Mostrando postagens com marcador programa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador programa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de julho de 2017

WhatsApp agora permite compartilhar qualquer tipo de arquivo



O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (5) uma novidade muito útil. Uma atualização do programa agora permite compartilhar arquivos de qualquer tipo, incluindo PDF, DOC e outras extensões.

Com a nova função, será possível compartilhar arquivos com até 100 MB para os sistemas Android e iOS. A versão do Windows Phone ainda não tem o novo recurso.

De Tecnologia, Isto É

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Repasses de verba para gestão do Bolsa Família sofrem atraso


Embora a presidente Dilma Rousseff venha repetindo que o Bolsa Família está a salvo de cortes, diante da necessidade de ajuste fiscal, repasses mensais para garantir a gestão do programa estão atrasados. Estados e municípios só receberam os valores referentes ao primeiro semestre do ano. De julho para cá, nenhum centavo do dinheiro destinado a manter o funcionamento do Bolsa Família foi depositado nas contas.

A falta de pontualidade nos pagamentos já provoca reflexos. Uma das ações prejudicadas é a chamada busca ativa, anunciada como eixo central do Brasil sem Miséria, vitrine do primeiro mandato de Dilma, para incluir brasileiros em extrema miséria ainda não alcançados pelo programa. Outras atividades desempenhadas com o dinheiro, como a atualização dos cadastros e checagem das condições exigidas pelo programa, estão ameaçadas.

Neto Evangelista, secretário de Desenvolvimento Social do Maranhão, um dos estados mais dependentes do Bolsa Família, conta que os atrasos começaram ainda em 2014. Parte das parcelas do ano passado só foi quitada este ano. O atraso continuado gerou, segundo ele, dificuldades para gestores municipais...

De economia, CEARÁ AGORA

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Governo anuncia R$17 bi para eletrodomésticos no Minha Casa Minha Vida

BRASÍLIA - O governo anunciou nesta quarta-feira uma linha especial de 17 bilhões de reais para financiar a compra de eletrodomésticos e móveis aos beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida.
O benefício, batizado de Minha Casa Melhor, prevê juros de 5 por cento ao ano, num prazo de até 48 meses, sendo que cada família pode tomar emprestado até 5 mil reais, segundo nota do Ministério das Cidades.
O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal serão os responsáveis pela administração dessa nova linha. O comunicado não traz informações se o governo fará o subsídio dessa linha.


De Jeferson Ribeiro, agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Irã pretende acelerar atividade nuclear, diz ONU


VIENA - O Irã está tentando acelerar o programa de enriquecimento de urânio do país, mostrou um relatório da ONU, mas especialistas disseram que não está claro quando as novas máquinas iranianas poderiam começar a operar de forma eficiente e como funcionarão.
O progresso da República Islâmica na introdução de centrífugas de próxima geração é acompanhado de perto por potências ocidentais e Israel, pois permitiria que Teerã acelerasse o acúmulo de material que poderia ser usado para construir bombas atômicas. O Irã nega ter esse objetivo.
O Irã tem tentado por anos para desenvolver centrífugas mais avançadas do que as problemáticas máquinas IR-1, dos anos 1970, mas a implantação de novos modelos tem sido marcada por dificuldades técnicas e dificuldade na obtenção de peças no exterior.
O país agora está avançando na instalação de uma versão mais eficiente conhecida como o IR-2m em sua principal usina de enriquecimento, perto da cidade central de Natanz, segundo o relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
O Irã também colocou em prática outro tipo de centrífuga, a IR-5, pela primeira vez em um centro de pesquisa e desenvolvimento em Natanz, juntando-se a outros cinco que estão sendo testados lá, acrescentou o relatório emitido aos Estados membros na noite de quarta-feira.
Críticos dizem que o Irã está tentando alcançar a capacidade de fabricar armas atômicas. O Irã nega, dizendo que precisa de energia nuclear para geração de energia e fins médicos.

