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domingo, 2 de julho de 2017

Com mensagem de violência, Trump reforça ataques à imprensa nas redes sociais


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou nesta semana seus ataques contra jornalistas e veículos da imprensa do país, fazendo uso de graves insultos e até utilizando vídeos violentos, como o publicado neste domingo contra a emissora "CNN".

Após vários dias de polêmica e duras críticas aos apresentadores do programa "Morning Joe", da "MSNBC", Trump dirigiu sua ira hoje à "CNN", através de uma montagem em vídeo no qual aparece agredindo um homem que leva o logotipo da emissora perto de um ringue.

O vídeo fazia parte de uma série de tweets que o presidente publicou ao longo do fim de semana, mensagens na qual Trump reiterou os ataques aos veículos que considera "falsos e fraudulentos". (...)

Trump e McMahon escolheram lutadores para representá-los no ringue, mas, em um momento da luta, Trump se aproximou de McMahon, que estava do lado de fora das cordas, o derrubou no chão e deu socos contra seu rosto. A cena era uma parte do espetáculo...

De Agência EFE

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

2012 foi um péssimo ano para os jornalistas


Brasil é o 5º país mais perigoso para jornalistas, diz ONG



O mais recente relatório divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) mostra que 2012 foi um péssimo ano para a liberdade de imprensa no mundo. Seis funcionários de mídia, 47 blogueiros (também denominados "cidadãos-jornalistas" no documento) e 88 jornalistas foram mortos no exercício de suas atividades. Trata-se dos números mais altos já registrados desde 1995, quando a ONG internacional começou a publicar seu relatório anual. 
De acordo com o relatório, o Brasil é o quinto lugar mais perigoso para a imprensa. "Os 88 jornalistas perderam a vida ao noticiar sobre guerras e bombardeios ou foram assassinados por membros do crime organizado, traficantes de drogas, radicais islâmicos militantes, ou por ordens de funcionários corruptos", detalha a publicação, que aponta a Síria como o local mais perigoso do mundo para a classe.
Apesar de futura sede da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas de 2016, o Brasil está entre as cinco nações mais perigosas. Cinco repórteres foram assassinados aqui em 2012, dois dos quais, ao que tudo indica, por investigarem casos de narcotráfico. Situação parecida vive o México, onde o perigo se mostra presente para quem noticia fatos sobre o crime organizado, em especial o narcotráfico, a corrupção e as conexões entre os líderes criminosos e os funcionários estatais. Seis jornalistas foram assassinados no país em 2012. (...)

De Internacional, Jornal DO BRASIL

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Estamos apanhando pela verdade e inverdade

Como já havia dito anteriormente, os dirigentes que atuam na área de governo, legislam e julgam no Brasil, planejam e elaboram planos com base nas denuncias, calamidades, clamores e escândalos divulgados através dos jornais, revistas e outros meios de comunicação, então ao invés das peças de ficção aprovadas no legislativo, denominadas LDO (Leis de Diretrizes Orçamentarias), poderiam criar as LDJ (Leis das Denúncias Jornalísticas), ai pelo menos a população saberia o teor da peça em discussão.

Todos os dias a população toma conhecimento das barbáries, escândalos e outras mazelas causadas pelos administradores, políticos e instituições públicas, tendo que conviver com o descaso, no seu dia a dia.

E o pior é ter que aguentar os mesmo gastando mais recursos públicos, tentando mostrar algo diferente do que tomamos conhecimento, neste caso e o mesmo que levar duas tapas na cara, e ainda ter que suportar o descaso.

De Júlio Cunha