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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Salário de parlamentar no Brasil é maior do que na Alemanha e no Japão

Um levantamento realizado pela revista britânica The Economist colocou os parlamentares brasileiros na vergonhosa quinta posição de um ranking que analisou os gastos absolutos e proporcionais com salários de parlamentares. Ao todo, 29 países foram analisados. Em valores absolutos, segundo a revista, um congressista brasileiro custa 157 000 dólares anuais, salário que ultrapassa os pagos em estados ricos como a Alemanha, a França e o Japão.
Hoje, os congressistas brasileiros ganham 26 723,13 reais por mês, além de outros benefícios. 
Proporção - A quinta posição pode ser considerada mais grave. O impacto dos gastos de Estados Unidos, Austrália, Itália – que aparecem à frente do Brasil em salários absolutos – é menor em relação ao Produto Interno Bruto per capita do país. Ou seja, eles gastam mais, mas o país é mais rico e pode pagar essa diferença.
Nesses termos proporcionais, o Brasil registra um novo vexame: a sexta posição. Segundo o ranking, deputados e senadores brasileiros ganham em média treze vezes mais que o PIB per capita do país. Desta vez, os números colocam o Brasil à frente de superpotências como os Estados Unidos. Na França, por exemplo, o salário de um parlamentar é duas vezes superior ao PIB per capita. 
O Brasil só parece bem na comparação com países como a Nigéria (onde os parlamentares ganham 116 vezes o PIB per capita do país) e o Quênia (76 vezes). Na última posição está a Noruega, que paga salários próximos ao PIB per capita do país...

De congresso, VEJA

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

The Economist: "Brasileiros, vocês acabam de ser feitos de palhaços!"


'The Economist' ataca política brasileira

Jornal londrino faz acusações a Renan Calheiros e critica sua eleição no Senado 

O artigo Unstoppable (Imparável), publicado no jornal londrino The Economist de quinta-feira (14), ataca de forma pesada a política brasileira, destacando principalmente a recente eleição do senador Renan Calheiros para a Presidência da Casa. O texto começa citando a afirmação que consta na petição online pedindo o impeachment do presidente do Senado, Renan Calheiros - "Brasileiros, vocês acabam de ser feitos de palhaços!". O texto segue dizendo que tal petição reuniu 1,36 milhão  de assinaturas, o que daria o direito de apresentar a demanda ao Congresso, "no entanto, os organizadores precisarão esperar até o dia 19 de fevereiro para tal: enquanto outros brasileiros recebem três dias de folga por conta do Carnaval, o Judiciário goza de duas semanas inteiras", ironiza.
The Economist destaca que Calheiros foi presidente do senado entre 2005 e 2007 e que renunciou depois de enfrentar acusações. O jornal cita ainda fatos não comprovados e que deverão causar grande impacto entre os parlamentares. 
De acordo com o jornal, a presidente Dilma Rousseff tomou uma linha dura no passado, afastando ministros acusados de corrupção, mas que seu Partido dos Trabalhadores (PT) "está irritado com o que entende como perseguição: o julgamento do mensalão no ano passado terminou com vários de seus membros recebendo inesperadas duras penas."
Ainda de acordo com o artigo, "Calheiros é o último exemplo de bem consolidado fenômeno brasileiro: os políticos que sobrevivem a incontáveis escândalos aparentemente inaceitáveis". E cita os casos de Paulo Maluf, culpado por superfaturamento e recepção de propina na década de 90, e José Genoino e Francisco Tenório, que apesar de terem sido condenados, voltaram a ocupar cargos públicos.  
The Economist segue com os ataques afirmando que, o próximo turno de eleições, em 2014, "deve ver alguns dos corruptos serem despachados do Congresso. Mas o atraso trouxe o desprestígio sobre as instituições políticas. Uma pesquisa recente apontou que, pela primeira vez desde o retorno da democracia em 1988, apenas uma minoria de brasileiros apoia algum partido político."
O jornal afirma ainda que muitos brasileiros atribuem as firmes condenações do mensalão, em parte, ao fato de que o julgamento foi transmitido ao vivo por televisão, "e transformou em herói o presidente da suprema corte, Joaquim Barbosa, que puxou seus colegas juízes à sua linha dura."  O artigo termina afirmando que "brasileiros ainda têm esperança de que os zumbis da política possam ser colocados para descansar."

