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sábado, 22 de novembro de 2014
Tunisiana vence concurso Miss Mundo Muçulmana 2014
Além do título, Fatma Ben Guefrache, de 25 anos, ganhou um relógio de ouro e uma viagem a Meca. Finalistas desfilaram com véu e vestidos brilhantes
Uma especialista em informática tunisiana, Fatma Ben Guefrache, de 25 anos, conquistou na sexta-feira na Indonésia o título de Miss Muçulmana, um concurso que deseja ser uma resposta aos concursos ocidentais de beleza. "Que Alá todo poderoso me ajude nesta missão e liberte a Palestina, por favor, por favor, liberte a Palestina e o povo sírio", disse chorando a vencedora ao receber o prêmio, que inclui um relógio de ouro e uma viagem a Meca.
As 18 finalistas desfilaram com véu e vestidos brilhantes em Prambanan, um conjunto de templos hindus do século IX que formam parte do patrimônio mundial da Unesco.
No concurso as 18 participantes precisaram demonstrar seu conhecimento do Corão e sua visão do Islã no mundo moderno.
Em 2013, a terceira edição do concurso, considerado uma resposta aos concursos de beleza ocidentais, teve repercussão mundial porque naquele mesmo ano era realizada em Bali a final do Miss Mundo, considerado por vários grupos indonésios como um "concurso de prostitutas".
De mundo, VEJA
quinta-feira, 21 de março de 2013
Itamaraty teme por brasileiros no corredor da morte na Indonésia
A retomada das execuções de prisioneiros condenados à pena capital na Indonésia na semana passada levou o Ministério das Relações Exteriores a intensificar a atenção dada a dois brasileiros que estão no corredor da morte.
Marco Archer Cardoso Moreira e Rodrigo Muxfeldt Gularte foram condenados em última instância à pena de morte por tráfico de drogas e somente uma clemência presidencial poderá salvá-los do fuzilamento.
"O governo brasileiro acompanha com atenção a situação dos presos brasileiros na Indonésia e, respeitando as leis do país e as diferenças culturais existentes, procura prestar toda a assistência consular possível, tendo em vista o caráter humanitário da questão", afirmou à BBC Brasil a assessoria do Ministério das Relações Exteriores.
A preocupação se deve ao fato de o procurador-geral do país, Basrif Arief, ter afirmado à imprensa que o país irá fuzilar outros nove condenados até o final do ano e que até 20 presos poderiam vir a ter suas penas executadas antes de 2014.
Na quinta-feira da semana passada o africano do Malauí Adami Wilson foi fuzilado por tráfico drogas. Ele tentou entrar no país com um quilo de heroína em 2004 e foi acusado de coordenar uma gangue internacional de dentro da prisão.
Até então, a última vez que a Indonésia havia executado um condenado fora em 2008, quando os terroristas responsáveis pelo ataque a bomba à praia de Kuta, em Bali, foram fuzilados.
"Estamos preocupados com os comentários do procurador-geral, de que pelo menos outras nove pessoas serão executadas", disse à BBC Brasil Josef Benedict, da ONG de Direitos Humanos Anistia Internacional.
Tecnicamente, os brasileiros ainda não poderiam ser fuzilados, pois o pedido de clemência presidencial ainda está sob avaliação, mas falta transparência quanto à situação dos presos que aguardam no corredor da morte.
"Nós estamos incertos sobre quem será o próximo a ser executado e quando. Pedimos ao governo da Indonésia que seja transparente e disponibilize qualquer informação à respeito das próximas execuções", disse Benedict.
Execução
Em junho de 2012, a imprensa indonésia chegou a noticiar que Marco Archer Cardoso seria executado em julho, mas a informação foi desmentida pelo embaixador brasileiro após uma reunião pessoal com o procurador-geral Basrief Arief.
O carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi preso em flagrante ao tentar passar a fronteira com 13 quilos de cocaína escondidos dentro dos tubos estruturais de uma asa-delta, em 2004.
Igualmente esportista, o surfista catarinense Rodrigo Muxfeldt Gularte foi pego ao tentar trazer cocaína dentro da prancha.
O advogado indonésio que defende os dois brasileiros, Riak Akbar, disse em janeiro à BBC Brasil que o processo de pedido de clemência não foi concluído e que havia esperança de que a pena de morte pudesse ser convertida em prisão perpétua.
"Eu espero que ambos sejam perdoados pelo presidente Susilo Bam-bang Yudhoyono e tenham a pena alterada", disse Akbar.
Em dezembro de 2012, 113 presos aguardavam no corredor da morte na Indonésia - deste, 71 condenados por tráfico de drogas e muitos deles estrangeiros.
De Marina Wentzel, de Bangcoc, agência BBC BRASIL
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Na Indonésia, Cristina exigiu "regras claras" para o comércio
Cristina Fernández de Kirchner encerrou sua turnê de Indonésia com um forte desafio para a Organização Mundial do Comércio (OMC), que exigiu "regras claras e transparentes para todos." Em seu último dia em Jacarta, antes de partir para o Vietnã, também chamado para um diálogo sobre a soberania das Malvinas a Grã-Bretanha.
Em um jantar oferecido pelo governo indonésio, Kirchner ressaltou a necessidade de "rever" as características das organizações internacionais. "Dizem-nos para os países em desenvolvimento que violam as regras da OMC que estabelecem subsídios. No entanto, a Argentina, com seus produtos agrícolas e da pecuária, sofreu ao longo do século XX, e continua a sofrer, os subsídios agrícolas na União Europeia ", disse ele.
O presidente também mencionou ontem duas vezes por causa de Malvinas. Primeiro ele fez depois de uma reunião privada com o presidente Susilo Bambang Yudhoyono, e após a assinatura de três memorandos de entendimento para a agricultura e aviação, e outros investimentos. O Presidente mencionou novamente no jantar em sua honra deu ao líder indonésio. (...)
De Silvina Heguy, de Jakarta, Indonésia, Jornal CLARÍN
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