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quinta-feira, 11 de abril de 2013

O não comparecimento de Cristina Kircher, da Argentina, ao funeral, é um desejo da família Thatcher



Grã-Bretanha ignora Argentina em funeral de Margaret Thatcher



LONDRES - A Grã-Bretanha decidiu não convidar a presidente argentina, Cristina Kirchner, para o funeral de Margaret Thatcher na próxima semana, disse uma fonte do governo britânico à Reuters, nesta quinta-feira, uma decisão que deve aprofundar a disputa diplomática sobre as Ilhas Malvinas.
A fonte disse que o protocolo normal seria convidar para o funeral representantes de todos os países com os quais a Grã-Bretanha mantém relações diplomáticas "normais", mas disse que a família de Thatcher se opôs a convidar Cristina.
"Trata-se de atender ao desejo da família", disse a fonte, acrescentando que estavam ocorrendo discussões para determinar se um outro representante da Argentina poderia ser convidado no lugar da presidente.
Thatcher, que morreu na segunda-feira aos 87 anos, liderou a Grã-Bretanha na guerra das Malvinas, em 1982, ordenando que as Forças Armadas britânicas expulsassem tropas argentinas que invadiram o contestado arquipélago do Atlântico Sul, que os britânicos chamam de Falklands.
Cristina tem comandado uma campanha internacional pedindo a renegociação da soberania sobre o território.


De Andrew Osborn, agência REUTERS BRASIL

domingo, 10 de março de 2013

Ahmadinejad é criticado por abraçar mãe de Chávez


O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi criticado em seu país depois da publicação de uma foto em que aparece abraçando a mãe de Hugo Chávez durante o funeral do ex-presidente, na sexta-feira.
Na foto, divulgada por várias agências de notícias internacionais, o presidente iraniano toma a mão de Elena Frías, que coloca a cabeça no ombro de Ahmadinejad.
Políticos iranianos frequentemente evitam o contato físico com as mulheres em público, já que a exibição pública de afeto entre homens e mulheres é vista como adultério na cultura islâmica.
Mohammed Dehghan, parlamentar iraniano, disse, em uma referência implícita a Ahmadinejad, que "tal ato por parte de um alto funcionário do Executivo se opõe ao comportamento de um muçulmano, que é limitado por seus compromissos religiosos", relata a rede de notícias saudita Al Arabiya.


De BBC BRASIL

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Revolta e confrontos em dia de funeral de palestino


RAMALLAH, Cisjordânia - Milhares de pessoas acompanharam nesta segunda-feira o funeral do palestino Arafat Jaradat, que morreu em uma prisão israelense. Homens mascarados dispararam para o alto na aldeia de Saeer. A quilômetros dali, cerca de cem palestinos entraram em confronto com soldados israelenses diante de uma prisão, enquanto dez foram baleados na cidade de Beitounia, na Cisjordânia. A tensão elevada após a morte de Jaradat, que segundo a autópsia palestina teria sido torturado, elevou o temor da explosão de uma terceira intifada.

- Sacrificamos nossas almas e sangue por você, nosso mártir - gritavam durante o funeral.
De acordo com autoridades palestinas, Jaradat, um funcionário de posto de gasolina de 30 anos, foi torturado durante um interrogatório. Autoridades israelenses, no entanto, afirmaram que ainda não há conclusões sobre a morte e que era necessária a realização de mais testes.
O ministro de Segurança Interior, Avi Dichter, advertiu que poderia começar outro levantamento se as confrontações com manifestantes palestinos causassem mais mortes. O presidente Palestino Mahmoud Abbas alertou em um comunicado que Israel não "brincasse com a vida dos palestinos".

- Nós não permitiremos que eles brinquem com a vida de nossos filhos - disse Abbas durante uma cerimônia em homenagem aos palestinos mortos durante um atentado em um centro de pesquisa palestino em Beirute em 1983. - Nós não vamos permitir permaneçam atrás das grades devido a acusações infundadas - acrescentou...


De jornal O GLOBO