Mostrando postagens com marcador país. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador país. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Pirelli retrata "Alice no país das maravilhas"



O tradicional calendário da Pirelli irá retratar o cenário fantasioso de "Alice no País das Maravilhas" em sua edição 2018.

A 45ª edição do calendário foi produzida pelo fotógrafo Tim Walker e desenhada pelo novo editor britânico da Vogue, Edward Enninful.

A novidade deste ano é a diversidade racial, com modelos e artistas negros interpretando os personagens da história de Lewis Carroll. Nomes como Naomi Campbell, RuPaul, P.Diddy, Whoopi Goldberg e Lupita Nyong'o recheiam as páginas do calendário de 2018 com fotos sombrias e cenários rústicos.

"Alice", a personagem principal, é interpretada pela modelo sudanesa-australiana Duckie Thot."É interessante que olhem para uma história tão conhecida e a vejam com outros olhos", disse Nyong'o.

Desde 1960, quando o calendário foi criado, a única ediação só com negros veio em 1987, com o fotógrafo Terence Donovan.

De Home, Ansa Brasil

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Os donos do País


Atolados em impopularidade e descrédito, os nossos políticos continuam fornecendo evidências de que desprezam os riscos do seu divórcio litigioso com a opinião pública. Mais que isso, dia sim, outro também, dobram a aposta na certeza de que vencerão a queda de braço com a população, a despeito da crescente impaciência coletiva.

Quanto mais os cidadãos exigem mudanças nos padrões moral e ético de suas excelências, mais são afrontados pelos senhores das casas legislativas e da máquina pública. Há quem suspeite, não sem lógica, que esse alheamento decorre de um fenômeno cósmico: a política brasileira é dominada por seres de outro planeta, de forma física e fisiologia idênticas à humana, mas que se movem segundo outra ordem de interesses e valores. Faz sentido… Afinal, não fosse essa a razão, o que explica a absoluta falta de constrangimento na conduta cotidiana da avassaladora maioria dos parlamentares e governantes? Só nos últimos dias, três episódios deram substância a essa tese. No primeiro, o peemedebista Romero Jucá apresentou projeto proibindo processar os presidentes da Câmara e do Senado por quaisquer crimes – inclusive matar a própria mãe – que tenham cometido antes de ungidos aos respectivos cargos. Desnecessário dizer que os alvos da proteção, Eunício Oliveira e Rodrigo Maia, estão citados nas delações premiadas da Lava Jato...

De Ricardo Boechat, ISTO É

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ipea mostra que aumentou número de miseráveis no país em 2013


RIO - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) disponibilizou em seu banco de dados na internet dados que vinha mantendo sob sigilo durante as eleições e que mostram o aumento do número de miseráveis no país em 2013, pela primeira vez em dez anos. Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2013), o instituto calculou que o número de pessoas extremamente pobres passou de 10,081 milhões, em 2012, para 10,452 milhões, em 2013, um acréscimo de 371.158 pessoas entre as pessoas com renda inferior ao mínimo necessário para garantir o consumo das necessidades calóricas. Na linha de extrema pobreza que leva em conta o percentual de brasileiros com renda inferior a R$ 70 por mês, valor adotado pelo Programa Brasil Sem Miséria, o aumento de brasileiros na extrema pobreza foi ainda maior, de 870.784 pessoas, o que elevou o percentual de miseráveis de 3,6% para 4% ou 8,05 milhões.

Não foi o único instituto que constatou um aumento dos miseráveis no ano passado. Os pesquisadores associados do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets) Andrezza Rosalém e Samuel Franco já tinham calculado um aumento do número de miseráveis 6,1% para 6,2% em todo o país no último ano. Os pesquisadores consideram miserável quem tem renda de até R$ 123, um patamar acima daquele usado pelo governo, de R$ 70, em 2013.

A pedido do GLOBO, eles traçaram um perfil do miserável no país e mostraram que a piora do mercado de trabalho já pesou sobre a população mais desfavorecida. A taxa de desemprego dos mais pobres subiu de 25,5%, em 2012, para 30,4%, em 2013. Enquanto 43,8% dos trabalhadores no país são informais, entre os miseráveis essa é a regra: 96% vivem sem proteção social...