De Portal JORNAL DO BRASIL

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Dilma anuncia racionamento de metáforas de Pedro Bial


Lula prometeu dobrar o número de postes eleitos e erradicar o risco de apagão

LANTERNA DOS AFOGADOS - Depois de dizer que o risco de um apagão no país é apenas mais uma "invenção da mídia obscurantista", a presidente Dilma Rousseff decidiu antecipar a implementação do programa Luz para Poucos. "Tenho que agir antes que a revista The Economist diga que preciso usar lamparina no Alvorada" asseverou a mandatária.

Em caráter emergencial, Dilma anunciou o racionamento de metáforas de Pedro Bial. "Não dá para manter milhões de televisores ligados enquanto aquele homem empilha infâmias e batatadas. Energia é coisa séria, meu filho", esbravejou, enquanto técnicos trocavam as lâmpadas de seu gabinete por vagalumes aparelhados e doutrinados pelo PT.

Em seguida, Dilma disse que lançará uma nova rodada de licitações para a exploração de nove poços de laquê no Pré-sal. "Até o fim do meu mandato, todo brasileiro terá o direito a energia rígida para manter seus topetes estáticos", discursou.


De The Herald, Revista PIAUÍ

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Lula diz que não sabia nada sobre jogo do Corinthians

Lula diz que não sabia nada sobre jogo do Corinthians
Lula demonstrou surpresa quando soube que o Corinthians venceu a Libertadores

PARIS - Após negar as novas acusações de Marcos Valério, Lula foi interpelado
por repórteres ávidos por um comentário sobre a vitória que levou Corinthians à final do Mundial. "O Corinthians jogou hoje? Não sabia. Contra quem?", perguntou o ex-presidente em exercício.

Em seguida, em conversa reservada com o presidente francês, Lula ficou atônito ao descobrir que a Europa está em crise. "A Grécia não está bem? Não me diga, Deus do céu. E como está a Espanha?", quis saber, coçando a cabeça. Com a voz embargada, fez uma pausa e completou: "A Alemanha Oriental está resistindo bem?".

No final da tarde, a revista britânica The Economist publicou um editorial exigindo que Dilma demita Lula.



De The Herald, Revista PIAUÍ

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Dilma, Economist e nacionalismo

Dilma e Mantega (Foto: Antonio Cruz/Agbr)
Presidente Dilma não deve dar ouvidos à sugestão de demitir Guido Mantega (Foto: Antonio Cruz/Agbr)


O ano de 2013 mostrará se a revista britânica estava certa ou não ao pedir a cabeça do ministro Guido Mantega



A presidente Dilma Rousseff não gostou de ver a revista britânica The Economist sugerir a saída de Guido Mantega do Ministério da Fazenda. Compreensível. Dilma não pode ser acusada de prevaricação no cuidado com a economia brasileira, claramente sua prioridade desde que tomou posse, à frente até mesmo da famosa faxina política que por vezes realiza. Ela sabe da importância da tarefa e dedica uma enorme parte do seu tempo à sua realização. Não será a opinião de uma publicação jornalística que ditará como a presidente conduz a economia, muito menos, nas palavras de Dilma, “uma revista que não seja brasileira”.

Pois são com essas palavras que a presidente, no seu legítimo direito de descartar os conselhos de quem quer que seja, coloca os pés pelas mãos. No final de 2009, quando a então ministra Dilma começava a esquentar seus tamborins para a campanha presidencial do ano seguinte, a mesma Economist colocou o Brasil na Lua. Ou quase lá. Com uma foto do Cristo Redentor sendo lançado aos céus como um foguete, a revista dizia em sua capa que o Brasil “decolava”. “Sua decolagem é ainda mais admirável porque foi conseguida por meio de reformas e da construção democrática do consenso”, escreveu a publicação britânica. Ninguém no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, muito menos Dilma, desqualificou na época as opiniões de “uma revista que não seja brasileira”. A liberal Economist, uma das mais importantes referências no mundo em economia e política internacional, dava seu selo de aprovação ao rumo que o Brasil tomava – e o governo brasileiro sorria. O caráter estrangeiro da sua opinião não a invalidou. Seu ponto de vista não foi julgado a partir de um nacionalismo estreito, mas apenas com base em seu mérito.
...