De Fredrik Dahl, agência REUTERS BRASIL

segunda-feira, 20 de maio de 2013

PF vai investigar boatos de suspensão do Bolsa Família


Ministra nega o fim dos benefícios e garante que o calendário de pagamentos continua em vigor no País


A Polícia Federal vai investigar a onda de boatos que percorreu vários Estados de que o Bolsa Família seria encerrado. Desde sábado, 18, o rumor de que o programa de transferência de renda seria finalizado levou milhares de beneficiários a procurar a Caixa Econômica Federal para sacar o benefício deste mês.
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, negou a possibilidade de suspensão dos benefícios e garantiu que o calendário de pagamentos continua em vigor. "Não existe qualquer motivo - seja operacional ou de alteração de política - que justifique a população ficar preocupada e se dirigir às agências bancárias." Ela orientou que as famílias sigam as datas estabelecidas no calendário, entregue anualmente.
Apesar de dizer que a presidente Dilma Rousseff está monitorando o assunto e que o Bolsa Família é um dos principais programas do Executivo, Campello acredita que os boatos não afetam a imagem do governo. "Essa atitude prejudica a população, não prejudica o governo. A população é quem mais sofre com isso", colocou.
Polícia
Questionada se a origem do boato poderia ter alguma motivação política, Campello afirmou que "não adianta tentar antecipar" e que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, informou que a PF já iniciou a investigação da prática de crime no episódio.
"Esperamos que tenha sido um mal entendido. Eu não consigo entender o que alguém ganharia divulgando esse tipo de informação. O Bolsa Família está consolidado, é um programa de sucesso." Campello disse que está garantido o orçamento do programa para este ano, que é de R$ 24 bilhões.
A corrida ao banco aconteceu principalmente nas capitais do Nordeste, além de algumas do Norte e no Rio de Janeiro. Dados parciais da Caixa e do ministério, atualizados ontem, apontam o Ceará como o Estado mais prejudicado, onde 34 agências tiveram problemas. Lá estão mais de um milhão das 13,8 milhões de famílias atendidas pelo programa no País. 

De Lais Alegratti, da agência Estado, portal ESTADÃO

sábado, 11 de maio de 2013

PF investiga militantes do PCdoB por desvio de recursos do Minha Casa, Minha Vida



Esquema chefiado por um militante comunista pode ter irrigado os cofres do partido e os bolsos de camaradas, revela reportagem de VEJA desta semana


Por definição, o comunista é inimigo do capital, da propriedade privada, da exploração do trabalho e do acúmulo de riqueza. Quando chega ao poder, porém, essas sólidas certezas se derretem no ar. É o que ocorre agora em Brasília. Na semana passada, a Polícia Federal abriu um inquérito para investigar um grupo de ex-servidores do Ministério das Cidades que fraudou licitações e desviou recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida. O esquema, chefiado por um militante comunista, pode ter irrigado os cofres do PCdoB e os bolsos de camaradas com o dinheiro desviado das casas populares. Ao melhor estilo capitalista, os militantes fundaram um conjunto de empresas de papel para lucrar sem fazer nenhum esforço. A partir de informações privilegiadas, eles fraudavam licitações e ganhavam contratos com as prefeituras. Depois, cobravam propina para repassá-los a pequenas empreiteiras, que eram subcontratadas para construir as casas populares. Um negócio bem tramado que não continuou operando porque houve um desentendimento na hora de socializar a mais-valia dos golpes.
...


De Robson Bonin, revista VEJA

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Pobres recentes são obstáculo para a erradicação da miséria


Estudiosos do governo trabalham para calcular qual é o limite real da proposta da presidente Dilma Rousseff de erradicar a miséria.

Junto ao Ministério do Desenvolvimento Social, técnicos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado à Presidência, estudam uma metodologia para saber quantos brasileiros seguirão extremamente pobres a despeito do orçamento e da eficiência dos programas de transferência de renda.