De Clarice Spitz, O GLOBO

terça-feira, 3 de junho de 2014

Miriam Leitão: "No Brasil, diferente de outros países sedes, em ano de Copa a economia esfria"


Com feriados e férias coletivas, economia pode esfriar mais

As previsões de crescimento do PIB de 2014 estão ficando cada vez menores. As principais instituições ouvidas pelo Banco Central (BC) esperam, agora, alta de apenas 1,5%. O resultado do primeiro trimestre, de crescimento de 0,2%, foi fraco, e os economistas preveem que o segundo trimestre também não será bom, podendo ficar até negativo.
O que impressiona é que em ano de Copa, geralmente, a economia cresce. Os consumidores compram mais. Mas em 2014, por ser o Brasil o país sede do campeonato, haverá muitos feriados que, somados às férias coletivas dadas por alguns setores, poderão fazer com que a economia esfrie ainda mais entre abril e junho. 
As férias coletivas dadas por diferentes setores da indústria são um sinal de alerta porque podem virar demissão. Se isso acontecer, a melhor área que temos na economia, o emprego, pioraria.
No resultado do PIB do primeiro trimestre, divulgado pelo IBGE, preocupam, por exemplo, os dados da indústria e do investimento, que tiveram queda.

De Miriam Leitão, O GLOBO

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Uma semana após o ministro das Finanças da Turquia, Mehmet Simsek, afirmar que os protestos não impactaram de forma significativa a economia do país, o ministro Zafer Çaglayan, responsável pela área econômica, admitiu ontem que houve, sim, prejuízos.

Para ele, a Bolsa brasileira deverá passar por turbulências semelhantes.

"No Brasil, também estão ocorrendo manifestações. O que vai acontecer lá é o mesmo que vivemos aqui", disse.

"Claro que houve prejuízos. Claro que influenciou a Bolsa e os juros. Mas haverá recuperação. As ações já estão voltando a subir", disse o ministro da Economia à coluna, durante evento promovido pela Tuskon (Confederação dos Executivos e Industriais da Turquia) em Istambul...


De mercado aberto, jornal FOLHA DE SÃO PAULO

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Planalto prepara pacote de reformas microeconômicas

A equipe econômica começa a se voltar para uma agenda de reformas microeconômicas para melhorar o desempenho econômico do País - após mais de 15 pacotes de estímulos para contornar os efeitos da crise mundial nos últimos anos. A ideia agora é criar instrumentos que estimulem, principalmente, a melhora dos balanços das empresas, como o alongamento de prazos das dívidas contraídas no mercado.
A expectativa do governo é que as empresas acelerem o processo iniciado em 2012, com a queda das taxas de juros, quando passaram a trocar as dívidas antigas, que geralmente tinham juros maiores e prazos menores, por condições mais adequadas.
A expectativa é que, com o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro nos próximos anos, as empresas instaladas no Brasil busquem financiamento (via bancos ou via emissão de títulos) no País, diminuindo a dolarização da dívida. A aposta é que esse processo deve ganhar força principalmente a partir de 2014, quando as taxas de juros nos Estados Unidos e em outros países ricos voltem a subir, depois de quase oito anos em níveis historicamente baixos...

De João Villaverde, de Brasília, jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

terça-feira, 28 de maio de 2013

Enviado da ONU pede às autoridades iraquianas protegerem a população do país

Bagdá, 28 mai (EFE).- O enviado especial da ONU no Iraque, Martin Kobler, fez nesta terça-feira uma chamada às autoridades do país para que tomem as medidas necessárias para proteger os cidadãos, após a onda de atentados que ontem causou dezenas de mortos.

"Peço novamente a todos os líderes iraquianos para que façam tudo o que for possível para proteger os civis. É sua responsabilidade deter agora o derramamento de sangue no país", afirmou Kobler, que condenou "categoricamente" os ataques.


De agência EFE