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domingo, 10 de janeiro de 2016

Governo quer elevar crédito de bancos públicos a setores prioritários, diz Barbosa à Folha


O governo pretende elevar o crédito de bancos públicos a setores considerados prioritários, como infraestrutura, habitação, saneamento e capital de giro de pequenas e médias empresas, afirmou o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em entrevista publicada neste domingo no jornal Folha de S. Paulo.

Segundo o ministro, os empréstimos terão taxas menores do que aquelas obtidas no mercado, já que captados por instituições públicas. No entanto, não serão subsidiados pelo Tesouro Nacional e, por isso, terão custo fiscal menor.

"Nos bancos públicos e no FGTS há liquidez. Hoje o problema não é de oferta, é mais de demanda", disse Barbosa, de acordo com o jornal. "Mas podemos melhorar o foco das nossas políticas de crédito". (...)

O estímulo ao crédito viria em um momento de preocupações nos mercados financeiros sobre a possibilidade de o governo afrouxar seu comprometimento com o ajuste fiscal. Essa apreensão ganhou mais força em meados de dezembro, quando Joaquim Levy, conhecido por sua ortodoxia, foi substituído por Barbosa no Ministério da Fazenda...

De economia, REUTERS BRASIL

sábado, 8 de junho de 2013

Caixa terá crédito rural em 1 mil agências até agosto

SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal pretende conquistar espaço no crédito rural, onde ainda atua de forma tímida, e para isso vai oferecer essa modalidade de financiamentos em mil agências até agosto deste ano, disse à Reuters o vice-presidente de negócios emergentes do banco, Fábio Lenza.
A Caixa realizou um projeto piloto na área de crédito rural --segmento dominado pelo também estatal Banco do Brasil-- na última safra em 150 agências. No momento, são 400 agências, e até 1o de julho serão 600 unidades.
O banco vai aplicar 2 bilhões de reais para custeio e investimento do agronegócio em mil municípios até dezembro de 2013, informou o vice-presidente...

De Natalia Gómez, agência REUTERS BRASIL

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Palavras acusatórias de José Dirceu não merecem qualquer crédito, diz Roberto Gurgel


PGR: denúncia de Dirceu sobre Fux não merece crédito

Para Gurgel, ex-ministro quer desqualificar julgamento


O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou, nesta quarta-feira, que "não merecem qualquer crédito" as denúncias de que o ministro Luiz Fux tinha prometido ao ex-chefe da Casa Civil José Dirceu que não votaria a favor de sua condenação na ação penal do mensalão do mensalão se fosse - como foi - escolhido para integrar o Supremo Tribunal Federal pela presidente Dilma Rousseff.

"São denúncias, que, em princípio, para mim não merecem qualquer crédito. A histórico do ministro Fux é uma história de honradez. E o mesmo não se pode dizer de quem o acusa", respondeu Gurgel a perguntas dos repórteres, pouco antes do início da sessão plenária do STF.


Para o chefe do Ministério Público, "mais uma vez, o que se procura é, de alguma forma, procurar prejudicar a honorabilidade do julgamento realizado pelo Supremo".
À pergunta de se seria uma "jogada" destinada à opinião pública, na semana em que se aguarda a divulgação do acórdão do julgamento da Ação Penal 470, ele respondeu: "Sim. Acho que que se vai continuar sempre tentando mostrar ou acusar o julgamento de ter sido tendencioso, quando na verdade tivemos um julgamento exemplar".


De Luiz Orlando Carneiro, jornal DO BRASIL

sábado, 2 de março de 2013

BC estreia Basileia 3 e permite uso de crédito tributário


BRASÍLIA, 1 Mar (Reuters) - O Brasil permitirá que os bancos utilizem créditos tributários e letras financeiras em períodos de crise para compor o capital prudencial, dentro do cronograma de implementação de Basileia 3, atendendo demanda de grandes instituições do setor do país.
Segundo autoridades regulatórias, no entanto, o sistema bancário tem capital suficiente por pelo menos mais dois anos. Diante da gradual aderência às regras internacionais, alguns bancos do país precisariam levantar cerca de 15 bilhões de reais entre 2017 e 2019.
A necessidade de maior patrimônio de referência, o chamado capital de nível 1, subirá dos atuais 8 por cento para entre 10,5 e 13 por cento.
Em contrapartida, o governo permitirá que os bancos usem cerca 60 bilhões de um total de 110 bilhões de reais de créditos fiscais como capital em uma eventual situação de estresse financeiro.
Além disso, em períodos de estresse os bancos poderão converter títulos de dívida chamados de letras financeiras em ativos semelhantes a capital próprio, como ações. O estoque de letras financeiras em mercado é de cerca de 230 bilhões de reais.
A conversão é válida a partir desta sexta-feira, mas somente para papéis com cláusulas específicas para isso, explicou o secretário-adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira.
O setor financeiro do Brasil discute há vários meses a implantação das regras de Basileia 3, criadas para aperfeiçoar a capacidade das instituições financeiras de absorver choques e evitar a repetição da crise internacional de 2008 e 2009.
Segundo o diretor de Regulação do Sistema Financeiro do BC, Luiz Awazu, como um todo o sistema financeiro não terá de levantar capital até 2019. "Na análise individual, nenhum banco precisará levantar capital entre 2013 e 2015", disse Awazu.
Segundo o chefe do departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, o cronograma apresentado nesta sexta-feira compõe um quadro mais flexível de implementação de Basileia 3.
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De agência REUTERS BRASIL

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Aprovação de crédito em Morada Nova

Aprovação de Lei em Morada Nova

Acertada a decisão da Câmara Municipal de Morada Nova, sobre aprovação da Lei do tomada de crédito (empréstimo) junto a Caixa Econômica Federal, pois o Presidente, embora defensor e cumpridor das Leis municipais, não pode fugir do cumprimento da Lei maior que é a Constituição Brasileira, conforme já haver mim reportado em comentário anterior.

Vale restar que para apreciação desta matéria pelos pares na Câmara Municipal é necessário tão somente a maioria absoluta dos legisladores.

De Júlio Cunha

segunda-feira, 20 de junho de 2011

BNB anuncia aumento de recursos para produção

 Ao tomar posse, o novo presidente do Banco do Nordeste, Jurandir Santiago, em solenidade na sede da instituição, informou que deverá haver redução nas taxas de juros para empréstimos, sendo também criada novas linhas de crédito, principalmente os de menor valor, tendo como referência os micro créditos de até R$ 300,00.

O banco tem em 2011 recursos na ordem de R$ 10,6 bilhões para investimento e custeio na região. Valores muito além da demanda esperada para o ano, mais segundo Santiago já existe conversações com os órgãos competentes, para o aumento do montante.

O setor produtivo da região espera que tais mudanças e as medidas cabíveis possam vir a atender a todos os setor, pois existe um crescente aumento no endividamento dos produtores rurais, por isso a preocupação de que o montante anunciado tem como única finalidade a rolagem das dividas, não sobrando recursos para novos investimentos.


De Júlio Cunha