Esse "piso" da miséria corresponde a um contingente que, devido à alta volatilidade de renda, cai na extrema pobreza de maneira mais rápida do que a máquina pública consegue identificar.

Uma vez calculado, o número poderá servir como uma meta, cujo cumprimento significaria a erradicação possível da miséria, segundo o critério monetário do governo --garantir que todos ganhem ao menos R$ 71 mensais...


De João Carlos Magalhães, Jornal FOLHA DE SÃO PAULO

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A miséria mora ao lado


Às 11h da manhã de terça-feira, o sol abrasador do verão brasiliense invadia, com raios e calor, as frestas do barraco de papelão da catadora de papel Maria Madalena. Ela preparava a refeição das cinco filhas e do marido. O almoço seria farto na favelinha conhecida como invasão da garagem do Senado: havia uma panela com arroz branco, outra com feijão e uma terceira com carne moída. Lá, cerca de 50 almas vivem distribuídas em oito barracos de madeira e papelão, montados sobre um pequeno chão de terra - menor, por exemplo, do que o plenário do Senado. Quase todos pertencem à mesma família, que emigrou de Tabira, em Pernambuco, para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, há 25 anos. Maria Madalena, uma mulher de 28 anos e poucos dentes, e Rodrigo, seu marido, calculam ganhar R$ 300 reais por mês com a venda de lixo reciclável, além de receber R$ 394 do programa Bolsa Família. Rosa, irmã de Maria Madalena, que também mora na invasão, não recebe Bolsa Família e tira R$ 130 reais com a venda de lixo. Para o governo, Rosa, Maria Madalena e Rodrigo não são miseráveis. Miserável, ou “extremamente pobre”, pelos critérios dos burocratas de Brasília, é quem sobrevive com menos de R$ 70 por mês. Naquela manhã de terça, a menos de um quilômetro dali, a presidente Dilma Rousseff anunciava, numa cerimônia no Palácio do Planalto, que o governo aumentaria os gastos com o Bolsa Família, de modo que todos inscritos no programa venham a receber ao menos R$ 70 reais a partir de março. “Com o ato que assino hoje, o Brasil vira uma página decisiva na nossa longa história de exclusão social. Nessa página, está escrito que mais 2 milhões e 500 mil brasileiros e brasileiras estão deixando a extrema pobreza”, disse Dilma. Enquanto ministros, governadores e parlamentares aplaudiam Dilma, as meninas de Maria Madalena - as pequenas Giuli, de oito meses, Pamela, de 3 anos, Giovana, de seis anos, Kevelyn, de 9 anos, e Juliana, de 11 anos - preparavam-se para comer o pratinho do dia. Não era comida de supermercado. Era comida achada num lixo da Esplanada, no dia anterior. “A ideia inicial por trás deste ato hoje é esta: por não termos abandonado o nosso povo, a miséria está nos abandonando”, disse Dilma. Mais aplausos.
...
O que é ser miserável no Brasil? O governo tem razão em definir a miséria, como fazem muitos países, por um critério meramente econômico? E, ademais, R$ 70 são suficientes como piso para sobreviver? São perguntas difíceis, cujas respostas dizem muito sobre o país que queremos ser. Por um lado, é inegável que as famílias que vivem do lixo da Esplanada são gratas ao dinheiro que recebem do Bolsa Família. Mas isso não resolve a questão - a não ser que se considere aceitável alguém viver de comida achada no lixo. “A escolha da linha da extrema pobreza é política e não técnica. Decidir o nível da linha é decidir o esforço que vai se fazer para combater a miséria”, diz Marcelo Medeiros, um sociólogo da Universidade de Brasília que estuda o tema. No caso da linha adotada pelo governo brasileiro, dos R$ 70, Medeiros acrescenta: “Essa linha facilita a solução do problema, porque engloba menos gente do que se fossem R$ 150, por exemplo. Atende realmente quem tem prioridade absoluta, quem está numa condição tão extrema que pode realmente morrer de fome. Mas deixa de fora outros aspectos do que é realmente ser miserável.”
...
 Rosa dos Santos, a irmã de Maria Madalena, que também mora na invasão da garagem do Senado, não conhece a dignidade de Kant. Na tarde ensolarada de quinta-feira, ela buscava o que comer no lixo da Marinha. Não demorou a encontrar sobras de pastel de carne de queijo num dos sacos pretos de lixo. Comeu com gosto, sem hesitar. E ainda deu uns pedaços à sobrinha Kevelyn. Não parou por aí. Continuou chafurdando. Achou um punhado de carne de porco. Comeu um pedaço, e dividiu os restos com a cadela Raimunda. O ritual da cata naquela lixeira é diário. São nove contêineres de lixo atrás do anexo da Marinha, no Ministério da Defesa. “A Marinha é pai e mãe de gente”, diz Rosa, enquanto traça os pastéis do lixo. “Aqui é o lixo mais rico.” Alguns funcionários do restaurante da Marinha separam o arroz, o feijão e a carne em sacos diferentes, sabendo que alguém sempre vem buscar. O cunhado de Rosa, Neto, também catador de papel, já tinha estava ali antes, recolhendo a “lavagem”, como eles chamam os restos de comida misturada. Neto vende o que encontra na “lavagem” para um conhecido que cria porcos.
...
O governo Dilma, apesar de ter bordejado com o triunfalismo político na cerimônia de terça-feira, reconhece os limites dos critérios econômicos para a definição de miséria. Reconhece também que ainda há muito a se fazer. “A linha dos R$ 70 envolve uma discussão mais complexa, de qual o grau de solidariedade da população brasileira, qual o nível de desenvolvimento que se espera. Esse é um debate que fica daqui para frente”, diz Tiago Falcão, secretário do Ministério do Desenvolvimento Social, que cuida de programas como Bolsa Família. Enquanto esse debate não vem, as famílias da invasão do Senado são gratas à solidariedade que vasculham no lixão da Marinha.


