Mostrando postagens com marcador Turismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Turismo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Brasil tem perda bilionária em setor turístico

RIO - O incentivo à visitação dos parques nacionais tem potencial para injetar, até 2016, R$ 1,8 bilhão por ano na economia nacional, segundo um dos mais detalhados relatórios do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) sobre as unidades de conservação brasileiras. No ano dos Jogos Olímpicos, estas unidades injetariam até R$ 2,2 bilhões nos cofres públicos. Com uma ressalva: os ganhos, obtidos com ingressos, parcerias e geração de renda nas populações do entorno, só devem alcançar esta dimensão se houver um investimento significativo nas áreas protegidas.

Entre 2001 e 2010, a verba destinada às unidades federais permaneceu a mesma - cerca de R$ 300 milhões por ano. No entanto, no mesmo período a área total protegida aumentou 83,5%. O investimento em cada hectare conservado pelo governo brasileiro, portanto, sofreu uma redução de 40% desde o início da década passada.

Parte deste vazio é preenchida por recursos de compensação ambiental, um valor pago por grandes empreendimentos para atenuar os impactos que provocarão no meio ambiente. Entre janeiro e junho deste ano, este caixa levou R$ 33,4 milhões para os parques nacionais.

O país é elogiado por sua dedicação à Convenção sobre Diversidade Ecológica, um acordo internacional que, para reduzir a perda de biodiversidade, defende o estabelecimento de novas unidades de conservação. Entre 2003 e 2008, o Brasil foi responsável por 74% de todas as áreas protegidas criadas no mundo.

- Aumentamos o percentual de áreas protegidas, mas não os recursos - lamenta Roberto Vizentin, presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). - Precisamos de um orçamento maior e uma gestão que conte com outras fontes para seu próprio sustento, como projetos de cooperação internacional.

Fundador do ICMBio e seu presidente entre 2007 e 2008, o biólogo João Paulo Capobianco assegura que “dá para contar nos dedos” quantos parques nacionais contribuem para a geração de renda nas cidades vizinhas.

- É uma loucura ver que este objetivo não é cumprido porque algumas unidades de conservação estão fechadas ao público - lamenta. - Além de não gerar um potencial de visitação, cria-se uma inimizade com as cidades vizinhas, que encaram os parques como um prejuízo, um bem inacessível...


De Renato Grandelle, O GLOBO

quarta-feira, 20 de março de 2013

Colômbia aposta no patrimônio cultural para incentivar turismo



Santa Cruz de Mompox (Colômbia) - Igrejas coloniais, casarões históricos, ruas de pedras e paisagens exóticas são algumas das apostas da última campanha turística do governo colombiano, que procura aumentar o número de visitantes que escolhem o país como destino.
A iniciativa procura incentivar o turismo religioso, cinematográfico, musical e gastronômico para oferecer aos turistas novas e variadas experiências.


De turismo, agência EFE

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Confira a lista de países que não exigem visto de turistas brasileiros


Alguns países não exigem visto para brasileiros visitarem os locais. Geralmente, o tempo máximo para turismo é de 90 dias. Países que fazem parte do Mercosul não exigem o Passaporte, basta apresentar o RG com foto recente.

Confira lista dos países que NÃO exigem visto dos brasileiros:
» África do Sul
» Alemanha
» Andorra
» Antilhas Francesas
» Argentina
» Áustria
» Bahamas
» Barbados
» Bélgica
» Bolívia
» Bósnia Guiana
» Bulgária
» Chile
» Colômbia
» Coréia do Sul
» Costa Rica
» Croácia
» Dinamarca
» Equador
» Eslováquia
» Eslovênia
» Espanha
» Filipinas
» Finlândia
» França
» Grécia
» Guatemala
» Honduras
» Holanda
» Hong Kong
» Hungria
» Irlanda
» Islândia
» Israel
» Itália
» Liechtenstein
» Luxemburgo
» Malásia
» Marrocos
» México
» Mônaco
» Namíbia
» Noruega
» Nova Zelândia
» Panamá
» Paraguai
» Peru
» Polônia
» Portugal
» Reino Unido
» República Tcheca
» Rússia
» San Marino
» Suécia
» Suíça
» Suriname
» Tailândia
» Trinidad e Tobago
» Tunísia
» Turquia
» Uruguai
» Vaticano
» Venezuela

De Itamarat, Turismo, CORREIO BRAZILIENSE.COM

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Cotação do Dolar turismo chega a 8% de diferença


Diferença entre cotação e preço comercial chega a 8%

A cotação do dólar turismo publicada pelo Banco Central é referência para o preço pela moeda cobrado nas casas de câmbio. A diferença entre o valor oficial e o praticado chega a 8%


A oscilação do dólar turismo chegou a 40 centavos neste ano, considerando a cotação do Banco Central (BC), referência para o preço cobrado pelas casas de câmbio. Além da variação do valor oficial, quem compra moeda estrangeira para viajar também deve levar em conta o percentual agregado pelas casas de câmbio, que chega a 8%. 

A moeda fechou o pregão da última sexta-feira (21) a R$ 2,08, segundo o BC. Já nas casas de câmbio procuradas pelo O POVO, o preço mínimo cobrado pela moeda era de R$ 2,19 - sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O valor mais alto praticado era de R$ 2,23, mas com o IOF já incluído. (...)

De Economia, Jornal O POVO

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Excesso de lixo desagrada turistas no Centro de Manaus



Imagens flagram o acúmulo de resíduos que compromete a saúde e a paisagem do Centro Histórico de Manaus; turistas criticam também a presença de camelôs

Se a primeira impressão é a que fica, Manaus não deve ser muito bem vista pelos que chegam à cidade por via fluvial. Em plena temporada turística, quando transatlânticos – cheios de turistas do Brasil e exterior – atracam no porto de Manaus, uma visão degradante pode ser percebida naquela área.
Ao andar pelos arredores do porto é possível observar lixo espalhado por todas as partes. A reportagem flagrou na tarde desta terça-feira (11) amontoados de lixo no Terminal da Matriz (próximo ao porto) e também em lojas próximas ao Porto.
A argentina Aylen Paris, natural de Cordoba, que faz um tour pela América Latina, também criticou o acúmulo de lixo na área. "Eu achei tudo aqui meio confuso, o trânsito é um caos e pessoas vendendo comida ao lado da sujeira. Mas, ao menos as pessoas são bastante simpáticas", comentou.
...
De Bruno Strahm, Jornal A CRÍTICA, AM