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domingo, 30 de agosto de 2015
Um pacote chamado PT
O ex-presidente Lula (PT) disse a pouco que irá percorrer todo o país, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, em todos os estados, tendo como objetivo principal mostra a população que o que estão falando por aí não é nada disso, é intriga da oposição direitista e da grande mídia.
O ex-presidente quer também dar um alivio para sua companheira, presidente Dilma, pois está sendo o centro de todas as mazelas jornalisticas na atualidade, e por isso seu companheiro pretende que os holofotes se volte para ele, pois segundo diz "tem as costas largas".
Não sei se o ex-presidente Lula está vivendo em outro planeta e não percebe a realidade que estamos vivendo agora, ou se pretende mais uma vez tirar onde da população brasileira, pois como sabemos os males que estamos vivendo agora, na política, economia, dividas, desgovernos, Petrobras e muitos outros é resultado desta política desgraçada implatado por ele e seguida a risca por sua sucessora, ambos do PT, o pacote perfeito.
Julio Cunha
sábado, 22 de junho de 2013
Nordeste: Pacote contra seca tarda a chegar aos 10 milhões de afetados
Anunciado há dois meses pela presidente Dilma Rousseff, o
último pacote de medidas contra a seca, estimado em R$ 9 bilhões, demora a
chegar ao semiárido.
A entrega de milho atrasou, cisternas estão abandonadas ou
apresentam problemas, a oferta de carros-pipa não teve o aumento prometido e
apenas 30% dos recursos para perfuração de poços foram liberados.
Diante da maior seca dos últimos 50 anos, que afeta dez milhões de pessoas em 1.418 municípios do norte de Minas Gerais e do Nordeste, foram as poucas chuvas que aliviaram a situação. As precipitações fizeram crescer vegetação rasteira que alimentou os rebanhos, mas foram insuficientes para que houvesse colheita.
Para alimentar os animais, o governo havia prometido enviar 340
mil toneladas de milho em abril e maio.
Nesses dois meses, só 151 mil toneladas (44% do total) foram
repassadas, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Outras 138
mil toneladas foram enviadas em junho.
Em dez cidades do interior do Ceará que a Folha visitou há duas
semanas, produtores rurais diziam que o milho ainda não havia chegado.
Na Bahia, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura também
relatou atraso, sobretudo por falhas no transporte e distribuição, sob
responsabilidade dos Estados. E, quando o milho chega, há menos do que o
previsto.
"Minha cota seria de 20 sacos de milho, mas falaram que só vou
ter dez", disse o produtor Francisco Pinheiro, 34, de Milhã (311 km de
Fortaleza). Ele e seu pai disseram ter vendido gado a preços baixos porque não
tinham alimento para os animais.
CHUVAS
A previsão é que haja ainda menos chuva no semiárido no segundo
semestre deste ano. Por isso, a chuva registrada até agora foi importante para
encher cisternas.
O governo prometeu entregar 130 mil cisternas até julho e mais
110 mil até dezembro. Há, contudo, problemas nas cisternas de plástico que estão
sendo entregues.
Em Canindé (118 km de Fortaleza), a reportagem localizou um
depósito com cerca de 200 cisternas expostas ao calor. E moradores, que foram
orientados a cavar buracos para as cisternas, esperam pela instalação há mais de
três meses. "Gastei R$ 200 para cavar e até hoje a cisterna não veio", diz o
agricultor Joaquim da Silva, 73.
Sem chuva, as cisternas dependerão de carros-pipa contratados
pelo Exército para distribuir água.
Em abril, havia 4.746 carros-pipa em 777 cidades. Dilma
prometeu ampliar a operação em 30%, para 6.170 carros-pipa. Dois meses depois, o
Exército tem 5.220 carros-pipa contratados em 808 cidades --aumento de 10%.
A maior fatia do pacote (35%, ou R$ 3,1 bilhões) era uma
estimativa de quanto o Planalto deixaria de arrecadar até 2016, ao renegociar a
dívida de 700 mil produtores. Foram atendidos 39 mil produtores, com dívidas de
R$ 510 milhões, apenas 16% do previsto...
De Aguirre Talento, Nelson Barros Neto, jornal FOLHA DE SÃO PAULO
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Planalto prepara pacote de reformas microeconômicas
A equipe econômica começa a se voltar para uma agenda de reformas microeconômicas para melhorar o desempenho econômico do País - após mais de 15 pacotes de estímulos para contornar os efeitos da crise mundial nos últimos anos. A ideia agora é criar instrumentos que estimulem, principalmente, a melhora dos balanços das empresas, como o alongamento de prazos das dívidas contraídas no mercado.
A expectativa do governo é que as empresas acelerem o processo iniciado em 2012, com a queda das taxas de juros, quando passaram a trocar as dívidas antigas, que geralmente tinham juros maiores e prazos menores, por condições mais adequadas.
A expectativa é que, com o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro nos próximos anos, as empresas instaladas no Brasil busquem financiamento (via bancos ou via emissão de títulos) no País, diminuindo a dolarização da dívida. A aposta é que esse processo deve ganhar força principalmente a partir de 2014, quando as taxas de juros nos Estados Unidos e em outros países ricos voltem a subir, depois de quase oito anos em níveis historicamente baixos...
De João Villaverde, de Brasília, jornal O ESTADO DE SÃO PAULO
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