De Rogério Simões, Economia, Revista ÉPOCA

sábado, 8 de dezembro de 2012

Dilma rejeita críticas de 'The Economist' em sua política econômica

A presidente do brasileiro, Dilma Rousseff, reagiu duramente ao pedido feito ontem pelo semanário The Economist , em um artigo intitulado Falência confiança, que sustenta que a presidente deveria demitir seu ministro da Economia, Guido Mantega e aconselha que "um nome na nova equipe econômica" capaz de ganhar a confiança do mercado. "
A folha semanal britânica atinge de "morrer" para a economia brasileira, com a notícia de que o PIB do Brasil vai crescer apenas 1% em 2012, acusa o governo de "intervenção" em excesso no mercado e critica o fato de que Dilma "Lula ainda mais do que" fazer "é o Estado que deve orientar o investimento privado."
Dadas estas críticas a The Economist , que tinha muito mais cobertura da imprensa do país, a presidente brasileiro respondeu tom visivelmente irritado. "Em nenhum a hipótese de que o governo, eleito por voto direto e secreto do povo, será influenciada pela opinião de uma revista não-brasileiro", disse.
"Pelo amor de Deus!" Dilma continuou, "você não sabe a situação que eles [os europeus e os norte-americanos] é pior do que a nossa desde 2008? Você não quebrei nenhuma bancos como o Lehman Brothers.Nós não temos nenhuma crise da dívida soberana, o nosso rácio de dívida em relação ao PIB é de 35% ea nossa inflação está sob controle.378 Temos 000 milhões de dólares em reservas. "
No entanto, antes de fazer essas críticas Os economistas t, Dilma havia dito em reunião dos países do Mercosul em Brasília : "Há todos os motivos para estar preocupado com a situação econômica global, com uma imagem de menor crescimento e recessão . Devemos precaver-nos contra essas condições. "
O partido do governo, o PT (Partido dos Trabalhadores), emitiu uma resolução em apoio à presidente da Argentina, Cristina Kirchner, construindo sua presença no Brasil por ter aplicado em seu país, a Lei de imprensa, o que afeta o grupo Clarín. Segundo a PT, esta medida "contribui para aumentar a liberdade de expressão."
Nessa decisão, o partido do governo Dilma ", defende para o Brasil a adotar medidas para evitar monopólios, especialmente a concentração de rádio e televisão nas mãos de poucas empresas."
Segundo a PT, "contrariamente às afirmações da mídia brasileira, a nova lei ajuda a ampliar Argentina liberdade de expressão e ampliar transformações democráticas e sociais implementadas pelos governos Néstor e Cristina Kirchner".
Essa posição da PT cai ainda com declarações feitas recentemente pela presidente Dilma Rousseff a este jornal em que reafirma o seu compromisso com a liberdade de expressão. "Eu prefiro os exageros de ruído e possível dos meios de comunicação, o silêncio túmulo de ditaduras", disse ele.
 
De Internacional, JORNAL EL PAÍS
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

The Economist: Brasil precisa de reformas estruturais

Correspondentes da revista britânica The Economist repercutiram na última segunda-feira (03) os dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo IBGE, que mostraram crescimento no terceiro trimestre de 0,6%, bem abaixo das expectativas do mercado e do governo, que esperavam aumento de 1,2%. 
De acordo com a publicação, o número foi muito "decepcionante". Para eles, o Brasil tem sido "complacente" com os custos de produção do país durante os anos em que apresentou alto crescimento. Os analistas afirmam que agora, no entanto, estes problemas precisam ser enfrentados, através de reformas estruturais, como as tributária e trabalhista, para que o país retome a trajetória de crescimento.
"O Brasil se deu ao luxo de ser muito caro. Enquanto havia um crescimento alto, como de 7,5% em 2010, eles se recusavam a aceitar lições de outras nações. Porém, além do crescimento ruim este ano, as previsões para 2013 também foram revisadas para baixo. O país está pior em comparação com a América Latina, por exemplo", comenta o analista.
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De Eonomia, JORNAL DO BRASIL, RJ