De Flávia Tavares, Revista ÉPOCA


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Dilma anuncia na 3ª ampliação de programa de combate a pobreza extrema


BRASÍLIA, 14 Fev (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff deve anunciar na próxima terça-feira a ampliação do programa Brasil sem Miséria para cumprir a sua principal promessa de campanha de erradicar o pobreza extrema no país, disseram à Reuters fontes do governo.
No começo deste mês, Dilma disse em Cascavel (PR) que o governo tomaria providências para retirar da pobreza extrema todas as pessoas do Cadastro Único para Programas Sociais, que pelos cálculos da presidente somariam cerca de 2,5 milhões de pessoas.
Esse é o público alvo do governo para cumprir a promessa de campanha da presidente, que apesar de atingir a meta antecipadamente --inicialmente a erradicação só ocorria no final de 2014-- não deve comemorar como uma vitória absoluta, já que a própria presidente reconhece que existem pessoas fora dos cadastros do governo que estão na pobreza extrema.
"Conseguimos atender as pessoas cadastradas, mas a presidente vai pedir empenho dos prefeitos e da sociedade para continuar buscando mais pessoas que vivam em situação de extrema pobreza", disse uma das fontes.
Na avaliação da presidente, o cadastro não conseguiu mapear todas as pessoas vivendo em condição de miséria no país e, portanto, não há motivos para uma grande festa na terça.
A nova ampliação deve seguir os mesmos moldes do Brasil Carinhoso, programa lançado em 2012 para retirar da pobreza extrema crianças entre zero e 15 anos, mas os valores a serem aplicados para cumprir a promessa da presidente ainda estão sendo definidos, segundo uma das fontes ouvidas pela Reuters, que pediu para não ter seu nome revelado.
Pelos cálculos do governo, as ampliações dos instrumentos e dos repasses do Brasil sem Miséria já retiraram da pobreza extrema 19,5 milhões de pessoas. Para isso, o governo tem ampliado anualmente desde 2003 o orçamento do Bolsa Família, que é o braço de transferência de renda do Brasil sem Miséria.
Em 2011, o orçamento do Bolsa Família era de 17,3 bilhões de reais, segundo dados do balanço divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social no começo deste ano.
Para esse ano, a previsão é que sejam gastos 23,1 bilhões de reais com o Bolsa Família. Com a nova ampliação a ser anunciada esse valor deve subir.


