Mostrando postagens com marcador estadios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estadios. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de abril de 2013

"A única coisa que podemos fazer é acreditar no que o governo (brasileiro) diz, que haverá tecnologia 4G. Temos de ter paciência", disse o diretor de comunicação da Fifa, Walter de Gregorio


Preocupada com "black-out" de comunicação, Fifa cobra 4G do governo


RIO DE JANEIRO - Os estádios da Copa das Confederações estão na reta final de preparação, apesar dos atrasos, mas quando a bola rolar, quem estiver lá dentro pode ter dificuldades para se conectar à Internet e publicar fotos das novas arenas nas redes sociais.
Ao escolher em 2007 o Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014, a Fifa cobrou do governo brasileiro a garantia de um "serviço exemplar" de telecomunicações, ciente da enorme demanda por conexão de dados por parte tanto dos torcedores como da mídia.
A promessa do governo foi de que haveria a oferta de serviços de Internet móvel de quarta geração (4G) a tempo para os eventos.
...


De Pedro Fonseca, agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A lógica atual é inaugurar obras inacabadas e lançar programas fantasiosos



No passado bem distante, quando um presidente, ou governador ou prefeito inaugurava uma obra ou lançava o programa em beneficio da população, o serviço ou o bem inaugurado já estava entregue para uso e o serviço oferecido disponível a todos.

Hoje o que temos é o presidente da República inaugurando obras que sequer saiu do papel ou até mesmo foi direcionado recursos para este fim. Como exemplo temos os estádios da Copa de 2014, que estão sendo inaugurado por governadores com a presença da presidente Dilma, mas que na verdade não estão aptos e receber jogos nos próximos meses, e tão somente fotógrafos para publicidades, sem contar com as romarias de populares a observar as pitorescas obras sem fins.

Agora pasmem, veja o que ocorre com os estudantes bolsistas que vão ao exterior, e que acreditam em processas fáceis do MEC e da presidente, pois tinham a certeza que os recursos do programa Ciência sem Fronteiras,  oferecidos pelo MEC já poderiam estar atendendo suas necessidades, pois passaram-se 6 meses do pronunciamento da presidente Dilma e seus assessores, para em seguida ser amplamente divulgado pela propaganda institucional e a publicidade maquiada, falando sobre a divulgação de tais recursos já disponíveis.

Se não é a solidariedade de pessoas e instituições no exterior, estes estudantes bolsistas estariam passando fome e frio lá fora, tudo graças e essa propaganda mentirosa e sem compromisso com a verdade.

De Julio Cunha