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terça-feira, 14 de maio de 2013

Itaú compra Credicard por R$ 2,767 bilhões em dinheiro


SÃO PAULO - O Itaú Unibanco confirmou em fato relevante a compra da Credicard por R$ 2,767 bilhões, conforme antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. A operação envolve a compra da marca Credicard, do banco Citicard e da promotora Citifinancial, com 96 pontos de venda.
A transação envolve ainda uma carteira de crédito de R$ 7,3 bilhões, com uma base de 4,8 milhões de cartões de crédito. Ficaram de fora do negócio os cartões American Airlines, Corporate, Credicard Platinum (exceto Credicard Exclusive) e os cartões com as marcas Citi e Diners.
O comunicado informa que a conclusão da operação ainda depende da aprovação dos órgãos reguladores.


De Vanessa Adachi, portal VALOR

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Lucro do Itaú cai 5% no 4o tri, mas fica dentro do esperado


SÃO PAULO, 5 Fev (Reuters) - O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, encerrou o quarto trimestre com queda no lucro líquido, mas com melhora em índices de inadimplência e expectativa de avanço de dois dígitos na carteira de crédito em 2013, após um ano em que reviu critérios de financiamento para conter aumento de calotes.
A instituição, que em 2012 se tornou o primeiro banco privado do país a alcançar a marca de 1 trilhão de reais em ativos totais, teve lucro líquido de 3,492 bilhões de reais nos três meses encerrados em dezembro, queda de 5 por cento sobre o mesmo período de 2011.
Enquanto isso, o lucro recorrente somou 3,5 bilhões de reais, praticamente em linha com a expectativa média de analistas consultados pela Reuters.
Os números do Itaú Unibanco foram divulgados alguns dias após Bradesco e Santander Brasil anunciarem resultados que mostraram fraco crescimento dos empréstimos e manutenção da inadimplência em nível elevado
No caso do Itaú, o índice de calotes em operações vencidas há mais de 90 dias ficou em 4,8 por cento no quarto trimestre, apresentando redução tanto nas linhas de pessoa física quanto jurídica. Um ano antes, o indicador havia sido de 4,9 por cento e no terceiro trimestre, de 5,1 por cento.
Já as despesas com provisão para perdas com crédito somaram 5,68 bilhões de reais no quatro trimestre, abaixo dos 5,94 bilhões verificados nos três meses anteriores, mas acima dos 5,45 bilhões registrados um ano antes.
Diante de maior cautela na concessão de financiamentos no ano passado, a carteira do crédito do Itaú fechou 2012 em 426,59 bilhões de reais, crescimento de 7,45 por cento sobre 2011.
Para 2013, porém, o banco demonstra mais otimismo, com uma expectativa de crescimento da carteira entre 11 e 14 por cento, enquanto as despesas com provisões são esperadas entre 19 bilhões e 22 bilhões de reais, após 23,64 bilhões em 2012.
Ainda nesta terça-feira, o Itaú Unibanco informou que seu conselho de administração aprovou declaração de juros complementares sobre capital próprio a seus acionistas de 0,3824 real por ação relativos a 2012. O pagamento será feito em março.
De Alberto Alerigi Jr., portal REUTERS BRASIL

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Roubo na Avenida Paulista, cofres particulares guardam pertences não declarados


Até agora, apenas três dos 170 clientes que tiveram seus cofres roubados durante o assalto a uma agência do banco Itaú na Avenida Paulista apresentaram queixa à polícia. De acordo com Ricardo Chilelli, especialista em segurança e diretor-presidente da RCI First, empresa que constrói bunkers em São Paulo, a tímida reação das vítimas configura um sinal preocupante por trás da história.
O espetacular assalto ocorrido em 27 de agosto e que só agora veio à tona colocou os clientes do banco num impasse. Segundo Chilelli, a maior parte dos pertences guardados nesse tipo de cofre não costuma integrar a declaração de renda de seus proprietários. Por isso, poucos tentaram reaver o conteúdo roubado.
"É difícil registrarem queixa", diz Chilelli. “Quando registram, fazem isso pela metade”. Sem revelar detalhes, o especialista informou que há pessoas que chegam a armazenar pedras preciosas em estado bruto ─ como diamantes, por exemplo ─ em cofres particulares. Os donos dos cofres arrombados por bandidos naquela madrugada de domingo são, geralmente, milionários. Pelas regras do banco, só eles conhecem o conteúdo armazenado na agência.

De revista VEJA