De Jeferson Ribeiro, agência REUTERS BRASIL

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Aplicativo de sexo no Facebook faz sucesso, mas pode ter vida curto


Há menos de duas semanas, um aplicativo de Facebook que incentiva o sexo entre usuários vem chamando a atenção. Bang With Friends (Faça sexo com seus amigos, em português), criado exclusivamente para a rede social, permite aos usuários escolher parceiros para manter relações sexuais. O app se tornou uma sensação global. “Mais de 370.000 pessoas aderiram ao serviço”, diz ao site de VEJA um dos criadores. É preciso observar, porém, que na seção de aplicativos do Facebook o sucesso costuma durar pouco, muito pouco.

Ao aderir ao Bang With Friends, criado por três jovens da Califórnia (EUA) que preferem não se identificar, o usuário visualiza sua lista de amigos do Facebook. Ele, então, deve escolher com quais gostaria de manter relações sexuais. O desejo, é claro, só será realizado se houver interesse de ambas as partes. Um e-mail, então, é enviado aos dois usuários, para que o assunto vá adiante. “Queremos um aplicativo de namoro para nossa geração. Não devemos ter vergonha de nossa vontade”, afirmou um dos criadores.

Brasileiros já experimentam a ferramenta. “Temos ouvido de usuários do país que o serviço tem funcionado perfeitamente”, explica o responsável pelo serviço. “Queremos mais feedbacks desse público.”

Manter a popularidade inicial, contudo, não será nada fácil. A mesma receita que leva aplicativos da maior rede social do planeta a atingir o topo dos favoritos pode explicar seu ocaso. Bang With Friends tem tudo para seguir o caminho já trilhado por serviços como Draw Something eFarmville. A razão é simples: esses programas se apoiam em enredos simplórios que carecem de atualização. Ou seja, não oferecem novos desafios a seus usuários. A menos, é claro, que a conquista de novos parceiros se torne um desafio aos usuários do Bang With Friends…

Os tropeços dos aplicativos precedentes podem ser compreendidos em números. Nos dois primeiros meses, o Draw Something (adquirido por 200 milhões pela empresa de jogos Zynga) conseguiu a adesão de mais de 36 milhões de usuários do Facebook, número que foi reduzido a apenas 9  milhões em dezembro de 2012, uma queda de 75% em apenas sete meses. A Zynga, por sinal, sofre com a queda de acesso a esses games. 
Recentemente, mais de 100 funcionários foram demitidos, um escritório em Boston, nos Estados Unidos, foi fechado e onze jogos sociais foram descontinuados.

Há ainda outro fator que pode atrapalhar os planos dos criadores do Bang With Friends: a mobilidade. O serviço ainda não possui uma versão para dispositivos móveis – algo que já está nos planos dos fundadores –, terreno já dominado por outras ferramentas que não têm o mesmo objetivo, mas ficaram popularmente conhecidas pelo comportamento de “sexting” — quando pessoas usam seus smartphones para disparar mensagens relativas a sexo, casos do Snapchat e Poke. Trilhar um caminho de sucesso, portanto, não será fácil.


