas as limitações do cargo de secretário-geral - que não tem voz sobre as políticas da organização".
Oliveira concorda parcialmente com a observação. "É verdade que os ganhos seriam mais do que tudo simbólicos, pois a partir do momento em que fosse eleito, o papel de Azevêdo seria zelar pelos interesses da OMC, não de seu país. Mas também acredito que seria significativo para o Brasil se um nacional do país conseguisse inovar e criar estratégias para tirar da OMC do limbo em que a organização se encontra hoje", opina, referindo-se às paralisações das negociações multilaterais de liberalização do comércio.
Por outro lado, o analista do Ipea também não descarta a possibilidade de que o cargo também traga uma espécie de "efeito colateral" para o país, chamando atenção para políticas e práticas comerciais brasileiras que alguns veem como protecionistas - e que, nessa lógica, contrariariam os próprios fundamentos da OMC.
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De Ruth Costas, agência BBC BRASIL


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Brasil cai de posição no cenário internacional das importações e exportações


Brasil perde espaço no comércio internacional, mostra OM


Relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC) mostra que o Brasil perdeu espaço no comércio mundial. O país foi atingido nas exportações pela menor demanda global e nas importações pela desaceleração da economia e proteção adotada pelo governo.
Em termos reais, ou seja, no volume do comércio, as exportações brasileiras de mercadorias caíram 1,2% em 2012, comparado a crescimento de 3,1% em 2011 em relação ao ano anterior.
Por sua vez, as importações brasileiras caíram 2,1% em volume, ante a alta de 8,5% importado em 2011.
Essa situação é mais negativa quando se leva em conta que as exportações mundiais cresceram 2,1% e as importações subiram em 1,9% em volume - nos dois casos, menos do que o crescimento em volume de 5,1% do ano anterior.
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De Assis Moreira, jornal VALOR ECONÔMICO

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Na Indonésia, Cristina exigiu "regras claras" para o comércio


Cristina Fernández de Kirchner encerrou sua turnê de Indonésia com um forte desafio para a Organização Mundial do Comércio (OMC), que exigiu "regras claras e transparentes para todos." Em seu último dia em Jacarta, antes de partir para o Vietnã, também chamado para um diálogo sobre a soberania das Malvinas a Grã-Bretanha.

Em um jantar oferecido pelo governo indonésio, Kirchner ressaltou a necessidade de "rever" as características das organizações internacionais. "Dizem-nos para os países em desenvolvimento que violam as regras da OMC que estabelecem subsídios. No entanto, a Argentina, com seus produtos agrícolas e da pecuária, sofreu ao longo do século XX, e continua a sofrer, os subsídios agrícolas na União Europeia ", disse ele.

O presidente também mencionou ontem duas vezes por causa de Malvinas. Primeiro ele fez depois de uma reunião privada com o presidente Susilo Bambang Yudhoyono, e após a assinatura de três memorandos de entendimento para a agricultura e aviação, e outros investimentos. O Presidente mencionou novamente no jantar em sua honra deu ao líder indonésio. (...)



De Silvina Heguy, de Jakarta, Indonésia, Jornal CLARÍN