De Rafael Sbarai, portal VEJA

sábado, 12 de janeiro de 2013

BBB13: "Escolha de participantes é uma farsa" diz Bambam



Pedro Bial anunciou, na tarde deste sábado, que o substituto de Kléber Bambam vai ser revelado ao vivo nesta noite. O anúncio foi feito durante um intervalo do programa Caldeirão do Huck. Nas redes sociais, os nomes mais cotados são Diogo Pretto, o gago da 11ª edição, e Diego Alemão, que ficou com Fani e ganhou o BBB7.
O também ex-brother Marcelo Arantes, que virou desavença de Boninho, deu como certa a volta de Diogo. Ele disse que o baiano foi substituído na última hora por Eliéser, e para alfinetar Boninho, o psiquiatra ainda declarou em sua página do Twitter: “Me chama se você for macho, J.B.”. Marcelo continuou: “Vou dizer mais sobre a casa de vidro: ela não existe para o público votar, mas para o Boninho ganhar tempo pra escolher. E ENTRA QUEM ELE QUER”, instigou, para depois finalizar: "Ou seja: todos que fizeram campanha e votaram pela casa de vidro, considerem-se TROUXAS. Boninho não respeita o público, só finge". (...)

De Emylinn Lobo, do Rio de Janeiro, Revista VEJA

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A lógica atual é inaugurar obras inacabadas e lançar programas fantasiosos



No passado bem distante, quando um presidente, ou governador ou prefeito inaugurava uma obra ou lançava o programa em beneficio da população, o serviço ou o bem inaugurado já estava entregue para uso e o serviço oferecido disponível a todos.

Hoje o que temos é o presidente da República inaugurando obras que sequer saiu do papel ou até mesmo foi direcionado recursos para este fim. Como exemplo temos os estádios da Copa de 2014, que estão sendo inaugurado por governadores com a presença da presidente Dilma, mas que na verdade não estão aptos e receber jogos nos próximos meses, e tão somente fotógrafos para publicidades, sem contar com as romarias de populares a observar as pitorescas obras sem fins.

Agora pasmem, veja o que ocorre com os estudantes bolsistas que vão ao exterior, e que acreditam em processas fáceis do MEC e da presidente, pois tinham a certeza que os recursos do programa Ciência sem Fronteiras,  oferecidos pelo MEC já poderiam estar atendendo suas necessidades, pois passaram-se 6 meses do pronunciamento da presidente Dilma e seus assessores, para em seguida ser amplamente divulgado pela propaganda institucional e a publicidade maquiada, falando sobre a divulgação de tais recursos já disponíveis.

Se não é a solidariedade de pessoas e instituições no exterior, estes estudantes bolsistas estariam passando fome e frio lá fora, tudo graças e essa propaganda mentirosa e sem compromisso com a verdade.

De Julio Cunha

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Crédito Fundiário oferece taxa de juros reduzida para juventude rural

A medida assegura aos jovens rurais, que têm entre 18 e 29 anos, e às famílias de agricultores em situação de pobreza juros ainda menores, de 1% e de 0,5%, respectivamente

A taxa de juros para o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), será reduzida, passando de 5% para 2%. A medida assegura aos jovens rurais, entre 18 e 29 anos, e às famílias de agricultores em situação de pobreza juros ainda menores, de 1% e de 0,5%, respectivamente.
A Resolução nº 4177 prevê, também, a universalização dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), que passa a valer por cinco anos para os novos contratos, com um repasse de R$ 1,5 mil por beneficiário/ano. Recém-aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), ela entra em vigor a partir do dia 1º de abril e foi publicada no Diário Oficial da União, (...)
De Portal BRASIL online

terça-feira, 14 de junho de 2011

Tiririca e a universidade

Já falei, a pouco, sobre o Programa Bolsa Abestado, não é original, mais chega a ser atual, levando-se em conta o que passa no meio político e todo seu eleitor. O programa acolhe aqueles que sabem rabiscar e resmungar palavras, mais sua capacidade de raciocínio e semelhante ao movimento de uma porta.

É verdade que o campeão de votos, deputado Tiririca ainda não chegou à universidade, mais é verdade também que chegará pelo menos a uma, e não é por acaso, pois como profissional do circo e do humor é um cabeça, e como político basta tão somente agir como seus pares, ai estará diplomado.

De Júlio Cunha